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	<title>Saúde Pública &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>Saúde Pública &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Prevenção do suicídio: campanha pede menos estigma e mais diálogo</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/prevencao-do-suicidio-campanha-pede-menos-estigma-e-mais-dialogo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Sep 2024 07:05:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Associação Internacional para a Prevenção do Suicídio (IASP)]]></category>
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					<description><![CDATA[Casos são a 4ª principal causa de morte entre pessoas de 15 a 29 anos Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) indicam que, todos os anos, mais de setecentas mil pessoas no mundo tiram a própria vida. No Dia Mundial da Prevenção do Suicídio, lembrado na terça-feira (10/9), a entidade &#8211; em parceria com [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-ecfb6b652ae440be79a783c798370cfc">Casos são a 4ª principal causa de morte entre pessoas de 15 a 29 anos</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) indicam que, todos os anos, mais de setecentas mil pessoas no mundo tiram a própria vida. No Dia Mundial da Prevenção do Suicídio, lembrado na terça-feira (10/9), a entidade &#8211; em parceria com a Associação Internacional para a Prevenção do Suicídio (IASP, na sigla em inglês) &#8211; alerta para a necessidade de reduzir o estigma e encorajar o diálogo sobre o tema.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Até 2026, a campanha que faz alusão à data &#8211; encabeçada por ambas as organizações &#8211; tem como tema Mudando a Narrativa sobre o Suicídio. A proposta, segundo a OMS, é romper com a cultura do silêncio e do estigma, dando lugar para a abertura ao diálogo, compreensão e apoio. Números da entidade mostram que o suicídio figura, atualmente, como a quarta principal causa de morte entre jovens de 15 a 29 anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em nota, a OMS cita consequências sociais, emocionais e econômicas de longo alcance provocadas pelo suicídio e que afetam profundamente indivíduos e comunidades. Para a organização, uma simples conversa é uma ferramenta com o potencial de contribuir para uma sociedade mais solidária e compreensiva, independentemente do tempo de duração desse diálogo.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Prevenção</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Outro ponto de destaque da campanha é enfatizar a necessidade de se priorizar a prevenção do suicídio e a saúde mental em meio às definições de políticas públicas. A proposta é que ações de governo, de maneira geral, coloquem em primeiro plano o contexto da saúde mental, ampliando o acesso ao tratamento e também fornecendo apoio aos que precisarem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por fim, a OMS lembra que reduzir a taxa global de suicídio em pelo menos um terço até 2030 é uma das metas dos chamados Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, definidos pela Organização das Nações Unidas (ONU).</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Os desafios que levam uma pessoa a tirar a própria vida são complexos e associam-se a fatores sociais, econômicos, culturais e psicológicos, incluindo a negação de direitos humanos básicos e acesso a recursos”, destaca a organização.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O suicídio, para a entidade, pode ser impulsionado ainda por eventos registrados ao longo da vida e capazes de gerar tensão, como a perda de meios de subsistência, pressões no trabalho, rompimentos de relacionamentos e discriminação. “A meta é dedicar maior atenção ao problema, reduzir o estigma e aumentar a consciência de organizações, governos e o público ressaltando que os suicídios são evitáveis”.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Setembro Amarelo</h4>



<p class="wp-block-paragraph">No Brasil, uma das principais campanhas de combate ao estigma na temática da saúde mental é o Setembro Amarelo que, este ano, tem como lema Se precisar, peça ajuda.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Definido por diversas autoridades sanitárias como um problema de saúde pública, o suicídio, no Brasil, responde por cerca de 14 mil registros todos os anos. Isso significa que, a cada dia, em média, 38 pessoas tiram a própria vida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na avaliação de Héder Bello, psicólogo e especialista em Trauma e Urgências Subjetivas, transtornos mentais representam fatores de vulnerabilidade em meio à temática do suicídio – mas não são os únicos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ele cita ainda uma pessoa ser LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, transgêneros e queer), estar em situação de precariedade financeira ou social, ser refugiado político ou enfrentar ameaças, abuso ou violência. “Esses e outros fatores contribuem para processos de ideação (fase criativa) ou até de tentativa de suicídio”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Políticas públicas que possam, de alguma maneira, falar sobre esse assunto, sem tabu, são importantes. Instrumentos nas áreas de educação e saúde também podem ser amplamente divulgados – justamente para que a gente possa mostrar que existem possibilidades e recursos amplos para lidar com determinadas situações que são realmente muito estressantes e de muita vulnerabilidade.”</p>



