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	<title>Startups &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>Startups &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Modelo de trabalho considerado ‘escravidão moderna’ ressurge entre startups dos EUA</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/modelo-de-trabalho-considerado-escravidao-moderna-ressurge-entre-startups-dos-eua/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Aug 2025 10:03:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[12 h de trabalho nos EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[escravidão moderna]]></category>
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		<category><![CDATA[Startups escravizam]]></category>
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					<description><![CDATA[Jornada de trabalho das 9h às 21h, seis dias por semana, reaparece no Vale do Silício, principalmente em empresas de Inteligência Artificial A rotina de trabalho deve começar às nove da manhã, terminar somente às nove da noite e repetir isso seis dias por semana — assim é conhecida a “Escala 996”. Na China, o [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-cff0ae0c211e81c133a4608ae3d143e3">Jornada de trabalho das 9h às 21h, seis dias por semana, reaparece no Vale do Silício, principalmente em empresas de Inteligência Artificial</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">A rotina de trabalho deve começar às nove da manhã, terminar somente às nove da noite e repetir isso seis dias por semana — assim é conhecida a “Escala 996”. Na China, o modelo virou símbolo de exploração, ganhou o apelido de “escravidão moderna” e foi proibido em 2021 depois de casos de mortes e problemas graves de saúde ligados ao excesso de trabalho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Agora, essa cultura está voltando a ganhar força, mas longe da Ásia. Reportagem da revista&nbsp;<a href="https://www.wired.com/story/silicon-valley-china-996-work-schedule/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Wired</strong></a>&nbsp;mostra que startups de Inteligência Artificial no Vale do Silício, nos Estados Unidos, têm adotado jornadas parecidas, ainda que sem usar o nome “996” abertamente. Em algumas empresas, a exigência aparece já na descrição da vaga, junto com “benefícios” como café da manhã, almoço e jantar servidos todos os dias no escritório — inclusive no sábado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ideia, segundo executivos, é aumentar a competitividade entre rivais nacionais e também com a própria China, que se consolidou como referência em produtividade agressiva no setor.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://iclnoticias.com.br/escala-10x1-no-zaffari/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>A escala exige 72 horas semanais</strong></a>&nbsp;e, na China, chegou a ser praticada por gigantes como Alibaba e Tencent. Foi derrubada pela Suprema Corte do país, que reafirmou que o máximo permitido por lei são 44 horas semanais, com horas extras controladas. A decisão veio depois de uma série de denúncias, como a de um programador de 25 anos que morreu de hemorragia cerebral atribuída ao excesso de trabalho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nos Estados Unidos, empresas como a Rilla dizem adotar o regime de forma “voluntária”, segundo a própria startup, e quase todos os 80 funcionários toparam entrar no esquema. Nas vagas divulgadas, a empresa explicitou o cronograma exaustivo, e afirmou que quem não estiver “animado”, não deveria se inscrever.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para Will Gao, chefe de crescimento da empresa, a prática reflete uma mentalidade comum entre jovens empreendedores. “Existe uma subcultura muito forte e crescente de pessoas, especialmente na minha geração — a Geração Z —, que cresceram ouvindo histórias de Steve Jobs e Bill Gates, empreendedores que dedicaram suas vidas a construir empresas transformadoras. Kobe Bryant dedicou todas as suas horas acordado ao basquete, e não acho que haja muita gente dizendo que Kobe Bryant não deveria ter se esforçado tanto”, disse à&nbsp;<em>Wired</em>.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Trabalho exaustivo</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Outras empresas oferecem bônus de 25% no salário e participação societária para quem aceitar, mas nem todos os funcionários concordam em participar. Há quem recuse, alegando que a cobrança é velada e cria um clima de competição extrema. Para especialistas em direito trabalhista, companhias que promovem a 996 estão “totalmente em desacordo” com as leis dos EUA, embora haja quem acredite que o modelo deve continuar crescendo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A tendência preocupa especialistas em saúde e direito trabalhista, já que a legislação americana também impõe limites para horas extras que variam de estado para estado. Além do risco de processos, a volta da 996 reacende o debate sobre até onde vai o esforço legítimo e onde começa a exaustão que adoece.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Conar e Procon entram com ações contra campanhas do Santander</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/conar-e-procon-entram-com-acoes-contra-campanhas-do-santander/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Santander]]></category>
		<category><![CDATA[Código de Defesa do Consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[Conar]]></category>
		<category><![CDATA[ESPM]]></category>
		<category><![CDATA[Fintech]]></category>
