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	<title>Sentença &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>Sentença &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<item>
		<title>Justiça condena instituição financeira em ação trabalhista bancária</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/justica-condena-instituicao-financeira-em-acao-trabalhista-bancaria/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Apr 2026 09:56:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[ação trabalhista]]></category>
		<category><![CDATA[Assédio moral]]></category>
		<category><![CDATA[Banco]]></category>
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					<description><![CDATA[Justiça do Trabalho de SP reconhece rescisão indireta contra banco, em causa de R$ 2,76 mi, por condutas graves, e determina pagamento de verbas trabalhistas e indenizações. A controvérsia teve origem em alegações de descumprimento contratual reiterado por parte do empregador, incluindo acúmulo de funções, irregularidades na concessão de intervalos intrajornada e fracionamento indevido de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-9e19abe89f5fdbdb1f20539d1dd9bd9e">Justiça do Trabalho de SP reconhece rescisão indireta contra banco, em causa de R$ 2,76 mi, por condutas graves, e determina pagamento de verbas trabalhistas e indenizações.</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A controvérsia teve origem em alegações de descumprimento contratual reiterado por parte do empregador, incluindo acúmulo de funções, irregularidades na concessão de intervalos intrajornada e fracionamento indevido de férias. Contudo, o ponto central da demanda residiu nas denúncias de assédio moral, metas abusivas e, especialmente, na forma como a empresa lidou com episódio de abuso sexual e violência de gênero no ambiente de trabalho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No tocante ao assédio moral, restou comprovado que a trabalhadora era submetida a cobranças excessivas por metas, com exposição pública de rankings, pressão psicológica intensa e ameaças de transferência ou dispensa. Testemunhas confirmaram a prática de constrangimento perante colegas, o que levou o juízo a reconhecer abuso do poder diretivo, violação à dignidade da empregada e consequente dever de indenizar. A empresa foi condenada ao pagamento de R$ 15.000,00 a título de danos morais, valor atualizado conforme os critérios fixados na sentença.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda mais grave foi o reconhecimento de falha empresarial diante de denúncia de abuso sexual. Ficou demonstrado que a trabalhadora não recebeu o devido acolhimento, tendo sido desacreditada, exposta a falas machistas e, inclusive, compelida a conviver com o agressor após o ocorrido. O gestor, segundo apurado, tentou minimizar a situação, deixou de adotar providências imediatas e permitiu o retorno do acusado ao mesmo ambiente de trabalho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A decisão destacou que tal conduta configura omissão patronal e violação ao dever de garantir um ambiente laboral seguro e digno. Embora o agressor tenha sido posteriormente desligado após investigação interna, o juízo entendeu que a medida tardia não afastou a gravidade da omissão inicial. Diante disso, foi fixada indenização por danos morais no valor de R$ 75.000,00.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com base nesse conjunto fático, a Justiça do Trabalho reconheceu a rescisão indireta do contrato, nos termos do art. 483 da CLT, equiparando a situação a uma dispensa sem justa causa por culpa do empregador. Foram deferidas à trabalhadora todas as verbas rescisórias correspondentes, incluindo saldo de salário, aviso prévio indenizado de 90 dias, 13º salário integral e proporcional, férias vencidas e proporcionais acrescidas de um terço, além de FGTS com multa de 40% e liberação das guias para saque e seguro-desemprego.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No que se refere às férias, a sentença também reconheceu irregularidade no fracionamento imposto pela empresa. Embora a legislação admita o parcelamento, restou comprovado que não houve anuência da empregada, mas sim imposição da gestão. Assim, foi deferido o pagamento em dobro, acrescido de um terço, relativo aos períodos aquisitivos de 2019/2020 a 2022/2023. A decisão ainda determinou obrigações de fazer, como a baixa na CTPS e a entrega dos documentos necessários à efetivação dos direitos reconhecidos, sob pena de aplicação de multas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O caso evidencia a crescente atenção da Justiça do Trabalho à proteção da dignidade da pessoa trabalhadora, especialmente em situações que envolvem violência de gênero e assédio no ambiente corporativo. Reforça-se, assim, o entendimento de que o poder diretivo do empregador encontra limites nos direitos fundamentais do empregado, sendo inadmissível qualquer conduta que comprometa sua integridade física, psíquica ou moral.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A sentença analisada representa importante precedente no sentido de responsabilizar empregadores não apenas por ações diretas, mas também por omissões diante de situações graves, consolidando o dever de promoção de um ambiente de trabalho seguro, saudável e respeitoso. O caso reforça a proteção legal da dignidade do trabalhador, evidenciando que o poder diretivo do empregador encontra limites nos direitos fundamentais do empregado. Condutas abusivas, assédio moral, machismo e omissão diante de violência sexual geram responsabilidade civil e trabalhista, consolidando o dever do empregador de garantir um ambiente de trabalho seguro, saudável e respeitoso.</p>



