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	<title>Super-ricos mais chances na política &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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		<title>Bilionários têm 4 mil vezes mais chances de ocupar cargos políticos que a população em geral</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Jan 2026 13:07:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Relatório da Oxfam denuncia como super-ricos moldam leis, ocupam governos e reprimem quem contesta privilégios A presença de&#160;bilionários&#160;na política&#160;não é novidade na história, mas nos últimos anos tornou-se uma estratégia de poder consolidada por grupos econômicos cada vez mais ricos e restritos. Segundo&#160;novo relatório da Oxfam, esses indivíduos têm hoje&#160;quatro mil vezes mais&#160;chances de ocupar [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-509091c71e1988537559fde62d83ed88">Relatório da Oxfam denuncia como super-ricos moldam leis, ocupam governos e reprimem quem contesta privilégios</h4>



<p></p>



<p>A presença de<a href="https://iclnoticias.com.br/economia/haddad-taxacao-bets-bancos-bilionarios/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>&nbsp;bilionários</strong></a>&nbsp;na política&nbsp;não é novidade na história, mas nos últimos anos tornou-se uma estratégia de poder consolidada por grupos econômicos cada vez mais ricos e restritos. Segundo&nbsp;novo relatório da Oxfam, esses indivíduos têm hoje&nbsp;<a href="https://iclnoticias.com.br/12-ricos-mundo-mais-riquezas-pobres-brasil/"><strong>quatro mil vezes mais</strong></a>&nbsp;chances de ocupar cargos públicos do que a população em geral, resultado de um sistema moldado para preservar privilégios e bloquear qualquer tentativa de redistribuição. O documento foi divulgado domingo (19), na abertura do&nbsp;Fórum Econômico Mundial, em Davos.</p>



<p>A captura dos Estados pela elite econômica é uma das principais teses do relatório&nbsp;Resistindo ao domínio dos ricos: protegendo a liberdade do poder dos bilionários, que analisa a atuação política dos super-ricos em escala global. A Oxfam afirma que os governos estão “tomando decisões deliberadas para agradar à elite”, enquanto reprimem protestos e enfraquecem direitos sociais e democráticos.</p>



<p>Para a diretora-executiva da Oxfam Brasil, Viviana Santiago, essa dinâmica representa uma ameaça direta às democracias. Ela avalia que “esses grupos pressionam os Estados e, ao mesmo tempo, começam cada vez mais a compor os próprios governos”. Segundo ela, “há uma tendência comprovada de captura do Estado por interesses oligárquicos, que atuam para bloquear reformas e manter privilégios”.</p>



<p>De acordo com Viviana, o poder dos bilionários não se limita a influenciar políticas públicas. Ela afirma que essas estratégias de dominação incluem também a repressão a quem contesta o modelo vigente. “A atuação desses Estados deixa de ser voltada à redistribuição e ao reconhecimento da cidadania e passa a ser voltada à repressão”, diz ao&nbsp;Brasil de Fato.</p>



<p>A Oxfam destaca que os retrocessos democráticos estão diretamente ligados ao aprofundamento da desigualdade. O relatório cita uma Pesquisa Mundial de Valores, feita em 66 países, que mostra que quase metade das pessoas acredita que os ricos frequentemente compram eleições em seus países. Além disso, o risco de erosão democrática – como enfraquecimento de instituições, censura e perseguição a opositores – é sete vezes maior em países com alta concentração de riqueza.</p>



<h4 class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-147212e2910a6515216de905b2ad1181"><strong>Super-ricos no governo, protestos reprimidos nas ruas</strong></h4>



<p>O relatório descreve o avanço global de uma elite política formada por bilionários ou diretamente conectada a seus interesses. Um exemplo citado pela Oxfam é o retorno de Donald Trump à presidência dos Estados Unidos, em 2025. A organização aponta que a nova gestão estadunidense seguiu uma agenda abertamente pró-bilionários, promovendo cortes de impostos para os super-ricos, fragilizando regulações sobre grandes corporações e impedindo avanços na taxação de lucros e dividendos e, mais, fazendo isso para enriquecimento próprio.</p>



<p>Em dezembro de 2025, segundo levantamento da revista&nbsp;Forbes, o patrimônio pessoal de Trump chegou a US$ 6,7 bilhões (cerca de R$ 37 bilhões) após a valorização de ações da Trump Media, sua empresa de mídia e tecnologia. A fusão da companhia com a TAE Technologies, avaliada em US$ 6 bilhões, deve transformar a holding do ex-presidente em controladora de negócios de energia, rede social e serviços financeiros. A operação prevê ainda aportes de até US$ 300 milhões em caixa – tudo isso enquanto Trump ocupa o cargo de chefe de Estado da principal potência econômica do planeta.</p>



<p>Para Viviana Santiago, a eleição de Trump foi um “ano de presente para os super-ricos”. Ela destaca que sua administração “atuou para enfraquecer legislações de proteção trabalhista, manter monopólios e frear qualquer avanço na tributação dos setores mais lucrativos, como&nbsp;o de inteligência artificial”. Segundo ela, esse tipo de governo atua sistematicamente “para impedir a redistribuição de renda e aprofundar a exploração”.</p>



<p>Enquanto o topo da pirâmide concentra poder político, as vozes dissidentes são silenciadas. O relatório da Oxfam aponta que, em 2024, houve mais de 140 protestos significativos em 68 países. Em muitos deles, a resposta foi violenta. No Quênia, manifestações contra a nova lei fiscal resultaram em 39 mortes e 71 desaparecimentos forçados, com denúncias de tortura e sequestros. Já na Argentina, sob o governo de Javier Milei, a&nbsp;repressão a atos sindicais&nbsp;deixou mais de mil feridos, 33 deles baleados no rosto com munição não letal.</p>



<p>A organização sustenta que esse padrão de repressão não é exceção, mas parte da lógica dos “Estados capturados” descritos no relatório. “Esses governos atuam cada vez mais como representantes das oligarquias e se distanciam da função de garantir direitos e igualdade”, resume Viviana.</p>



<p>O relatório também alerta para o uso das redes sociais como ferramenta de vigilância e repressão política. Em um dos casos citados, autoridades quenianas utilizaram o X (ex-Twitter) para rastrear opositores. Segundo estudo da Universidade da Califórnia, após a&nbsp;compra da plataforma por Elon Musk, o discurso de ódio aumentou cerca de 50%.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Leia também:<a href="https://santosbancarios.com.br/artigo/os-12-mais-ricos-do-mundo-concentram-mais-riqueza-que-os-4-bilhoes-mais-pobres/"> Os 12 mais ricos do mundo concentram mais riqueza que os 4 bilhões mais pobres</a></h4>
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