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	<title>Suicídio &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<title>Suicídio &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Ideação suicida entre adolescentes: como evitar?</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/ideacao-suicida-entre-adolescentes-como-evitar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Nov 2025 12:15:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Suicídio]]></category>
		<category><![CDATA[suicidio entre adolescentes]]></category>
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					<description><![CDATA[O suicídio costuma ser resultado de uma combinação de fatores emocionais, sociais e ambientais: o peso das expectativas, o medo do fracasso, o isolamento, o&#160;bullying, ou mesmo a sensação de não pertencimento em um mundo que cobra performance constante Imagine que você é responsável por um adolescente que, há algumas semanas, tem se mostrado diferente. [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-14f1056d932c51aee4e436abfe8cda0c">O suicídio costuma ser resultado de uma combinação de fatores emocionais, sociais e ambientais: o peso das expectativas, o medo do fracasso, o isolamento, o&nbsp;<a href="https://www.gov.br/mec/pt-br/escola-que-protege/bullying-e-convivencia-escolar-_-entendendo.pdf">bullying</a>, ou mesmo a sensação de não pertencimento em um mundo que cobra performance constante</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Imagine que você é responsável por um adolescente que, há algumas semanas, tem se mostrado diferente. As risadas ficaram raras, o quarto passou a ser refúgio quase permanente, as refeições em família viraram silêncio. Ele se irrita com facilidade, evita os amigos, diz estar cansado o tempo todo. As notas caíram, o brilho nos olhos também.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como costumam dizer: “coisas da adolescência”. Mas algo no fundo do peito te inquieta. Essa distância crescente, esses sinais sutis de desistência, podem ser mais do que desânimo: podem ser um pedido de ajuda que ainda não encontrou palavras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse tipo de comportamento, às vezes, confundido com as turbulências típicas da adolescência, pode esconder um sofrimento psicossocial profundo. A ideação suicida, que é quando a pessoa pensa ou planeja tirar a própria vida, raramente surge de um dia para o outro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O suicídio costuma ser resultado de uma combinação de fatores emocionais, sociais e ambientais: o peso das expectativas, o medo do fracasso, o isolamento, o&nbsp;<a href="https://www.gov.br/mec/pt-br/escola-que-protege/bullying-e-convivencia-escolar-_-entendendo.pdf">bullying</a>, ou mesmo a sensação de não pertencimento em um mundo que cobra performance constante.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Dados alarmantes</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a Organização Mundial da Saúde, o&nbsp;<a href="https://www.who.int/news-room/fact-sheets/detail/suicide">suicídio é a terceira principal causa de morte entre adolescentes de 10 a 19 anos</a>. São mais de&nbsp;<a href="https://bvsms.saude.gov.br/criando-esperanca-por-meio-da-acao-10-9-dia-mundial-de-prevencao-ao-suicidio-2/?utm_source=chatgpt.com">700 mil pessoas morrendo por suicídio a cada ano</a>. Quase 77% de todos os suicídios globais ocorrem em países de baixa e média renda.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No Brasil, o número de jovens que relatam pensamentos sobre a própria morte tem crescido de forma preocupante. Segundo o&nbsp;<a href="https://www.gov.br/saude/pt-br/centrais-de-conteudo/publicacoes/boletins/epidemiologicos/edicoes/2021/boletim_epidemiologico_svs_33_final.pdf">Boletim epidemiológico do Ministério da Saúde</a>, entre 2010 e 2019, ocorreram 112.230 mortes por suicídio registradas &#8211; um aumento de 43%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O número anual passou de 9.454 em 2010 para 13.523 em 2019. A tendência de crescimento no país vem oscilando entre altos e baixos desde 1996, quando os dados do Ministério da Saúde passaram a ser digitalizados e podem ser conferidos neste gráfico do&nbsp;<a href="https://www.nexojornal.com.br/expresso/2022/09/17/o-crescimento-do-suicidio-infantil-no-brasil-e-no-mundo">jornal Nexo</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora ocorra em todos os grupos socioeconômicos,&nbsp;<a href="https://www.who.int/news-room/fact-sheets/detail/suicide">segundo a OMS</a>&nbsp;é mais prevalente entre adolescentes em situação de vulnerabilidade social, como aqueles expostos à violência familiar e comunitária, pertencentes a minorias étnicas ou ao grupo LGBTQIA+.