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	<title>Tarifaço e propostas das centrais &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>Tarifaço e propostas das centrais &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Centrais sindicais apresentam propostas de enfrentamento ao tarifaço</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/centrais-sindicais-apresentam-propostas-de-enfrentamento-ao-tarifaco/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Aug 2025 13:22:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Centrais e propostas contra tarifaço]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Propostas para enfrentar tarifaço]]></category>
		<category><![CDATA[Tarifaço e propostas das centrais]]></category>
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					<description><![CDATA[Entre as propostas estão o fortalecimento do projeto de desenvolvimento com inclusão e justiça social, estruturado na geração e proteção de empregos Durante a 5ª Reunião Plenária do Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável (Conselhão), a secretária geral da Intersindical Central da Classe Trabalhadora (central que o Sindicato dos Bancários de Santos e Região é [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-4dcfa15e88323ebedb781497d5926f69">Entre as propostas estão o fortalecimento do projeto de desenvolvimento com inclusão e justiça social, estruturado na geração e proteção de empregos</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante a 5ª Reunião Plenária do Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável (Conselhão), a secretária geral da Intersindical Central da Classe Trabalhadora (central que o Sindicato dos Bancários de Santos e Região é filiado), Nilza Pereira, o presidente da CUT, Sergio Nobre e representantes das demais centrais sindicais Força Sindical, UGT, CTB, NCST e CSB entregaram ao presidente Lula um documento com propostas para enfrentar os impactos da guerra comercial e das novas tarifas impostas pelos Estados Unidos contra produtos brasileiros.  </p>



<h4 class="wp-block-heading">Entre as propostas das centrais sindicais estão:</h4>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Fortalecimento de medidas antidumping</strong>&nbsp;e de salvaguardas comerciais para proteger setores produtivos ameaçados;</li>



<li><strong>Revisão da Lei de Patentes</strong>&nbsp;e estímulo à produção local com apoio à pesquisa e desenvolvimento (P&amp;D);</li>



<li><strong>Compras públicas com conteúdo nacional</strong>, incentivo à inovação e maior investimento em infraestrutura com impacto na indústria local;</li>



<li><strong>Recriação do Programa de Proteção ao Emprego</strong>&nbsp;e oferta de qualificação e requalificação profissional, com foco nos setores da nova economia;</li>



<li><strong>Criação de câmaras setoriais tripartites</strong>&nbsp;(governo, empresários e trabalhadores) para formulação de políticas industriais e comerciais;</li>



<li><strong>Implementação de uma transição ecológica justa</strong>, com geração de empregos verdes e promoção de uma economia sustentável;</li>



<li><strong>Revisão de acordos internacionais</strong>&nbsp;prejudiciais à indústria brasileira, com fortalecimento do Mercosul e da cooperação Sul-Sul;</li>



<li><strong>Transformação do Conex em conselho tripartite</strong>, para assegurar voz efetiva dos trabalhadores nas decisões de política comercial.</li>
</ul>



<h4 class="wp-block-heading">Intersindical e demais centrais sindicais sobre propostas para enfrentar tarifaço</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o documento das centrais sindicais, a crise gerada pelos EUA “atinge o Brasil de forma direta e indireta, pressionando setores industriais estratégicos, intensificando a desindustrialização, desorganizando cadeias produtivas e ameaçando milhares de postos de trabalho. Diante desse cenário, é necessário buscar alternativas, construir novos caminhos e abrir outras possibilidades”.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre as propostas apresentadas, está o fortalecimento de um projeto de desenvolvimento com inclusão e justiça social, estruturado na geração e proteção de empregos, no combate à precarização do trabalho e no fortalecimento da capacidade de consumo das famílias por meio da valorização da renda do trabalho. Para as centrais sindicais, isso exige uma resposta firme, responsável e coordenada, que amplie a cooperação internacional e fortaleça a capacidade interna de produzir e consumir.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O documento apoia integralmente a postura adotada pelo governo Lula em defesa da soberania do país, bem como os posicionamentos do Congresso Nacional e do Supremo Tribunal Federal.</p>



<h5 class="wp-block-heading">Entre as propostas das centrais sindicais, destacam-se:<br>&nbsp;</h5>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Proteção do Emprego e da Renda</strong><br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">1 – Recriar o Programa de Proteção do Emprego, com fundos de compensação e programas de transição para trabalhadores afetados por impactos negativos do comércio internacional.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">2 – Investir em qualificação e requalificação profissional.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">3 – Fortalecer a organização sindical para garantir a negociação coletiva sempre que houver mudanças estruturais nos setores atingidos pela concorrência externa.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">4 – Estabelecer cláusulas de proteção ao emprego nos acordos coletivos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">5 – Criar espaços permanentes de concertação entre governo, trabalhadores e empresários.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">6 – Incluir a representação dos trabalhadores nas novas instâncias de formulação das políticas industrial, cambial, comercial e tecnológica.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">7 – Avançar na implementação do plano nacional de transição ecológica, garantindo que a descarbonização da economia seja feita com justiça social e geração de empregos verdes e azuis.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">8 – Garantir que novas cadeias ambientalmente sustentáveis sejam internalizadas, gerando produção e trabalho local, e não apenas exportação de recursos naturais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">9 – Estabelecer estratégias e metas para buscar novos mercados e estabelecer novas cooperações econômicas.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Defesa da Produção Nacional</strong><br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">1 – Estimular a produção nacional por meio das compras públicas e da política de conteúdo local.</p>



<p class="wp-block-paragraph">2 – Fortalecer o BNDES e os bancos públicos como indutores do investimento produtivo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">3 – Apoiar o investimento público em infraestrutura social e produtiva (transporte, energia, habitação, saúde, educação) com encadeamentos na indústria nacional.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">4 – Adotar medidas antidumping e salvaguardas comerciais em setores e cadeias produtivas ameaçados.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">5 – Aumentar investimentos em inovação, sustentabilidade e encadeamento produtivo interno.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">6 – Rever a Lei de Patentes, combatendo abusos de propriedade intelectual que impedem a produção nacional.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">7 – Fortalecer a transferência de tecnologia e o investimento público em pesquisa e desenvolvimento (P&amp;D), com articulação entre universidades, centros tecnológicos e setor produtivo.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">8 – Buscar oportunidades de reposicionamento do Brasil em cadeias produtivas estratégicas no novo contexto internacional.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">9 – Fortalecer o Mercosul e a&nbsp;cooperação Sul-Sul.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">10 – Revisão imediata da lista de exceções à Tarifa Externa Comum do Mercosul, com critérios técnicos e industriais, de forma compatível com a promoção da reindustrialização nacional.</p>
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