		<category><![CDATA[Startups]]></category>
		<category><![CDATA[Título de Capitalização]]></category>
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					<description><![CDATA[Segundo o Código de Defesa do Consumidor, campanhas publicitárias não podem iludir o consumidor O Conar (Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária) e a Fundação Procon/SP abrirão processos contra a campanha do Santander que promove o título de capitalização da instituição, o &#8220;DinDin Santander&#8221;.   O Conar já possui duas ações: a primeira foi motivada por [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Segundo o Código de Defesa do Consumidor, campanhas publicitárias não podem iludir o consumidor<br />
</p>
<p>O Conar (Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária) e a Fundação Procon/SP abrirão processos contra a campanha do <a href="https://santosbancarios.com.br/artigos/santander" target="_blank">Santander</a> que promove o título de capitalização da instituição, o &#8220;DinDin Santander&#8221;.</p>
<p> </p>
<p>O Conar já possui duas ações: a primeira foi motivada por denúncias de consumidores. Segundo a instituição, a campanha &#8220;Você milionário ou seu dinheiro de volta&#8221; faz uma promessa de ganhos exagerados com os títulos de capitalização.</p>
<p> </p>
<p>A segunda foi movida pela <a href="https://santosbancarios.com.br/artigos/caixa-economica-federal" target="_blank">Caixa Econômica Federal</a>. Para o banco estatal, o comercial &#8220;Tente a sorte no Din Din&#8221; faz uma publicidade comparativa irregular, uma vez que cita a palavra &#8220;loteria&#8221; e promove uma comparação de produtos diferentes (loterias e títulos de capitalização).</p>
<p> </p>
<p>Para tentar resolver a questão, executivos do Santander e da Caixa se reuniram na tarde de 25/10, na sede do Conselho, em São Paulo. O trâmite é comum e, muitas vezes, as campanhas acabam sendo alteradas depois de um acordo. O Santander não quis comentar as ações.</p>
<p> </p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>Semelhança com caso Bettina</strong></span></p>
<p> </p>
<p>O Procon/SP também pedirá esclarecimentos ao Santander. Para Guilherme Farid, chefe de gabinete do órgão, a campanha se assemelha ao &#8220;caso Bettina&#8221;.</p>
<p> </p>
<p>&#8220;A campanha não explica como vai fazer com que consumidores se tornem milionários. Acredito ser abusiva a forma que propõe a venda do título de capitalização. Devemos solicitar ao banco que envie a base de dados técnica e científica que comprove essa possibilidade&#8221;, afirma.</p>
<p> </p>
<p>Segundo o <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l8078.htm" target="_blank">Código de Defesa do Consumidor</a>, campanhas publicitárias não podem iludir o consumidor —ou, ainda, serem enganosas por omissão.</p>
<p> </p>
<p>&#8220;O Código reconhece o consumidor como vulnerável. Por isso, a campanha deveria deixar claro que o produto se trata de um título de capitalização e que não vai alcançar um rendimento de poupança, por exemplo. Precisa ter o máximo de informações possível&#8221;, declara Farid.</p>
<p> </p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>Crise acentua competição por clientes</strong></span></p>
<p> </p>
<p>Segundo Luiz Peres-Neto, professor da ESPM-SP, em épocas de crise, tradicionalmente, a publicidade dos bancos acentua a competição por clientes.</p>
<p>&#8220;Na medida em que a economia se estanca, há a necessidade de mais crédito. Este é o contexto perfeito para que bancos e entidades financeiras comecem a buscar &#8216;os asteriscos&#8217; nas propagandas&#8221;, afirma o acadêmico.</p>
<p> </p>
<p>Para o professor, a campanha ainda reforça certos estereótipos de gênero. &#8220;O comercial também é misógino e patriarcal, quando coloca a mulher como empreendedora do lar e o homem como aquele que joga a roleta russa da vida&#8221;, diz.</p>
<p> </p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>Comparação entre produtos distintos</strong></span></p>
<p> </p>
<p>Peres-Neto ainda afirma que a comparação implícita no comercial é impossível.</p>
<p> </p>
<p>&#8220;Tudo é passível de uma comparação. Mas a campanha não é razoável, uma vez que compara produtos financeiros diferentes. A tendência é crescente no mercado: propaganda que não mentem, mas que omitem a verdade na busca por mais clientes&#8221;, diz.</p>
<p> </p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>O fim das letras miúdas</strong></span></p>
<p> </p>
<p>Por muitas vezes, as campanhas dos bancos são questionadas pelo fato de possuírem &#8220;letras miúdas&#8221;. O artifício foi criticado por uma ação do banco digital Nubank.</p>
<p> </p>
<p>A startup focada em serviços financeiros, lançou, em março deste ano, um movimento que propõe o &#8220;fim dos asteriscos&#8221; nas campanhas: o #AsteriscoNão. Para isso, a fintech resolveu provocar os grandes bancos: instalou anúncios em relógios de rua próximos a agências da Caixa Econômica Federal, do Itaú e do Santander, em São Paulo.</p>
<p> </p>
<p>A ideia pretendia que as empresas passassem a ter maior transparência em sua comunicação, sem letras miúdas e notas de rodapé em anúncios.</p>
<p> </p>
<p><a href="https://santosbancarios.com.br/artigo/santander-e-condenado-a-pagar-r-274-mi-por-assedio-moral-aos-funcionarios" target="_blank">&gt;&gt; Santander é condenado a pagar R$ 274 milhões por assédio moral aos funcionários</a></p>
<p>Fonte: UOL &#8211; Mídia e Marketing<br />Escrito por: Renato Pezzotti</p>
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