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A&nbsp;<a href="https://www.who.int/news-room/fact-sheets/detail/suicide">OMS caracteriza o suicídio de duas formas</a>: por meio do comportamento suicida — que envolve pensamentos, planejamento e tentativas de suicídio — e por meio de atos autoinfligidos de violência, como a automutilação, com ou sem intenção suicida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo&nbsp;<a href="https://academic.oup.com/epirev/article-abstract/30/1/133/621357?redirectedFrom=fulltext">Matthew Nock e colaboradores</a>, a morte por suicídio é um ato fatal com evidências de intenção de morrer. Entretanto, antes desse desfecho, o indivíduo costuma apresentar alguns comportamentos suicidas, que incluem a ideação suicida, o planejamento e as tentativas de suicídio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os comportamentos suicidas são ações não fatais que se caracterizam como potenciais fatores de risco para o suicídio e devem ser investigados em estudos de prevenção.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Reconhecer esses sinais e falar sobre eles, com cuidado e sem tabu, é o primeiro passo para interromper esse ciclo de silêncio.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Suicídio sem tabu</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Para refletir mais sobre esse assunto que ainda é um tabu na sociedade, um estudo coordenado por mim e outros pesquisadores da&nbsp;<a href="https://www.usf.edu.br/">Universidade São Francisco</a>, em Campinas, e da&nbsp;<a href="https://www.up.pt/portal/pt/">Universidade do Porto</a>, em Portugal, testou um modelo preditivo para a ideação suicida, considerando vitimização por bullying e&nbsp;<a href="https://brasilescola.uol.com.br/sociologia/cyberbullying.htm">cyberbullying</a>, habilidades sociais, clima escolar e sexo como variáveis em estudantes dos anos finais do ensino fundamental.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cerca de 660 alunos, de 10 a 18 anos, de ambos os sexos, do 6º ao 9º ano de oito escolas públicas, localizadas em uma cidade do estado do Rio de Janeiro, participaram do estudo. Do total de estudantes, 263 estavam no 6º ano (39,9%), 117 no 7º ano (17,8%), 203 no 8º ano (30,8%) e 75 no 9º ano (11,4%).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os resultados apontaram que 157 ou 23,8% dos estudantes relataram ter tido ideação suicida nos 12 meses anteriores, 140 (21,2%) indicaram ter elaborado um plano para tentar o suicídio e 124 (18,8%) relataram ter tentado o suicídio entre uma e seis vezes ou mais. Participantes do sexo masculino relataram uma chance 44% menor de apresentar ideação suicida em comparação com as participantes do sexo feminino.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O aumento no bullying verbal e cyberbullying elevou as chances de ideação suicida em 5% e 9%, enquanto um melhor autocontrole e clima escolar reduziram as chances em 6% e 2%. Os resultados deste estudo, que tem financiamento da&nbsp;<a href="https://www.faperj.br/">Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj)</a>, será publicado na&nbsp;<a href="https://www.scielo.br/j/paideia/">revista Paidéia</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nossos resultados indicaram que o bullying, em suas diversas manifestações (verbal, física e socio-relacional), e o cyberbullying estiveram associados ao aumento da ideação suicida entre os adolescentes da amostra. Por sua vez, as habilidades sociais de autocontrole, assertividade, assim como todas as dimensões do clima escolar apresentaram associação negativa com a ideação suicida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nossos achados são semelhantes a&nbsp;<a href="https://revistaseug.ugr.es/index.php/RELIEVE/article/view/17295">pesquisas</a>&nbsp;realizadas anteriores e que demonstram uma associação positiva entre ideação suicida e vitimização por bullying e cyberbullying, bem como com um&nbsp;<a href="https://link.springer.com/article/10.1007/s12144-021-02589-4">clima escolar adverso</a>.&nbsp;<a href="https://www.rips.cop.es/pii?pii=62">Estudo</a>&nbsp;mostra que esses fatores contribuem para o desengajamento, o baixo desempenho acadêmico, o comprometimento do bem-estar e a menor frequência de comportamentos socialmente habilidosos em adolescentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, as correlações observadas foram, em sua maioria, de magnitude fraca, o que sugere a natureza complexa da ideação suicida. Em outras palavras, embora essas variáveis apresentem associação significativa, seus efeitos isolados são limitados, provavelmente porque o comportamento suicida resulta da interação entre múltiplos fatores de risco e de proteção distribuídos em diferentes níveis (individual, familiar, escolar e comunitário). É importante esclarecer que as correlações de baixa magnitude são comuns em estudos com grandes amostras e fenômenos altamente complexos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Importante destacar ainda que nossos resultados se assemelham a&nbsp;<a href="https://biblioteca.ibge.gov.br/visualizacao/livros/liv101852.pdf">estudos da saúde escolar</a>, produzido pelo IBGE, e outras pesquisas&nbsp;<a href="https://rsdjournal.org/index.php/rsd/article/view/9589">nacionais</a>&nbsp;e&nbsp;<a href="https://www.cdc.gov/mmwr/volumes/72/su/su7201a6.htm?s_cid=su7201a6_w">internacionais</a>&nbsp;que identificaram a mesma prevalência.