<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>STJ &#8211; SEEB Santos e Região</title>
	<atom:link href="https://santosbancarios.com.br/artigo/tag/stj/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://santosbancarios.com.br</link>
	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
	<lastBuildDate>Thu, 22 Feb 2024 09:10:57 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.1</generator>

<image>
	<url>https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2022/12/favicon-1.png</url>
	<title>STJ &#8211; SEEB Santos e Região</title>
	<link>https://santosbancarios.com.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Banco é condenado a indenizar cliente vítima de fraude em cartão de crédito</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/banco-e-condenado-a-indenizar-cliente-vitima-de-fraude-em-cartao-de-credito/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Feb 2024 09:10:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Santander]]></category>
		<category><![CDATA[Cartão de Crédito]]></category>
		<category><![CDATA[dano moral]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[direito do consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[Fraude]]></category>
		<category><![CDATA[STJ]]></category>
		<category><![CDATA[Súmula 479]]></category>
		<category><![CDATA[TJ-PB]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://santosbancarios.com.br/?p=52944</guid>

					<description><![CDATA[Consumidor conseguiu provar que foi vítima de golpe com cartão de crédito A Súmula 479 do Superior Tribunal de Justiça estabelece que as instituições financeiras respondem objetivamente pelos danos causados por fraudes e delitos praticados por terceiros nas operações bancárias. Esse foi o fundamento adotado pelo juiz Fábio Leandro de Alencar Cunha, da 15ª Vara [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-2">Consumidor conseguiu provar que foi vítima de golpe com cartão de crédito</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A Súmula 479 do Superior Tribunal de Justiça estabelece que as instituições financeiras respondem objetivamente pelos danos causados por fraudes e delitos praticados por terceiros nas operações bancárias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse foi o fundamento adotado pelo juiz Fábio Leandro de Alencar Cunha, da 15ª Vara Cível de João Pessoa, para condenar um <a href="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/santander-noticias/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/santander-noticias/">banco</a> a indenizar em R$ 5 mil, por danos morais, um cliente que foi vítima de fraude no cartão de crédito.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No caso concreto, o autor da ação não reconheceu uma compra no valor de R$ 1.698, parcelada em 11 vezes no cartão, e acionou o Judiciário em busca de ressarcimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O banco, por sua vez, alegou que a compra foi feita sem o cartão físico, apenas com a digitação do número e do código de verificação, como muitas outras do cliente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao analisar o caso, o julgador apontou que o autor da ação informou o banco em data anterior à da compra que seu cartão havia sido clonado, tendo solicitado um novo cartão. O juiz também constatou que esse novo cartão foi efetivamente enviado pelo banco.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Observa-se das faturas juntadas aos autos que a compra reclamada foi efetuada por meio do cartão de crédito de final 6808, comprovando assim o fato narrado na inicial, ao passo que o Promovido não trouxe aos autos nenhum fato impeditivo, modificativo ou extintivo do direito do autor, ônus que lhe cabia por força do art. 373, II, do CPC”, resumiu o juiz.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Diante disso, ele decidiu condenar o banco a indenizar o consumidor e ainda a devolver o dobro do valor cobrado.</p>



<h5 class="wp-block-heading"><a href="https://www.conjur.com.br/wp-content/uploads/2024/02/decisao_dano_moral_0846344-57.2022.8.15.2001.pdf" data-type="link" data-id="https://www.conjur.com.br/wp-content/uploads/2024/02/decisao_dano_moral_0846344-57.2022.8.15.2001.pdf">Clique aqui para ler a decisão</a></h5>



<h5 class="wp-block-heading">Processo 0846344-57.2022.8.15.2001</h5>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>STJ condena Santander após banco recusar pagar auxílio-funeral</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/stj-condena-santander-apos-banco-recusar-pagar-auxilio-funeral/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fernando Diegues]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Santander]]></category>
		<category><![CDATA[auxílio-funeral]]></category>
		<category><![CDATA[STJ]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://santosbancarios.com.br/?p=4745</guid>