<h4 class="wp-block-heading">Abordagem</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O psicólogo detalha ainda como abordar uma pessoa que pensa em tirar a própria vida. “Não é questionar a pessoa sobre o motivo daquilo ou dizer que ela tem que valorizar a vida, mas ouvir essa pessoa atentamente, tentar entender o ponto de vista dela e quais são os motivos que fizeram com que ela não conseguisse lidar de outras maneiras com a situação que está passando.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Isso nem sempre é fácil e, muitas vezes, nem profissionais da área da saúde e da saúde mental têm um treinamento mais extenso para lidar com essa questão de ideação suicida ou com as tentativas de suicídio”, concluiu.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No Brasil, o Centro de Valorização da Vida (CVV) é um serviço voluntário de apoio emocional e prevenção ao suicídio para quem precisa conversar. O atendimento está disponível 24 horas por dia pelo telefone 188.</p>
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		<title>Medicamentos: entenda as diferenças entre genérico, referência e similar</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/medicamentos-entenda-as-diferencas-entre-generico-referencia-e-similar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Aug 2024 08:29:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Anvisa]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Diferenças]]></category>
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					<description><![CDATA[Confira quais foram os genéricos mais vendidos no país em 2023, segundo a PróGenéricos A implantação da política de medicamentos genéricos no Brasil, em 1999, provocou mudanças na saúde pública brasileira. Afinal, os genéricos estão disponíveis nas farmácias como uma alternativa ao medicamento de referência. De acordo com Associação Brasileira das Indústrias de Medicamentos Genéricos [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-9a01ce79e0d6cb46c35fca6b2d7ab593">Confira quais foram os genéricos mais vendidos no país em 2023, segundo a PróGenéricos</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A implantação da política de medicamentos genéricos no Brasil, em 1999, provocou mudanças na saúde pública brasileira. Afinal, os genéricos estão disponíveis nas farmácias como uma alternativa ao medicamento de referência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com Associação Brasileira das Indústrias de Medicamentos Genéricos e Biossimilares (PróGenéricos), 85% dos medicamentos do programa Farmácia Popular são genéricos e 79% dos consumidores compram ou já compraram remédios genéricos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os dados revelam ainda que 38% dos medicamentos vendidos no país são genéricos e os preços são, geralmente, 35% mais baixos em comparação aos de referência. Há ainda, no entanto, dúvidas quanto às diferenças entre genérico, referência e similar.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="424" src="https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/08/inforgrifico_almanaquesos-1024x424.jpg" alt="" class="wp-image-56453" srcset="https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/08/inforgrifico_almanaquesos-1024x424.jpg 1024w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/08/inforgrifico_almanaquesos-300x124.jpg 300w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/08/inforgrifico_almanaquesos-150x62.jpg 150w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/08/inforgrifico_almanaquesos-768x318.jpg 768w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/08/inforgrifico_almanaquesos-1100x455.jpg 1100w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/08/inforgrifico_almanaquesos-600x248.jpg 600w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/08/inforgrifico_almanaquesos-20x8.jpg 20w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/08/inforgrifico_almanaquesos.jpg 1145w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<h4 class="wp-block-heading">Genéricos</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Os medicamentos genéricos são considerados equivalentes aos de referência, com os mesmos princípios ativos, doses e formas farmacêuticas. Eles são também administrados pela mesma via e com a mesma posologia e indicação terapêutica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O genérico é comercializado após a expiração da patente do medicamento original. Nas farmácias, eles são identificados com uma tarja amarela, o G de genérico e pelo nome do princípio ativo.