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	<title>seguro prestamista &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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		<title>Banco deve restituir juros abusivos e valores de venda casada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Nov 2024 07:35:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Decisão determina limitação dos juros à média de mercado e condena banco a devolver valores de seguro prestamista incluído sem opção de escolha O juiz de Direito substituto&#160;Rafael Altoé, da&#160;5ª vara Cível de Maringá/PR, determinou que instituição financeira limite a taxa de juros de contrato à média de mercado, além de devolver valores relativos à [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-3f7aaaf54f8158a076f618123765f8f7">Decisão determina limitação dos juros à média de mercado e condena banco a devolver valores de seguro prestamista incluído sem opção de escolha</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O juiz de Direito substituto&nbsp;Rafael Altoé, da&nbsp;5ª vara Cível de Maringá/PR, determinou que instituição financeira limite a taxa de juros de contrato à média de mercado, além de devolver valores relativos à inclusão obrigatória de seguro prestamista. A decisão reconheceu a abusividade dos juros aplicados e considerou a prática de venda casada na contratação do seguro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A empresa autora da ação firmou contrato de cédula de crédito bancário para capital de giro, com valor inicial de R$ 52.091,71, dividido em 24 parcelas. O contrato previa uma taxa de juros efetiva mensal de 5,36%, valor significativamente superior à média de 1,64% praticada no mercado na época da contratação. Além disso, o contrato incluía a contratação obrigatória de seguro prestamista, sem oferecer ao cliente a opção de escolha da seguradora.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A defesa do banco argumentou que a taxa de juros e a inclusão do seguro estavam claras e devidamente pactuadas no contrato.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Contudo, a sentença entendeu que a taxa de juros aplicada ultrapassava o dobro da média de mercado, configurando abusividade. O juiz também constatou que o seguro prestamista foi imposto ao cliente, caracterizando venda casada, prática vedada pelo CDC.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na decisão, o juiz afirmou que a prática de venda casada do seguro prestamista viola o direito de escolha do consumidor, conforme entendimento do STJ. O magistrado destacou que &#8220;o consumidor não pode ser compelido a contratar seguro com a instituição financeira ou com seguradora por ela indicada&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assim, foi determinado que a instituição financeira devolva os valores pagos pelo seguro, corrigidos e acrescidos de juros de mora de 1% ao mês.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em relação aos juros, o juiz considerou abusiva a taxa pactuada e ordenou que ela fosse limitada à média de mercado divulgada pelo Banco Central para o período da contratação. A sentença determinou que a instituição devolva os valores pagos a mais, corrigidos pela média INPC/IGP-DI e acrescidos de juros de mora de 1% ao mês.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Processo: 0006813-34.2024.8.16.0017</h4>



<h4 class="wp-block-heading"><a href="https://www.migalhas.com.br/arquivos/2024/11/4CDD784602DEF5_taxadejurosabusivasegurovendac.pdf" data-type="link" data-id="https://www.migalhas.com.br/arquivos/2024/11/4CDD784602DEF5_taxadejurosabusivasegurovendac.pdf">Acesse a decisão</a></h4>
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