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Problema de saúde pública</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Esses resultados evidenciam a necessidade urgente de promover programas de prevenção e intervenções clínicas voltados a adolescentes. Concentrar ações no contexto escolar, com o objetivo de reduzir a violência interpessoal e o risco de suicídio entre crianças e adolescentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ideação suicida em adolescentes é um problema de saúde pública global, mas poucas pesquisas exploram esse fenômeno no ensino fundamental. Esperamos que os resultados deste estudo possam ajudar em intervenções e fortalecer as atuais políticas públicas de combate à violência escolar, cujo foco seja primordialmente a promoção de contextos educativos inclusivos e democráticos e na prevenção da violência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">_Este projeto contou com apoios da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj) e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).E a publicação deste artigo com apoio da Coordenação de Pessoal de Nível Superior (Capes).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por <strong>Vanessa Barbosa Romera Leme</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Professora Associada no Departamento de Cognição e Desenvolvimento, no Instituto de Psicologia e no Programa de Pós-Graduação em Psicologia Social (mestrado e doutorado), Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ)</p>
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		<title>Redes Sociais provocam crise global de saúde mental em jovens</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/redes-sociais-provocam-crise-global-de-saude-mental-em-jovens/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Jun 2025 07:53:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Adolescentes]]></category>
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		<category><![CDATA[saúde mental]]></category>
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					<description><![CDATA[Levantamento de fundação aponta ainda relação entre o consumo exagerado de conteúdo digital e o aumento das tentativas de suicídio entre adolescentes A crise global de saúde mental entre crianças e adolescentes chegou a um ponto alarmante, impulsionada pela expansão descontrolada das redes sociais. É o que revela o relatório anual da fundação internacional KidsRights, [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-9424a3918a92dcee96f3891eeb864195">Levantamento de fundação aponta ainda relação entre o consumo exagerado de conteúdo digital e o aumento das tentativas de suicídio entre adolescentes</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A crise global de saúde mental entre crianças e adolescentes chegou a um ponto alarmante, impulsionada pela expansão descontrolada das redes sociais. É o que revela o relatório anual da fundação internacional KidsRights, divulgado na quarta-feira (11/6), em parceria com a Universidade Erasmus de Roterdã, na Holanda.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o levantamento, um em cada sete jovens, com idades entre 10 e 19 anos, enfrenta algum tipo de transtorno mental. O dado, considerado preocupante pelos especialistas, é apresentado como um reflexo direto do uso problemático das mídias sociais, que vêm interferindo de maneira significativa no bem-estar emocional e na rotina diária dos jovens.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O relatório deste ano é um alerta que não podemos mais ignorar. A crise de saúde mental entre nossas crianças atingiu um ponto crítico, exacerbada pela expansão descontrolada das mídias sociais, que privilegia o uso em detrimento da segurança”, afirmou Marc Dullaert, fundador e presidente da KidsRights.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Tentativas de suicídio</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O Índice KidsRights, que avalia anualmente o comprometimento de 194 países com os direitos das crianças, identificou uma “correlação perturbadora” entre o uso excessivo das redes sociais e o agravamento de problemas de saúde mental. O documento também apontou uma relação preocupante entre o consumo exagerado de conteúdo digital e o aumento das tentativas de suicídio entre adolescentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A taxa global de suicídio, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), é de 6 por 100 mil entre jovens de 15 a 19 anos — um número que levanta um alerta sobre os riscos da exposição descontrolada ao ambiente virtual.