<h3 class="wp-block-heading has-text-align-center"><a href="https://santosbancarios.com.br/sindicalize-se/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/sindicalize-se/">Fortaleça suas lutas. Sindicalize-se!</a></h3>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>TST: Itaú indenizará empregada por agravo de síndrome pós-poliomielite</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/tst-itau-indenizara-empregada-por-agravo-de-sindrome-pos-poliomielite/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 09 Nov 2025 08:55:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Itaú]]></category>
		<category><![CDATA[bancária]]></category>
		<category><![CDATA[deficiência física]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Indenização]]></category>
		<category><![CDATA[INSS]]></category>
		<category><![CDATA[Itaú Unibanco]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Sentença]]></category>
		<category><![CDATA[síndrome pós-poliomielite]]></category>
		<category><![CDATA[TST]]></category>
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					<description><![CDATA[Colegiado reconheceu a culpa da instituição pela piora da saúde da empregada. A 7ª turma do TST reconheceu a responsabilidade do Itaú Unibanco pelo agravamento da síndrome pós-poliomielite de bancária com deficiência física que exercia a função de caixa. O colegiado entendeu que o banco não adotou medidas adequadas para adaptar o ambiente laboral às [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-ce4a84cc64614dd25392323223b3849a">Colegiado reconheceu a culpa da instituição pela piora da saúde da empregada.</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A 7ª turma do <a href="https://www.tst.jus.br/" data-type="link" data-id="https://www.tst.jus.br/">TST</a> reconheceu a responsabilidade do <a href="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/itau-noticias/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/itau-noticias/">Itaú Unibanco</a> pelo agravamento da síndrome pós-poliomielite de bancária com deficiência física que exercia a função de caixa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O colegiado entendeu que o banco não adotou medidas adequadas para adaptar o ambiente laboral às limitações da trabalhadora e restabeleceu a sentença que havia fixado indenização por danos morais em R$ 30 mil, além de pensão mensal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A trabalhadora, contratada como pessoa com deficiência, exercia a função de caixa desde 2009 e alegou que o Itaú não adaptou o posto de trabalho às suas necessidades físicas, o que teria agravado sua síndrome pós-poliomielite.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na ação, ela também afirmou ter sido submetida a ambiente de alta cobrança por metas e jornadas desgastantes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 1ª instância, o juízo reconheceu a culpa do banco, destacando que as condições ergonômicas eram inadequadas e que houve exigência de esforço repetitivo incompatível com a deficiência da bancária.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A decisão condenou a instituição ao pagamento de pensão mensal e indenização por danos morais em R$ 30 mil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No entanto, o TRT da 18ª região reformou a sentença, afastando a condenação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O tribunal reconheceu o nexo concausal entre o trabalho e o agravamento da doença, mas entendeu que não houve culpa do banco, ao considerar que a instituição havia trocado o posto de trabalho da empregada após seu retorno do INSS e concedia intervalos compatíveis com as funções desempenhadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao analisar o caso no TST, o relator, desembargador Alexandre Agra Belmonte, reconheceu que o banco permitiu que a trabalhadora atuasse em ambiente inadequado, com esforço físico superior à sua capacidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Com esses fundamentos, não há como afastar a culpa do empregador no agravamento da doença, sobretudo porque ficou claro do quadro fático as condições inadequadas de trabalho diante da condição especial ostentada pela empregada&#8221;, ressaltou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Acompanhando o entendimento, a turma concluiu que o Itaú foi culposo ao não prevenir o agravamento da doença.