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	<title>Sequestro &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>Sequestro &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Bancário sequestrado após ser confundido com gerente será indenizado</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/bancario-sequestrado-apos-ser-confundido-com-gerente-sera-indenizado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Feb 2026 07:33:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Bancário]]></category>
		<category><![CDATA[Danos Morais]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Indenização]]></category>
		<category><![CDATA[Sequestro]]></category>
		<category><![CDATA[TRT da 3ª Região]]></category>
		<category><![CDATA[Violência]]></category>
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					<description><![CDATA[Tribunal reconheceu a responsabilidade objetiva da instituição financeira empregadora pela atividade de risco. A 2ª turma do TRT da 3ª Região determinou o pagamento de indenização por danos morais no valor de R$ 30 mil a bancário que foi sequestrado dentro de casa, junto da família, após ser confundido com gerente da instituição financeira.  Conforme [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-2">Tribunal reconheceu a responsabilidade objetiva da instituição financeira empregadora pela atividade de risco.</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A 2ª turma do <a href="https://portal.trt3.jus.br/internet" data-type="link" data-id="https://portal.trt3.jus.br/internet">TRT da 3ª Região</a> determinou o pagamento de indenização por danos morais no valor de R$ 30 mil a bancário que foi sequestrado dentro de casa, junto da família, após ser confundido com gerente da instituição financeira. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Conforme relatado, três homens invadiram a residência e mantiveram todos como reféns. Estavam no imóvel o bancário, o irmão, os pais e uma prima de sete meses. No processo, o profissional sustentou que os assaltantes acreditavam que ele era o gerente, vez que trabalhava no banco e tinha nome semelhante ao da verdadeira gerente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda, segundo o empregado, a falha de segurança da instituição teria contribuído para a concretização do roubo.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Atividade de risco</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Ao analisar o caso no TRT, a relatora, desembargadora relatora Gisele de Cássia Vieira Dias Macedo, afirmou que a atividade bancária se enquadra como atividade de risco e, por isso, atrai a responsabilidade objetiva.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Não há dúvida de que os empregados que desenvolvem atividades bancárias estão mais sujeitos a riscos de assaltos, especialmente aqueles com acesso aos cofres da agência, como os gerentes”, afirmou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para a magistrada, o fato de o bancário ter sido confundido com a gerente não rompeu a relação entre o crime e o vínculo de emprego. “Nesse cenário, é aplicável a responsabilidade objetiva prevista no parágrafo único do artigo 927 do CC, sendo devida, independentemente de culpa, a indenização pelos danos sofridos”, observou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por fim, reconheceu que as consequências do sequestro são evidentes e dispensam prova, por se tratar de dano presumido. Na quantificação, ponderou o grau de culpa do ofensor, a extensão da lesão e a capacidade econômica das partes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O montante deve ser suficiente para compensar o sofrimento da vítima, sem se converter em um meio de enriquecimento sem causa, e ter o efeito pedagógico, evitando a reincidência do empregador”, concluiu.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Acompanhando o entendimento, o colegiado fixou a indenização em R$ 30 mil.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>TST: Bancário sequestrado em assalto será indenizado em R$ 300 mil</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/tst-bancario-sequestrado-em-assalto-sera-indenizado-em-r-300-mil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Jun 2025 06:19:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[ação trabalhista]]></category>
		<category><![CDATA[Assalto]]></category>
		<category><![CDATA[Bancário]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Indenização]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Sequestro]]></category>
		<category><![CDATA[TST]]></category>
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					<description><![CDATA[Justiça decidiu que o valor se refere ao impacto emocional do crime, já que a incapacidade para o trabalho foi reparada anteriormente. O TST reviu o valor da indenização a ser paga pelo Banco do Brasil a funcionário que foi vítima de extorsão mediante sequestro, fixando-o em R$ 300 mil. Tal quantia destina-se exclusivamente a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-4">Justiça decidiu que o valor se refere ao impacto emocional do crime, já que a incapacidade para o trabalho foi reparada anteriormente.</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O <a href="https://www.tst.jus.br/" data-type="link" data-id="https://www.tst.jus.br/">TST</a> reviu o valor da indenização a ser paga pelo <a href="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/banco-do-brasil-noticias/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/banco-do-brasil-noticias/">Banco do Brasil</a> a funcionário que foi vítima de extorsão mediante sequestro, fixando-o em R$ 300 mil. Tal quantia destina-se exclusivamente a compensar o impacto psicológico resultante do crime, não abrangendo a incapacidade laboral do bancário, que já foi objeto de reparação por danos materiais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O caso envolveu um assistente de negócios de uma agência bancária em Nova Resende/MG que, em março de 2020, foi mantido refém em sua residência, juntamente com sua esposa, por criminosos armados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na manhã seguinte, a filha e o neto do bancário também foram feitos reféns. Parte dos criminosos levou os familiares para um cativeiro, enquanto o restante forçou o bancário a transportar dinheiro da agência para um veículo, antes de abandoná-lo sem informações sobre o paradeiro de seus entes queridos. Posteriormente, os reféns foram libertados em uma área rural.