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	<title>Taxa de desemprego &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>Taxa de desemprego &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>IBGE registra queda de desemprego em 15 estados no 2º trimestre de 2024</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Aug 2024 08:29:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Distrito Federal e outros 11 entes federativos mantiveram taxa de desemprego estável A última Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua Trimestral do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), divulgada nesta quinta-feira (15), revelou que houve uma queda no índice de desemprego em 15 das 27 unidades da federação (UFs) brasileiras, no segundo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-6b76c207822ffdab891eff643c777789">Distrito Federal e outros 11 entes federativos mantiveram taxa de desemprego estável</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A última <a href="https://www.ibge.gov.br/estatisticas/sociais/populacao/9127-pesquisa-nacional-por-amostra-de-domicilios.html" data-type="link" data-id="https://www.ibge.gov.br/estatisticas/sociais/populacao/9127-pesquisa-nacional-por-amostra-de-domicilios.html">Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD)</a> Contínua Trimestral do <a href="https://www.ibge.gov.br/" data-type="link" data-id="https://www.ibge.gov.br/">IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística)</a>, divulgada nesta quinta-feira (15), revelou que houve uma queda no índice de desemprego em 15 das 27 unidades da federação (UFs) brasileiras, no segundo trimestre de 2024.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Distrito Federal e outros 11 estados mantiveram a taxa de desemprego estável. Esses dados são em comparação com o 1º trimestre de 2024.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Tiveram queda na taxa de desemprego:</strong> Santa Catarina, Rio de Janeiro, Goiás, Minas Gerais, São Paulo, Pará, Ceará, Maranhão, Espírito Santo, Acre, Tocantins, Alagoas, Amazonas, Piauí e Bahia;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Tiveram estabilidade:</strong> Pernambuco, Distrito Federal, Rio Grande do Norte, Sergipe, Amapá, Paraíba, Roraima, Rio Grande do Sul, Paraná, Mato Grosso do Sul, Rondônia e Mato Grosso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O local qua apresentou a maior índice de desemprego foi o estado de Pernambuco (11,5%), seguido pela Bahia (11,1%) e Distrito Federal (9,7%), enquanto Santa Catarina (3,2%), Mato Grosso (3,3%) e Rondônia (3,3%), apresentaram a menor taxa de desemprego do país.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Veja a lista onde é possível observar a variação do índice de desemprego nos estados entre o 1º e o 2º trimestre de 2024:</strong></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="736" height="1024" src="https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/08/whatsapp-image-2024-08-15-at-09.53.04-736x1024.webp" alt="" class="wp-image-56483" srcset="https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/08/whatsapp-image-2024-08-15-at-09.53.04-736x1024.webp 736w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/08/whatsapp-image-2024-08-15-at-09.53.04-216x300.webp 216w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/08/whatsapp-image-2024-08-15-at-09.53.04-108x150.webp 108w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/08/whatsapp-image-2024-08-15-at-09.53.04-768x1068.webp 768w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/08/whatsapp-image-2024-08-15-at-09.53.04-600x835.webp 600w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/08/whatsapp-image-2024-08-15-at-09.53.04-20x28.webp 20w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/08/whatsapp-image-2024-08-15-at-09.53.04.webp 1000w" sizes="(max-width: 736px) 100vw, 736px" /><figcaption class="wp-element-caption">Comparação entre o 1º e 2° trimestre de 2024 — Foto: Reprodução/IBGE</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Quando comparada com o 2º trimestre de 2023, é possível observar que houveram 15 quedas, apesar de 2 altas estatisticamente altas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Roraima e Rondônia foram as UFs que cresceram em pessoas desocupadas. Por outro lado Goiás, Pará, Maranhão, São Paulo, Alagoas, Rio de Janeiro, Amazonas, Paraíba, Espírito Santo, Acre, Piauí, Tocantins, Bahia, Pernambuco e Amapá mostram uma queda, enquanto os demais estados permaneceram iguais.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Veja na tabela:</h4>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="800" height="1024" src="https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/08/whatsapp-image-2024-08-15-at-09.53.06-800x1024.webp" alt="" class="wp-image-56482" srcset="https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/08/whatsapp-image-2024-08-15-at-09.53.06-800x1024.webp 800w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/08/whatsapp-image-2024-08-15-at-09.53.06-234x300.webp 234w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/08/whatsapp-image-2024-08-15-at-09.53.06-117x150.webp 117w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/08/whatsapp-image-2024-08-15-at-09.53.06-768x983.webp 768w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/08/whatsapp-image-2024-08-15-at-09.53.06-600x768.webp 600w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/08/whatsapp-image-2024-08-15-at-09.53.06-20x26.webp 20w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/08/whatsapp-image-2024-08-15-at-09.53.06.webp 1000w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption class="wp-element-caption">Comparação do 2° trimestre de 2024 com o mesmo período do ano anterior — Foto: Reprodução/IBGE</figcaption></figure>



