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	<title>superfaturamento do viagra &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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		<title>Deputados vão ao MP contra a compra de Viagra pelas Forças Armadas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
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					<description><![CDATA[Elias Vaz (PSB-GO) e Marcelo Freixo (PSB-RJ) identificaram sobrepreço de até 143% na compra de 35 mil unidades de medicamento usado para disfunção erétil pela cúpula militar Os deputados Elias Vaz (PSB-GO) e Marcelo Freixo (PSB-RJ) acionaram o Ministério Público Federal (MPF) solicitando investigação sobre a compra de 35 mil comprimidos de Viagra pelas Forças Armadas. Além da aplicação inadequada dos recursos públicos, os parlamentares [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Elias Vaz (PSB-GO) e Marcelo Freixo (PSB-RJ) identificaram sobrepreço de até 143% na compra de 35 mil unidades de medicamento usado para disfunção erétil pela cúpula militar</p>
<p></p>
<p>Os deputados Elias Vaz (PSB-GO) e Marcelo Freixo (PSB-RJ) acionaram o Ministério Público Federal (MPF) solicitando investigação sobre a compra de 35 mil comprimidos de Viagra pelas Forças Armadas. Além da aplicação inadequada dos recursos públicos, os parlamentares suspeitam que houve superfaturamento na aquisição do medicamento.</p>
<p> </p>
<p>De acordo com a colunista Bela Megale, do jornal O Globo, foram oito pregões para a compra do medicamento indicado para disfunção erétil por unidades ligadas aos comandos da Marinha, do Exército e da Aeronáutica. Ela obteve as informações junto a Elias Vaz, que utilizou dados do Portal da Transparência e do Painel de Preços do governo federal.</p>
<p> </p>
<p>Os processos de compra foram homologados em 2020 e 2021 e seguem valendo. Há, contudo, diferenças de valores na aquisição do produto. Num deles, em 2020, a compra dos comprimidos saiu no valor de R$ 3,65 a unidade. Porém, em outro processo do mesmo ano, cada unidade custou apenas R$ 1,50. Além disso, em outro contrato ainda, o valor pago pelo medicamento foi 143% maior do que o preço de mercado.</p>
<p> </p>
<p><strong>Deboche</strong></p>
<p>“No início do mês tivemos um reajuste alto no preço dos remédios, os hospitais sofrem com a falta de medicamentos e Bolsonaro e sua turma usam dinheiro público para comprar o ‘azulzinho&#8217;”, afirmou Vaz, pelo Twitter.</p>
<p> </p>
<p>“É um deboche com milhões de brasileiros que sofrem com a falta de medicamentos nos postos de saúde. O Ministério Público tem que investigar essa farra com dinheiro público”, tuitou o deputado Marcelo Freixo (PSB-RJ). Nesse sentido, ele lembrou que o governo Bolsonaro já vetou a distribuição de absorventes para mulheres pobres, enquanto libera a compra de Viagra para os militares.</p>
<p> </p>
<p>À colunista do O Globo, Marinha e a Aeronáutica informaram que a compra de Viagra visa ao tratamento de pacientes com Hipertensão Arterial Pulmonar (HAP). O Exército ainda não havia se manifestado até o fechamento desta nota.</p>
<p> </p>
<p><strong>Picanha, filé e salmão</strong></p>
<p>Na semana passada, Bela Megale também noticiou que os militares gastaram R$ 56 milhões em recursos públicos para comprar picanha, filé mignon e salmão. As compras foram feitas entre janeiro de 2021 e fevereiro de 2022, sob a gestão do ex-ministro da Defesa Braga Netto. De acordo com a reportagem, foram mais de 1 milhão de quilos daquelas chamadas “carnes nobres”. Assim como no caso do Viagra, foi a assessoria de deputado Elias Vaz que produziu o levantamento.</p>
<p>Crédito: Fernando Frazão/EBC<br />Fonte: Rede Brasil Atual<br />Escrito por: Tiago Pereira</p>
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