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	<title>substâncias tóxicas &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>substâncias tóxicas &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Caixa pagará adicional de insalubridade por exposição a substâncias tóxicas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Oct 2026 07:14:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Caixa Econômica Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Adicional de Insalubridade]]></category>
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					<description><![CDATA[Substâncias são tóxicas, desreguladoras endócrinas e têm potencial cancerígeno. A 2ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho da 17ª Região (ES) condenou a Caixa Econômica Federal a pagar a um trabalhador o adicional de insalubridade em grau máximo por manuseio de Bisfenol A (BPA) e Bisfenol S (BPS). O acórdão reformou a sentença da 1ª [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-2">Substâncias são tóxicas, desreguladoras endócrinas e têm potencial cancerígeno.</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A 2ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho da 17ª Região (ES) condenou a <a href="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/caixa-economica-federal-noticias/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/caixa-economica-federal-noticias/"><strong>Caixa Econômica Federal</strong></a> a pagar a um trabalhador o adicional de insalubridade em grau máximo por manuseio de Bisfenol A (BPA) e Bisfenol S (BPS). O acórdão reformou a sentença da 1ª Vara do Trabalho de Cachoeiro de Itapemirim (ES).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O empregado afirmou no processo que manuseava bobinas de papel térmico contendo BPA e BPS. De acordo com o autor, as substâncias são tóxicas, desreguladoras endócrinas e têm potencial cancerígeno por causa da absorção pela pele.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, a Caixa não fornecia equipamentos de proteção individual (EPIs). Por essa razão, o empregado pediu o pagamento de adicional de insalubridade em grau máximo (40%).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O banco, por sua vez, afirmou que os papéis usados não contêm BPA e que desde novembro de 2025 são livres de qualquer tipo de Bisfenol. Também defendeu que a NR-15 deve ser interpretada taxativamente e que, como não há na norma menção à substância, o adicional não poderia ser garantido.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em primeira instância, o pedido do autor foi negado. Por isso, ele recorreu ao TRT-17.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Qualidade, e não quantidade</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O relator do recurso, desembargador Luís Cláudio dos Santos Branco, afirmou que a jurisprudência de outros tribunais trabalhistas tem admitido a concessão de insalubridade por contato com BPA e BPS. Ele citou dois casos dos Tribunais Regionais do Trabalho da 6ª (PE) e da 7ª (CE) Regiões.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o magistrado, o manuseio do Bisfenol deve ser avaliado qualitativamente, isto é, a concessão do adicional de insalubridade não depende da quantidade de substância à qual o trabalhador ficou exposto, mas se ocorreu a exposição. A interpretação é entendimento consolidado sob a Súmula 47 do Tribunal Superior do Trabalho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A caracterização da insalubridade por exposição ao Bisfenol no manuseio de papéis térmicos não exige a menção literal da expressão ‘bisfenol’ na regulamentação ministerial, porquanto a substância se enquadra na categoria de ‘Hidrocarbonetos e Outros Compostos de Carbono’ do Anexo 13 da NR-15 da Portaria nº 3.214/78, que classifica como insalubre em grau máximo a manipulação de compostos orgânicos fenólicos e ‘outras substâncias cancerígenas afins&#8217;”, concluiu o relator.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><a href="https://conjur.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Documento_094ee8d.pdf" data-type="link" data-id="https://conjur.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Documento_094ee8d.pdf">Clique aqui para ler o acórdão</a></h4>



<h4 class="wp-block-heading">Processo 0000161-98.2026.5.17.0131</h4>
]]></content:encoded>
					
		
		
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