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	<title>taxação de milionários &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>taxação de milionários &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Taxação dos super-ricos é aprovada em declaração de líderes do G20</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Nov 2024 12:24:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[G20 e super-ricos]]></category>
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					<description><![CDATA[Proposta brasileira foi acatada por consenso entre os líderes Reunidos no Rio de Janeiro, os chefes de Estado e de governo do G20, principal fórum de cooperação econômica internacional, aprovaram uma proposta de tributação progressiva, que inclui uma menção direta à taxação efetiva dos indivíduos considerados super-ricos. O texto aparece na&#160;carta final da cúpula, divulgada [&#8230;]]]></description>
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<h3 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-0a637124a5d425341a811b4171a99d6e">Proposta brasileira foi acatada por consenso entre os líderes</h3>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Reunidos no Rio de Janeiro, os chefes de Estado e de governo do G20, principal fórum de cooperação econômica internacional, aprovaram uma proposta de tributação progressiva, que inclui uma menção direta à taxação efetiva dos indivíduos considerados super-ricos. O texto aparece na&nbsp;<a href="https://www.gov.br/planalto/pt-br/acompanhe-o-planalto/g20-rio-de-janeiro-leaders-em-portugues.pdf/view"><strong>carta final da cúpula</strong></a>, divulgada na tarde desta segunda-feira (18), primeiro dia do encontro anual.&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Com total respeito à soberania tributária, nós procuraremos nos envolver cooperativamente para garantir que indivíduos de patrimônio líquido ultra-alto sejam efetivamente tributados. A cooperação poderia envolver o intercâmbio de melhores práticas, o incentivo a debates em torno de princípios fiscais e a elaboração de mecanismos antievasão, incluindo a abordagem de práticas fiscais potencialmente prejudiciais. Nós estamos ansiosos para continuar a discutir essas questões no G20 e em outros fóruns relevantes, contando com as contribuições técnicas de organizações internacionais relevantes, universidades e especialistas&#8221;, diz o documento, cujo conteúdo final foi aprovado por consenso.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Havia a expectativa de que pontos que estavam acordados pudessem sofrer resistência da Argentina, presidida pelo ultraliberal Javier Milei, que se opõe a esse tipo de política. Essa indicação da taxação dos super-ricos, no entanto, já havia sido consensuada na Declaração Ministerial do G20 do Rio de Janeiro sobre Cooperação Tributária Internacional, realizada anteriormente, e mediada pelo governo brasileiro. Este acordo foi mantido na versão final divulgada, sem ressalvas.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Estimativas do Ministério da Fazenda apontam que uma taxação de 2% sobre o patrimônio de indivíduos super-ricos poderia gerar US$ 250 bilhões por ano para serem investidos no combate à desigualdade e ao financiamento da transição ecológica. Esse grupo de super-ricos soma cerca de 3 mil pessoas que, juntas, detêm patrimônio de cerca de US$ 15 trilhões, maior que o Produto Interno Bruto (PIB) da maioria dos países. O texto do G20, no entanto, não propõe uma alíquota específica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O texto da carta final também defende uma tributação progressiva, ou seja, que as pessoas com mais recursos sejam mais taxadas, como sendo uma das &#8220;principais ferramentas para reduzir desigualdades internas, fortalecer a sustentabilidade fiscal, promover a consolidação orçamentária, promover crescimento forte, sustentável, equilibrado e inclusivo e facilitar a realização dos ODS [Objetivos do Desenvolvimento Sustentável]&#8221;.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Combate à fome</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Na mesma seção que trata de tributação progressiva, a carta final do G20 destaca o número de pessoas que enfrentam a fome aumentou, atingindo aproximadamente 733 milhões de pessoas em 2023, &#8220;sendo as crianças e as mulheres as mais afetadas&#8221;. Para enfrentar esse desafio global, a carta pede um compromisso mais eficaz e menciona o lançamento da Aliança Global contra a Fome e a Pobreza, proposta brasileira que&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2024-11/alianca-global-contra-fome-e-pobreza-tem-adesao-de-82-paises"><strong>recebeu a adesão de 82 países</strong></a>&nbsp;e dezenas de outras instituições multilaterais e privadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;O mundo produz alimentos mais do que suficientes para erradicar a fome. Coletivamente, não nos faltam conhecimentos nem recursos para combater a pobreza e derrotar a fome. O que precisamos é de vontade política para criar as condições para expandir o acesso a alimentos. À luz disso, lançamos a Aliança Global contra a Fome e a Pobreza e saudamos sua abordagem inovadora para mobilizar financiamento e compartilhamento de conhecimento, a fim de apoiar a implementação de programas de larga escala e baseados em evidências, liderados e de propriedade dos países, com o objetivo de reduzir a fome e a pobreza em todo o mundo&#8221;, diz a carta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O G20 é composto por 19 países (África do Sul, Alemanha, Arábia Saudita, Argentina, Austrália, Brasil, Canadá, China, Coreia do Sul, Estados Unidos, França, Índia, Indonésia, Itália, Japão, México, Reino Unido, Rússia e Turquia) e dois órgãos regionais (União Africana e a União Europeia).&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A cúpula de líderes do Rio de Janeiro encerra a presidência temporária do governo brasileiro, que vai repassar o comando do grupo para a África do Sul, ao longo do próximo. Durante a presidência brasileira, os temas prioritários foram combate à fome e à pobreza, reforma das instituições multilaterais e enfrentamento às mudanças climáticas.</p>
