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	<title>Série &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>Série &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Raul Seixas: série faz revelação chocante sobre últimos dias do rei do rock</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Jun 2025 07:04:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Produção, lançada pelo Globoplay, conta trajetória do artista, que morreu em 1989, aos 44 anos A rica e polêmica trajetória do rei do rock brasileiro está relatada na série “Raul Seixas: Eu Sou”, lançada, nesta quinta-feira (26/6), pelo Globoplay. O artista morreu em 1989, aos 44 anos, em consequência de uma pancreatite aguda. A produção [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-1fecad55d63515e5abc65fd3754311d9">Produção, lançada pelo Globoplay, conta trajetória do artista, que morreu em 1989, aos 44 anos</h4>



<p>A rica e polêmica trajetória do rei do rock brasileiro está relatada na série “Raul Seixas: Eu Sou”, lançada, nesta quinta-feira (26/6), pelo Globoplay. O artista morreu em 1989, aos 44 anos, em consequência de uma pancreatite aguda.</p>



<p>A produção faz revelações que muitos fãs, provavelmente, desconhecem. Por exemplo: o inventário do artista, concluído em 1992, surpreendeu até mesmo familiares.</p>



<p>Raulzito, como era conhecido, não possuía nenhum imóvel em seu nome. Além disso, mantinha cerca de 300 cruzados novos em poupança (R$ 551,88, conversão realizada pela calculadora do Banco Central considerando o índice IPCA).</p>



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<div class="jlvid_container"><iframe title="&quot;Raul Seixas: Eu Sou&quot;: série sobre o Maluco Beleza mostra a vida do pai do rock brasileiro" width="1200" height="675" src="https://www.youtube.com/embed/HOrkrs_OiiI?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
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<p>“Ele (Raul Seixas) sofreu muito de solidão. Mesmo amando, não se entendia com ninguém. No fim, lamentou ter perdido a família. Qual delas? Ele não dizia”, destacou Eugênia Seixas, mãe de Raul, em carta anexada ao inventário.</p>



<p>O artista que encantou milhares de fãs morreu sozinho, em um apartamento em São Paulo. O inventário foi divulgado na exposição “Memória em Julgamento: Histórias que Marcaram a Justiça e a Sociedade”, lançada em junho de 2025, na sede do Supremo Tribunal Federal (STF), em Brasília.</p>



<p>Os direitos autorais sobre as canções feitas por Raul foram divididos entre três herdeiras. Simone, Scarlet e Vivian, frutos de três dos cinco casamentos do roqueiro, têm direito aos lucros com reproduções e regravações de canções do artista.</p>



<p>Das três filhas, somente Vivian Seixas, filha de Kika Seixas, mantém carreira musical e reside no Brasil. As irmãs moram nos Estados Unidos.</p>



<p>Kika foi responsável pelo inventário de Raul, mesmo estando separada dele desde 1984. O músico ainda viveu um relacionamento com Lena Coutinho depois dela, entre 1985 e 1988, de acordo com o espólio.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Raul, Ângela Diniz e Tim Mais</h4>



<p>O documento está disponível para visitantes da exposição em Brasília, porém, ainda não foi digitalizado. Além do inventário de Raul Seixas, o STF disponibilizou processos envolvendo o assassinato da socialite Ângela Diniz e o espólio do cantor Tim Maia.</p>



