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	<title>Sintomas &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>Sintomas &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>‘Surto de virose’: infectologista explica sintomas, prevenção e cuidados</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/surto-de-virose-infectologista-explica-sintomas-prevencao-e-cuidados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Mar 2025 08:08:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Cuidados]]></category>
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					<description><![CDATA[Norovírus tem capacidade de causar grandes surtos porque contamina a água com facilidade Nos últimos meses, multiplicaram-se os relatos de casos identificados pelos médicos como viroses. Sintomas como febre, diarreia, vômito, dor de cabeça, cansaço, dor muscular, dor de garganta e tosse passaram a ser queixas comuns em unidades de saúde de todo o país. [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-8990b87df0f53d0fdd3529cbecfeca4a">Norovírus tem capacidade de causar grandes surtos porque contamina a água com facilidade</h4>



<p>Nos últimos meses, multiplicaram-se os relatos de casos identificados pelos médicos como viroses. Sintomas como febre, diarreia, vômito, dor de cabeça, cansaço, dor muscular, dor de garganta e tosse passaram a ser queixas comuns em unidades de saúde de todo o país.</p>



<p>No início do ano, um surto de virose, ligado ao “norovírus”, causou a proliferação de contaminados no litoral de São Paulo. Além desse, outros inúmeros vírus comuns nesta época do ano seguem provocando doenças como dengue, chikungunya, zika, Rotavírus, dentre outras.</p>



<p>O <a href="https://iclnoticias.com.br/" data-type="link" data-id="https://iclnoticias.com.br/">ICL Notícias</a> conversou com o médico infectologista Alberto Chebabo, Diretor Médico do Hospital Universitário Clementino Fraga Filho, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e presidente da Sociedade Brasileira de Infectologia. Alberto falou sobre a prevenção e os cuidados que devem ser tomados contra as viroses.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Proliferação das viroses</h4>



<p>“No verão, a gente normalmente tem o aumento de algumas doenças respiratórias e o vírus respiratório começa a aparecer agora nesse início de outono também. O rinovírus, que causa o resfriado, é bastante comum nessa época. Há outros vírus respiratórios, além das doenças mais comuns no verão, como as arboviroses, a dengue, chikungunya, zika, são viroses que circulam concomitantemente nessa época do ano.</p>



<p>Também há as viroses que acometem o trato intestinal, como por exemplo, o rotavírus, com quadro de diarreia, relacionado à questão da falta de saneamento”.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Norovírus</h4>



<p>“O norovírus é um vírus de transmissão hídrica, principalmente. Ou seja, é transmitido pela água. Em locais onde você tem um saneamento não tão adequado, você pode ter contaminação dos mananciais de água ou de regiões em que as pessoas se banham com praias e rios, e as pessoas ao entrarem em contato com essa água, acabam engolindo ou entrando em contato através das mucosas e se contaminando.</p>



<p>O norovírus tem essa capacidade de causar grandes surtos porque ele contamina a água com muita facilidade e a partir da infecção, há um risco de transmissão de pessoa a pessoa. O norovírus não tem uma sensibilidade muito bem definida em relação ao verão ou inverno. Inclusive nos Estados Unidos, a maior parte dos surtos acontecem no inverno. Está muito mais relacionado a essa desestruturação da rede de distribuição de água e tratamento de esgoto, e principalmente uma aglomeração maior de pessoas em uma determinada cidade, em uma determinada região, com um maior risco de infecção e surtos.”</p>



<h4 class="wp-block-heading">Prevenção</h4>



<p>“Principalmente no caso dessas viroses que causam diarreia, gastroenterite, é se alimentar adequadamente, evitar comer alimentos que não estejam conservados adequadamente. Evitar comer alimentos que estejam expostos ou que sejam manipulados por mais de uma pessoa. Evitar se expor em áreas contaminadas, ver as condições de balneabilidade das praias ou dos locais, dos rios, lagoas, onde as pessoas vão se banhar para entender se aquela praia, aquele local tem condições de balneabilidade adequada, se não tem contaminação por esgoto, porque essas são as principais fontes de contaminação.</p>



