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	<title>tabela defasada &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>tabela defasada &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Aposentados e trabalhadores pagam mais IR pelo 27º ano seguido</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jhuly Esteves]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Jan 2023 14:24:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Imposto de Renda]]></category>
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					<description><![CDATA[Tabela do IR acumula defasagem de 146% desde 1996; aumento da faixa de isenção para R$ 5.000 é promessa de campanha de Lula Os brasileiros iniciam mais um ano pagando mais IR (Imposto de Renda) por falta de reajuste na tabela usada para calcular os descontos em salários e aposentadorias. O último reajuste integral da [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="has-cyan-bluish-gray-color has-text-color wp-block-heading">Tabela do IR acumula defasagem de 146% desde 1996; aumento da faixa de isenção para R$ 5.000 é promessa de campanha de Lula</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Os brasileiros iniciam mais um ano pagando mais IR (Imposto de Renda) por falta de reajuste na tabela usada para calcular os descontos em salários e aposentadorias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O último reajuste integral da tabela que determina a faixa de isenção e alíquotas foi feito em 1996. Com isso, aposentados e trabalhadores pagam um percentual desproporcional à reposição salarial anual, prejudicando o aumento real da renda, avaliam especialistas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Desde 1996, a tabela passou por atualizações, sendo a última em 2015 durante o segundo governo da então presidente Dilma Rousseff (PT). Mesmo assim, não houve reposição completa e a defasagem acumulada é de 145,56%, estima levantamento de outubro da Unafisco Nacional (Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A projeção da entidade é que a União arrecade, em 2023, mais de R$ 320 bilhões com o IR, dos quais R$ 190 bilhões seriam indevidos. &#8220;Quem paga são os assalariados que têm apenas a reposição da inflação nos salários e pagam mais IR ano após ano. São recursos que deveriam estar nas mãos das famílias e não estão&#8221;, afirma Mauro Silva, presidente do Unafisco Nacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Atualmente, quem recebe até R$ 1.903,98 por mês está isento do Imposto de Renda. Caso a tabela fosse corrigida integralmente, contribuintes com salários de até R$ 4.675,38 não precisariam arcar com esses tributos. Assim, o número de isentos passaria de 7.948.772 para 24.542.434, representando uma redução de pelo menos R$ 186,8 mil na arrecadação, segundo a entidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>PROMESSA DE CAMPANHA</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A correção integral da tabela do IR foi promessa de campanha de Jair Bolsonaro (PL) em 2018. Em junho de 2021, o governo enviou uma proposta, como parte da reforma tributária, ao Congresso. A Câmara dos Deputados aprovou o texto, que não avançou no Senado. Só nos últimos quatro anos, a defasagem estimada pelo Unafisco Nacional é de 30,35%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma das promessas do presidente Luís Inácio Lula da Silva (PT) é a isenção para quem recebe até R$ 5.000. Embora houvesse a expectativa de que o ajuste fosse incluído na PEC (Proposta de Emenda à Constituição) da Transição, o ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Wellington Dias (PT), coordenador da legenda nas negociações do Orçamento de 2023 durante o governo de transição, afirmou que se trata de uma meta &#8220;para mandato&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda que o governo eleito não tenha sinalizado quais são os planos para correção da tabela, a expectativa é que o processo seja gradual, com alterações anuais. Teoricamente, ao elevar o valor da isenção, poderia haver um impacto proporcional às demais faixas. No entanto, sem a sinalização do próximo governo, não é possível determinar quais critérios serão utilizados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na avaliação de Silva, não se trata de uma renúncia fiscal, uma vez que a quantia é arrecadada indevidamente. Mesmo assim, o valor oriundo do IR já está previsto no Orçamento do ano que vem. A correção integral e de uma só vez exigiria um esforço fiscal muito grande, o que reforça a tese de que as mudanças serão graduais e não imediatas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Esperamos que ainda no primeiro ano de mandato, o governo Lula já assuma alguma recomposição ou correção emergencial para que as pessoas tenham algum alívio. O mínimo seria a correção com base na inflação de 2022 via medida provisória ou, ainda, corrigir pelos últimos quatro anos&#8221;, afirma o presidente da Unafisco Nacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se o novo governo corrigisse a tabela de acordo com a inflação dos últimos quatros anos (30,35%), 13.516.492 aposentados, pensionistas e trabalhadores que recebem até R$ 2.481,80 ficariam sem pagar o IR.</p>
