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	<title>taxação &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>taxação &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<item>
		<title>Receita Federal volta a negar taxação do Pix e alerta para golpes</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/receita-federal-volta-a-negar-taxacao-do-pix-e-alerta-para-golpes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Jan 2026 08:26:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[desinformação]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
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					<description><![CDATA[Fake news voltaram a circular após novo vídeo de deputado. A Receita Federal voltou a desmentir informações falsas que circulam nas redes sociais sobre suposto monitoramento de transações via Pix para cobrança de impostos. Em nota oficial emitida nesta quarta-feira (14/1), o órgão afirma que não existe tributação sobre o Pix nem fiscalização das movimentações [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-9651baf9780e7f6b9e89a2951651dcd7">Fake news voltaram a circular após novo vídeo de deputado.</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A Receita Federal voltou a desmentir informações falsas que circulam nas redes sociais sobre suposto monitoramento de transações via Pix para cobrança de impostos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em nota oficial emitida nesta quarta-feira (14/1), o órgão afirma que não existe tributação sobre o Pix nem fiscalização das movimentações financeiras com esse objetivo, prática proibida pela Constituição Federal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a Receita, mensagens alarmistas sobre “taxa do Pix” ou “imposto sobre transferências” são completamente falsas. O Pix é apenas um meio de pagamento, como dinheiro ou cartão, e não gera, por si só, qualquer tipo de tributo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os boatos citam a <a href="https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/instrucao-normativa-rfb-n-2.278-de-28-de-agosto-de-2025-651968141" data-type="link" data-id="https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/instrucao-normativa-rfb-n-2.278-de-28-de-agosto-de-2025-651968141">Instrução Normativa nº 2.278</a>, de agosto do ano passado, como se ela autorizasse o rastreamento de transações individuais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o Fisco, a norma apenas estende às fintechs as mesmas obrigações de transparência já aplicadas aos bancos tradicionais, dentro das regras de combate à lavagem de dinheiro e à ocultação de patrimônio. Não há acesso a valores individuais, origem ou natureza dos gastos dos cidadãos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As informações falsas voltaram a ganhar força nas redes sociais nas últimas horas, após o deputado <em>Nikolas Ferreira </em>(PL-MG) voltar a publicar vídeos em que afirma que o governo voltará a monitorar o Pix. Há duas semanas, o Fisco tinha emitido outro alerta de notícias falsas sobre taxação de transações financeiras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a Receita, esse tipo de conteúdo tem como objetivo enganar a população, gerar pânico financeiro e enfraquecer a confiança em um dos principais meios de pagamento do país. O órgão afirma ainda que a disseminação dessas mensagens atende a interesses do crime organizado e de pessoas que se beneficiam da monetização e do engajamento gerado por notícias falsas.</p>



<h4 class="wp-block-heading">O que diz a instrução normativa</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A Receita esclarece que a instrução normativa de agosto não trata de taxação nem de monitoramento de transações financeiras. O órgão reitera que a norma apenas estende às fintechs e instituições de pagamento as mesmas obrigações de transparência já aplicadas aos bancos tradicionais desde 2015.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As informações repassadas ao Fisco não detalham transações individuais, nem permitem identificar a origem ou a natureza dos gastos dos usuários.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a Receita, a medida é fundamental para evitar que fintechs sejam usadas por organizações criminosas para lavagem de dinheiro e ocultação de patrimônio, como identificado em operações policiais recentes.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Reforma do IR</h4>