<p>Obviamente, sempre higienizar bem as mãos antes de tocar no alimento, lavar bem as mãos para não se contaminar e não contaminar. Para aquelas pessoas que já estão doentes é fazer uma boa higienização do banheiro e das mãos sempre que for ao banheiro porque existe o risco de transmissão intradomiciliar dessas viroses gastrointestinais”.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Cuidados</h4>



<p>“A primeira coisa é se hidratar bastante, beber bastante líquido, inclusive com um soro caseiro ou esses soros que a gente compra na farmácia de reidratação para se manter hidratado. Se a pessoa tiver com vômitos que não permitam ela se hidratar, ela deve buscar imediatamente atendimento médico para evitar o risco de desidratação, de ter uma complicação relacionada com a doença.</p>



<p>Aqueles que são mais frágeis, os idosos e as crianças muito pequenas, se começarem a apresentar um quadro de diarreia, febre, vômitos, devem buscar imediatamente atendimento porque precisam ser avaliados, pois essas pessoas têm um risco de complicação. Principalmente os idosos devem buscar atendimento médico para serem avaliados e ter algum tipo de acompanhamento médico durante o quadro infeccioso.</p>



<p>Em casos de febre, utilizar antitérmicos para controlar a temperatura. Mas, o mais importante de tudo é a hidratação oral”.</p>
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		<item>
		<title>É dengue ou é Covid? Aprenda a diferenciar os sintomas</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/e-dengue-ou-e-covid-aprenda-a-diferenciar-os-sintomas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 18 Feb 2024 08:22:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Aedes aegypti]]></category>
		<category><![CDATA[atendimento médico]]></category>
		<category><![CDATA[casos graves]]></category>
		<category><![CDATA[Covid-19]]></category>
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		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[ministério da saúde]]></category>
		<category><![CDATA[patologias]]></category>
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					<description><![CDATA[Ambas as doenças têm sintomas comuns, que podem confundir o diagnóstico e comprometer o tratamento Febre alta, dor de cabeça, dores no corpo e cansaço muscular. Diante de tais sintomas, comuns à dengue e à Covid-19, é difícil ter um diagnóstico preciso sobre qual é a doença que afeta o indivíduo, que deve, de acordo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-ad40313ee34d4f75dabaf294abd737ab">Ambas as doenças têm sintomas comuns, que podem confundir o diagnóstico e comprometer o tratamento</h4>



<p>Febre alta, dor de cabeça, dores no corpo e cansaço muscular. Diante de tais sintomas, comuns à <a href="https://santosbancarios.com.br/?s=dengue" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/?s=dengue">dengue</a> e à <a href="https://santosbancarios.com.br/?s=covid" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/?s=covid">Covid-19</a>, é difícil ter um diagnóstico preciso sobre qual é a doença que afeta o indivíduo, que deve, de acordo com a orientação do Ministério da Saúde, procurar atendimento médico.</p>



<p>O diagnóstico preciso e precoce, porém, é importante para evitar novos contágios, já que a Covid é transmissível, enquanto a dengue se propaga apenas a partir da picada do mosquito Aedes aegypti.</p>



<p>Saber diferenciar as patologias se faz necessário ainda para evitar complicações e até o óbito.</p>



<p>Enquanto a Covid tem mais sintomas no sistema respiratório, a dengue se manifesta majoritariamente em sintomas corporais, como manchas vermelhas na pele.</p>



<p>É importante ficar atento ainda à automedicação. Em caso de dengue, o paciente não deve tomar aspirina (ácido acetilsalicílico) e anti-inflamatórios como diclofenaco, nimesulida, ibuprofeno e cetoprofeno, tendo em vista que tais substâncias aumentam o risco de sangramento e causam complicações do quadro clínico.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Os primeiros sintomas da dengue são:</h4>



<p><strong>Febre alta, superior a 38°C;</strong></p>



<p><strong>Dor no corpo e articulações;</strong></p>



<p><strong>Dor atrás dos olhos;</strong></p>



<p><strong>Mal-estar;</strong></p>



<p><strong>Falta de apetite;</strong></p>



<p><strong>Dor de cabeça;</strong></p>



<p><strong>Manchas vermelhas no corpo.</strong></p>



<h4 class="wp-block-heading">Já os casos leves de Covid-19 apresentam os seguintes sintomas:</h4>