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Referência</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O medicamento de referência (ou de marca) é considerado inovador, registrado na Anvisa, e teve a eficácia, segurança e qualidade comprovadas por estudos clínicos e não clínicos. Esses remédios servem como padrão para a comparação com genéricos e similares.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Similares</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Os similares também são cópias do medicamento de referência, com mesma composição química, concentração, eficácia, segurança e qualidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A diferença desses para os genéricos é que eles podem ter diferenças em características como excipientes, embalagem, rotulagem, prazo de validade, entre outros. Eles são identificados por meio de um nome comercial ou uma marca.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Medicamentos genéricos mais vendidos no país em 2023</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A Associação Brasileira das Indústrias de Medicamentos Genéricos e Biossimilares divulgou recentemente a lista de genéricos mais vendidos do país no último ano. Veja:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>1 &#8211;</strong> Losartana (hipertensão)</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>2 &#8211;</strong> Dipirona Sódica (analgésico)</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>3 &#8211;</strong> Hidroclorotiazida (hipertensão)</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>4 &#8211;</strong> Nimesulida (anti-inflamatório)</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>5 &#8211;</strong> Enalapril (hipertensão)</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>6 &#8211;</strong> Sildenafila (disfunção erétil)</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>7 &#8211;</strong> Atenolol (hipertensão)</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>8 &#8211;</strong> Simeticona (antigases)</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>9 &#8211;</strong> Tadalafila (disfunção erétil)</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>10 &#8211;</strong> Sinvastatina (reduzir colesterol)</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para consultar qualquer medicamento regularizado na Anvisa, acesse a página <a href="https://consultas.anvisa.gov.br/%22%20/l%20%22/medicamentos/" data-type="link" data-id="https://consultas.anvisa.gov.br/%22%20/l%20%22/medicamentos/">Consultas – Medicamentos</a>. Para saber os remédios genéricos registrados, selecione “Genérico” no campo “Categoria Regulatória” e efetue a pesquisa de acordo com os outros dados de interesse.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Sistema lucrativo sustenta desinformação científica nas redes sociais</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/sistema-lucrativo-sustenta-desinformacao-cientifica-nas-redes-sociais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Jun 2024 08:17:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Academia Brasileira de Ciências (ABC)]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência]]></category>
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					<description><![CDATA[Estudo sobre o assunto foi lançado nesta quinta-feira pela Academia Brasileira de Ciências Estudo da Academia Brasileira de Ciências (ABC) aponta que a desinformação científica é &#8220;sustentada por um ecossistema lucrativo que inclui a monetização de conteúdo enganoso e a exploração das crenças e emoções do público para ganho financeiro&#8221;. “Existem duas formas de entender [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-9df8fe32bb3d2e069a3d17cd46efa056">Estudo sobre o assunto foi lançado nesta quinta-feira pela Academia Brasileira de Ciências</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Estudo da <a href="https://www.abc.org.br/" data-type="link" data-id="https://www.abc.org.br/">Academia Brasileira de Ciências (ABC)</a> aponta que a desinformação científica é &#8220;sustentada por um ecossistema lucrativo que inclui a monetização de conteúdo enganoso e a exploração das crenças e emoções do público para ganho financeiro&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Existem duas formas de entender esse sistema lucrativo. A primeira está no próprio usuário produtor da desinformação, que usa a estrutura das plataformas digitais para lucrar em torno disso e vender seus serviços e produtos, crença ou mesmo seu capital social. Outra diz respeito à forma como essas plataformas geram lucro em torno da visibilidade da desinformação. Há uma economia da atenção no qual a desinformação é um material altamente lucrativo para as próprias plataformas”, afirma Thaiane Oliveira, professora de pós-graduação em comunicação da Universidade Federal Fluminense, membro afiliada da ABC e coordenadora do grupo que elaborou o relatório.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O trabalho que objetiva combater a desinformação científica, fenômeno que cresce especialmente nas mídias sociais, reuniu especialistas para elaborar um relatório inédito com recomendações. O documento <em><strong>Desafios e estratégias na luta contra a desinformação científica</strong></em> foi lançado nesta quinta-feira (20/6), na sede da ABC no Rio. Ele diz ainda, entre outros pontos, que desinformação científica é a disseminação de informações falsas, enganosas ou imprecisas sobre questões científicas – frequentemente relacionadas a temas de saúde, ambientais ou tecnológicos. Sua divulgação impacta a capacidade das pessoas de tomarem decisões informadas, além de reduzir a confiança nas instituições científicas e governamentais.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Mídias sociais</h4>



