<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>taxar bilionários &#8211; SEEB Santos e Região</title>
	<atom:link href="https://santosbancarios.com.br/artigo/tag/taxar-bilionarios/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://santosbancarios.com.br</link>
	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
	<lastBuildDate>Tue, 30 Nov -001 00:00:00 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.1.3</generator>

<image>
	<url>https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2022/12/favicon-1.png</url>
	<title>taxar bilionários &#8211; SEEB Santos e Região</title>
	<link>https://santosbancarios.com.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Renda Cidadã deve ser bancada por super-ricos, defende Fenafisco</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/renda-cidada-deve-ser-bancada-por-super-ricos-defende-fenafisco/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Renda cidadã]]></category>
		<category><![CDATA[super-ricos]]></category>
		<category><![CDATA[taxar bilionários]]></category>
		<category><![CDATA[taxar fortunas]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://santosbancarios.com.br/?p=10402</guid>

					<description><![CDATA[Novas alíquotas do IR e Imposto sobre Grandes Fortunas (IGF) atingiriam apenas 0,3% da população, com arrecadação de quase R$ 2 trilhões em dez anos   A Federação Nacional do Fisco Estadual e Distrital (Fenafisco) afirma que os super-ricos brasileiros “podem e devem” financiar o programa Renda Cidadã. A ampliação das alíquotas do Imposto de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Novas alíquotas do IR e Imposto sobre Grandes Fortunas (IGF) atingiriam apenas 0,3% da população, com arrecadação de quase R$ 2 trilhões em dez anos</p>
<p></p>
<p> </p>
<p>A Federação Nacional do Fisco Estadual e Distrital (Fenafisco) afirma que os super-ricos brasileiros “podem e devem” financiar o programa Renda Cidadã. A ampliação das alíquotas do Imposto de Renda sobre os maiores rendimentos e a regulamentação do Imposto sobre Grandes Fortunas (IGF) teriam potencial arrecadatório de quase R$ 2 trilhões em 10 anos.</p>
<p> </p>
<p>Esse aumento de impostos atingiria apenas 0,3% da população, e seria capaz de bancar um programa social “amplo e vigoroso” no país. Além disso, representaria uma “injeção de progressividade” no sistema tributário brasileiro.</p>
<p> </p>
<p>A Fenafisco lançou nota em defesa dessas medidas, após o governo anunciar que buscaria financiar o Programa Renda Cidadã – antes chamado Renda Brasil – com recursos do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) e da rolagem das dívidas dos precatórios. É uma tentativa do governo Bolsonaro de ampliar a cobertura e o valor dos benefícios pagos pelo Bolsa Família.</p>
<p> </p>
<p>Para o presidente da Fenafisco, Charles Alcântara, são “artimanhas” realizadas pelo governo. “Tudo isso para que não se enfrente o verdadeiro problema, que é: os super-ricos não pagam impostos no Brasil.” Em entrevista a Glauco Faria, no Jornal Brasil Atual desta quinta-feira (1º), ele classifica como “imoral” a tentativa de desviar recursos do Fundeb.</p>
<p> </p>
<p><strong>Regressividade</strong></p>
<p>A Fenafisco aponta que, entre 2010 e 2020, saltou de 18 para 238 o total de bilionários, no Brasil. Por outro lado, cerca de 10 milhões de pessoas estão passando fome no país. Segundo a Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF), do IBGE, com dados colhidos entre 2017 e 2018, são 10,3 milhões de pessoas vivendo em estado de insegurança alimentar grave. Outros 74 milhões estariam em situação de insegurança leve ou moderada. “Não é possível admitir que a gente produza bilionários de um lado e, do outro, miseráveis e gente com fome e sem emprego.”</p>
<p> </p>
<p><strong>A proposta</strong></p>
<p>As mudanças no Imposto de Renda e a regulamentação do IGF fazem parte da campanha “Taxar os super-ricos para reconstruir o país”, lançada pela Fenafisco e outras entidades em agosto. A criação de novas alíquotas – de 30%, 35%, 40% e 45% – sobre os maiores rendimentos serviria para arrecadar R$ 1,5 trilhão em 10 anos. Ao mesmo tempo, o IGF somaria outros R$ 400 bilhões em arrecadação no mesmo período. Outras medidas também poderiam reforçar as contas públicas. A implementação do Imposto sobre Doações e Heranças, de âmbito estadual, por exemplo, poderia arrecadar outros R$ 140 bilhões.</p>
<p> </p>
<p>Ainda em julho, um grupo de 80 bilionários e milionários de diversos países lançou um manifesto pedindo que os governos aumentem os impostos que recaem sobre eles. Seria uma forma de auxiliar no combate à crise econômica, que foi agravada pela pandemia, além de contribuir para a redução das desigualdades sociais. Contudo, o documento não conta com a participação de nenhum brasileiro.</p>
<p>Fonte: Rede Brasil Atual</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