<h4 class="wp-block-heading">Desemprego nas regiões e no Brasil</h4>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com os dados coletados pelo IBGE, a taxa de desocupação nas refiões brasileiras soi a seguinte:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Norte:</strong> queda de 8,2% para 6,9%;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Nordeste:</strong> queda de 11,1% para 9,4%;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Centro-Oeste:</strong> queda de 6,1% para 5,4%;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Sudeste:</strong> queda de 7,6% para 6,6%;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Sul:</strong> queda de 4,9% para 4,7%.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Ao todo, o desemprego no Brasil foi de 6,9% no fechameto do 2º trimestre. Quando comparado ao trimestre anterior –encerrado em março–, é possível observar a queda de 1 ponto percentual na taxa de desemprego, quer era 7,9%. O mesmo trimestre em 2023, tinha o índice de desocupação de 8%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse resultado é o melhor para um trimestre encerrado em julho, desde 2014, quando a taxa também foi de 6,9%. Na série comparável, é a menor taxa desde o quarto trimestre de 2014 (6,6%).</p>



<p class="wp-block-paragraph">No Brasil, a queda no número de desempregados foi de 12,5% contra o trimestre anterior, o que significa que cerca de 7,5 milhões de pessoas foram impactadas. Quando comparado com o 2º trimestre de 2023, o recuo aumenta ainda mais, indo para 12,8%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A coordenadora de pesquisas domiciliares do IBGE, Adriana Beringuy, acredita que os bons números de 2023 se deve a menor influência da recuperação do mercado de trabalho após o impacto da pandemia de Covid. Em 2024, o avnaço está mais relacionado ao aquecimento da economia brasileira.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Sexo e etnia</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Os números mostram que mulherem ocupam um percentual maior que os homens no índicie de pessoas desempregadas, apesar da taxa de desemprego ter caído para ambos os sexos.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Taxa de desocupação de mulheres:</strong> de 9,8% para 8,6%;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Taxa de desocupação de homens:</strong> de 6,5% para 5,6%.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse trimestre o nível de ocupação das mulheres chegou a 48,1%, o maior índice já alcançado desde 2012.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A divisão feita por raça, mostra que pretos e pardos seguem abaixo no índice</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Brancos:</strong> 6,2% para 5,5%;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Pretos:</strong> 9,7% para 8,5%;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Pardos:</strong> 9,1% para 7,8%.</li>
</ul>



<h4 class="wp-block-heading">Rendimento em alta</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Frente ao trimestre anterios, o rendimento real habitual aumentou, passando de R$ 3.158 para R$ 3.214. No ano anterior, era de R$ 3.037.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Na divisão por sexo:</strong> os homens registram renda média real de R$ 3.424, enquanto as mulheres têm renda, em média, de R$ 2.696;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Por estados, apenas quatro tiveram aumento do rendimento médio real no trimestre</strong>: Rondônia (8,7%), Pernambuco (8,5%), Ceará (7,2%) e Rio Grande do Sul (5%). Todos os demais tiveram estabilidade;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Contra o mesmo trimestre de 2023, 10 estados tiveram alta:</strong> Rio Grande do Norte (19,8%), Bahia (15,9%), Rondônia (13,3%), Maranhão (9,2%), Rio Grande do Sul (8,9%), Minas Gerais (7,5%), Paraná (6,7%), Mato Grosso (6,3%), São Paulo (6%) e Santa Catarina (5,5%). Todos os demais tiveram estabilidade.</li>
</ul>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Em um ano, país tem 800 mil ocupados a mais e 500 mil desempregados a menos</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/em-um-ano-pais-tem-800-mil-ocupados-a-mais-e-500-mil-desempregados-a-menos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jan 2024 06:49:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Carteira de Trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[Outro dado positivo da pesquisa é a queda do total de desalentados, que caiu para 3,378 milhões no trimestre encerrado em novembro. A redução foi de 16,9% em um ano – menos 687 mil Os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgados pelo IBGE na última semana de 2023, mostra que [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-29a1dd191a02b75886e98ec2ae005225">Outro dado positivo da pesquisa é a queda do total de desalentados, que caiu para 3,378 milhões no trimestre encerrado em novembro. A redução foi de 16,9% em um ano – menos 687 mil</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgados pelo IBGE na última semana de 2023, mostra que o mercado de trabalho melhorou ao longo do ano passado. Assim, o país fechou o trimestre encerrado em novembro com 100,508 milhões de ocupados, recorde da série histórica. São 815 mil a mais em relação a igual período do ano anterior (crescimento de 0,8%). Já o número de desempregados caiu 6,2%, para 8,202 milhões – 539 mil a menos. É a menor quantidade desde abril de 2015.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Estimado em R$ 3.034, o rendimento médio cresce 3,8% no ano. A massa de rendimentos também bateu recorde e chegou a R$ 300,2 bilhões.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A taxa de desemprego caiu para 7,5%. Foi a terceira redução seguida. É a menor para um trimestre encerrado em novembro desde 2014.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Com e sem carteira de trabalho assinada</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda segundo a pesquisa, o número de empregados com carteira de trabalho no setor privado (menos trabalhadores domésticos) chegou a 37,727 milhões, alta de 2,5% no ano – ou mais 935 mil. Foi o segundo maior contingente da série histórica. Fica atrás apenas do registrado em junho de 2014 (37,8 milhões). Mas, por outro lado, o número de empregados sem carteira (13,444 milhões) foi o maior da série. Ficou praticamente estável em relação a 2022 (1%).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por sua vez, o número de trabalhadores por conta própria somou 25,556 milhões. São 12,162 milhões no setor público e 5,939 milhões de trabalhadores domésticos. Em todos os casos, o IBGE registrou estabilidade em relação ao ano anterior, assim como o total de empregadores (4,211 milhões).</p>