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		<title>Imposto de Renda: tributação avança sobre pessoas de menor poder aquisitivo</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/imposto-de-renda-tributacao-avanca-sobre-pessoas-de-menor-poder-aquisitivo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[tabela defasada]]></category>
		<category><![CDATA[tabela do IR]]></category>
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					<description><![CDATA[A taxação aumenta com a defasagem da tabela do Imposto de Renda, que chega a 26,6% no atual governo, e a 147% desde 1996. Por exemplo, o bancário que ganha R$ 5 mil paga R$ 505,64 de IR. Caso a tabela fosse corrigida de forma integral, contribuiria com apenas R$ 24,73 A defasagem na tabela [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A taxação aumenta com a defasagem da tabela do Imposto de Renda, que chega a 26,6% no atual governo, e a 147% desde 1996. Por exemplo, o bancário que ganha R$ 5 mil paga R$ 505,64 de IR. Caso a tabela fosse corrigida de forma integral, contribuiria com apenas R$ 24,73</p>
<p></p>
<p>A defasagem na tabela do Imposto de Renda (IR) nunca foi tão grande. Segundo um estudo do Sindicato Nacional dos Auditores-Fiscais da Receita Federal (Sindifisco) a inflação elevada e a falta de correção da tabela têm gerado um aumento histórico da tributação sobre pessoas de menor poder aquisitivo. Somente no governo Bolsonaro, a defasagem acumulada é de 26,6%. Considerando os últimos cinco presidentes, é o maior percentual.</p>
<p> </p>
<p> A atual tabela de cobrança do IR é a mesma desde abril de 2015. Como a inflação não dá trégua, cada vez mais pessoas estão tendo que pagar IR ou sofrendo aumento da tributação. &#8220;Aqueles cidadãos de renda mais baixa, que estavam na faixa de isenção há alguns anos, estão sendo jogados para a faixa de tributação. Em 2015, a faixa de isenção era de cerca de R$ 1.900, que correspondiam a dois salários-mínimos e meio. Deste ano para o ano que vem, a faixa de isenção vai corresponder a um salário-mínimo e meio&#8221;, disse o vice-presidente do Sindifisco Nacional, Tiago Barbosa.</p>
<p> </p>
<p>A pesquisa avaliou ainda a diferença da defasagem entre mandatos presidenciais. No período analisado, nenhum presidente da República corrigiu integralmente a tabela do IR, mas a realidade se agravou ao longo do primeiro semestre de 2022, com a disparada da inflação. Em março, a defasagem da tabela durante o governo Bolsonaro era de 24%; agora, está em 26,57%.</p>
<p> </p>
<p>De 1996 a junho de 2022, a tabela acumulou uma defasagem de 147,37%, segundo o Sindifisco. Para o presidente da Federação Nacional das Empresas de Serviços Contábeis (Fenacon), Daniel Coêlho, a tributação no Brasil é injusta e excludente. Ele lembrou ainda que a defasagem da tabela do IR resulta em aumento de arrecadação para o governo. &#8220;A correção da tabela é um direito do trabalhador, que não pode ser penalizado por uma má gestão do governo&#8221;, afirmou.</p>
<p> </p>
<p>Corrigir a tabela do IR foi um compromisso assumido por Bolsonaro durante a campanha eleitoral. O projeto de lei da reforma do Imposto de Renda, PL 2.337/2021, previa a correção, mas a proposta tinha itens polêmicos, como a taxação de lucros e dividendos, e acabou engavetada na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado.</p>
<p> </p>
<p>Se toda a defasagem da tabela do IR fosse corrigida, pelos cálculos do Sindifisco, apenas pessoas que ganham acima de R$ 4.670,23 pagariam imposto. Hoje, <strong>um contribuinte que ganha, após deduções, R$ 5 mil paga R$ 505,64 de IR. Caso a tabela fosse corrigida de forma integral, a mesma pessoa contribuiria com apenas R$ 24,73</strong>. Até as grandes rendas seriam beneficiadas neste caso, pois pessoas que declaram R$ 100 mil ao mês teriam uma diminuição de contribuição dos atuais R$ 26.630,64 para R$ 25.352,85.</p>
<p> </p>
<p>&#8220;O brasileiro, cada vez mais, está pagando sem ter condições de contribuir. A gente está tirando poder econômico da população e criando uma situação de injustiça fiscal, porque está atingindo o mínimo existencial. Não temos uma resposta tributária que permita que as pessoas paguem de acordo com a sua capacidade econômica, como sugere a Constituição&#8221;, afirmou Bianca Xavier, professora de direito tributarista da FGV-Rio.</p>
<p>Fonte: Correio Braziliense<br />Escrito por: Rafaela Gonçalves</p>
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