<p><strong>Tosse;</strong></p>



<p><strong>Dor de garganta;</strong></p>



<p><strong>Diarreia;</strong></p>



<p><strong>Dor abdominal;</strong></p>



<p><strong>Febre;</strong></p>



<p><strong>Calafrios;</strong></p>



<p><strong>Mialgia;</strong></p>



<p><strong>Coriza;</strong></p>



<p><strong>Fadiga e/ou cefaleia.</strong></p>



<p>O Ministério da Saúde ressalta ainda que “todas as faixas etárias são igualmente suscetíveis à dengue, porém as pessoas mais velhas e aquelas que possuem doenças crônicas, como diabetes e hipertensão arterial, têm maior risco de evoluir para casos graves e outras complicações que podem levar à morte”.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Dengue: como identificar, tratar e prevenir</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/dengue-como-identificar-tratar-e-prevenir/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Feb 2024 08:15:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Aedes aegypti]]></category>
		<category><![CDATA[Combate]]></category>
		<category><![CDATA[Dengue]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz)]]></category>
		<category><![CDATA[ministério da saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas]]></category>
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					<description><![CDATA[Infectologistas alertam sobre prevenção e tratamento da doença Você ou alguém próximo teve dengue recentemente? Nos últimos anos, a dengue tornou-se uma preocupação constante no Brasil. Com ciclos endêmicos e epidêmicos, a cada 4 ou 5 anos, a doença apresenta um aumento significativo no número de casos, bem como na gravidade das ocorrências, resultando em [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-56bc1687ab355f326794ade0f358e88a">Infectologistas alertam sobre prevenção e tratamento da doença</h4>



<p>Você ou alguém próximo teve <a href="https://santosbancarios.com.br/?s=dengue" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/?s=dengue">dengue</a> recentemente? Nos últimos anos, a dengue tornou-se uma preocupação constante no Brasil. Com ciclos endêmicos e epidêmicos, a cada 4 ou 5 anos, a doença apresenta um aumento significativo no número de casos, bem como na gravidade das ocorrências, resultando em mais hospitalizações. Em 2020, foram registrados 1,4 milhão de casos. Em 2023 esse número subiu para 1,6 milhão, com 1,079 mortes; e em 2024, pode variar de 1,7 milhão a 5 milhões, de acordo com estimativas do Ministério da Saúde. As previsões foram feitas em parceria com o InfoDengue e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).</p>



<p>Diante desse cenário, a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), por meio de seus Hospitais Universitários Federais, tem se dedicado a prestar assistência pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e contribuir para desenvolver estudos relacionados à dengue. Confira o que alertam os infectologistas para lidar com essa questão de saúde pública.</p>



<h4 class="wp-block-heading">O que é a Dengue?</h4>



<p>A dengue é uma doença viral causada pelo vírus (DENV) do gênero Flavivirus , família Flaviviridae . Com quatro sorotipos diferentes &#8211; DENV1, DENV2, DENV3 e DENV4 &#8211; a principal forma de transmissão é pela picada da fêmea infectada do mosquito Aedes aegypti . Outras formas menos comuns de transmissão incluem transfusão de sangue e transmissão da gestante para o bebê. É importante ressaltar que não há transmissão por contato direto com pessoa doente.</p>



<p>O médico infectologista do Hospital Universitário Maria Aparecida Pedrossian da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (Humap-UFMS), Henrique Shiroma, ressalta a importância de estar atento aos sintomas da doença. Segundo ele, “o período de incubação da dengue &#8211; que é o tempo entre a picada do mosquito Aedes aegypti e o desenvolvimento de sintomas &#8211; é de 3 a 15 dias, sendo a média de 5 a 6 dias”. Os sintomas mais comuns incluem febre, dor ao redor dos olhos e no corpo, manchas avermelhadas na pele, náuseas e vômitos.</p>



