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	<title>Saúdemental no Brasil &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Saúde mental em alerta: Brasil vive “pandemia de exaustão”, aponta especialista</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Feb 2026 17:14:48 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Capacitação emergencial do SUS e avanço da NR-1 expõem colapso no cuidado com ansiedade e depressão e pressionam empresas a agir A recente decisão do Ministério da Saúde de implementar um curso de 20 horas para capacitar equipes da Atenção Primária à Saúde (APS) no manejo de casos leves de depressão e ansiedade representa, na [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-88ddf3aa410d9b0f6d9b1f13bd0c06ef">Capacitação emergencial do SUS e avanço da NR-1 expõem colapso no cuidado com ansiedade e depressão e pressionam empresas a agir</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">A recente decisão do Ministério da Saúde de implementar um curso de 20 horas para capacitar equipes da Atenção Primária à Saúde (APS) no manejo de casos leves de depressão e ansiedade representa, na prática, o reconhecimento oficial de um estado de emergência nacional em saúde mental.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o psicanalista e especialista em neurociência aplicada Mario Lopes, o Brasil não enfrenta apenas um aumento pontual de diagnósticos, mas vive uma verdadeira “pandemia de exaustão”, que exige intervenção imediata tanto do setor público quanto do privado.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Brasil no epicentro da crise</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) já apontavam o Brasil como o país mais ansioso do mundo, com cerca de 9,3% da população — mais de 18,6 milhões de pessoas — sofrendo de transtornos de ansiedade. O país também lidera os índices de depressão na América Latina, com 546 mil afastamentos do trabalho. As informações são referentes aos anos de 2023 e 2025, respectivamente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O fato de o SUS precisar capacitar médicos de família e enfermeiros para o que chamam de ‘casos leves’ prova que o sistema especializado colapsou. Mas não existe ‘ansiedade leve’ para quem está perdendo o sono e a produtividade. O que o governo está fazendo é tentar conter a base de uma pirâmide que está prestes a ruir”, alerta Mario Lopes.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>A urgência e o ‘relógio da NR-1’</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Lopes, ressalta que essa crise tem data para impactar diretamente as empresas. Em maio de 2026, entram em vigor as penalidades pelo descumprimento da NR-1 (Norma Regulamentadora nº 1), que exige o levantamento e a mitigação de riscos psicossociais no ambiente de trabalho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Uma reportagem publicada recentemente na Folha de S. Paulo é o validador que faltava para os gestores. A saúde mental deixou de ser ‘benefício’ e passou a ser compliance e sobrevivência operacional. Quem não cuidar da saúde mental dos colaboradores agora terá de lidar, amanhã, com passivos trabalhistas e altos índices de absenteísmo”, explica o especialista.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Prevenção: a única saída para evitar o colapso</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Mario Lopes defende que a prevenção é o único caminho para impedir que o cenário evolua para uma pandemia incontrolável. Segundo ele, a solução passa pela Reconexão. Por meio da iniciativa Reconexão Essencial, o especialista promove a integração entre neurociência, fisiologia e práticas de regulação emocional, com foco em interromper estados de hipervigilância antes que se transformem em patologias graves.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A saúde mental precisa ser cuidada em todos os ambientes: no trabalho, na família e na vida pessoal. O treinamento do SUS é um passo importante, mas a responsabilidade individual e corporativa de buscar métodos que regulem o sistema nervoso é o que pode evitar o colapso total da nossa força de trabalho”, finaliza.</p>
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