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	<title>STF julga imposto de grandes fortunas &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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		<title>STF vai julgar possível omissão do Congresso ao não regulamentar imposto sobre grandes fortunas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Oct 2025 15:11:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Grandes fortunas e o Congresso]]></category>
		<category><![CDATA[Imposto sobre grandes fortunas]]></category>
		<category><![CDATA[STF julga imposto de grandes fortunas]]></category>
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					<description><![CDATA[Também estão na pauta isenção fiscal a agrotóxicos, desoneração da folha de pagamento, além do julgamento do golpe O presidente do Supremo Tribunal Federal,&#160;Edson Fachin, pautou para a próxima quinta-feira (23) uma ação movida pelo&#160;Partido Socialismo e Liberdade (Psol), que aponta uma possível omissão do Legislativo ao não criar uma lei que regulamente o Imposto [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-9840c9fccc1b4dd9d549a87b7629c853">Também estão na pauta isenção fiscal a agrotóxicos, desoneração da folha de pagamento, além do julgamento do golpe</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">O presidente do Supremo Tribunal Federal,&nbsp;<a href="https://www.brasildefato.com.br/2025/09/28/edson-fachin-toma-posse-na-presidencia-do-stf-e-moraes-sera-seu-vice/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Edson Fachin</a>, pautou para a próxima quinta-feira (23) uma ação movida pelo&nbsp;<a href="https://www.brasildefato.com.br/2025/09/27/presidenta-do-psol-tem-visto-cancelado-pelos-estados-unidos/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Partido Socialismo e Liberdade (Psol)</a>, que aponta uma possível omissão do Legislativo ao não criar uma lei que regulamente o Imposto sobre Grandes Fortunas (IGF), previsto na Constituição de 1988.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O texto constitucional atribui à União a criação do imposto, mas sua implementação depende de regulamentação do Congresso Nacional, no estabelecimento das alíquotas, incidências e limites.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na Ação Direta de Inconstitucionalidade por Omissão (ADO) 55, o Psol pede que o STF reconheça a omissão legislativa e cobre do Legislativo que tome providências para elaborar a norma, em cumprimento ao dever constitucional.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O ex-ministro Marco Aurélio Mello, já aposentado, foi o relator original da ação e votou pelo reconhecimento da omissão.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Reoneração da folha</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O plenário virtual do STF vai julgar até a próxima sexta-feira (24) a prorrogação da desoneração da folha de pagamento para 17 setores da economia e municípios, aprovada pelo Congresso Nacional, a contragosto do governo. Segundo a Advocacia-Geral da União (AGU), caso a medida siga vigente, gerará um rombo de R$ 20,23 bilhões para os cofres públicos somente em 2025.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pela lei aprovada (Lei 14.784/2023) a&nbsp;reoneração gradual da folha&nbsp;ocorreria entre 2025 e 2027. Caso o STF decida pela inconstitucionalidade da norma, os contribuintes seriam reonerados de maneira imediata, passando a pagar 20% sobre a folha de salários, percentual comum às demais empresas que não são beneficiadas pela lei. O relator é o ministro Cristiano Zanin, que votou por manter a reoneração da forma como foi aprovada pelo Congresso.&nbsp;</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Isenção fiscal a agrotóxicos segue na pauta</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Segue na pauta do plenário do Supremo as ações Diretas de Inconstitucionalidade (ADIs) 5553 e 7755, que questionam regras do Convênio 100/1997 do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), que reduziram em 60% a base de cálculo do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS)&nbsp;<a href="https://www.brasildefato.com.br/podcast/reporter-sus/2024/12/19/isencoes-fiscais-para-agrotoxicos-deixam-fatura-para-a-saude-da-populacao-e-o-sus/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">para os agrotóxicos</a>.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O ministro relator votou pela inconstitucionalidade das cláusulas 1ª, inciso 1 e 2, e 3 do Convênio 100/1997 do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) e da fixação da alíquota zero para os agrotóxicos indicados na Tabela de Incidência do Imposto sobre Produtos Industrializados (Tipi) do Decreto 8.950/2016.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Para que haja concessão de qualquer incentivo, os benefícios devem ser voltados a práticas consideradas menos poluentes e mais benéficas à fauna, à flora e a toda a coletividade”, ressaltou Fachin em seu voto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O tema gera divisões no governo. Enquanto o Ministério da Agricultura e Pecuária defende a manutenção da&nbsp;política de incentivos a indústria dos agrotóxicos, os Ministérios da Saúde e do Meio Ambiente advogam pela limitação das isenções.&nbsp;As posições foram manifestas durante audiência pública&nbsp;realizada pelo ministro relator.&nbsp;</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Segue o julgamento do golpe</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">A Primeira Turma do STF dá continuidade ao&nbsp;julgamento do Núcleo 4 da ação penal&nbsp;que apura a tentativa de golpe de Estado no Brasil. Os sete réus são acusados pela PGR de espalhar notícias falsas sobre a confiabilidade das urnas eletrônicas e atacar instituições e autoridades.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">As sessões estão marcadas para a terça (21) e a quarta-feira (22). O julgamento foi iniciado no dia 14 de outubro, e suspenso após a apresentação da acusação e defesa. Será retomado, portanto, com o voto do relator, ministro Alexandre de Moraes, seguido pelos ministros Cristiano Zanin, Luiz Fux, Cármen Lúcia, e o presidente da Turma, Flávio Dino.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A PGR pediu a condenação dos sete réus pelos crimes de organização criminosa, golpe de Estado, abolição violenta do&nbsp;Estado Democrático de Direito, dano qualificado pela violência, grave ameaça e deterioração de patrimônio tombado. Os réus alegam inocência.</p>
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