<p>Os sinais de alerta que indicam gravidade e requerem maior atenção, como destaca Shiroma, incluem: sangramento espontâneo e de mucosa, dor abdominal intensa, vômitos persistentes, pressão baixa, sonolência e comprometimento dos órgãos. É fundamental procurar atendimento médico ao apresentar qualquer um desses sintomas, para avaliação e orientações quanto ao repouso, hidratação, sinais de alarme e monitorização com exames laboratoriais.</p>



<p>O diagnóstico é feito por meio de exames laboratoriais, como: a detecção da proteína NS1 da dengue, isolamento viral ou exame sorológico IgM. “Na suspeita de dengue não se deve esperar os resultados desses exames para que seja realizado o manejo adequado da doença” explica o médico.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Medidas de tratamento e os desafios no combate à dengue</h4>



<p>O tratamento da dengue é dependente, essencialmente, do estado clínico do paciente e da presença de sinais de gravidade. Conforme o médico infectologista Rodrigo Douglas Rodrigues, do Hospital Universitário Professor Polydoro Ernani de São Thiago, da Universidade Federal de Santa Catarina (HU-UFSC), “a avaliação médica sempre se faz necessária em todo paciente com suspeita de dengue ou dengue confirmada”.</p>



<p>Os sintomas mais intensos, geralmente, não costumam durar mais que sete dias. O pilar do tratamento é a hidratação, que pode ser realizada em domicílio e via oral para casos leves, ou intravenosa e sob regime de internação hospitalar para casos mais graves. Rodrigues ressalta que “Não existe um antiviral específico indicado contra a dengue, mas, em geral, as medidas de hidratação são eficazes, desde que iniciadas precocemente”. Nos casos graves de dengue, as principais complicações são hemorragias, hipotensão, derrames cavitários (como derrame pleural, ascite e derrame pericárdico), choque e óbito.</p>



<p>Já o infectologista Rodrigo Molina, do Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Triângulo Mineiro (HC-UFTM), alerta para os desafios enfrentados no combate à dengue no Brasil. Segundo ele, o combate ao mosquito transmissor é a primeira e fundamental batalha. “Devido à sua rápida reprodução no ambiente urbano e à eficiência na transmissão da dengue entre as pessoas. O mosquito é facilmente criado em casa, em recipientes com água parada”. A dengue é uma doença evitável, assim, a conscientização e a educação da população são fundamentais para combatê-la.</p>



<p>Além disso, o especialista aponta como outro desafio a sobrecarga nos hospitais devido ao manejo da população afetada pela doença, por impactar significativamente os recursos destinados à saúde nos municípios. Molina ressalta a importância da conscientização e da educação da população para interromper a cadeia de transmissão, reduzindo os criadouros do mosquito, bem como incentiva a busca por assistência médica adequada. Para quem suspeita estar com dengue, o especialista orienta “o uso apenas de dipirona para febre ou dor, manter-se bem hidratado, evitar automedicação e procurar ajuda médica”.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Evite a automedicação</h4>



<p>É importante ressaltar que alguns remédios não devem ser tomados, por aumentarem o risco de sangramentos e hemorragias causados pela dengue. Dentre as medicações contraindicadas estão os anticoagulantes, tais como salicilatos (ácido acetilsalicílico, ácido salicílico, diflunisal, salicilato de sódio, metilsalicilato, entre outros), os anti-inflamatórios não esteroidais (indometacina, ibuprofeno, diclofenaco, piroxicam, naproxeno, sulfinpirazona, fenilbutazona, sulindac e diflunisal) e os anti-inflamatórios hormonais ou corticoesteroides (prednisona, prednisolona, dexametasona e hidrocortisona). Portanto, é fundamental que pessoas com suspeita de dengue evitem a automedicação e busquem orientação médica para o tratamento adequado da doença.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Sobre a Ebserh</h4>



<p>Vinculada ao Ministério da Educação (MEC), a Ebserh foi criada em 2011 e, atualmente, administra 41 hospitais universitários federais, apoiando e impulsionando suas atividades por meio de uma gestão de excelência. Como hospitais vinculados a universidades federais, essas unidades têm características específicas: atendem pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) ao mesmo tempo que apoiam a formação de profissionais de saúde e o desenvolvimento de pesquisas e inovação.</p>