<p class="wp-block-paragraph">No mesmo comunicado, a Receita destacou informações verdadeiras que vêm sendo distorcidas nas redes. Desde janeiro, quem recebe até R$ 5 mil mensais está totalmente isento do Imposto de Renda. Para rendas de até R$ 7.350, há desconto no valor devido.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essas mudanças, segundo o Fisco, não têm qualquer relação com Pix, monitoramento de transações ou criação de novos tributos.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Como se proteger de golpes</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A Receita Federal alerta que a propagação de boatos sobre impostos e Pix cria um ambiente favorável para a aplicação de golpes. Criminosos se aproveitam da desinformação para enviar mensagens falsas por redes sociais, telefone e aplicativos como o WhatsApp, tentando coagir vítimas, solicitar pagamentos indevidos ou obter dados pessoais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o órgão, esse tipo de prática é perigosa porque amplia o alcance do crime e coloca a população em risco.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A orientação da Receita Federal é desconfiar de mensagens alarmistas, evitar o compartilhamento de conteúdos sem fonte confiável e buscar informações em canais oficiais do governo ou em veículos de imprensa profissional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mensagens que pedem pagamentos, dados pessoais ou “regularizações” relacionadas ao Pix e a impostos devem ser tratadas como tentativas de golpe.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Leia também <a href="https://santosbancarios.com.br/artigo/ministro-da-fazenda-diz-que-caso-master-pode-ser-a-maior-fraude-bancaria-do-pais/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/artigo/ministro-da-fazenda-diz-que-caso-master-pode-ser-a-maior-fraude-bancaria-do-pais/">Ministro da Fazenda diz que caso Master pode ser a maior fraude bancária do país</a></h4>
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		<title>Secretário da Receita desmente fake news sobre o Pix e alerta para o risco de golpes</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/secretario-da-receita-desmente-fake-news-sobre-o-pix-e-alerta-para-o-risco-de-golpes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jan 2025 08:43:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Fake News]]></category>
		<category><![CDATA[Golpes]]></category>
		<category><![CDATA[Impostos]]></category>
		<category><![CDATA[Pix]]></category>
		<category><![CDATA[Receita Federal]]></category>
		<category><![CDATA[taxação]]></category>
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					<description><![CDATA[Boatos sobre taxação alarmam usuários, mas Robson Barreirinhas garante que não haverá cobranças Em entrevista à Voz do Brasil, o secretário da Receita Federal, Robinson Barreirinhas, desmentiu categoricamente os boatos sobre a criação de um imposto sobre o Pix, desmentindo informações falsas que circularam amplamente nas redes sociais. Barreirinhas foi claro: “Isso é mentira, é [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-d6fff5d5b766d08755da78318fee2373">Boatos sobre taxação alarmam usuários, mas Robson Barreirinhas garante que não haverá cobranças</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Em entrevista à Voz do Brasil, o secretário da Receita Federal, Robinson Barreirinhas, desmentiu categoricamente os boatos sobre a criação de um imposto sobre o Pix, desmentindo informações falsas que circularam amplamente nas redes sociais. Barreirinhas foi claro: “Isso é mentira, é fake news. Não existe nenhuma cobrança, nenhum imposto, nenhuma taxa sobre o Pix e nunca vai existir, porque a Constituição Federal proíbe a cobrança de qualquer tributo sobre movimentação financeira”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O secretário destacou o impacto negativo das fake news, que além de alarmar trabalhadores e pequenos empreendedores, como manicures e vendedores ambulantes, também abrem espaço para golpes. “Já tem gente querendo aplicar golpe na população, mandando boletos por WhatsApp como se fossem da Receita Federal cobrando pela utilização do Pix. É importante que a população não caia nesse tipo de golpe”, alertou.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Mudanças são limitadas e não afetam pequenos empreendedores</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Respondendo às dúvidas sobre possíveis mudanças no controle das transações financeiras, Barreirinhas esclareceu que as obrigações de comunicação de dados pelas instituições financeiras já existem há mais de 20 anos. A partir de 2025, as chamadas fintechs e outras empresas que operam instrumentos de pagamento também deverão seguir as mesmas regras já aplicadas aos bancos tradicionais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A rigor, até diminuímos o volume de informações que recebemos. A partir de 2025, valores menores, abaixo de R$ 5 mil para pessoa física e R$ 1 mil para pessoa jurídica, serão dispensados desse reporte”, explicou. Segundo o secretário, essa medida visa aprimorar a eficiência da Receita Federal, direcionando os esforços para casos relevantes e minimizando a possibilidade de erros na fiscalização.