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	<title>Tarifa Pix &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>Tarifa Pix &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Tarifa no Pix? Grandes bancos já cobram de PJs pela operação</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/tarifa-no-pix-grandes-bancos-ja-cobram-de-pjs-pela-operacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Jun 2023 14:42:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Bancos cobram Pix de PJs]]></category>
		<category><![CDATA[Caixa e tarifa Pix]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Tarifa Pix]]></category>
		<category><![CDATA[Tarifa Pix existe desde 2020]]></category>
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					<description><![CDATA[Caixa chegou a anunciar cobrança, mas suspendeu medida após determinação do governo federal. A tarifa foi liberada desde 2020 pelo Banco Central e os grandes bancos já cobram das pessoas jurídicas (PJs) O Banco do Brasil, o Santander, o Bradesco e o Itaú já cobram por Pix de Pessoas Jurídicas (PJs), como a Caixa Econômica [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color">Caixa chegou a anunciar cobrança, mas suspendeu medida após determinação do governo federal. A tarifa foi liberada desde 2020 pelo Banco Central e os grandes bancos já cobram das pessoas jurídicas (PJs)</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">O Banco do Brasil, o Santander, o Bradesco e o Itaú já cobram por Pix de Pessoas Jurídicas (PJs), como a Caixa Econômica Federal chegou a anunciar na segunda-feira (19). Diante da repercussão negativa, o Palácio do Planalto pediu a suspensão da medida, o que foi acatado pelo banco.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A suspensão deve durar até o retorno do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao Brasil (ele está em viagem à Europa até a próxima semana). “Ficou alinhado que a cobrança sobre transações via Pix realizadas por pessoas jurídicas ficará suspensa até o retorno do presidente Lula”, afirmou o Planalto em nota enviada ao site&nbsp;<strong>InfoMoney</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A cobrança da Caixa começaria apenas em 19 de julho — portanto depois da volta de Lula ao país — e valeria apenas para empresas. “A Caixa não realiza cobrança de tarifa Pix de seus clientes pessoa física, de microempreendedores individuais (MEI) e de beneficiários de programas sociais”, afirmou o banco em comunicado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O valor das tarifas sobre o Pix de pessoas jurídicas varia entre instituições. Pode ser uma taxa fixa ou uma porcentagem sobre o valor da transação — em alguns casos, há inclusive um limite para a taxa a ser cobrada.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Cobrança do Pix liberada desde 2020 pelo BC</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Desde o início do Pix, em 2020, o Banco Central permite a cobrança de taxas de pessoas jurídicas (PJs), mas veta qualquer taxação de pessoas físicas (PFs). As regras estão na resolução BC nº 30/2020, e as instituições financeiras podem cobrar tarifa das pessoas jurídicas nos seguintes casos:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Pelo envio e recebimento de recursos via Pix, com as finalidades de transferência e de compra;</li>



<li>Pela contratação de serviços acessórios relacionados ao envio ou ao recebimento de recursos via Pix que permitam que atividades complementares possam ser oferecidas especificamente às empresas.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Alguns bancos já cobram essas tarifas. O&nbsp;<strong>InfoMoney</strong>&nbsp;contatou as principais instituições do país e questionou sobre se há a cobrança do Pix para PJs. Veja as respostas abaixo.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Nubank</strong>,&nbsp;<strong>C6</strong>&nbsp;e&nbsp;<strong>Inter</strong>&nbsp;não cobram tarifas;</li>



<li><strong>Banco do Brasil:</strong>&nbsp;cobra tarifas de 0,99% para transferências e pagamentos de QRCode;</li>



<li><strong>Santander:</strong>&nbsp;cobra tarifas de 1,4% sobre o envio de Pix de PJs; de R$ 6,54 sobre recebimento via QRCode; e de 1,4% sobre o valor recebido quando é via Checkout ou GetNet;</li>



<li><strong>Bradesco</strong>&nbsp;cobra 1,4% sobre o valor da transação via Pix QR Code e transferências; e R$ 2,5 para Pix Saque e Pix Troco. Taxas valem para Empresários Individuais (EI e MEI);</li>



<li><strong>Mercado Pago</strong>&nbsp;cobra tarifas de transações que envolvem: o QR Code Dinâmico, maquininha de cartão Point, checkout em um e-commerce e link de pagamento e as taxas variam entre 0.49% e 0.99% sobre o valor processado. E não cobra taxas de PJs para transferências Pix no app ou em seu site;</li>



