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	<title>STF e vacinas &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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		<title>STF autoriza governadores e prefeitos a importar vacina sem a Anvisa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[compra de vacinas]]></category>
		<category><![CDATA[STF e vacinas]]></category>
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					<description><![CDATA[Decisão libera estados e municípios a comprar e fornecer à população vacinas internacionais sem autorização da Anvisa, mas com aprovação de agências reguladoras de outros países, caso exista falta de vacinas A maioria dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu neta terça (23) que estados e municípios podem comprar e fornecer à população vacinas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Decisão libera estados e municípios a comprar e fornecer à população vacinas internacionais sem autorização da Anvisa, mas com aprovação de agências reguladoras de outros países, caso exista falta de vacinas</p>
<p></p>
<p>A maioria dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu neta terça (23) que estados e municípios podem comprar e fornecer à população vacinas internacionais contra a covid-19. A decisão foi proferida em uma ação protocolada pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e outro pelo governo do estado do Maranhão.</p>
<p> </p>
<p>Isso pode ocorrer mesmo que não tenham sido autorizadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), mas tenham sido aprovadas por agências reguladoras de outros países. A decisão força a Anvisa a avaliar imunizantes em até 72 horas, após solicitação de laboratórios.</p>
<p> </p>
<p>A medida foi autorizada apenas em caso de descumprimento do Plano Nacional de Vacinação pelo governo federal ou de insuficiência de doses previstas para imunizar a população. Os ministros acompanharam voto proferido pelo relator, Ricardo Lewandowski. Segundo o ministro, todos os entes da Federação devem combater a pandemia.</p>
<p> “A Constituição outorgou a todos os entes federados a competência comum de cuidar da saúde, compreendida nela a adoção de quaisquer medidas que se mostrem necessárias para salvar vidas e garantir a higidez física das pessoas ameaçadas ou acometidas pela nova moléstia, incluindo-se nisso a disponibilização, por parte dos governos estaduais, distrital e municipais, de imunizantes diversos daqueles ofertados pela União, desde que aprovados pela Anvisa, caso aqueles se mostrem insuficientes ou sejam ofertados a destempo [fora de hora]”, afirmou.</p>
<p> </p>
<p>O relator considerou que a pandemia vitimou centenas de milhares de pessoas no país e revelou “as fraquezas e virtudes de nossa forma de governança”, especialmente no sistema público responsável por assegurar os direitos fundamentais à vida e à saúde.</p>
<p> </p>
<p>A votação ocorreu por meio eletrônico. Nessa modalidade, os ministros computam os votos de forma eletrônica, sem reunião presencial. A ferramenta começou a ser usada antes da pandemia de covid-10.</p>
<p> </p>
<p><strong>Iniciativa parlamentar</strong></p>
<p>A medida votada pelos ministros da Suprema Corte se junta, agora, à Medida Provisória aprovada pelo plenário da Câmara dos Deputados, que facilita a compra de vacinas e insumos contra a covid-19. Houve alterações ao texto original elaborado pelo governo federal. Agora, o projeto derivado da MP segue para análise do Senado.</p>
<p> </p>
<p>O texto prevê a dispensa de licitações para a aquisição de produtos destinados à vacinação contra a covid-19, inclusive antes do registro sanitário ou da autorização temporária de uso emergencial pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), e para contratações envolvendo logística, tecnologia da informação e comunicação para ajudar na imunização. Outros pontos do processo de compra também são flexibilizados, embora haja mecanismos para reprimir corrupção.</p>
<p> </p>
<p><strong>Iniciativa de prefeitos</strong></p>
<p>A decisão do STF teve reação imediata da Frente Nacional dos Prefeitos (FNP), que anunciou em sua conta no Twitter que vai liderar a criação de um consórcio público com a finalidade específica de comprar vacinas contra Covid-19.</p>
<p> </p>
<p>“A iniciativa não tem o propósito de se sobrepor às negociações em vigor com o governo federal. Serão exclusivamente para a aquisição de imunizantes que não estejam no escopo do Ministério da Saúde”, explicou a FNP pelo Twitter.</p>
<p>Crédito: Nelson Jr/STF<br />Fonte: Vermelho<br />Escrito por: Cézar Xavier</p>
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