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Garantias para os usuários do Pix</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Barreirinhas reforçou que as alterações não impactam os pequenos empreendedores ou trabalhadores autônomos que utilizam o Pix em seu dia a dia. “Nada muda para eles. A Receita já recebia essas informações das instituições financeiras tradicionais, e quem nunca teve problema nos últimos 20 anos não tem razão para se preocupar agora”, afirmou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O secretário também destacou que o foco da Receita Federal não é o trabalhador ou o pequeno empresário, mas sim operações que envolvam movimentação ilícita de dinheiro. “O foco é outro tipo de gente, quem utiliza essas novas ferramentas tecnológicas para lavar dinheiro ou movimentar recursos provenientes de crimes”, enfatizou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A entrevista finalizou com um apelo para que a população esteja atenta e não acredite em informações infundadas que possam causar prejuízos econômicos e sociais. “A disseminação de fake news só traz prejuízos à economia e à sociedade. É fundamental verificar as informações antes de repassá-las”, concluiu. Assista:</p>



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<div class="jlvid_container"><iframe title="Secretário da Receita desmente as fake news sobre o Pix" width="1200" height="675" src="https://www.youtube.com/embed/z_A6u5vEkGc?start=438&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
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		<item>
		<title>Imposto de 5% sobre super-ricos do G20 acabaria com a fome, aponta Oxfam</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/imposto-de-5-sobre-super-ricos-do-g20-acabaria-com-a-fome-aponta-oxfam/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SEEB Santos e Região]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Feb 2024 14:47:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
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		<category><![CDATA[taxação]]></category>
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					<description><![CDATA[Entidade revela ainda que tributo também ajudaria países de baixa e média renda a se adaptarem às mudanças climáticas Um relatório da Oxfam Brasil aponta que a criação de um imposto de 5% sobre as pessoas mais ricas do G20 arrecadaria dinheiro suficiente para acabar com a fome global e também ajudaria países de baixa e média renda a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-fd1628fd22847dfe2fad48be6dec62d2">Entidade revela ainda que tributo também ajudaria países de baixa e média renda a se adaptarem às mudanças climáticas</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Um relatório da Oxfam Brasil aponta que a criação de um<strong> imposto de 5% sobre as pessoas mais ricas</strong> do G20 arrecadaria dinheiro suficiente para acabar com a fome global e também ajudaria países de baixa e média renda a se adaptarem às mudanças climáticas.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Imposto sobre os mais ricos</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O documento foi divulgado às vésperas da primeira reunião dos ministros de Economia e presidentes de Bancos Centrais do G20. O evento será realizado nesta semana, em São Paulo. A informação é da Folha de São Paulo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a Oxfam, o imposto arrecadaria cerca de US$ 1,5 trilhão (R$ 7,5 trilhões) por ano. O montante também permitiria que o mundo cumprisse as metas de desenvolvimento sustentável das Nações Unidas e investisse US$ 546 bilhões em serviços públicos e ação climática nos países do G20.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A entidade aponta, ainda, que diversas pesquisas revelam que a maioria das pessoas em diversos países apoia um aumento dos impostos sobre os mais ricos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo dados da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE), citados pela Oxfam, a tributação sobre a riqueza nos países do G20 corresponde a&nbsp;<strong>um quarto da arrecadação sobre o consumo</strong>. Com isso, os impostos acabam pesando mais sobre a população mais pobre.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a Oxfam, 32% da arrecadação dos países que compõem o G20 são da tributação de bens e serviços, como&nbsp;<strong>alimentos e outros itens essenciais</strong>&nbsp;que têm impacto maior sobre as famílias de baixa renda, enquanto somente 8% vem de tributos sobre renda e patrimônio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A taxa máxima de imposto sobre o rendimento pessoal em 1980 era de 59,5%, em média, em 17 países do G20. Em 2022, esse teto era de 40,4%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Um sistema justo de impostos poderia frear as desigualdades e promover sociedades mais saudáveis e inclusivas”, afirma Katia Maia, diretora executiva da Oxfam Brasil.