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	<title>Selic recebe criticas &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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		<title>Centrais sindicais e entidades empresariais criticam alta da Selic</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/centrais-sindicais-e-entidades-empresariais-criticam-alta-da-selic/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Dec 2024 12:10:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Alta da Selic 2024]]></category>
		<category><![CDATA[centrais e empresários criticam selic]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Fim de ano com Selic alta]]></category>
		<category><![CDATA[Selic recebe criticas]]></category>
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					<description><![CDATA[Com aumento dos juros para 12,25%, Brasil ultrapassa a Rússia (em guerra) e fica novamente na 2ª posição entre os maiores juros reais do mundo, atrás apenas da Turquia O lamentável&#160;aumento da taxa básica de juros (Selic)&#160;pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC), na quarta-feira (11), foi recebido de forma negativa em [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-7fd8085383c0ac3c443f78bf3ef53c56">Com aumento dos juros para 12,25%, Brasil ultrapassa a Rússia (em guerra) e fica novamente na 2ª posição entre os maiores juros reais do mundo, atrás apenas da Turquia</h4>



<p></p>



<p>O lamentável&nbsp;aumento da taxa básica de juros (Selic)&nbsp;pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC), na quarta-feira (11), foi recebido de forma negativa em diferentes setores da sociedade e da economia. Entidades sindicais e empresariais não enxergam justificativa para o aumento de 1 ponto percentual que elevou a taxa para 12,25%, o que devolve o país para a segunda posição entre os maiores juros reais do mundo.</p>



<p>O aumento foi tão fora de tom que surpreendeu até mesmo o mercado financeiro, que pressionava para a elevação, porém acreditava em uma alta mais contida.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Movimento sindical</h4>



<p>O movimento sindical, que liderou as manifestações pelo início do ciclo de queda dos juros em 2023 e se manteve crítico às decisões do BC, enxerga este aumento com incredulidade e argumenta que a alta joga diretamente contra os interesses do país.</p>



<p>A Intersindical Central da Classe Trabalhadora, CUT, CTB, Força Sindical e outras são unânimes de que o aumento da taxa Selic para 12,25% está a serviço do capital financeiro-especulativo &nbsp;e contra as políticas públicas de desenvolvimento, de valorização do trabalho, emprego e de distribuição de renda.</p>



<p>Para o movimento sindical bancário a elevação da Selic aumenta o custo de vida para as famílias, para as empresas e para o Estado brasileiro e estagna o crescimento econômico do país por pressões do mercado financeiro.</p>



<p>“O aumento da taxa Selic de juros diminui o poder de compra a prazo, aumenta a taxa de financiamentos da casa própria, do carro, aumenta o preço dos alimentos, diminui o consumo, os investimentos na economia e, consequentemente, reduz empregos”, avalia Élcio Quinta, presidente do Sindicato dos Bancários de Santos e Região.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Entidades empresariais</h4>



<p>Diversas entidades empresariais também repudiaram o aumento dos juros. A Confederação Nacional de Indústria (CNI) publicou nota em que coloca: “alta da Selic é incompreensível e totalmente injustificada”.&nbsp;</p>



<p>Para a Confederação, manter o ciclo de alta da Selic “não faz sentido no atual contexto econômico, marcado pela desaceleração da inflação em novembro e pelo pacote efetivo de corte de gastos apresentado pelo governo federal.” Neste aspecto, em outra parte da nota, a CNI lembra que o pacote apresentado é positivo e que a “reação adversa é provocada por temor injustificado de que a reforma da tributação da renda não será fiscalmente neutra”.</p>



<p>Os industriais ainda destacam que existe “a tendência de redução de juros nas principais economias globais, como os Estados Unidos, que partem para o terceiro corte seguido nos juros na próxima semana.”</p>



<p>Segundo a entidade, este cenário de elevação dos juros tem minado a confiança dos empresários, situação vista nas recorrentes quedas do Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI), medido por eles. Nesse sentido, o BC está sendo diretamente responsável por reverter o otimismo dos empresários com o país para uma “situação de pessimismo.”</p>



<p>Na mesma linha, a&nbsp;FIEMG&nbsp;(Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais) manifesta preocupação e ressalta “que juros excessivamente altos podem gerar mais danos à economia do que oferecer soluções eficazes”. Para a entidade o acréscimo da Selic “tende a restringir investimentos, prejudicar a competitividade da indústria e aprofundar os efeitos negativos sobre o crescimento econômico, o emprego e a renda.”</p>



<p>Já a&nbsp;<a href="https://www.firjan.com.br/noticias/aumento-da-selic-e-excessivo-e-agrava-ainda-mais-o-quadro-de-baixa-competitividade-da-economia-brasileira-8AE4828D9331749C0193B7A97E634C29-00.htm">Firjan&nbsp;</a>(Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro) reconheceu que o aumento é “excessivo e agrava ainda mais o quadro de baixa competitividade”, mas preferiu ponderar que a situação “reflete, em grande parte, o cenário atual de desconfiança com relação à trajetória da dívida pública.”</p>



<h4 class="wp-block-heading">2º maior juro real do mundo</h4>



<p>O aumento da Selic fez o Brasil retomar o ingrato posto de nação com o segundo maior&nbsp;<a href="https://vermelho.org.br/2024/02/01/brasil-continua-com-a-segunda-maior-taxa-de-juros-reais-do-mundo/">juros reais&nbsp;</a>do mundo (taxa de juros descontada da inflação). O país ultrapassou a Rússia, com o adendo de que estão em guerra, e fica atrás apenas da Turquia, segundo levantamento da consultoria&nbsp;<em>MoneYou</em>. Veja os cinco maiores juros reais:</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Turquia – 13,33%;</li>



<li>Brasil – 9,48%;</li>



<li>Rússia – 8,29%;</li>



<li>Colômbia – 6,46%;</li>



<li>México – 5,75%.</li>
</ol>



<p>Quando se considera apenas os juros nominais&nbsp;(sem descontar a inflação),&nbsp;o Brasil está em quarto:</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Turquia -50%;</li>



<li>Argentina – 32%;</li>



<li>Rússia – 21%;</li>



<li>Brasil – 12,25%;</li>



<li>México – 10,25%.</li>
</ol>



<p>A próxima reunião do Copom, já sob a presidência de&nbsp;Gabriel Galípolo, acontece nos dias 28 e 29 de janeiro. No comunicado do Comitê não é descartado novo aumento dos juros no mesmo patamar (1%) sob a justificativa de convergência da inflação à meta.</p>
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