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	<title>situação humilhante &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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		<title>Mais da metade das famílias brasileiras estão endividadas com os bancos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
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					<description><![CDATA[Taxa do crédito rotativo chega a 398,4% e no cheque especial a 128,6%, o mais alto nível desde 2017 O desemprego, a recessão econômica e a alta dos alimentos estão levando os trabalhadores a recorrerem, cada vez mais, aos cartões de crédito. Como o Brasil tem as maiores taxas de juros do planeta (atrás apenas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Taxa do crédito rotativo chega a 398,4% e no cheque especial a 128,6%, o mais alto nível desde 2017</p>
<p></p>
<p>O desemprego, a recessão econômica e a alta dos alimentos estão levando os trabalhadores a recorrerem, cada vez mais, aos cartões de crédito. Como o Brasil tem as maiores taxas de juros do planeta (atrás apenas hoje da Rússia, em função da guerra e sanções econômicas daquele país), basta uma parcela em atraso para o consumidor ver a rolagem da dívida disparar como uma bola de neve. Esta política de juros, agravada no governo Jair Bolsonaro (PL) e o padrão monetário controlado por banqueiros a frente do Banco Central (o atual presidente do BC é Roberto Campos Neto, do Santander), fez com que mais da metade das famílias brasileiras (53,1%) esteja endividada com instituições financeiras.</p>
<p> </p>
<p>O aprofundamento da crise econômica no atual governo e o velho receituário de elevar os juros para tentar controlar a alta da inflação, especialmente dos alimentos, elevaram ainda mais o endividamento dos trabalhadores. Atualmente, 62 milhões de pessoas estão com seu nome no SPC/Serasa e mais de seis milhões de empresas também estão negativadas.</p>
<p> </p>
<p><strong>Perda da renda</strong></p>
<p>A situação não apenas humilha as pessoas, mas afeta a macroeconomia e impede a recuperação econômica do país que depende do poder de compra das famílias, já afetado pela perda da renda média dos trabalhadores no atual governo.</p>
<p> </p>
<p>A perda nos rendimentos afetou a população como um todo em 2021, com recuos registrados nas 13 classes de rendimento avaliadas pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas). Contudo, as camadas mais pobres foram as mais atingidas. Os 5% dos brasileiros com rendas mais baixas tiveram perdas de 33,9% no ano passado, comparado ao ano anterior.</p>
<p> </p>
<p>A segunda camada mais afetada foi a dos brasileiros na faixa dos 5% a 10% mais pobres, a segunda menor renda média entre a população, que teve perdas de 31,8%.</p>
<p>Fonte: SEEB RJ<br />Escrito por: Carlos Vasconcellos</p>
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