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	<title>Sustar CGPAR &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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		<title>Plano de Saúde: deputados aprovam PDC 956 que susta CGPAR 23</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Banco do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[PDC 956]]></category>
		<category><![CDATA[plano de saúde das estatais]]></category>
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					<description><![CDATA[Projeto susta os efeitos da CGPAR 23; pressão agora é no Senado. Proposta susta norma que ataca os planos de saúde nas estatais federais, inclusive os referentes aos empregados da Caixa e do BB   A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (13) o Projeto de Decreto Legislativo 956/18, da deputada Erika Kokay (PT-DF), que suspende os efeitos da Resolução [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Projeto susta os efeitos da CGPAR 23; pressão agora é no Senado. Proposta susta norma que ataca os planos de saúde nas estatais federais, inclusive os referentes aos empregados da Caixa e do BB<br />  </p>
<p></p>
<p>A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (13) o Projeto de Decreto Legislativo 956/18, da deputada Erika Kokay (PT-DF), que suspende os efeitos da <a href="https://www.gov.br/economia/pt-br/assuntos/empresas-estatais-federais/legislacao/arquivos/resolucao-no-23-de-18-de-janeiro-de-2018-diario-oficial-da-uniao-imprensa-nacional.pdf" target="_blank">Resolução 23</a> da Comissão Interministerial de Governança Corporativa e de Administração de Participações Societárias da União (CGPAR). Foram 365 votas favoráveis e 39 contrários. O texto aprovado segue para o Senado.</p>
<p> Agora, a pressão do movimento sindical será sobre o Senado, para conseguir a aprovação total.</p>
<p> <strong>Entenda o caso</strong></p>
<p><strong>Proposta susta norma que trata de planos de saúde nas estatais federais</strong><br /> </p>
<p>Desde 2018, a Câmara dos Deputados Federais analisa o Projeto de Decreto Legislativo (PDC) 956/18, da deputada Erika Kokay (PT-DF), que pretende sustar os efeitos da <a href="https://www.gov.br/economia/pt-br/assuntos/empresas-estatais-federais/legislacao/arquivos/resolucao-no-23-de-18-de-janeiro-de-2018-diario-oficial-da-uniao-imprensa-nacional.pdf" target="_blank">resolução (23/18)</a> do Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão. Essa norma estabelece diretrizes e parâmetros para o custeio das empresas estatais federais sobre benefícios de assistência à saúde aos empregados.</p>
<p> </p>
<p>Segundo Erika Kokay, ao tentar aplicar uma política de austeridade ao custeio pelas empresas estatais com a assistência à saúde de seus funcionários, a resolução acabou por interferir em entidades de assistência à saúde. A deputada avalia que a resolução desrespeita a Lei dos Planos de Saúde (9.656/18) e a Lei 9.961/00, que criou a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).</p>
<p> </p>
<p>“Na prática, ao determinar a adequação pelas empresas estatais à paridade de contribuições entre empregador e empregado e a limitação de custeio de planos de assistência a um teto sobre a folha de pagamento, dentre outras alterações, impõe-se um ônus às entidades de assistência à saúde que atuam na modalidade de autogestão”, disse a deputada.</p>
<p> </p>
<p>Além disso, afirmou a deputada, a norma estabelece que apenas os filhos e companheiros conjugais possuem direito ao plano, com exclusão definitiva dos pais no rol de dependentes. “Pelo novo sistema, esses trabalhadores serão obrigados a pagar um valor adicional por ente da família que for incluído, que onera de maneira significativa o salário dos funcionários”, continuou.</p>
<p> </p>
<p>Fonte: Contraf e Agências Câmara Notícias<br />Escrito por: redação Contraf e Ralph Machado da Câmara Notícias</p>
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