<h4 class="wp-block-heading">Desalento diminui</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Um dado positivo refere-se ao total de desalentados, que caiu para 3,378 milhões no trimestre encerrado em novembro. A queda foi de 16,9% em um ano – menos 687 mil. Eles correspondem a 3% da força de trabalho, menor percentual desde maio de 2016 (2,9%). Porém, a taxa de informalidade segue alta: 39,2% dos ocupados, ante 38,9% um ano antes. São 39,4 milhões de trabalhadores informais no país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os setores, também em um ano, a ocupação cresceu em áreas de serviços (transporte, alojamento, informação, alimentação, atividades financeiras) e caiu na agricultura. Ficou estável na indústria, na construção, no comércio e no trabalho doméstico.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Desemprego cai a 8,3% no trimestre encerrado em maio, diz IBGE</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/desemprego-cai-a-83-no-trimestre-encerrado-em-maio-diz-ibge/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Jun 2023 12:40:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
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		<category><![CDATA[Emprego]]></category>
		<category><![CDATA[Menor taxa desde 2015 de desemprego]]></category>
		<category><![CDATA[Taxa de desemprego]]></category>
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					<description><![CDATA[É o melhor resultado para a taxa de desemprego neste trimestre desde 2015, quando também fechou em 8,3% A taxa de desemprego no Brasil foi de 8,3% no trimestre móvel terminado em maio, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua, divulgada nesta sexta-feira (30) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color">É o melhor resultado para a taxa de desemprego neste trimestre desde 2015, quando também fechou em 8,3%</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">A taxa de desemprego no Brasil foi de 8,3% no trimestre móvel terminado em maio, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua, divulgada nesta sexta-feira (30) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (<a href="https://g1.globo.com/tudo-sobre/ibge/">IBGE</a>).</p>



<p class="wp-block-paragraph">É o melhor resultado para a taxa de desemprego neste trimestre desde 2015, quando também fechou em 8,3%. Em relação ao trimestre imediatamente anterior, entre dezembro e fevereiro, o período traz redução de 0,3 ponto percentual (8,6%) na taxa de desocupação. No mesmo trimestre de 2022, a taxa era de 9,8%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com isso, o número absoluto de desocupados teve baixa de 3% contra o trimestre anterior, chegando a 8,9 milhões de pessoas. São 279 mil pessoas a menos no contingente de desocupados, comparado o último trimestre do ano passado. Em relação ao mesmo período de 2022, o recuo é de 15,9%, ou 1,7 milhão de trabalhadores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">https://flo.uri.sh/visualisation/14302700/embed?auto=1 Já o total de pessoas ocupadas ficou estável contra o trimestre anterior, passando para 98,4 milhões de brasileiros. Na comparação anual, houve crescimento de 0,9%, somando 884 mil pessoas ao grupo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Esse recuo no trimestre foi mais influenciado pela queda do número de pessoas procurando trabalho do que por aumento expressivo de trabalhadores. Foi a menor pressão no mercado de trabalho que provocou a redução na taxa de desocupação”, diz Adriana Beringuy, coordenadora de Pesquisas por Amostra de Domicílio.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Veja os destaques da pesquisa</h2>



