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	<title>Taxa de juros Febraban &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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		<title>Na Febraban, Haddad defende crédito barato para estimular a economia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Feb 2023 11:52:27 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Haddad com banqueiros]]></category>
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					<description><![CDATA[“Estamos com uma taxa de juros de 13,75%, com uma preocupação com uma eventual retração do crédito no Brasil”, disse o ministro O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, defendeu nesta terça-feira (31) o barateamento do crédito como forma de estimular o crescimento econômico. Após reunião na Federação Brasileira de Bancos (Febraban) o ministro afirmou que a “questão [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="has-cyan-bluish-gray-color has-text-color wp-block-heading">“Estamos com uma taxa de juros de 13,75%, com uma preocupação com uma eventual retração do crédito no Brasil”, disse o ministro</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, defendeu nesta terça-feira (31) o barateamento do <strong>crédito</strong> como forma de estimular o crescimento econômico. Após reunião na Federação Brasileira de Bancos (<strong>Febraban</strong>) o ministro afirmou que a “questão do crédito entrou na ordem do dia”. Nesse sentido, ele comunicou que o governo deve lançar no mês que vem o programa Desenrola, para refinanciar as dívidas das famílias negativadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além de Haddad e o presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Aloizio Mercadante, participaram do encontro as ministras Simone Tebet, do Planejamento; Esther Dweck, da Gestão e Inovação Pública; e Carlos Fávaro, da Agricultura. A reunião foi fechada, mas os ministros falaram com a imprensa ao deixar o local.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Estamos com uma taxa de juros de 13,75%, com uma preocupação com uma eventual retração do crédito no Brasil”, ressaltou Haddad. Sobre o crédito barato, o ministro disse que conversou com o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, sobre “uma agenda rápida” para o país. São medidas que incluem a diminuição do spread bancário, sistemas de garantia e melhoria do ambiente de concorrência no setor financeiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já sobre o Desenrola, Haddad disse que deve apresentar proposta ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva na semana que vem. E prevê o lançamento do programa ainda em fevereiro. O Desenrola deve contemplar até 40 milhões de brasileiros com renda até dois salários mínimos (R$ 2.604) que estão endividados.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Reforma tributária</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Haddad disse que o encontro na Febraban, assim como ocorreu ontem na Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), serviu para discutir uma agenda para o setor produtivo. Dentre as prioridades, conforme o ministro, está a reforma tributária.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A reforma tributária já podia ter sido votada e não foi. E pode ser votada porque o Congresso está maduro. Os deputados e senadores estão tomando posse agora, mas há nas duas Casas um ambiente muito favorável e isso tem impacto muito forte no crescimento econômico para melhorar a vida das empresas, melhorar a vida das indústrias, para dar mais transparência ao sistema tributário, para permitir que a gente avance no segundo semestre e discuta a regressividade do sistema tributário que penaliza as famílias mais pobres”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, ele também falou sobre o novo arcabouço fiscal. Trata-se de uma nova regra que vem para substituir o malfadado teto de gastos, que serviu apenas para asfixiar os gastos sociais. Aprovado durante o governo Temer, o teto foi desmoralizado durante o governo Bolsonaro, que descumpriu as regras fiscais em vigor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Vamos mandar uma nova regra fiscal para o Congresso. Isso já está contratado. Estamos dando tempo para a equipe econômica formular uma proposta. Isso vai dar segurança e previsibilidade para os agentes econômicos”, acrescentou ele.</p>
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