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Diante disso, o colegiado decidiu, por unanimidade, restabelecer a sentença da 1ª instância que condenou o banco ao pagamento de pensão mensal e indenização por danos morais, determinando o retorno do processo ao TRT da 18ª região para que seja fixado o marco inicial da pensão.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Processo: <a href="https://consultaprocessual.tst.jus.br/consultaProcessual/consultaTstNumUnica.do?consulta=Consultar&amp;conscsjt=&amp;numeroTst=11786&amp;digitoTst=63&amp;anoTst=2017&amp;orgaoTst=5&amp;tribunalTst=18&amp;varaTst=0052&amp;submit=Consultar" data-type="link" data-id="https://consultaprocessual.tst.jus.br/consultaProcessual/consultaTstNumUnica.do?consulta=Consultar&amp;conscsjt=&amp;numeroTst=11786&amp;digitoTst=63&amp;anoTst=2017&amp;orgaoTst=5&amp;tribunalTst=18&amp;varaTst=0052&amp;submit=Consultar">RRAg-11786-63.2017.5.18.0052</a></h4>



<h4 class="wp-block-heading"><a href="https://www.migalhas.com.br/arquivos/2025/11/A413E814E059F7_TSTBancoindenizarabancariapora.pdf" data-type="link" data-id="https://www.migalhas.com.br/arquivos/2025/11/A413E814E059F7_TSTBancoindenizarabancariapora.pdf">Leia o acórdão</a>.</h4>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>TRT condena empresa por demitir empregada que ajuizou ação trabalhista</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/trt-condena-empresa-por-demitir-empregada-que-ajuizou-acao-trabalhista/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Jan 2025 09:50:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[10ª vara do Trabalho de Porto Alegre]]></category>
		<category><![CDATA[ação trabalhista]]></category>
		<category><![CDATA[Covid-19]]></category>
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		<category><![CDATA[Negociadora]]></category>
		<category><![CDATA[Sentença]]></category>
		<category><![CDATA[Tribunal Regional do Trabalho (TRT)]]></category>
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					<description><![CDATA[Colegiado considerou a demissão discriminatória, evidenciando retaliação por parte da empresa A 6ª turma do TRT da 4ª região condenou empresa a indenizar negociadora dispensada após ter ingressado com uma ação trabalhista. O colegiado considerou a demissão discriminatória, com base na lei 9.029/95, e determinou o pagamento de R$ 10 mil por danos morais, além [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-6ed2b20b49b4d3e519f315929091171d">Colegiado considerou a demissão discriminatória, evidenciando retaliação por parte da empresa</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A 6ª turma do TRT da 4ª região condenou empresa a indenizar negociadora dispensada após ter ingressado com uma ação trabalhista. O colegiado considerou a demissão discriminatória, com base na lei 9.029/95, e determinou o pagamento de R$ 10 mil por danos morais, além da remuneração em dobro do período entre o afastamento e a data da sentença.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A empregada ajuizou ação trabalhista em junho de 2021, buscando o reconhecimento como financiária, o enquadramento sindical adequado, o pagamento de salários e vantagens previstos em normas coletivas e a rescisão indireta do contrato. Em outubro do mesmo ano, após retornar de um afastamento por covid-19, foi demitida sem justa causa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A negociadora argumentou que outros nove colegas também foram dispensados após ajuizarem ações trabalhistas contra a empresa, indicando uma prática discriminatória. A sentença inicial, da 10ª vara do Trabalho de Porto Alegre, não reconheceu a demissão como discriminatória, considerando que a covid-19 não configura estigma ou preconceito e que a empregada já pleiteava a rescisão indireta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Veja-se que na ação anterior a autora pleiteou a rescisão indireta do contrato, e diante da posterior dispensa imotivada, caso não tivesse sido postulada a desistência do pedido naqueles autos, ter-se-ia a perda do objeto do pedido&#8221;, afirmou a juíza de primeiro grau.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Insatisfeita, a trabalhadora recorreu ao TRT. A desembargadora Maria Cristina Schaan Ferreira, relatora do caso na 6ª turma, considerou haver provas suficientes da retaliação, com base nos depoimentos de testemunhas e na demissão de outros empregados em situações semelhantes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Embora o empregador tenha o direito de dispensar empregados sem justa causa, essa prerrogativa não pode ser exercida de forma arbitrária, devendo respeitar a dignidade da pessoa humana e os valores sociais do trabalho&#8221;, declarou a desembargadora.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A relatora também destacou que a empresa deveria ter buscado um acordo, judicial ou extrajudicial, ou, ao menos, esclarecido o motivo da dispensa. Com base na lei 9.029/95, que proíbe práticas discriminatórias no acesso e manutenção da relação de trabalho, o colegiado reformou a sentença.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A empresa foi condenada ao pagamento da indenização por danos morais, fixada em R$ 10 mil, e à remuneração em dobro do período entre a demissão e a sentença.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Tribunal omitiu o número do processo.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Mantida justa causa de bancária que enviou dados sigilosos a e-mail pessoal</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/mantida-justa-causa-de-bancaria-que-enviou-dados-sigilosos-a-e-mail-pessoal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Oct 2024 07:19:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[bancária]]></category>
