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	<title>subvariante &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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		<title>Nova subvariante da covid-19 é identificada em Mato Grosso</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jan 2024 11:05:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Covid subvariante]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
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					<description><![CDATA[É o primeiro registro no Brasil A Secretaria de Saúde de Mato Grosso informou ter identificado uma nova subvariante da covid-19, a JN 2.5, uma variação da Ômicron. “Esse é o primeiro registro da subvariante no Brasil”, destacou a pasta.&#160; Em nota, a secretaria detalhou que o laboratório central do estado sequenciou e identificou a [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-2">É o primeiro registro no Brasil</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">A Secretaria de Saúde de Mato Grosso informou ter identificado uma nova subvariante da covid-19, a JN 2.5, uma variação da Ômicron. “Esse é o primeiro registro da subvariante no Brasil”, destacou a pasta.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em nota, a secretaria detalhou que o laboratório central do estado sequenciou e identificou a nova subvariante em pesquisa realizada entre os dias 16 e 18 de janeiro. Ao todo, quatro pacientes do sexo feminino testaram positivo para a nova cepa e foram hospitalizadas.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Desse total, três pacientes receberam alta médica, estão estáveis e seguem em isolamento domiciliar sob acompanhamento da vigilância municipal. Já a quarta paciente tinha doença pulmonar obstrutiva crônica e morreu.&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">“No entanto, a equipe de vigilância da SES [Secretaria de Estado de Saúde] ainda investiga o caso e não é possível afirmar que a causa da morte foi a covid-19.”&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O governo do estado pediu que a população evite pânico e mantenha-se em alerta para sintomas gripais. As orientações incluem ainda o uso de máscara em caso de gripe ou resfriado e higienizar as mãos com sabão ou álcool 70%, além de vacinar-se contra a doença.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além do Brasil, a subvariante JN 2.5 também foi identificada no Canadá, na França, na Polônia, na Espanha, nos Estados Unidos, na Suécia e no Reino Unido. </p>
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		<title>Covid matou 5 pessoas por minuto na última semana, alerta OMS</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/covid-matou-5-pessoas-por-minuto-na-ultima-semana-alerta-oms/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[aumento da transmissão]]></category>
		<category><![CDATA[subvariante]]></category>
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					<description><![CDATA[Para o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom, é perigoso pensar que estamos no fim da pandemia. Desigualdade vacinal propicia o surgimento de novas variantes O diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom, afirmou nesta segunda-feira (24) que é “perigoso” afirmar que estamos perto do fim da pandemia. Ou que a variante ômicron seja a última. Ele presumiu [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Para o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom, é perigoso pensar que estamos no fim da pandemia. Desigualdade vacinal propicia o surgimento de novas variantes</p>
<p></p>
<p>O diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom, afirmou nesta segunda-feira (24) que é “perigoso” afirmar que estamos perto do fim da pandemia. Ou que a variante ômicron seja a última. Ele presumiu que a covid-19 “não vai desaparecer tão cedo”. E que é preciso aprender a “administrá-la”. Contudo, destacou que a doença continua matando. Só na última semana, em todo o mundo, mais de 55 mil pessoas morreram, de acordo com os registros oficiais. O que equivale a uma morte registrada a cada 12 segundos, ou cinco por minuto. Nesse período, as autoridades de saúde registraram, globalmente, 100 novos casos de covid a cada três segundos.</p>
<p> </p>
<p>“Aprender a conviver com a covid não significa lhe dar liberdade total. Não pode significar aceitar as atuais 50 mil mortes por semana por uma doença que é previsível e tratável”, disse Tedros.</p>
<p> </p>
<p>Além disso, dada a distribuição desigual de vacinas pelo planeta, o diretor da OMS alertou que “as condições são ótimas para que surjam novas variantes”. Nesse sentido, a entidade ressaltou que metade dos países não alcançaram o objetivo de chegar a 40% da população vacinada no final de 2021.</p>
<p> </p>
<p>Durante reunião do Comitê Executivo da OMS, Tedros lembrou que no próximo dia 30 completam dois anos que a organização declarou emergência internacional em função da disseminação do novo coronavírus. “Dois anos depois, quase 350 milhões de casos e mais de 5,5 milhões de mortes foram relatados, números que sabemos serem conservadores”, enfatizou.</p>
<p> </p>
<p><strong>Subvariante</strong></p>
<p>Mais de 40 países, da Inglaterra à Índia, da Suécia a Cingapura, já identificaram uma subvariante da ômicron. Intitulada BA.2. Os primeiros casos foram descobertos ainda no final de dezembro. De acordo com a agência britânica de segurança sanitária (UKHSA, na sigla em inglês), a BA.2 foi classificada como “variante de monitoramento”. Apesar de não ter sido ainda classificada como “variante de preocupação”, os cientistas estão em alerta.</p>
<p> </p>
<p>O que chama a atenção dos pesquisadores é a rapidez com que a subvariante se instalou na Dinamarca. O país nórdico já registrou mais de 6.400 casos da BA.2. Por outro lado, órgão de vigilância dinamarquês disse que não identificou diferenças significativas nas internações causadas por essa sublinhagem. O risco, no entanto, é que infectados pela BA.1 (a cepa original da ômicron) não estejam imunes à subvariante.</p>
<p> </p>
<p>A neurocientista e coordenadora da Rede Análise Covid-19 Mellanie Fontes-Dutra destaca que a BA.2 está predominando em países como Reino Unido, Alemanha e Índia. Mas não se trata de uma “nova variante”, pois já está em circulação desde o ano passado.</p>
<p> </p>
<p>A boa notícia é que estudos preliminares indicam que a subvariante teria menor escape vacinal do que a irmã BA.1. O mais importante, disse ela pelo Twitter, é que os “cuidados para evitar exposição e vacinas seguem sendo efetivos na proteção”. Nesse sentido, o foco do combate à pandemia deve ser a ômicron, independentemente das suas sublinhagens.</p>
<p> </p>
<p><strong>Covid no Brasil hoje</strong></p>
<p>Com o predomínio da ômicron, o Brasil registrou mais 83.340 novas infecções em 24 horas. Assim, a média móvel de diagnósticos diários avançou para 150.401 nos últimos sete dias, com novo recorde. Os dados são fornecidos pelo boletim diário do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass).</p>
<p> </p>
<p>No mesmo período, 259 pessoas morreram pela covid-19, de acordo com os dados oficiais. Como resultado, são, ao todo, 623.356 as vítimas da doença, desde o início da pandemia no país, em março de 2020. Com 313 óbitos na média móvel, o país registra o maior índice desde o fim de outubro.</p>
<p>Crédito: Alex Pazuello/SemCom<br />Fonte: Rede Brasil Atual<br />Escrito por: Tiago Pereira</p>
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