<li><strong>Itaú</strong>&nbsp;cobra 1,45% do valor da transação em transferências; 1,3% do valor da transação, sem piso e com máximo de R$ 150,00 para transações nas maquinhas ou QR code estático; e R$ 5,50 por recebimento de Pix no boleto.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Apenas o&nbsp;<strong>PicPay&nbsp;</strong>ainda não respondeu à reportagem.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Banco do Brasil</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O Banco do Brasil cobra taxa de 0,99% para transferências e cobranças com QR (a porcentagem é cobrada sobre o valor da transação). Mas o banco diz que as transações via Pix são gratuitas para transferências e pagamentos realizados por pessoas físicas, empresários individuais e microempreendedores individuais (MEIs).</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Para as demais PJs, as tarifas Pix estão inclusas em todas as cestas de benefícios”, afirmou o banco público. “Os valores são estabelecidos pelo BB observados o Código de Defesa do Consumidor e as Resoluções nº 3.919, de 25.11.2010 e nº 4.196, de 15.03.2013, do CMN – Conselho Monetário Nacional e Banco Central”.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Santander</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O Santander diz que, no banco, “as tarifas variam não só de acordo com o caráter da transferência, mas também com o tipo de QR code utilizado para fazê-la”. Em alguns casos, o valor da tarifa tem um limite máximo.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Envio de Pix:</strong>&nbsp;1,4% do valor transferido (mínimo de R$ 1,75 e máximo de R$ 9,60)</li>



<li><strong>Recebimento de Pix via QR code estático ou dinâmico:</strong>&nbsp;taxa fixa de R$ 6,54</li>



<li><strong>Recebimento de Pix via Checkout ou GetNet</strong>&nbsp;(“maquininha” do Santander): 1,4% do valor recebido (mínimo de R$ 0,95)</li>
</ul>



<h4 class="wp-block-heading">Bradesco</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O Bradesco, por sua vez, afirma que o Pix do banco “é tarifado para PJ, conforme norma do Banco Central” e que “os valores podem ser verificados na tabela de tarifas disponível no site do Bradesco e exposta nas agências”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O InfoMoney acessou o site e separou aqui as tarifas:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Pix Saque 2,50 a cada operação;</li>



<li>Pix Troco 2,50 a cada operação;</li>



<li>Recebimento via QR Code Pix: 1,40% do valor recebido por transação (sendo o mínimo de R$ 0,90 e máximo de R$ 145,00);</li>



<li>Transferência para pagamento Pix: 1,40% do valor recebido por transação (sendo o mínimo R$ 1,65 e o máximo R$ 9,00).</li>
</ul>



<h4 class="wp-block-heading">Mercado Pago</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O Mercado Pago afirma que não cobra tarifa para transferências Pix, de pessoa física ou jurídica, por meio da chave Pix no App do Mercado Pago ou web.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas recursos que “requerem integrações e gestão de conciliação mais sofisticados”, incluindo QR Code; maquininha de cartão; checkout em um e-commerce; e link de pagamento posuem taxas que variam entre 0,49% e 0,99% sobre o valor processado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Para grandes volumes e soluções especializadas, as taxas são customizadas. Importante destacar que nossas cobranças de Pix seguem as diretrizes da regulação de Pix estabelecida pelo Banco Central”, diz a empresa em nota.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Itaú</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O Itaú Unibanco afirma que as transações via Pix são isentas de tarifa para todos os clientes pessoa física, MEIs (microempreendedores individuais) e EIs (empreendedores individuais).</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Tarifas incidem somente para empresas e elas não sofreram nenhum aumento de valor desde a sua implantação”, diz o banco em nota.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para empresas, as tarifas são cobradas da seguinte forma:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Pix transferências: 1,45% do valor da transação, com mínimo de R$ 1,75 e máximo de R$ 9,60; custo incide sobre as transações que excedem os planos contratados, que incluem de 10 a 22 transações gratuitas;</li>



<li>Pix Recebimentos: 1,3% do valor da transação, sem piso e com máximo de R$ 150,00 para transações nas maquinhas ou QR code estático; para QR code dinâmico, há um piso mínimo de R$ 1,00;</li>



<li>Bolecode (recebimento de Pix no boleto): Tarifa única de até R$ 5,50 por boleto</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Por fim, o banco explica que os clientes PJ possuem, conforme seu perfil, uma quantidade de transferências gratuitas nos pacotes de serviços Itaú Empresas</p>
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