		<category><![CDATA[Código de ética]]></category>
		<category><![CDATA[dados sigilosos]]></category>
		<category><![CDATA[Demissão]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[infração]]></category>
		<category><![CDATA[Instituição Financeira]]></category>
		<category><![CDATA[Justa Causa]]></category>
		<category><![CDATA[penalidade]]></category>
		<category><![CDATA[Sentença]]></category>
		<category><![CDATA[vazamento das informações]]></category>
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					<description><![CDATA[Relator do caso destacou a legitimidade da penalidade, considerando a gravidade da conduta e a proteção de dados O TRT da 3ª região manteve a decisão que considerou válida a dispensa por justa causa de uma ex-funcionária de um banco em Uberlândia/MG. A trabalhadora havia enviado uma lista de clientes contendo informações sigilosas, como CPF [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-10d4bef1bbb3cee7a6bfaada95ef0a8c">Relator do caso destacou a legitimidade da penalidade, considerando a gravidade da conduta e a proteção de dados</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O TRT da 3ª região manteve a decisão que considerou válida a dispensa por justa causa de uma ex-funcionária de um banco em Uberlândia/MG. A trabalhadora havia enviado uma lista de clientes contendo informações sigilosas, como CPF e número de conta, para seu endereço de e-mail pessoal, infringindo o código de ética da instituição financeira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O juiz convocado Carlos Roberto Barbosa fundamentou a decisão no respeito aos princípios da imediaticidade, gradação e proporcionalidade na aplicação da penalidade. A ex-empregada recorreu da decisão, alegando que a prática era comum entre os colegas e que o envio dos dados tinha como objetivo comprovar as pressões sofridas para o cumprimento de metas e desvio de função. Ela afirmou ainda que não houve o vazamento das informações para terceiros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A detecção do envio dos dados sigilosos foi realizada pelo Departamento de Segurança Corporativa do banco. Durante o processo, a ex-funcionária confirmou ter conhecimento do código de ética e passado por treinamentos sobre o tema. Ela também admitiu ter solicitado sua demissão semanas antes do ocorrido, alegando problemas de saúde. O preposto do banco, por sua vez, confirmou que a dispensa se deu exclusivamente pelo envio indevido dos dados dos clientes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O relator do caso destacou que a alegação de ausência de prejuízo ao banco não se sustenta, visto que a conduta da ex-funcionária violou as normas da empresa e gerou risco à segurança das informações dos clientes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O magistrado considerou as provas suficientes para a aplicação da justa causa, ressaltando a gravidade da conduta e a quebra de confiança na relação entre as partes. A imediatidade da dispensa também foi considerada justificada, visto que o banco tomou conhecimento do fato em 8 de março de 2022 e a demissão ocorreu em 28 do mesmo mês, tempo considerado hábil para a apuração dos fatos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Diante do exposto, o colegiado manteve a sentença proferida pela 3ª vara do Trabalho de Uberlândia/MG, confirmando a justa causa da dispensa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Tribunal omitiu o número do processo.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Banco indenizará funcionário por ofensas homofóbicas</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/banco-indenizara-funcionario-por-ofensas-homofobicas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jul 2024 07:49:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[ação trabalhista]]></category>
		<category><![CDATA[Acusação]]></category>
		<category><![CDATA[Cobranças por Metas]]></category>
		<category><![CDATA[Condenação]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Homofobia]]></category>
		<category><![CDATA[Indenização]]></category>
		<category><![CDATA[Instituição Financeira]]></category>
		<category><![CDATA[ofensas homofóbicas]]></category>
		<category><![CDATA[Sentença]]></category>