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><a href="https://whatsapp.com/channel/0029Va5Tooy1dAw2eWQooL1K">Siga o canal do Sindicato no WhatsApp</a></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar da gravidade do cenário, o relatório critica soluções radicais como a proibição total do acesso de menores às redes sociais, citando a medida adotada recentemente pela Austrália, que vetou o uso de plataformas digitais para menores de 16 anos. Segundo a KidsRights, medidas como essa podem violar direitos civis e políticos das crianças, especialmente no que diz respeito ao acesso à informação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em vez disso, o relatório recomenda uma abordagem mais equilibrada e abrangente, que leve em consideração tanto a proteção da saúde mental quanto a garantia de direitos fundamentais. A proposta inclui a oferta de conteúdo educativo, a promoção de ambientes digitais seguros e a inclusão de crianças em um debate construtivo sobre o uso responsável das tecnologias.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Desafios e oportunidades</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O documento destaca que os avanços tecnológicos recentes “abriram uma caixa de Pandora de desafios e oportunidades”. Entre os benefícios, está o acesso facilitado à informação. No entanto, os riscos são inúmeros: cyberbullying, violência psicológica, exploração sexual, violência de gênero e desinformação são apenas alguns dos perigos enfrentados pelas novas gerações no ambiente virtual.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O relatório de 2025 da KidsRights surge como um apelo por ações coordenadas entre governos, empresas de tecnologia, educadores e famílias, na tentativa de conter uma crise que ameaça comprometer o futuro de milhões de jovens em todo o mundo.</p>
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		<item>
		<title>Pesquisas relacionam celular à queda de aprendizado e aumento da depressão</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/pesquisas-relacionam-celular-a-queda-de-aprendizado-e-aumento-da-depressao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Sep 2024 08:29:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[A Geração Ansiosa]]></category>
		<category><![CDATA[aprendizado]]></category>
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		<category><![CDATA[Suicídio]]></category>
		<category><![CDATA[TDAH (Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade)]]></category>
		<category><![CDATA[uso de drogas]]></category>
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					<description><![CDATA[O best-seller &#8220;A Geração Ansiosa&#8221;, do psicólogo Jonathan Haidt, elenca uma série de estudos sobre o tema O debate sobre o banimento do uso do celular por estudantes em todo o ambiente escolar se baseia em estudos que relacionam a explosão do uso dos smartphones à queda de aprendizado e ao aumento da depressão entre [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-166db955fba79c29a8668f701ead364d">O best-seller &#8220;A Geração Ansiosa&#8221;, do psicólogo Jonathan Haidt, elenca uma série de estudos sobre o tema</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O debate sobre o banimento do uso do celular por estudantes em todo o ambiente escolar se baseia em estudos que relacionam a explosão do uso dos smartphones à queda de aprendizado e ao aumento da depressão entre crianças e jovens.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O best-seller “A Geração Ansiosa”, do psicólogo norte-americano Jonathan Haidt, elenca uma série deles. A depressão grave entre adolescentes, por exemplo, teve, a partir de 2010, quando os smartphones começaram a se disseminar, um aumento de 145% dentre as meninas e de 161% dentre os meninos nos Estados Unidos, de acordo com uma pesquisa nacional sobre o uso de drogas e saúde mental.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre estudantes universitários do país, o aumento da ansiedade nesse mesmo período foi de 134%, e o de depressão, de 106%. Houve também 72% de aumento do TDAH (Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade), entre outros problemas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Foi também a partir dos anos de disseminação dos smartphones que a automutilação cresceu 188% entre meninos e 48% entre meninos dos EUA. A taxa de suicídio saltou 91% dentre os meninos e 167% dentre as meninas, sempre a partir de 2010.