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	<title>Saúde sem dinheiro &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>Saúde sem dinheiro &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Gastos do governo contra Covid caem de R$ 524 bi para R$ 103 bi em 2021</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[bolsonaro diminui verba]]></category>
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					<description><![CDATA[Montante está previsto para medidas como auxílio emergencial, programa de manutenção do emprego e compra de vacinas. Tesouro confirmou valores sobre Orçamento 2021   Mesmo com o avanço da Covid-19 no país, o governo federal reduziu de R$ 524 bilhões para R$ 103 bilhões a previsão de gastos extraordinários contra os efeitos da pandemia.   Os valores foram confirmados [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Montante está previsto para medidas como auxílio emergencial, programa de manutenção do emprego e compra de vacinas. Tesouro confirmou valores sobre Orçamento 2021</p>
<p></p>
<p> </p>
<p>Mesmo com o avanço da Covid-19 no país, o governo federal reduziu de R$ 524 bilhões para R$ 103 bilhões a previsão de gastos extraordinários contra os efeitos da pandemia.</p>
<p> </p>
<p>Os valores foram confirmados nesta sexta-feira (23) pelo secretário do Tesouro Nacional, Bruno Funchal, durante entrevista no Palácio do Planalto sobre o Orçamento de 2021.</p>
<p> </p>
<p>O presidente Jair Bolsonaro sancionou nesta quinta (22) o orçamento com vetos, e integrantes da equipe econômica detalharam a medida nesta sexta. A sanção ocorreu no último dia do prazo e após impasse com o Congresso sobre aumento de emendas parlamentares e redução de gastos obrigatórios.</p>
<p> </p>
<p><strong>Segundo o Tesouro, os gastos extraordinários com a pandemia previstos para 2021 são:</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>· Nova rodada do auxílio emergencial: R$ 44,86 bilhões;</p>
<p> </p>
<p>· Benefício Emergencial de Manutenção do Emprego: R$ 4,45 bilhões;</p>
<p> </p>
<p>· Financiamento da Infraestrutura Turística: R$ 1,92 bilhão;</p>
<p> </p>
<p>· Despesas adicionais do Ministério da Saúde e demais ministérios: R$ 14,43 bilhões;</p>
<p> </p>
<p>· Aquisição de vacinas: R$ 22,29 bilhões;</p>
<p> </p>
<p>· Nova rodada do programa de manutenção do emprego: R$ 10 bilhões;</p>
<p> </p>
<p>· Nova rodada do programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe): R$ 5 bilhões.</p>
<p> </p>
<p>Os valores ainda podem mudar de acordo com a necessidade de novas despesas pelo Ministério da Saúde. Nas demais ações, o Ministério da Economia indicou que as previsões de gastos não serão alteradas.</p>
<p> </p>
<p>&#8220;São R$ 10 bilhões para o BEm [programa de manutenção do emprego] e, para o Pronampe, R$ 5 bilhões. Isso daria R$ 103 bilhões, e tem um pouco de Saúde. O que vem de Saúde, aí tem que analisar os pedidos que vão vir durante a pandemia&#8221;, declarou Bruno Funchal nesta sexta-feira.</p>
<p> </p>
<p>No ano passado, a liberação de recursos para o combate à pandemia foi facilitada pela decretação do estado de calamidade pública e pela aprovação do chamado &#8220;orçamento de guerra&#8221;.</p>
<p> </p>
<p>Neste ano, em carta à nação brasileira, o Conselho Nacional dos Secretários de Saúde (Conass) pediu o &#8220;reconhecimento legal do estado de emergência sanitária&#8221;.</p>
<p> </p>
<p>No começo de abril, o ministro da Economia, Paulo Guedes, estimou que os gastos para combater a pandemia em 2021 não deveriam ser superiores a 1% do Produto Interno Bruto (PIB) neste ano, cerca de R$ 82 bilhões.</p>
<p> </p>
<p>De acordo com a última previsão do governo, porém, esse valor poderá ser ultrapassado. Guedes avaliou que a redução de despesas, na comparação com 2020, se deve ao processo de vacinação em massa e à &#8220;duração menor da crise&#8221; sanitária.</p>
<p> </p>
<p>Na ocasião, o ministro da Economia também afastou a possibilidade de decretar novo estado de calamidade pública.</p>
<p> </p>
<p><strong>Gastos com saúde e vacinas</strong></p>
<p>Conforme o Tesouro Nacional, estão previstos, até o momento, R$ 14,43 bilhões para gastos emergenciais com a Saúde e demais ministérios neste ano. No ano passado, as despesas somaram R$ 42,7 bilhões.</p>
<p> </p>
<p>O Ministério da Economia explicou, porém, que os gastos da Saúde ainda podem aumentar em 2021. Nos primeiros meses deste ano, o orçamento não contemplava despesas extraordinárias com a pandemia, mas o governo tem editado decretos liberando valores de acordo com a necessidade apontada pelo Ministério da Saúde. Com isso, os valores têm crescido.</p>
<p> </p>
<p>Além dos gastos com saúde, também estão previstos outros R$ 22,29 bilhões com a aquisição de vacinas em 2021, dos quais R$ 4,29 bilhões já foram gastos neste ano. No ano passado, o governo gastou R$ 2,22 bilhões com a compra de vacinas.</p>
<p> </p>
<p><strong>Auxílio emergencial</strong></p>
<p>Segundo números do Tesouro Nacional, a redução mais expressiva de despesas neste ano é do auxílio emergencial, pago aos trabalhadores informais e população carente.</p>
<p> </p>
<p>Em 2020, quando as despesas somaram R$ 293 bilhões, foram pagas cinco parcelas de R$ 600, entre abril e agosto de 2020, e quatro de R$ 300 &#8211; de setembro a dezembro do ano passado. As Centrais Sindicais pressionam o Congresso pelo aumento para R$ 600,00 até o fim da pandemia. Milhares passam fome atualmente no Brasil.</p>
<p> </p>
<p>Neste ano, o orçamento do auxílio está limitado a R$ 44 bilhões. Estão previstas quatro parcelas médias de R$ 250 (os valores oscilam de R$ 175 a R$ 375 de acordo com a composição da família).</p>
<p>Fonte: G1 &#8211; Brasília com edição da Comunicação do SEEB de Santos e Região<br />Escrito por: Alexandro Martello e Guilherme Mazui</p>
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