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	<title>Seguro de Vida &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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		<title>Justiça condena Itaú a converter contrato de seguro em previdência privada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[SEEB Santos e Região]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Itaú]]></category>
		<category><![CDATA[Contratação Extra]]></category>
		<category><![CDATA[Defesa do Consumidor]]></category>
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					<description><![CDATA[O banco que faz o cliente crer que está vendendo um contrato de previdência privada não pode se recusar a cumpri-lo se, na verdade, a oferta é de um contrato de seguro de vida Com esse entendimento, a 16ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Minas Gerais condenou uma instituição financeira a fazer a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O banco que faz o cliente crer que está vendendo um contrato de previdência privada não pode se recusar a cumpri-lo se, na verdade, a oferta é de um contrato de seguro de vida</p>
<p></p>
<p>Com esse entendimento, a 16ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Minas Gerais condenou uma instituição financeira a fazer a readequação contratual.</p>
<p> </p>
<p><a href="https://santosbancarios.com.br/artigo/bancario-responda-a-pesquisa-e-defina-suas-prioridades" target="_blank">&gt;&gt; Campanha Salarial 2020: Bancário responda a pesquisa e defina suas prioridades</a></p>
<p> </p>
<p>No caso, uma mulher contratou um plano chamado Fundo Prever de Aposentadoria Individual &#8211; Itaú Previdência, pelo qual pagou parcelas por 20 anos com a expectativa de receber benefício previdenciário mensal proporcional ao valor da sua contribuição. Alegou ainda que houve contratação extra segundo a qual, em caso de morte da titular, suas filhas receberiam as partes por 20 anos.</p>
<p> </p>
<p>Decorrido o tempo de contribuição, o banco <a href="https://santosbancarios.com.br/artigos/itau" target="_blank">Itaú</a> se recusou a implementar o benefício por entender que o contrato não era de um plano de aposentadoria complementar, mas apenas de um seguro de vida.</p>
<p> </p>
<p>A autora da ação alegou ter sido induzida ao erro por duas décadas, inclusive devido ao fato de a informação referente à previdência complementar constar nos boletos pagos mensalmente. O pedido foi negado pelo juízo de primeiro grau, mas reformado pelo tribunal mineiro.</p>
<p> </p>
<p>Relator, o desembargador Ramom Tácio entendeu que houve falha na prestação de serviço do banco por não ter informado de maneira clara o que a cliente estava contratando, conforme as normas dos artigos 6 e 31 do Código de Defesa do Consumidor.</p>
<p> </p>
<p>Ora, se a pretensão da autora/apelante era contratar um plano de aposentadoria complementar, era dever do réu/apelado, conforme as regras constantes nos artigos 6º, III, e 31 do CDC informá-la de maneira clara a respeito daquilo que contratava.</p>
<p> </p>
<p>&#8220;Porém, isso não ocorreu, porquanto o que a autora/apelante acabou celebrando com o ré/apelada foi na verdade um contrato de seguro de vida, disfarçado sob a denominação de &#8216;pensão por prazo certo de 20 anos&#8217;, com contribuição para um &#8216;fundo Prever de aposentadoria individual'&#8221;, afirmou o relator.</p>
<p> </p>
<p>Com isso, determinou a readequação do contrato para cumprir o que a cliente foi levada a crer que estava contratando. O acórdão condena o Itaú Unibanco a &#8220;pagar à apelante o benefício previdenciário mensal que seria devido com o seu falecimento, durante o prazo de 20 anos, porém a partir da data em que ela completou 59 anos (20 anos após a contratação)&#8221;.</p>
<p> </p>
<p><span style="color: #808080;"><strong>5076000-17.2018.8.13.0024</strong></span></p>
<p>Fonte: Consultor Jurídico &#8211; 4 de julho de 2020</p>
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