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Há dados semelhantes trazidos pelo livro sobre outros países, como Canadá, Inglaterra, Austrália e nos países nórdicos. O autor também cita estudos do Pisa, avaliação internacional organizada pela <a href="https://oecd.org/en.html" data-type="link" data-id="https://oecd.org/en.html">OCDE</a>, que mostram consequências diretas nas escolas, de um modo global. Uma delas é o aumento da sensação de solidão no ambiente escolar. Após resultados estáveis entre 2000 e 2012, o relato de solidão aumentou dentre todos os países analisados, com exceção da Ásia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Principal avaliação da educação no mundo, realizada com alunos de 15 anos de 81 países, o Pisa também mostrou uma queda nas notas a partir de 2010, inclusive nos países mais ricos e com os melhores desempenhos de educação. O Pisa também constatou o aumento de distração entre os estudantes durante as aulas. Em 2022, mostrou, por exemplo, que, dentre os estudantes brasileiros, 8 em cada 10 disseram que se distraem com celular nas aulas de matemática -a média geral foi de 6 em cada 10.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Desde que os smartphones ganharam espaço, houve também, de acordo com pesquisas mencionadas pelo livro de Haidt, um grande aumento do número de crianças e jovens que dormem menos de sete horas por dia, que não se sentem satisfeitos consigo mesmos, que se sentem solitários com frequência, além de uma redução drástica do tempo dedicado a encontros presenciais com amigos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma pesquisa da Suécia apontou que o número de estudantes do terceiro ano do ensino médio que acessam pornografia diariamente explodiu também nesse período.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No Brasil, levantamento realizado pela Folha de S.Paulo mostrou que, pela primeira vez na história, os registros de ansiedade entre crianças e jovens atendidos pelo SUS superam os de adulto. A análise revelou uma explosão de casos a partir de 2013, e especialistas colocam o uso excessivo de celulares entre os motivos desse aumento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Estudos da Fiocruz apontaram que, entre os jovens brasileiros, houve um aumento de 6% ao ano nos suicídios entre 2011 e 2022. Já as taxas de autolesão cresceram 29% ao ano nesse mesmo período, que coincide com a disseminação dos celulares.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Escolas que baniram o celular tiveram notas melhores no Reino Unido</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O banimento completo em escolas ainda é recente e, por isso, são poucas as pesquisas sobre o impacto da proibição. Mas há algumas, além de relatos de educadores, estudantes e famílias de melhora no aprendizado e na convivência escolar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No Reino Unido, um estudo revelou que alunos de escolas que baniram o celular tiveram notas melhores no exame nacional do país, o GCSE (General Certificate of Secondary Education). De um total de 407 escolas que responderam à pesquisa, mais da metade afirmou que proíbe o celular durante todo o horário escolar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essas instituições, mostrou o levantamento, são mais de duas vezes mais propensas à classificação de “excelentes” pelo órgão de fiscalização de educação do Reino Unido (Ofsted) do que aquelas em que o uso do celular ainda não é vetado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Haidt menciona o caso de uma escola do Colorado, nos EUA, a Mountain Middle School, que decidiu vetar o celular já em 2012, em meio ao grande número de suicídios de adolescente no estado a mais alta taxa do país. O desempenho dos alunos melhorou e, em alguns anos, a escola se tornou a melhor do estado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O que também dificulta a realização de pesquisas é o fato de as regras serem muito variadas. Há o banimento total, ou seja, em todo o ambiente escolar, nas aulas e nos recreios, e do ensino infantil ao médio. Há banimento em determinadas séries, por exemplo, só no infantil, até o 5º ano, até o 9º etc. Ou então há proibição nas aulas e liberação em todos os intervalos; proibição nas aulas e nos recreios mas com algum momento de liberação. E há a liberação nas aulas para uso pedagógico, liberação nos recreios em determinados dias da semana e a liberação total também.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Prevenção do suicídio: campanha pede menos estigma e mais diálogo</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/prevencao-do-suicidio-campanha-pede-menos-estigma-e-mais-dialogo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Sep 2024 07:05:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Associação Internacional para a Prevenção do Suicídio (IASP)]]></category>
		<category><![CDATA[Centro de Valorização da Vida (CVV)]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Dia Mundial da Prevenção do Suicídio]]></category>
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		<category><![CDATA[Organização das Nações Unidas (ONU)]]></category>
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		<category><![CDATA[Setembro Amarelo]]></category>
		<category><![CDATA[Suicídio]]></category>
