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	<title>subvariante Éris &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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		<title>Brasil enfrenta nova onda de Covid que pode durar até 6 semanas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 31 Aug 2023 12:03:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Covid 2023]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[subvariante Éris]]></category>
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					<description><![CDATA[Circulação da subvariante Éris é um dos fatores para o aumento de casos; entenda os riscos e veja como se proteger Nas&#160;primeiras semanas de agosto, o&#160;Brasil assistiu a um aumento na taxa de testes positivos para Covid-19. É o que apontam dois relatórios independentes divulgados nesta&#160;quarta-feira (30).&#160; Ambos os levantamentos mostraram um&#160;aumento de cerca de [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color">Circulação da subvariante Éris é um dos fatores para o aumento de casos; entenda os riscos e veja como se proteger</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Nas&nbsp;<strong>primeiras semanas de agosto</strong>, o&nbsp;<a href="https://revistaforum.com.br/global/2023/8/16/veja-pontos-para-entender-nova-variante-da-covid-19-que-avana-no-mundo-142402.html"><strong>Brasil assistiu a um aumento na taxa de testes positivos para Covid-19</strong></a>. É o que apontam dois relatórios independentes divulgados nesta&nbsp;<strong>quarta-feira (30).</strong>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ambos os levantamentos mostraram um&nbsp;<strong>aumento de cerca de 7 pontos percentuais</strong>, o que significa que o&nbsp;<strong>número de pessoas que testaram positivo para o vírus Sars-Cov-2 dobrou desde o início do mês</strong>. Mas por que isso está acontecendo? Como se prevenir?</p>



<p class="wp-block-paragraph">O cenário é distinto de momentos anteriores da pandemia, por alguns motivos:</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>1- OMS monitora variante</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">A&nbsp;<em>Organização Mundial da Saúde</em>&nbsp;(OMS) está monitorando de perto o&nbsp;<strong>aumento da circulação da Éris</strong>, uma subvariante da Ômicron, há um tempo. Especialistas apontam que essa subvariante é um dos fatores responsáveis pela alta dos casos de Covid 19.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>2- Até o momento se expressa sem gravidade</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">A nova subvariante&nbsp;<strong>não está associada a casos graves ou mortes</strong>, mas é mais transmissível. Segundo a OMS, ela possui um grau inferior ao das<em>&nbsp;“variantes de preocupação”</em>, isto é, uma&nbsp;<em>“variante de interesse”.</em></p>



<h4 class="wp-block-heading">3- Maior parte da população vacinada, mas reforço vacinal em apenas 15%</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Há uma<strong>&nbsp;sazonalidade dos casos no Brasil</strong>, já que a maioria da população tomou as doses básicas da vacina. No entanto, vale lembrar que&nbsp;<strong>só 15% do público-alvo recebeu o reforço da vacina bivalente</strong>.</p>



<h4 class="wp-block-heading">4- Grupos vulneráveis devem se proteger </h4>



<p class="wp-block-paragraph">Pessoas com&nbsp;<strong>baixa imunidade</strong>, seja devido a&nbsp;<strong>doenças ou transplantes</strong>, devem ter cuidado extra ao lidar com aglomerações. É importante que elas sempre&nbsp;<strong>usem máscaras e evitem lugares com muitas pessoas</strong>.</p>



<h4 class="wp-block-heading">5- Duração da nova onda pode passar de um mês</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O presidente da&nbsp;<em>Sociedade Brasileira de Infectologia</em>,&nbsp;<strong>Alberto Chebabo</strong>, afirma que a atual<strong>&nbsp;onda da Covid deve durar entre 4 a 6 semanas</strong>&nbsp;no país.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Detalhamento dos casos positivos</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">As entidades que reportaram o aumento de casos da Éris foram a&nbsp;<em>Associação Brasileira de Medicina Diagnóstica</em>&nbsp;(Abramed), representante de laboratórios e clínicas privadas, e o&nbsp;<em>Instituto Todos pela Saúde&nbsp;</em>(ITpS), que analisa dados dos laboratórios&nbsp;<strong>Dasa, DB Molecular, Hospital Israelita Albert Einstein (HIAE), Fleury, Hilab, HLAGyn e Sabin</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o presidente do Conselho de Administração da Abramed,&nbsp;<strong>Wilson Shcolnik</strong>,&nbsp;<em>&#8220;há uma relação com a nova variante que demonstrou ser muito transmissível, embora, ela não traga quadros muito graves das pessoas que são infectadas&#8221;.</em>&nbsp;O aumento verificado pela&nbsp;<strong>Abramed</strong>&nbsp;foi de<strong>&nbsp;6,3% (29 de julho a 4 de agosto), atingindo 13,8% (de 12 a 18 de agosto)</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já o segundo laboratório averiguou um&nbsp;<strong>aumento de 7% para 15,3% entre as semanas de 22 de julho a 19 de agosto</strong>. De acordo com o instituto, as faixas etárias em que o aumento de casos mais foi observado foi&nbsp;<strong>entre 49 e 59 anos (21,4%) e acima de 80 anos (20,9%).</strong></p>



<h4 class="wp-block-heading">Sazonalidade do coronavírus faz ele coexistir</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A infectologista&nbsp;<strong>Carla Kobayashi&nbsp;</strong>ressalta que&nbsp;<em>&#8220;é possível ter aquele aumento do número de casos por causa da sazonalidade do vírus, pela coexistência de ser um vírus respiratório circulando e causando as infecções (mais leves ou mesmo mais severas), ou seja, as pessoas podem ter uma pneumonia ainda pelo Covid ou pode ter só sintomas gripais&#8221;</em>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O&nbsp;<strong>cenário de hoje é</strong>&nbsp;<strong>bastante distinto do visto no começo da pandemia</strong>, segundo ela, graças à vacinação, à imunidade adquirida e à evolução do vírus, que está menos letal e mais transmissível.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Saiba como se cuidar</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Especialistas concordam que, atualmente, a melhor medida para combater a Covid é&nbsp;<strong>tomar todas as doses possíveis da vacina</strong>. É graças ao fato de que a maioria da população já tomou pelo menos as doses básicas da vacina que o cenário se mostra com&nbsp;<strong>poucas internações e mortes</strong>&nbsp;decorrentes das variantes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A infectologista esclarece que o importante no momento é&nbsp;<em>&#8220;conseguir ter uma imunidade mais específica com a vacina bivalente, que tem aí um antígeno específico para variante Ômicron, o que aumenta a proteção&#8221;</em>. Visto que a procura para o reforço está baixa: apenas 15% do público alvo tomou a vacina bivalente até o mês passado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ela lembra que <strong>pessoas em grupo de risco devem manter os cuidados</strong>.<em> &#8220;Se puder usar a máscara em locais fechados com aglomeração é ideal, porque você reduz a chance de transmissão de vírus respiratórios, não só de Covid, mas ainda de influenza que também pode ser mais grave em um paciente imunocomprometido&#8221;</em>.</p>
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