<p class="wp-block-paragraph">As mídias sociais se configuraram como um espaço propício para a disseminação de informações falsas relacionadas à ciência. O funcionamento por meio de algoritmos – que favorecem a reprodução de conteúdos enganosos ou de acordo com as crenças do usuário – é um fator que agrava a situação. Um número pequeno, mas crescente, de pseudocientistas com grande alcance nessas redes também é fator de preocupação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;É um problema global. Vimos na pandemia várias desinformações sobre vacinas e hoje vemos o mesmo sobre meio ambiente e mudanças climáticas. A desinformação é um fenômeno multifacetado. E quando se trata de desinformação sobre ciência, isso ganha outras camadas de complexidade, porque a ciência não é uma verdade absoluta, e a dúvida faz parte do fazer científico”, explica Thaiane.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O relatório reforça &#8220;a necessidade de mobilizar a comunidade acadêmica e científica, que pode atuar como defensora da regulamentação das práticas de disseminação de informações em plataformas digitais&#8221; – o que envolve a busca de modelos que imponham responsabilidade às empresas pela circulação de desinformação científica.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Inteligência artificial</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Novos desafios surgem a cada dia. É o caso da inteligência artificial, ferramenta que pode colaborar tanto para a checagem de informações quanto para a propagação de informações falsas. Para os pesquisadores, é essencial &#8220;desenvolver estratégias que evitem a disseminação indiscriminada de dados gerados por IA e promover ferramentas para identificação e marcação de conteúdo gerado por máquinas&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além de fazer um panorama dos fatores que influenciam no avanço e compartilhamento desse tipo de informação falsa, o documento propõe recomendações para enfrentar o problema. Entram na lista a promoção da divulgação científica (como ampliar o acesso de estudantes a museus e treinar cientistas para comunicar seus estudos à imprensa); fortalecer a comunicação de universidades e demais instituições de pesquisa (com a criação de agências de notícias científicas especializadas); e investir em educação midiática e científica (com reforço do tema nos currículos educacionais).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outras recomendações indicam a criação de linhas de pesquisa para o enfrentamento à desinformação; desenvolver um plano de ação midiática (com apoio ao jornalismo científico e a verificadores, por exemplo) e estabelecer redes especializadas contra a desinformação (o que inclui a defesa da regulamentação de plataformas que lucram com a desinformação), entre outros pontos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;A gente recomendou que o enfrentamento à desinformação não se dá sem ser através da educação, preparando os cidadãos para uma educação científica, evitando que eles cometam equívocos pelo desconhecimento do próprio processo de se fazer ciência”, afirmou Thaiane.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ela acentua também que não tem como enfrentar a desinformação científica sem reconhecer o papel que cada educador, enquanto instituições acadêmicas, tem na formação profissional desses cidadãos. “É uma responsabilidade da universidade em educar essa população”, acrescentou.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Resultado de discussões</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Glaucius Oliva, vice-presidente regional São Paulo da ABC e professor do Instituto de Física de São Carlos da USP, destaca que o relatório é resultado das discussões de grupo de trabalho instituído em 2023 pela ABC sobre o tema. Ao todo, 19 especialistas em desinformação e divulgação científica, entre membros da ABC e convidados, participaram do processo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Chegar até este relatório foi uma jornada desafiadora e esclarecedora, impulsionada pela necessidade urgente de abordar a desinformação científica que permeia nossa sociedade. Ao explorar as diversas facetas desse fenômeno, desde a propagação de teorias da conspiração até a erosão da confiança nas instituições científicas, buscamos oferecer uma visão abrangente e soluções viáveis para enfrentar