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<div class="jlvid_container"><iframe title="Raul Seixas - Tente Outra Vez (Videoclipe Oficial)" width="1200" height="675" src="https://www.youtube.com/embed/hu_XSw4e9GU?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
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		<title>Série documental da Netflix escancara crimes do HSBC</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/serie-documental-da-netflix-escancara-crimes-do-hsbc/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Bradesco]]></category>
		<category><![CDATA[Dinheiro Sujo]]></category>
		<category><![CDATA[Netflix]]></category>
		<category><![CDATA[Série]]></category>
		<category><![CDATA[Tráfico]]></category>
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					<description><![CDATA[A série traz histórias reais de sofrimento provocado por ações criminosas de corporações. “Um outro ponto de vista é simplesmente ver de um lugar onde você não está.” As palavras são parte do conjunto de ações publicitárias do banco HSBC. A série Na Rota do Dinheiro Sujo, produzida pela gigante do streaming audiovisual Netflix, parte [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A série traz histórias reais de sofrimento provocado por ações criminosas de corporações.<br />
</p>
<p>“Um outro ponto de vista é simplesmente ver de um lugar onde você não está.” As palavras são parte do conjunto de ações publicitárias do banco <a href="https://santosbancarios.com.br/artigos/hsbc" target="_blank">HSBC</a>. A série Na Rota do Dinheiro Sujo, produzida pela gigante do streaming audiovisual Netflix, parte deste slogan para escancarar as ações ilegais do banco em um dos melhores episódios da temporada: “O Banco dos Cartéis”.</p>
<p> </p>
<p>A série trabalha com refinada linguagem documental e maestria na produção, o que a torna viciante, como muitas das produções da Netflix. As histórias reais mostram o sofrimento desencadeado por ações criminosas de grandes corporações. Para sustentar o argumento, uma grande quantidade de depoimentos, documentos e apurações jornalísticas. A série tem, até então, seis episódios que abordam, entre outros, a adulteração de motores pela Volkswagen, a indústria farmacêutica e chegam até o império financeiro do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.</p>
<p> </p>
<p>O ponto central das críticas ao HSBC é sua ligação com o cartel de drogas no México. É possível citar como um problema da série o fato de terem deixado de lado a questão da falência do modelo de combate ao tráfico de drogas, por meio de repressão e proibicionismo, apesar de apresentar o caráter fraudulento da “guerra às drogas”.</p>
<p> </p>
<p>Por outro lado, o documentário centraliza sua investigação em como cartéis operacionalizam as transações dentro deste mundo. Em outras palavras, como é possível lavar o dinheiro do tráfico de drogas, como injetar esta enorme quantidade de riqueza obtida de maneira ilegal no sistema financeiro, que retorna para membros dos cartéis, incluindo autoridades, de forma legal e lícita.</p>
<p> </p>
<p>A maior parte do dinheiro obtido diretamente do tráfico é composta por notas de pequeno valor, usadas pelos usuários finais aos aos distribuidores locais pela droga que vão consumir. O episódio mostra que um pacote de US$ 1 milhão em notas de U$ 100 pesa aproximadamente 10 quilos. Já em notas de U$ 20, são 50 quilos; em notas de U$ 5, 200 quilos. São milhares de quilos de notas provenientes do tráfico. A circulação desta enorme quantia de dinheiro vivo se dá de forma relativamente tranquila pela fronteira, visto que norte-americanos entram sem maiores problemas no país latino.</p>
<p> </p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>O papel do sistema financeiro</strong></span></p>
<p>Após este dinheiro físico chegar em solo mexicano, começa a atuação do sistema financeiro. Um dos métodos apontados pela série é a utilização deste dinheiro por integrantes dos cartéis como garantias de empréstimos junto a bancos menores, locais. Este era o caso do Banco Bital, forte especialmente na região mexicana de Sinaloa, onde a produção de narcotráficos é marcante. Essa instituição fora comprada em 2002 pelo HSBC, que desde então e por contrato, não checa de perto as movimentações suspeitas do antigo banco.</p>
<p> </p>
<p>A produção da Netflix chegou a entrevistar um ex-executivo do HSBC da área de investigação a fraudes. Everett Stern se apresenta como alguém com “o sonho de fazer o bem”. O que não aconteceu, de acordo com a própria avaliação de Stern. O executivo afirma ter percebido que o banco fraudava sistemas de investigações para favorecer transações de entidades criminosas internacionalmente conhecidas, incluindo dos cartéis mexicanos.</p>
<p> </p>
<p>A Justiça dos Estados Unidos, em 2012, condenou o banco a pagar U$ 2 bilhões. Uma “pechincha” pela quantidade de dinheiro ilegal que passa pela instituição. Ainda foi feito um acordo para que não houvesse acusação criminal de nenhum dos envolvidos, sob uma promessa do banco de melhorar seu sistema de investigação. Em tal declaração, ao firmar o acordo com a Justiça, o banco confessa os crimes, mas segue sem punição. “Se o cartel de Sinaloa prometesse parar de traficar, ele seria inocentado?”, questionou um jornalista na coletiva da Procuradoria-Geral que anunciou a pena.</p>
<p> </p>
<p>“Se você for pego com 30 gramas de cocaína, as chances de você ir para a cadeia são grandes. Se isso se repetir, você pode ir para a cadeia pelo resto de sua vida. Mas se você lavar bilhões de dólares para cartéis de drogas e violar sanções internacionais, sua empresa paga uma multa e você vai para casa dormir tranquilamente. Acho que está errado”, conclui sobre o caso a senadora democrata norte-americana Elizabeth Warren.</p>
<p> </p>
<p><iframe src="//www.youtube.com/embed/CsplLiZHbj0" width="560" height="314" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>Fonte: Rede Brasil Atual</p>
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