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	<title>Taxa desemprego diminui 2026 &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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		<title>Desemprego cai para 5,3%, o menor para o trimestre terminado em julho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 29 Aug 2026 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Desemprego cai julho 2026]]></category>
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		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Taxa desemprego diminui 2026]]></category>
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					<description><![CDATA[População ocupada atinge recorde de 103,3 milhões de pessoas A taxa de desemprego no trimestre terminado em julho ficou em 5,3%.&#160;O resultado representa o menor patamar para esse período de três meses de toda a série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, iniciada em 2012. No trimestre anterior, terminado em abril, [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-2">População ocupada atinge recorde de 103,3 milhões de pessoas</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A taxa de desemprego no trimestre terminado em julho ficou em 5,3%.&nbsp;</strong>O resultado representa o menor patamar para esse período de três meses de toda a série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, iniciada em 2012.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No trimestre anterior, terminado em abril, a taxa era de 5,8%. Já no mesmo período do ano passado, 5,6%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (27) pelo&nbsp;<a href="https://biblioteca.ibge.gov.br/visualizacao/periodicos/3086/pnacm_2026_jul.pdf" target="_blank" rel="noopener"><strong>Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)</strong></a>.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A&nbsp;<strong>Pnad revelou que o número de pessoas ocupadas atingiu 103,3 milhões, recorde da série histórica. O número de empregados com carteira assinada (excluindo trabalhadores domésticos) foi 39,4 milhões, também o maior da série histórica.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Já a quantidade de trabalhadores sem carteira assinada era de 13,8 milhões, crescimento de 3,6% na comparação com o período até abril (mais 477 mil pessoas).</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>De acordo com o analista da pesquisa, William Kratochwill, o crescimento da ocupação no trimestre até julho foi puxado pelo setor de construção civil.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">“A maioria aconteceu entre pedreiros e trabalhadores elementares da construção de edifícios”, cita.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O analista acrescenta que mudanças tecnológicas têm facilitado a obtenção de ocupação.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Hoje em dia, com telefone e bicicleta, você consegue trabalhar. A tecnologia está mudando o mercado de trabalho&#8221;, diz.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ocupação no agrupamento transporte, armazenagem e correio, que inclui entregadores de aplicativo, cresceu 5,4% na comparação com o mesmo trimestre de 2025.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O contingente de desocupados ficou em 5,8 milhões, o que significa menos 503 mil pessoas (recuo de 8%) em relação ao trimestre de fevereiro a abril.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A taxa de informalidade &#8211; proporção de trabalhadores informais na população ocupada &#8211; foi 37,5%. Até abril estava em 37,2%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O IBGE aponta como informais os trabalhadores sem carteira e os autônomos e empregadores sem CNPJ. Essas pessoas não têm garantidas coberturas como seguro-desemprego, férias e 13º salário.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A população desalentada, formada por pessoas que não procuravam emprego pois acreditavam que não conseguiriam uma vaga, marcou 2,3 milhões de pessoas, queda de 9,7% no trimestre.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O rendimento médio do trabalhador ficou em R$ 3.762, recuo de 0,7% na comparação com o período até abril. O IBGE classifica essa diferença como “estável”.</strong></p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>A pesquisa</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">A pesquisa do IBGE apura o comportamento no mercado de trabalho para pessoas com 14 anos ou mais e leva em conta todas as formas de ocupação, seja com ou sem carteira assinada, temporário e por conta própria, por exemplo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pelos critérios do instituto, só é considerada desocupada a pessoa que efetivamente procurou uma vaga 30 dias antes da pesquisa.&nbsp;<strong>São visitados 211 mil domicílios em todos os estados e no Distrito Federal.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O menor desemprego já registrado pela Pnad foi 5,1%, no último trimestre de 2025. A maior taxa já constatada foi 14,9%, atingida em dois períodos: nos trimestres móveis encerrados em setembro de 2020 e em março de 2021, ambos durante a pandemia de covid-19.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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