					<description><![CDATA[A Terceira Turma do Superior Tribunal de Justi&#231;a (STJ) fixou em R$ 10 mil a condena&#231;&#227;o por danos morais imposta ao Banco Santander por ter-se recusado a pagar aux&#237;lio-funeral previsto em contrato de seguro de vida. Ao mesmo tempo, os ministros decidiram majorar os honor&#225;rios advocat&#237;cios fixados pelo Tribunal de Justi&#231;a de S&#227;o Paulo (TJSP). [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p></p>
<p>A Terceira Turma do Superior Tribunal de Justi&ccedil;a (STJ) fixou em R$ 10 mil a condena&ccedil;&atilde;o por danos morais imposta ao Banco Santander por ter-se recusado a pagar aux&iacute;lio-funeral previsto em contrato de seguro de vida. Ao mesmo tempo, os ministros decidiram majorar os honor&aacute;rios advocat&iacute;cios fixados pelo Tribunal de Justi&ccedil;a de S&atilde;o Paulo (TJSP).</p>
<p>A autora da a&ccedil;&atilde;o entrou na Justi&ccedil;a com pedido de indeniza&ccedil;&atilde;o por danos morais e materiais porque o Santander se recusou a pagar o aux&iacute;lio-funeral ap&oacute;s o falecimento de sua m&atilde;e. O banco alegou que o seguro j&aacute; estava vencido, embora continuasse a receber normalmente os valores mensais pagos pela cliente.</p>
<p>De acordo com a senten&ccedil;a &#8211; que estabeleceu a condena&ccedil;&atilde;o em R$ 10 mil por danos morais e R$ 3 mil por danos materiais -, em nenhum momento o banco deu &quot;qualquer justificativa razo&aacute;vel para ter continuado a cobrar, mensalmente, o pr&ecirc;mio do seguro contratado. E em nenhum momento tamb&eacute;m se dignou a devolver os valores cobrados. Ao final, quando a autora mais precisou do dinheiro para dar enterro digno &agrave; m&atilde;e, houve a recusa desarrazoada&quot;.</p>
<p><span style="color:#FF0000"><strong>Valor irris&oacute;rio</strong></span></p>
<p>O TJSP, ao julgar a apela&ccedil;&atilde;o, reduziu o valor dos danos morais para R$ 650 e tamb&eacute;m os honor&aacute;rios do advogado, de 20% para 10% sobre o valor da condena&ccedil;&atilde;o, o que levou a autora da a&ccedil;&atilde;o a recorrer ao STJ.</p>
<p>O relator do caso, ministro Villas B&ocirc;as Cueva, disse que a jurisprud&ecirc;ncia do STJ entende, como regra, que a revis&atilde;o do valor da indeniza&ccedil;&atilde;o por dano moral e dos honor&aacute;rios de sucumb&ecirc;ncia n&atilde;o pode ser feita em recurso especial, por exigir reexame de provas, a n&atilde;o ser quando tais quantias se mostrem abusivas ou irris&oacute;rias.</p>
<p>Para a Terceira Turma, o valor arbitrado pelo TJSP como dano moral n&atilde;o assegura a devida repara&ccedil;&atilde;o do sofrimento imposto &agrave; autora nem &eacute; compat&iacute;vel com os patamares de indeniza&ccedil;&atilde;o adotados pelo STJ no caso de danos morais decorrentes de injusto descumprimento contratual.</p>
<p><span style="color:#FF0000"><strong>Ang&uacute;stia</strong></span></p>
<p>O ministro afirmou ser incontroverso que a recorrente estava em dia com os pagamentos do seguro desde a contrata&ccedil;&atilde;o at&eacute; a data da morte da m&atilde;e e que n&atilde;o ficou comprovado que o seguro j&aacute; estivesse extinto quando o aux&iacute;lio-funeral foi negado.</p>
<p>Villas B&ocirc;as Cueva entendeu que a indeniza&ccedil;&atilde;o de danos morais fixada na senten&ccedil;a correspondeu de forma adequada &agrave; ang&uacute;stia sofrida pela recorrente e tamb&eacute;m ao poder econ&ocirc;mico e &agrave; conduta do banco.</p>
<p>Quanto aos honor&aacute;rios, tamb&eacute;m foi restabelecido o percentual de 20% sobre o valor da condena&ccedil;&atilde;o, pois os ministros entenderam que o percentual adotado pelo TJSP ficou muito abaixo do necess&aacute;rio para remunerar o trabalho do advogado.&nbsp;</p>
<p>Fonte: STJ</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