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					<description><![CDATA[Casos são a 4ª principal causa de morte entre pessoas de 15 a 29 anos Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) indicam que, todos os anos, mais de setecentas mil pessoas no mundo tiram a própria vida. No Dia Mundial da Prevenção do Suicídio, lembrado na terça-feira (10/9), a entidade &#8211; em parceria com [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-ecfb6b652ae440be79a783c798370cfc">Casos são a 4ª principal causa de morte entre pessoas de 15 a 29 anos</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) indicam que, todos os anos, mais de setecentas mil pessoas no mundo tiram a própria vida. No Dia Mundial da Prevenção do Suicídio, lembrado na terça-feira (10/9), a entidade &#8211; em parceria com a Associação Internacional para a Prevenção do Suicídio (IASP, na sigla em inglês) &#8211; alerta para a necessidade de reduzir o estigma e encorajar o diálogo sobre o tema.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Até 2026, a campanha que faz alusão à data &#8211; encabeçada por ambas as organizações &#8211; tem como tema Mudando a Narrativa sobre o Suicídio. A proposta, segundo a OMS, é romper com a cultura do silêncio e do estigma, dando lugar para a abertura ao diálogo, compreensão e apoio. Números da entidade mostram que o suicídio figura, atualmente, como a quarta principal causa de morte entre jovens de 15 a 29 anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em nota, a OMS cita consequências sociais, emocionais e econômicas de longo alcance provocadas pelo suicídio e que afetam profundamente indivíduos e comunidades. Para a organização, uma simples conversa é uma ferramenta com o potencial de contribuir para uma sociedade mais solidária e compreensiva, independentemente do tempo de duração desse diálogo.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Prevenção</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Outro ponto de destaque da campanha é enfatizar a necessidade de se priorizar a prevenção do suicídio e a saúde mental em meio às definições de políticas públicas. A proposta é que ações de governo, de maneira geral, coloquem em primeiro plano o contexto da saúde mental, ampliando o acesso ao tratamento e também fornecendo apoio aos que precisarem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por fim, a OMS lembra que reduzir a taxa global de suicídio em pelo menos um terço até 2030 é uma das metas dos chamados Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, definidos pela Organização das Nações Unidas (ONU).</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Os desafios que levam uma pessoa a tirar a própria vida são complexos e associam-se a fatores sociais, econômicos, culturais e psicológicos, incluindo a negação de direitos humanos básicos e acesso a recursos”, destaca a organização.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O suicídio, para a entidade, pode ser impulsionado ainda por eventos registrados ao longo da vida e capazes de gerar tensão, como a perda de meios de subsistência, pressões no trabalho, rompimentos de relacionamentos e discriminação. “A meta é dedicar maior atenção ao problema, reduzir o estigma e aumentar a consciência de organizações, governos e o público ressaltando que os suicídios são evitáveis”.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Setembro Amarelo</h4>



<p class="wp-block-paragraph">No Brasil, uma das principais campanhas de combate ao estigma na temática da saúde mental é o Setembro Amarelo que, este ano, tem como lema Se precisar, peça ajuda.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Definido por diversas autoridades sanitárias como um problema de saúde pública, o suicídio, no Brasil, responde por cerca de 14 mil registros todos os anos. Isso significa que, a cada dia, em média, 38 pessoas tiram a própria vida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na avaliação de Héder Bello, psicólogo e especialista em Trauma e Urgências Subjetivas, transtornos mentais representam fatores de vulnerabilidade em meio à temática do suicídio – mas não são os únicos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ele cita ainda uma pessoa ser LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, transgêneros e queer), estar em situação de precariedade financeira ou social, ser refugiado político ou enfrentar ameaças, abuso ou violência. “Esses e outros fatores contribuem para processos de ideação (fase criativa) ou até de tentativa de suicídio”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Políticas públicas que possam, de alguma maneira, falar sobre esse assunto, sem tabu, são importantes. Instrumentos nas áreas de educação e saúde também podem ser amplamente divulgados – justamente para que a gente possa mostrar que existem possibilidades e recursos amplos para lidar com determinadas situações que são realmente muito estressantes e de muita vulnerabilidade.”</p>