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					<description><![CDATA[Bancário conseguiu provar que foi vítima de ofensas homofóbicas no ambiente de trabalho A 8ª turma do TRT da 2ª região manteve sentença que condenou banco ao pagamento de indenização a bancário vítima de ofensas homofóbicas.&#160;No entanto, o valor da indenização, inicialmente fixado em R$ 50 mil, foi reduzido para R$ 30 mil, já que [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-087991b3f1ac204242fa86d236e41e43">Bancário conseguiu provar que foi vítima de ofensas homofóbicas no ambiente de trabalho</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A 8ª turma do TRT da 2ª região manteve sentença que condenou banco ao pagamento de indenização a bancário vítima de ofensas homofóbicas.&nbsp;No entanto, o valor da indenização, inicialmente fixado em R$ 50 mil, foi reduzido para R$ 30 mil, já que o tribunal não reconheceu a&nbsp;alegação de cobrança abusiva de metas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No caso, o funcionário moveu ação trabalhista contra a instituição financeira, alegando cobrança abusiva de metas e tratamento discriminatório. O banco, por sua vez, negou as acusações.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Testemunhas e perícia</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A relatora do caso,&nbsp;desembargadora&nbsp;Cynthia Gomes Rosa, considerou que, embora não tenha ficado comprovado o abuso relacionado às metas, a discriminação homofóbica ficou evidente no processo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma testemunha do próprio banco confirmou as ofensas, buscando minimizá-las como &#8220;brincadeiras&#8221;. Além disso, a&nbsp;testemunha apresentada pelo funcionário relatou falas agressivas por parte dos seguranças, incluindo ameaças de violência física.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o colegiado, a gravidade das ofensas foi corroborada por perícia, que apontou o tratamento recebido como fator que contribuiu para o agravamento do transtorno de ansiedade e depressão do funcionário.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assim, ao final, a turma reconheceu o sofrimento psicológico do trabalhador, ressaltando que a indenização por dano moral é devida mesmo que ele esteja apto ao trabalho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O tribunal não informou o número do processo.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Banco indenizará empregada por acidente ao substituir colega</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/banco-indenizara-empregada-por-acidente-ao-substituir-colega/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 06 Jul 2024 07:59:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bradesco]]></category>
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		<category><![CDATA[Testemunha]]></category>
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					<description><![CDATA[Justiça determinou pagamento de indenização por danos morais a ex-bancária que sofreu acidente durante deslocamento para substituir temporariamente outro trabalhador A Justiça do Trabalho determinou o pagamento de indenização por danos morais no valor de R$ 10 mil a uma ex-empregada de um banco que sofreu um acidente de trânsito enquanto se deslocava para substituir [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-016262e733ba1bc8a6af641e084bd2f7">Justiça determinou pagamento de indenização por danos morais a ex-bancária que sofreu acidente durante deslocamento para substituir temporariamente outro trabalhador</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A Justiça do Trabalho determinou o pagamento de indenização por danos morais no valor de R$ 10 mil a uma ex-empregada de um <a href="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/bradesco-noticias/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/bradesco-noticias/">banco</a> que sofreu um acidente de trânsito enquanto se deslocava para substituir temporariamente um colega. A decisão foi proferida pela 3ª turma do TRT da 3ª região, que manteve a sentença de primeiro grau.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A reclamante relatou que foi instruída pelo <a href="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/bradesco-noticias/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/bradesco-noticias/">banco</a> a prestar serviços temporários e precisava se deslocar diariamente de cidade, utilizando seu próprio veículo. A distância entre as duas cidades é de 61 quilômetros. Segundo a trabalhadora, o acidente causou-lhe danos morais significativos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma testemunha, colega da reclamante na época do acidente, confirmou que a substituição de funcionários em diferentes agências era comum, e que, em algumas ocasiões, o banco não pagava o hotel para pernoite, obrigando os empregados a retornarem para suas casas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A testemunha também mencionou que a reclamante expressou ao seu superior hierárquico o medo de dirigir em estradas devido à falta de experiência, e que, após o acidente, ficou traumatizada e necessitou de afastamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No recurso, o banco negou a ocorrência de acidente de trabalho e alegou que não havia obrigado a ex-empregada a se deslocar diariamente entre as cidades.