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na ação trabalhista, o bancário relatou que toda a família necessitou de acompanhamento psicológico e psiquiátrico devido ao trauma. Ele alegou que o abalo psicológico o afastou do trabalho por incapacidade total e temporária.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O juízo de primeira instância havia fixado a indenização por dano moral em R$ 500 mil, negando, contudo, a reparação por dano material, sob o argumento de que o empregado continuava a trabalhar, ainda que remotamente, e que sua incapacidade era parcial e temporária.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O TRT da 3ª região manteve a condenação por dano moral no valor original, mas também reconheceu o direito à reparação por lucros cessantes, correspondente ao período de incapacidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao analisar o recurso do Banco do Brasil, o ministro Amaury Rodrigues, relator do caso, esclareceu que a indenização por danos extrapatrimoniais deve se limitar ao abalo psicológico decorrente do sequestro, uma vez que os prejuízos financeiros já foram devidamente indenizados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em sua análise, a manutenção do valor de R$ 500 mil pelo TRT, somada à indenização por danos materiais, configuraria uma duplicidade e um excesso na fixação do dano moral.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Processo: <a href="https://consultaprocessual.tst.jus.br/consultaProcessual/consultaTstNumUnica.do?consulta=Consultar&amp;conscsjt=&amp;numeroTst=10259&amp;digitoTst=64&amp;anoTst=2021&amp;orgaoTst=5&amp;tribunalTst=03&amp;varaTst=0081&amp;submit=Consultar" data-type="link" data-id="https://consultaprocessual.tst.jus.br/consultaProcessual/consultaTstNumUnica.do?consulta=Consultar&amp;conscsjt=&amp;numeroTst=10259&amp;digitoTst=64&amp;anoTst=2021&amp;orgaoTst=5&amp;tribunalTst=03&amp;varaTst=0081&amp;submit=Consultar">RR-10259-64.2021.5.03.0081</a></h4>



<h4 class="wp-block-heading"><a href="https://www.migalhas.com.br/arquivos/2025/6/8DF36BFE35435F_tst333.pdf" data-type="link" data-id="https://www.migalhas.com.br/arquivos/2025/6/8DF36BFE35435F_tst333.pdf">Leia aqui o acórdão</a>.</h4>
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			</item>
		<item>
		<title>Mantida reintegração de bancária do Itaú portadora de transtorno bipolar</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/mantida-reintegracao-de-bancaria-do-itau-portadora-de-transtorno-bipolar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SEEB Santos e Região]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Bipolar]]></category>
		<category><![CDATA[Sequestro]]></category>
		<category><![CDATA[Transtorno]]></category>
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					<description><![CDATA[A Primeira Turma do Tribunal Superior do Trabalho manteve decis&#227;o que determinou a reintegra&#231;&#227;o de ex-gerente do Ita&#250; Unibanco S.A. portadora de transtorno afetivo bipolar. &#160;O Tribunal Regional do Trabalho da 2&#170; Regi&#227;o (SP) considerou a dispensa discriminat&#243;ria, principalmente devido &#224; exist&#234;ncia de atestado m&#233;dico que solicitou o afastamento da banc&#225;ria a partir da data [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p></p>
<p>A Primeira Turma do Tribunal Superior do Trabalho manteve decis&atilde;o que determinou a reintegra&ccedil;&atilde;o de ex-gerente do Ita&uacute; Unibanco S.A. portadora de transtorno afetivo bipolar. &nbsp;O Tribunal Regional do Trabalho da 2&ordf; Regi&atilde;o (SP) considerou a dispensa discriminat&oacute;ria, principalmente devido &agrave; exist&ecirc;ncia de atestado m&eacute;dico que solicitou o afastamento da banc&aacute;ria a partir da data em que ela foi demitida.</p>
<p>A trabalhadora foi admitida na institui&ccedil;&atilde;o financeira em maio de 1989 e demitida em junho de 2011, quando exercia a fun&ccedil;&atilde;o de gerente executiva de neg&oacute;cios. Ao acolher seu recurso contra decis&atilde;o de primeiro grau que n&atilde;o reconheceu o direito &agrave; reintegra&ccedil;&atilde;o, o Tribunal Regional ressaltou que, mesmo n&atilde;o existindo norma legal que garanta estabilidade a portador de doen&ccedil;a psiqui&aacute;trica, a jurisprud&ecirc;ncia tem sido no sentido de que &eacute; devida a reintegra&ccedil;&atilde;o quando houver &quot;dispensa arbitr&aacute;ria e discriminat&oacute;ria, devido &agrave; aus&ecirc;ncia de motivo disciplinar, t&eacute;cnico, econ&ocirc;mico ou financeiro&quot;.</p>
<p>O TRT n&atilde;o aceitou a alega&ccedil;&atilde;o do banco de desconhecimento do problema de sa&uacute;de da banc&aacute;ria, pois ela afirmou, sem contesta&ccedil;&atilde;o, ter sido procurada por uma assistente social ou psic&oacute;logo da institui&ccedil;&atilde;o em 2005, ap&oacute;s ter sido feita de ref&eacute;m na ag&ecirc;ncia durante um assalto. Al&eacute;m disso, apresentou o atestado que pedia seu afastamento por 60 dias, contados a partir da data da dispensa.</p>
<p>Para o Regional, caberia ao banco encaminh&aacute;-la &agrave; Previd&ecirc;ncia Social para in&iacute;cio do aux&iacute;lio previdenci&aacute;rio, e n&atilde;o dispens&aacute;-la. &quot;Faltou ao empregador sensibilidade e houve pouco acuro com a pr&oacute;pria fun&ccedil;&atilde;o social que lhe &eacute; inerente&quot;, concluiu.</p>
<p><strong>Convic&ccedil;&atilde;o</strong></p>
<p>Para o desembargador Alexandre Teixeira de Freitas Bastos Cunha, relator na Primeira Turma do recurso de agravo de instrumento interposto pelo banco, o Tribunal Regional condenou o Ita&uacute; a reintegrar a banc&aacute;ria com base nos elementos de convic&ccedil;&atilde;o constantes no processo. Ele destacou, entre esses elementos, o atestado m&eacute;dico que determinava o afastamento a partir do exato dia de sua demiss&atilde;o. O desembargador n&atilde;o constatou viola&ccedil;&atilde;o legal na decis&atilde;o, requisito para o acolhimento do recurso.</p>
<p>Fonte: TST</p>
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