<h4 class="wp-block-heading">Abordagem</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O psicólogo detalha ainda como abordar uma pessoa que pensa em tirar a própria vida. “Não é questionar a pessoa sobre o motivo daquilo ou dizer que ela tem que valorizar a vida, mas ouvir essa pessoa atentamente, tentar entender o ponto de vista dela e quais são os motivos que fizeram com que ela não conseguisse lidar de outras maneiras com a situação que está passando.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Isso nem sempre é fácil e, muitas vezes, nem profissionais da área da saúde e da saúde mental têm um treinamento mais extenso para lidar com essa questão de ideação suicida ou com as tentativas de suicídio”, concluiu.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No Brasil, o Centro de Valorização da Vida (CVV) é um serviço voluntário de apoio emocional e prevenção ao suicídio para quem precisa conversar. O atendimento está disponível 24 horas por dia pelo telefone 188.</p>
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		<title>Atenção: bancários estão a ponto de suicídio em agência do Santander</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/atencao-bancarios-estao-a-ponto-de-suicidio-em-agencia-do-santander/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SEEB Santos e Região]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Santander]]></category>
		<category><![CDATA[Maus tratos]]></category>
		<category><![CDATA[Suicídio]]></category>
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					<description><![CDATA[A diretoria do Sindicato dos Banc&#225;rios de Santos e Regi&#227;o paralisa hoje, sexta (6), a ag&#234;ncia do Santander na P&#231;a. Coronel Lopes (Correio), Centro de S&#227;o Vicente. O protesto &#233; por conta dos maus tratos contra os funcion&#225;rios praticados pelo banco Santander e a gerente geral da unidade. Muitos banc&#225;rios est&#227;o falando at&#233; em suic&#237;dio. [&#8230;]]]></description>
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<p>A diretoria do <a href="http://www.facebook.com/santosbancarios" target="_blank">Sindicato dos Banc&aacute;rios de Santos e Regi&atilde;o</a> paralisa hoje, sexta (6), a ag&ecirc;ncia do Santander na P&ccedil;a. Coronel Lopes (Correio), Centro de S&atilde;o Vicente. O protesto &eacute; por conta dos maus tratos contra os funcion&aacute;rios praticados pelo banco Santander e a gerente geral da unidade. Muitos banc&aacute;rios est&atilde;o falando at&eacute; em suic&iacute;dio.</p>
<p>A gerente persegue, assedia, humilha, transfere e aterroriza seus funcion&aacute;rios, com muita falta de respeito, todos os dias. &rdquo;J&aacute; s&atilde;o 6 os funcion&aacute;rios com doen&ccedil;as psicol&oacute;gicas afastados desde a chegada dela na ag&ecirc;ncia. A diretora do Sindicato lotada na unidade e que denuncia os maus tratos tamb&eacute;m est&aacute; sendo deslocada, para que a gerente geral n&atilde;o tenha obst&aacute;culos&rdquo;, alerta Fabiano Couto, secret&aacute;rio de comunica&ccedil;&atilde;o do Sindicato e funcion&aacute;rio do Santander.</p>
<p>Segundo den&uacute;ncias, a gerente inferniza os trabalhadores ligando para as casas deles pressionando por metas e amea&ccedil;ando de demiss&atilde;o. Trata melhor seu cachorro, que j&aacute; chegou a levar para o trabalho, do que seus subordinados.</p>
<p><strong><a href="http://www.santosbancarios.com.br/index.php?det=detalhes&amp;id_titulo=2&amp;id=5556" style="margin: 0px; padding: 0px; box-sizing: border-box; color: rgb(153, 0, 0); text-decoration: none; opacity: 0.7;">Leia Tamb&eacute;m: Saiba como denunciar abusos para o Sindicato</a></strong></p>
<p>Outra modalidade do &ldquo;saco de maldades&rdquo; da gerente &eacute; a persegui&ccedil;&atilde;o com transfer&ecirc;ncias de funcion&aacute;rios que j&aacute; pertenciam a atual ag&ecirc;ncia, depois que houve a fus&atilde;o com uma unidade ao lado. &ldquo;Segundo os banc&aacute;rios a gerente geral transfere os oriundos da ag&ecirc;ncia, para privilegiar com promo&ccedil;&otilde;es os funcion&aacute;rios de sua ex-unidade que foi fechada&rdquo;, diz Fabiano.</p>
<p>Al&eacute;m de tudo isso, desde a fus&atilde;o, em dezembro de 2015, a diretoria do Sindicato vem cobrando melhores condi&ccedil;&otilde;es de trabalho e estruturas b&aacute;sicas como &aacute;gua para beber, m&oacute;veis para trabalhar, sistema de refrigera&ccedil;&atilde;o, manuten&ccedil;&atilde;o do esgotamento sanit&aacute;rio e outros.</p>
<p>O Sindicato vem tentando desde final do ano passado, em reuni&otilde;es mensais com a gerente, conter o ass&eacute;dio moral praticado no ambiente de trabalho. J&aacute; debateu o caso tamb&eacute;m com a diretoria do Santander, mas nada foi feito contra os maus tratos e as m&aacute;s condi&ccedil;&otilde;es de trabalho. N&atilde;o restando outra sa&iacute;da a n&atilde;o ser a paralisa&ccedil;&atilde;o da ag&ecirc;ncia para denunciar o caso &agrave; popula&ccedil;&atilde;o e &agrave; imprensa!</p>
<p>Fonte: Imprensa Seeb Santos e Região<br />Escrito por: Gustavo Mesquita</p>
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