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Desigualdade maior</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Um&nbsp;<a href="https://iclnoticias.com.br/ainda-mais-desigual/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">relatório da própria Oxfam Brasil</a>, chamado de Desigualdade S.A, divulgado no mês passado, aponta que a desigualdade global está agora em um nível comparável à encontrada na África do Sul, o país mais desigual do planeta e a pobreza nos países de renda mais baixa é ainda maior do que era em 2019.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O documento diz que “a distância entre o Norte e o Sul do mundo aumentou pela primeira vez em 25 anos”. Desde 2020, quase 5 bilhões de pessoas em todo o planeta empobreceram.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A fortuna dos cinco bilionários mais ricos do mundo mais do que dobrou desde o início desta década, enquanto 60% da humanidade ficou mais pobre”, diz o relatório.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O levantamento da Oxfam ressalta que os <strong>preços estão ultrapassando os salários</strong>, e centenas de milhões de pessoas têm dificuldades de fazer com que seus ganhos rendam um pouco mais a cada mês.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Centrais sindicais: Taxar fortunas para salvar vidas</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/centrais-sindicais-taxar-fortunas-para-salvar-vidas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SEEB Santos e Região]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[grandes fortunas]]></category>
		<category><![CDATA[taxação]]></category>
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					<description><![CDATA[Taxar fortunas para salvar vidas O Brasil está entre os 10 países mais desiguais do mundo. A pandemia do coronavírus aprofundou as crises política, econômica e social que já estávamos atravessando. A gravidade do momento exige todos os esforços para salvar as vidas em risco, seja pelo adoecimento ou pela pobreza.   A resolução desse problema não [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Taxar fortunas para salvar vidas</p>
<p>O Brasil está entre os 10 países mais desiguais do mundo. A pandemia do coronavírus aprofundou as crises política, econômica e social que já estávamos atravessando. A gravidade do momento exige todos os esforços para salvar as vidas em risco, seja pelo adoecimento ou pela pobreza.</p>
<p> </p>
<p>A resolução desse problema não pode vir do bolso dos mais pobres. Quem deve pagar a conta são os acumuladores de riqueza, os banqueiros, os especuladores do mercado financeiro, os milionários.</p>
<p> </p>
<p>De cada mil contribuintes, apenas 8 contam com uma renda mensal de mais de 80 salários mínimos. Essa elite responde sozinha por um terço de toda a riqueza declarada em bens e ativos financeiros, sendo que metade dessas pessoas chega a ganhar, em média, 4 milhões de reais por mês.</p>
<p> </p>
<p>É hora de aumentar os impostos de quem pode mais e proteger quem pode menos, como as pessoas sem renda, trabalhadores informais e a classe média. Uma taxação desse tipo permitiria aumentar o investimento no Sistema Único de Saúde (SUS) e o financiamento de ações de proteção social, de modo a garantir uma vida digna a toda a população impactada pelas medidas de contenção do coronavirus.</p>
<p> </p>
<p>Por isso, propomos:</p>
<p>– Taxação de lucros e dividendos das pessoas físicas detentoras de cotas e ações de empresas;</p>
<p>– Instituição de alíquota sobre os lucros remetidos ao exterior;</p>
<p>– Imposto sobre grandes fortunas previsto na Constituição Federal;</p>
<p>– Aumento do Imposto Territorial Rural (ITR), incidente sobre propriedades com mais de 1000 hectares;</p>
<p>– Empréstimo compulsório das empresas com patrimônio superior a 1 bilhão de reais;</p>
<p>– Tributação de aplicações financeiras hoje isentas de imposto.</p>
<p> </p>
<h4 style="text-align: left;"><a href="http://chng.it/Pyv9TnLZzc" target="_blank">Assine o abaixo-assinado para taxação de grandes fortunas</a></h4>
</p>
<p> </p>
<p>CUT – Central Única dos Trabalhadores</p>
<p>FS – Força Sindical</p>
<p>CTB – Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil</p>
<p>NCST – Nova Central Sindical dos Trabalhadores</p>
<p>UGT – União Geral dos Trabalhadores</p>
<p>CGTB – Central Geral dos Trabalhadores do Brasil</p>
<p>CSB – Central dos Sindicatos Brasileiros</p>
<p>Intersindical – Central da Classe Trabalhadora</p>
<p>CSP – CONLUTAS</p>
<p>Intersindical Instrumento de Luta</p>
<p>Publica Central do Servidor</p>
<p> </p>
<p><strong>São Paulo, 11 de abril de 2020.</strong></p>
<p>Fonte: Intersindical &#8211; Central da Classe Trabalhadora</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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