<ul class="wp-block-list">
<li>Taxa de desocupação: 8,3%</li>



<li>População desocupada: 8,9 milhões de pessoas</li>



<li>População ocupada: 98,4 milhões</li>



<li>População fora da força de trabalho: 67,1 milhões</li>



<li>População desalentada: 3,7 milhões</li>



<li>Empregados com carteira assinada: 36,8 milhões</li>



<li>Empregados sem carteira assinada: 12,9 milhões</li>



<li>Trabalhadores por conta própria: 25,2 milhões</li>



<li>Trabalhadores domésticos: 5,7 milhões</li>



<li>Trabalhadores informais: 38,3 milhões</li>



<li>Taxa de informalidade: 38,9%</li>
</ul>



<h4 class="wp-block-heading">Rendimento segue estável</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O rendimento real habitual ficou estável frente ao trimestre anterior em R$ 2.901. No ano, o crescimento foi de 6,6%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já a massa de rendimento real habitual foi estimada em R$ 280,9 bilhões. O resultado também ficou estável frente ao trimestre anterior, mas cresceu 7,9% na comparação anual.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Taxa de desemprego no trimestre é de 8,5%, a menor desde 2015, diz IBGE</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/taxa-de-desemprego-no-trimestre-e-de-85-a-menor-desde-2015-diz-ibge/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Jun 2023 13:00:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Desemprego reduz]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Menor taxa de desempregados]]></category>
		<category><![CDATA[Taxa de desemprego]]></category>
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					<description><![CDATA[Cai número de pessoas sem carteira assinada e renda fica estável. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) A taxa de desemprego no Brasil foi de 8,5% no trimestre móvel terminado abril. Este índice é&#160;o menor dos últimos oito anos, para o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color">Cai número de pessoas sem carteira assinada e renda fica estável. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">A taxa de desemprego no Brasil foi de 8,5% no trimestre móvel terminado abril. Este índice é&nbsp;o menor dos últimos oito anos, para o período analisado. Em 2015 a taxa ficou em 8,1%. Na comparação com o mesmo período do ano passado o índice de 2023 também recuou em 2% &#8211; antes era de 10,5%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já em relação ao trimestre imediatamente anterior, entre novembro de 2022 e janeiro deste ano, a taxa ficou praticamente estável. Naquele período, o desemprego foi de 8,4%. Esses dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua, divulgada nesta quarta-feira (31) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua, divulgada nesta quarta-feira (31), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A analista da pesquisa do IBGE, Alessandra Brito, afirma que a estabilidade no índice de desemprego no período analisado é diferente do padrão, quando normalmente sobe.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Essa estabilidade é diferente do que costumamos ver para este período. O padrão sazonal do trimestre móvel fevereiro-março-abril é de aumento da taxa de desocupação, por meio de uma maior população desocupada, o que não ocorreu desta vez”, explica a analista da pesquisa.</p>



<h4 class="wp-block-heading">População ocupada e desocupada</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A população desocupada ficou em 9,1 milhões de pessoas contra 9 milhões do trimestre, fechado em janeiro deste ano. Já o número de pessoas ocupadas, de 98 milhões, recuou 0,6% (ou menos 605 mil pessoas) na comparação com os resultados do trimestre anterior.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na comparação anual o número de pessoas desocupadas diminuiu em 2,3 milhões (19,9%).</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Essa redução faz parte da tendência sazonal observada na série histórica. Quando se compara abril com janeiro, essa redução tem ocorrido, exceto pelo período da pandemia”, lembra Brito.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Em abril, número de empregados sem carteira e de trabalhadores domésticos recua</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Os resultados da PNAD Contínua para abril também mostraram que o número de empregados sem carteira assinada no setor privado recuou 2,9% em relação ao trimestre terminado em janeiro, ficando em 12,7 milhões. Também o contingente de trabalhadores domésticos recuou: diminuiu 3,2% e chegou a 5,7 milhões de pessoas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os contingentes de empregados com carteira de trabalho assinada no setor privado (36,8 milhões), de trabalhadores por conta própria (25,2 milhões) e de empregados no setor público (12 milhões) ficaram estáveis em abril.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Rendimento e taxa de informalidade</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O rendimento e a taxa de informalidade ficaram estáveis. A taxa de informalidade foi estimada em 38,9% da população ocupada, o que significava 38 milhões de trabalhadores informais em abril. No trimestre anterior, a taxa era de 39%, enquanto em abril de 2022, de 40,1%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já o rendimento real habitual ficou em R$ 2.891, estabilidade frente ao trimestre encerrado em janeiro, mas com crescimento de 7,5% na comparação anual. A massa de rendimento real habitual, de R$ 278,8 bilhões, também demonstrou estabilidade na comparação entre trimestres, com crescimento de 9,6% no confronto com abril de 2022.</p>
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