<p><strong>Por: Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh)</strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Os sinais de ansiedade no dia a dia</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/os-sinais-de-ansiedade-no-dia-a-dia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas]]></category>
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					<description><![CDATA[Sintomas físicos e mentais desse transtorno psiquiátrico costumam aparecer no cotidiano (ou diante de alguns desafios). Veja como identificá-los A diferença entre uma preocupação normal e a ansiedade muitas vezes está na intensidade dos sintomas e sinais. Até pensando nisso, a Associação Americana de Depressão e Ansiedade listou exemplos de como uma pessoa com esse [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Sintomas físicos e mentais desse transtorno psiquiátrico costumam aparecer no cotidiano (ou diante de alguns desafios). Veja como identificá-los</p>
<p>A diferença entre uma preocupação normal e a ansiedade muitas vezes está na intensidade dos sintomas e sinais. Até pensando nisso, a Associação Americana de Depressão e Ansiedade listou exemplos de como uma pessoa com esse transtorno psiquiátrico se comporta frente a situações comuns no dia a dia, em comparação com outra sem ele.</p>
<p> </p>
<p><em><a href="https://santosbancarios.com.br/artigo/nao-fique-so-fique-socio-e-defenda-se-contra-a-reforma-trabalhista?url=artigo/nao-fique-so-fique-socio-e-defenda-se-contra-a-reforma-trabalhista" target="_blank"># Não fique só, Fique Sócio</a></em></p>
<p> </p>
<p>Claro que não dá para diagnosticar o problema só com base nas pistas abaixo. Mas elas podem levantar a suspeita para o quadro e agilizar a busca por um profissional de saúde, que cravará a presença de ansiedade ou não.</p>
<p> </p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>Preocupações</strong></span></p>
<p> </p>
<p><strong>Sem ansiedade:</strong> ficar preocupado com o pagamento das contas do mês, com o risco de ser demitido, com o término de um relacionamento amoroso…</p>
<p> </p>
<p><strong>Com ansiedade:</strong> Pensar constantemente que essas possibilidades (falta de dinheiro, demissão, pé na bunda, entre outros) vão ocorrer a qualquer segundo.</p>
<p> </p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>Medos</strong></span></p>
<p> </p>
<p><strong>Sem ansiedade:</strong> medo realista de algum objeto, lugar ou situação que podem ferir ou matar.</p>
<p> </p>
<p><strong>Com ansiedade:</strong> temor irracional de algo que, na verdade, não representa grande perigo.</p>
<p> </p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>Traumas</strong></span></p>
<p> </p>
<p><strong>Sem ansiedade:</strong> se sentir triste ou não conseguir dormir direito depois de passar por um evento traumático.</p>
<p> </p>
<p><strong>Com ansiedade:</strong> pesadelos recorrentes e incapacidade de tirar da cabeça essa sensação desagradável.</p>
<p> </p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>Festas e reuniões</strong></span></p>
<p> </p>
<p><strong>Sem ansiedade:</strong> se sentir estranho ou ligeiramente desconfortável em ocasiões sociais, como festas e reuniões.</p>
<p> </p>
<p><strong>Com ansiedade:</strong> fugir dessas situações a todo custo pelo medo de ser julgado, constrangido ou humilhado por estranhos.</p>
<p> </p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>Provas ou apresentações no trabalho</strong></span></p>
<p> </p>
<p><strong>Sem ansiedade:</strong> ficar nervoso ou suar bastante durante uma prova ou uma apresentação no trabalho.</p>
<p> </p>
<p><strong>Com ansiedade:</strong> dificuldades para respirar ou falar e ficar com o coração acelerado, a ponto de não cumprir a tarefa.</p>
<p> </p>
<p><em><strong>&gt;&gt; Cadastre-se no whatsapp do Sindicato: <a href="https://api.whatsapp.com/send?phone=5513992092964" target="_blank">clique aqui (pelo celular)</a> e informe banco onde trabalha e seu nome.</strong></em></p>
<p>Fonte: Revista Saúde</p>
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