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	<title>servidores em greve &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>servidores em greve &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Servidores federais planejam greve no início de 2022</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[greve 2022 servidores]]></category>
		<category><![CDATA[servidores em greve]]></category>
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					<description><![CDATA[Mobilização começou após reajuste concedido pelo governo Bolsonaro apenas aos profissionais da Polícia Federal. Os demais acumulam mais de 50% de perdas salariais O governo do presidente Jair Bolsonaro (PL) &#8220;declarou guerra aos servidores públicos federais que não usam farda&#8221;. A constatação é de sindicatos, associações e fóruns que reúnem trabalhadores do serviço público federal.   [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Mobilização começou após reajuste concedido pelo governo Bolsonaro apenas aos profissionais da Polícia Federal. Os demais acumulam mais de 50% de perdas salariais</p>
<p></p>
<p>O governo do presidente Jair Bolsonaro (PL) &#8220;declarou guerra aos servidores públicos federais que não usam farda&#8221;. A constatação é de sindicatos, associações e fóruns que reúnem trabalhadores do serviço público federal.</p>
<p> </p>
<p>Em protesto contra o reajuste concedido no Orçamento de 2022 apenas aos profissionais da Polícia Federal, diversos grupos de funcionários do Executivo federal têm se mobilizado para construir uma greve no início de 2022.</p>
<p> </p>
<p>Informações do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) apontam que os servidores federais tiveram 50% de perda salarial e não tiveram reajuste nos últimos cinco anos.</p>
<p> </p>
<p>As queixas contra a reserva de R$ 1,7 bilhão no Orçamento para beneficiar policiais, atingiu diversos setores do funcionalismo, incluindo servidores de áreas como a tributária, de saúde, de diplomacia, de política monetária e do Ministério Público.</p>
<p> </p>
<p>Entidades como a Fonacate (Fórum Nacional das Carreiras Típicas de Estado) e a Federação Nacional dos Sindicatos de Trabalhadores em Saúde, Trabalho, Previdência e Assistência Social (Fenasps) já fizeram manifestações públicas sobre o tema.</p>
<p> </p>
<p>Servidores da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), da Fundação Nacional do Índio (Funai), da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), além de carreiras médicas e da Previdência, também pedem reajustes.</p>
<p> </p>
<p>&#8220;Em 2022 os desafios serão imensos, a começar pela urgência em construir a Greve Geral para derrotar este projeto de congelamento salarial e desmonte dos serviços públicos, somente na unidade e luta de todos/as derrotaremos este governo nazifascista&#8221;, disse a Fenasps, em comunicado.</p>
<p> </p>
<p>Os posicionamentos se somam ao movimento iniciado na Receita Federal, em que os servidores aprovaram indicativo de paralisação de atividades, operação padrão na aduana, meta zero (quando atividades não são completadas) e deixar de fazer o preenchimento de relatórios gerenciais.</p>
<p> </p>
<p>Os pedidos de exoneração na Receita chegaram a 635 e, agora, atingem o Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf), que perdeu 44 dirigentes. De acordo com o Sindicato Nacional dos Auditores-Fiscais da Receita Federal do Brasil (Sindifisco), o Brasil tem 7.950 auditores, sendo 6.071 analistas e 2.938 em funções comissionadas, ou seja, que não são servidores de carreira.</p>
<p> </p>
<p>Os pedidos de dispensa dos cargos de chefia não significa que os servidores abandonaram a carreira. Apenas o posto de comando fica vago, o que significa a paralisação, no caso do Carf, de diversos julgamentos de recursos analisados pelo órgão. Em nota, o sindicato da categoria anunciou que pode culminar na paralisação completa dos servidores.</p>
<p>Crédito: Tânia Rêgo/Agência Brasil<br />Fonte: Brasil de Fato | Brasília (DF)<br />Escrito por: Paulo Motoryn</p>
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