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		<title>Taxação de super-ricos e offshores é aprovada pela Câmara</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/taxacao-de-super-ricos-e-offshores-e-aprovada-pela-camara/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Oct 2023 12:44:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[offshores]]></category>
		<category><![CDATA[taxação de milionários]]></category>
		<category><![CDATA[Taxar super-ricos]]></category>
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					<description><![CDATA[Proposta faz parte de pacote do Ministério da Fazenda para elevar a arrecadação fiscal do governo. Agora, texto segue para o Senado A Câmara dos Deputados aprovou quarta-feira (25/10/23) o projeto de lei que tributa os fundos exclusivos usados por&#160;super-ricos&#160;e de&#160;offshores&#160;(empresas de pessoas físicas sediadas no exterior). Foram 323 votos a favor e 119 contrários. [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color">Proposta faz parte de pacote do Ministério da Fazenda para elevar a arrecadação fiscal do governo. Agora, texto segue para o Senado</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">A Câmara dos Deputados aprovou quarta-feira (25/10/23) o projeto de lei que tributa os fundos exclusivos usados por&nbsp;<a href="https://www.brasildefato.com.br/2022/06/03/entenda-por-que-super-ricos-no-brasil-e-no-mundo-devem-ser-tributados" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>super-ricos</strong></a>&nbsp;e de&nbsp;offshores&nbsp;(empresas de pessoas físicas sediadas no exterior). Foram 323 votos a favor e 119 contrários. O texto agora segue para análise no Senado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A medida é considerada uma parte importante do pacote do Ministério da Fazenda, chefiado pelo ministro <a href="https://www.brasildefato.com.br/2023/10/18/aumento-de-6-6-no-orcamento-de-2024-e-insuficiente-ante-o-deficit-social-aponta-inesc" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Fernando Haddad</strong></a> (PT), com o objetivo de zerar o déficit das contas públicas em 2024 e aumentar a arrecadação do governo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A votação estava prevista para acontecer no início do mês e foi destravada após a <a href="https://www.brasildefato.com.br/2023/10/25/lula-demite-rita-serrano-e-nomeia-indicado-de-lira-para-presidir-a-caixa-economica" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>troca de comando</strong></a> da Caixa Econômica Federal nesta quarta. No lugar de Rita Serrano, foi nomeado Carlos Antônio Vieira Fernandes, aliado do presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A proposta da pasta estimava que a mudança na cobrança de impostos das <a href="https://www.brasildefato.com.br/2023/10/25/reforma-tributaria-deve-ter-trava-para-carga-de-impostos-e-tributo-sobre-exploracao-de-recursos-naturais" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>empresas offshores</strong></a> e de fundos exclusivos de super-ricos poderia gerar uma receita total de R$ 20 bilhões. Porém, mudanças realizadas na Câmara devem reduzir a previsão inicial de arrecadação. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Atualmente os detentores desses recursos não recolhem <strong>Imposto de Renda</strong> (IR) em função de brechas na legislação. Projeções do governo apontam que 2,5 mil brasileiros tenham recursos aplicados em fundos exclusivos com aplicação mínima de R$ 10 milhões.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O texto aprovado estabelece que&nbsp;os lucros obtidos com recursos em offshores&nbsp;serão tributados em 15% sobre os ganhos, uma vez ao&nbsp;ano. Fundos&nbsp;exclusivos também serão taxados em 15%, semestralmente.&nbsp;Hoje, o tributo é recolhido somente no resgate das cotas ou na liquidação do fundo. A proposta original do governo previa uma taxação de 22,5%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso,&nbsp;a alíquota&nbsp;a ser paga pelos detentores dos fundos, tanto no Brasil quanto no exterior, passará de 6% para 8%&nbsp;na atualização dos ganhos acumulados até agora.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O relator, deputado Pedro Paulo (PSD-RJ), também realizou uma alteração na proposta original que modifica a quantidade de cotistas em Fundos de Investimento em Cadeias Agroindustriais (Fiagro). O novo texto estabelece a&nbsp;redução&nbsp;de 300 para 100 o número de cotistas em cada fundo, sendo que apenas 30% podem ter parentesco de até segundo grau. Atualmente, o número mínimo de cotistas é de 50, e o governo havia proposto que subisse para 500. Segundo o governo, essa medida evitaria que membros da mesma família formem um fundo para escapar de impostos.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Saiba mais:</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Por se tratar de uma alteração na legislação do IR, o projeto de lei deverá ser aprovado nas duas casas legislativas e sancionado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva ainda este ano para começar a vigorar em 2024.</p>
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