<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>taxação dos pobres &#8211; SEEB Santos e Região</title>
	<atom:link href="https://santosbancarios.com.br/artigo/tag/taxacao-dos-pobres/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://santosbancarios.com.br</link>
	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
	<lastBuildDate>Tue, 30 Nov -001 00:00:00 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.1</generator>

<image>
	<url>https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2022/12/favicon-1.png</url>
	<title>taxação dos pobres &#8211; SEEB Santos e Região</title>
	<link>https://santosbancarios.com.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Carga tributária não impede desenvolvimento econômico e social</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/carga-tributaria-nao-impede-desenvolvimento-economico-e-social/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[impostos dos mais ricos]]></category>
		<category><![CDATA[taxação dos pobres]]></category>
		<category><![CDATA[tributação dos ricos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://santosbancarios.com.br/?p=11728</guid>

					<description><![CDATA[Alguns dos países mais desenvolvidos e com melhor Índice de Desenvolvimento Humano possuem tributação mais pesada do que o Brasil. Questão é que por lá ricos pagam mais impostos Uma mitificação neoliberal no Brasil leva muita gente a acreditar que a carga tributária no Brasil é muito pesada para as empresas. O clichê neoliberal não [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Alguns dos países mais desenvolvidos e com melhor Índice de Desenvolvimento Humano possuem tributação mais pesada do que o Brasil. Questão é que por lá ricos pagam mais impostos</p>
<p></p>
<p>Uma mitificação neoliberal no Brasil leva muita gente a acreditar que a carga tributária no Brasil é muito pesada para as empresas. O clichê neoliberal não é necessariamente uma verdade. O Brasil não está nem entre os dez países que mais tributam no mundo, ficando apenas em 14º lugar. Países muito mais desenvolvidos, com trabalhadores de média salarial muito superior a dos brasileiros e nações que disputam os primeiros lugares no IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) possuem cargas tributárias mais pesadas do que no Brasil. A questão que o empresariado nacional não quer discutir é o fato de que o que faz a diferença é o modelo de tributação. Nos países mais avançados a tributação é progressiva, quem ganha mais, paga mais e há a taxação das grandes fortunas e sobre produtos de luxo. No Brasil é o contrário, a tributação é extremante injusta e regressiva. Quem paga mais são a classe média, na fonte (até 27,5%) e os pobres, no consumo.</p>
<p> </p>
<p><strong>No Brasil, ricos pagam menos</strong></p>
<p>A distorção por aqui chega ao ponto de um milionário que possui iate de luxo, avião executivo e helicóptero não paga imposto anual. Já um motorista de Uber se não pagar o IPVA vê seu veículo, instrumento de trabalho, ser rebocado pelo Detran. Na taxação das grandes heranças, a inversão se repete: nos EUA este imposto chega a 40% dependendo do estado (que são mais autônomos) e a Europa tributa até metade das grandes heranças. No Brasil, o máximo é 8%.</p>
<p> </p>
<p>Custo trabalho não atrapalha desenvolvimento &#8211; Só para se ter uma ideia, respectivamente, Dinamarca, Finlândia, Bélgica, França e Itália possuem as cargas tributárias mais pesadas do mundo. Os líderes do ranking, países nórdicos, estão sempre entre os países com melhor IDH, educação, estado de bem estar social e igualdade de oportunidades no mundo. A Dinamarca ocupa o 7º lugar no ranking do IDH global, a Finlândia, o 8º (0,938), a Bélgica, o 10º (0,931). O padrão e a qualidade de vida de franceses e italianos são também muito superiores ao dos brasileiros. O Brasil ocupa o 14º na lista da carga tributária e o 84º lugar em IDH (0,765), atrás de países como Chile, 43º (0,851), Argentina, 46º (0,845), Uruguai, 55º (0,8117) e até Cuba, a ilha comunista, 70º (0,783). Peru e Colômbia também superam o Brasil.</p>
<p> </p>
<p>No Brasil os banqueiros, rentistas, grandes bilionários, o agronegócio e grandes empresários querem reduzir tributos tirando direitos dos trabalhadores e pagando salários de quarto mundo. No país são os trabalhadores, pobres e a classe média que pagam mais impostos.</p>
<p> </p>
<p>A Alemanha, quarto do mundo em melhor IDH, tem o trabalhador com os mais altos salários do mundo e possui a economia mais pujante e desenvolvida da Europa, comprovando que não é o custo trabalho que atrapalha o crescimento econômico sustentável. Ao contrário, é a valorização da produção e do trabalho que garantem o desenvolvimento das maiores economias do mundo.</p>
<p> </p>
<p>Outra questão referente à tributação que a burguesia brasileira se nega a debater é a mudança do modelo de tributação previdenciária, que não deveria ser sobre os salários dos empregados e folha de pagamento deveria ser sobre os lucros pois não é justo que bancos e grandes corporações paguem o mesmo valor recolhido para o INSS do que pequenas e médias empresas do setor produtivo. É preciso tributar os ganhos do grande capital e não a produção e o trabalho, como ocorre nas nações mais desenvolvidas.</p>
<p>Crédito: Pixabay<br />Fonte: SEEB do RJ<br />Escrito por:  Carlos Vasconcellos</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