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Contudo, o juiz convocado Márcio José Zebende, relator do caso, afirmou que estava comprovado que o acidente ocorreu durante o deslocamento a trabalho, e que a substituição em outro município era uma obrigação confirmada pela preposta do réu.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O relator destacou que o <a href="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/bradesco-noticias/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/bradesco-noticias/">banco</a> não ofereceu provas de que havia disponibilizado pagamento de hotel para pernoite, e a prova oral indicou que o fornecimento de hotel não ocorria em algumas situações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, o superior hierárquico da reclamante estava ciente de sua inexperiência em direção em estradas. Apesar de negar a ocorrência do acidente de trabalho, o banco emitiu a comunicação de acidente de trabalho, o que reforçou o reconhecimento da relação do acidente com a atividade laboral.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o julgador, ficou demonstrada a obrigatoriedade da substituição em outro município e do deslocamento diário, estabelecendo assim o nexo de causalidade entre o acidente e o trabalho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Considerando que o acidente não deixou sequelas permanentes e a reclamante está apta para trabalhar, o relator manteve o valor da indenização arbitrado em R$ 10 mil, contemplando também a natureza pedagógica da medida.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Processo: <a href="https://pje-consulta.trt3.jus.br/consultaprocessual/detalhe-processo/0010507-44.2022.5.03.0065/2#145beb2" data-type="link" data-id="https://pje-consulta.trt3.jus.br/consultaprocessual/detalhe-processo/0010507-44.2022.5.03.0065/2#145beb2">0010507-44.2022.5.03.0065</a></h4>
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		<title>Caixa é condenada a pagar R$ 30 mil a ex-bancária por verbas trabalhistas não repassadas</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/caixa-e-condenada-a-pagar-r-30-mil-a-ex-bancaria-por-verbas-trabalhistas-nao-repassadas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Caixa Econômica Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Sentença]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://santosbancarios.com.br/?p=8289</guid>

					<description><![CDATA[Após oito anos de espera, uma ex-empregada da Caixa Econômica Federal (CEF) irá receber R$30 mil reais, após acordo realizado com a empresa nesta quinta-feira (8). A trabalhadora buscou o judiciário para pedir isonomia salarial com os bancários e outras verbas trabalhistas. A audiência de conciliação aconteceu nessa quinta-feira (08) na Vara do Trabalho de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Após oito anos de espera, uma ex-empregada da Caixa Econômica Federal (CEF)  irá receber R$30 mil reais, após acordo realizado com a empresa nesta quinta-feira (8).  A trabalhadora buscou o judiciário para pedir isonomia salarial com os bancários e outras verbas trabalhistas.<br />
</p>
<p>A audiência de conciliação aconteceu nessa quinta-feira (08) na Vara do Trabalho de Barra do Garças, durante a XIII Semana Nacional de Conciliação. Como a ex-funcionária prestava serviços no banco por meio da empresa BSI do Brasil, a <em><a href="https://santosbancarios.com.br/artigos/caixa-economica-federal" target="_blank">CEF</a></em> foi condenada a pagar os valores de forma subsidiária.</p>
<p>Ela chegou no horário estipulado, no entanto, a CEF não compareceu à audiência. Para solucionar o caso, que já tramitava na Justiça do Trabalho desde 2010, o juiz Adriano Romero da Silva ligou para a empresa, conversou com gerente geral para informar sobre a importância do comparecimento na unidade.</p>
<p> </p>
<p><em><a href="https://santosbancarios.com.br/sindicalize-se" target="_blank"># Não fique só, Fique Sócio</a></em></p>
<p>Segundo o magistrado, a audiência foi suspensa e cerca de uma hora depois teve início com a presença do gerente da CEF e então foi possível celebrar o acordo. “Isso mostra que o nosso TRT vai atrás das pessoas para solucionar os processos. Não se pode olvidar que se trata de ação ajuizada em 2010, transfigurando, assim, a clara demora na entrega, em virtude de terem sido manejados Recurso Ordinário, Recurso de Revista e Agravo de Instrumento”, explicou.</p>
<p>A empresa irá depositar o valor até o dia 16 de novembro deste ano. Com a conciliação, a trabalhadora não poderá ajuizar nova ação para cobrar os valores já discutidos.</p>
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<p><em><strong>&gt;&gt; Cadastre-se no whatsapp do Sindicato: <a href="https://api.whatsapp.com/send?phone=5513992092964" target="_blank">clique aqui (pelo celular)</a> e informe o banco onde trabalha e seu nome.</strong></em></p>
<p>Fonte: Olhar Jurídico </p>
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