essa crise&#8221;, disse Oliva. Ele lembra que diferentes ações são recomendadas pelo documento, que traz ainda um glossário dos principais termos ligados à desinformação científica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Espero que este trabalho contribua para o fortalecimento do pensamento crítico, da alfabetização científica e da valorização do conhecimento baseado em evidências, essenciais para o avanço da ciência e a proteção da saúde pública. Acreditar na ciência é acreditar no futuro, e é com esse espírito que compartilhamos estas reflexões e recomendações com o público em geral&#8221;, completa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para a ministra de Ciência, Tecnologia e Inovação, Luciana Santos, a academia, mais uma vez, tem papel fundamental nessa luta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Considero que nessa fase em que estamos vivendo de negacionismo como algo que contamina o Brasil e o mundo, eu acho que a academia mais uma vez está dando uma contribuição nessa luta de ideia que é necessário travar ainda mais porque felizmente retomamos a democracia. Um livro dessa natureza ajuda a difundir o resgate das evidências científicas se torne um novo normal que nunca deveria deixar de ter sido”, disse a ministra de Ciência, Tecnologia e Inovação, Luciana Santos, que participou do evento de forma remota.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Insônia pode ser sintoma de depressão, diz estudo</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/insonia-pode-ser-sintoma-de-depressao-diz-estudo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Jun 2024 07:57:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[avaliação clínica]]></category>
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		<category><![CDATA[Instituto do Sono]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde Pública]]></category>
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		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
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					<description><![CDATA[Instituto do Sono avaliou pessoas com idade entre 20 e 80 anos Um estudo inédito feito por pesquisadores do Instituto do Sono revelou que a insônia não é apenas um sintoma secundário da depressão, mas parte integrante da doença mental. A conclusão veio depois de os pesquisadores examinarem a relação entre o risco genético para [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-e9f2c743d7c911db8518fbb1a2a6473b">Instituto do Sono avaliou pessoas com idade entre 20 e 80 anos</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Um estudo inédito feito por pesquisadores do <a href="https://institutodosono.com/" data-type="link" data-id="https://institutodosono.com/">Instituto do Sono</a> revelou que a insônia não é apenas um sintoma secundário da depressão, mas parte integrante da doença mental. A conclusão veio depois de os pesquisadores examinarem a relação entre o risco genético para problemas de sono e sintomas de depressão em uma amostra do Estudo Epidemiológico do Sono de São Paulo, com pessoas entre 20 e 80 anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os participantes foram submetidos a avaliação clínica, polissonografia noturna completa e responderam a um conjunto de questionários sobre sono. Houve também coleta de amostras de sangue para extração de DNA e genotipagem dos voluntários, com o objetivo de calcular o risco genético dessas pessoas para problemas de sono e sintomas depressivos. Os resultados do estudo foram apresentados no Sleep 2024, durante a 38ª Reunião Anual das Sociedades Profissionais Associadas de Sono, no início de junho, nos Estados Unidos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A privação de sono de forma pontual não potencializa o desenvolvimento da depressão, mas a insônia, como um problema de sono crônico, sim. Já foi descrito que, em pessoas com sintomas depressivos graves, o fato de ter insônia estava relacionado com a falta de resposta aos tratamentos para depressão. Também já foi provado que pessoas com insônia correm mais risco de ter depressão no futuro”, disse uma das responsáveis pelo estudo, a pesquisadora Mariana Moysés Oliveira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo Mariana, as descobertas são inéditas. A insônia e os sintomas depressivos partem de origens genéticas muito parecidas e, por isso, os problemas de sono não podem ser tratados como algo secundário em pessoas com depressão, já que está demonstrado que são parte central da doença. Para chegar ao resultado, foi aplicado um modelo estatístico, chamado escore poligênico, que permite prever o risco para doenças complexas ao considerar milhares de variantes genéticas, o que permitiu estabelecer essa interrelação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A análise foi baseada em estudos de associação do genoma completo para depressão e insônia. Os resultados indicam que os escores poligênicos foram eficazes em alocar os indivíduos em grupos de alto e baixo risco para problemas de sono e depressão. Pessoas com má qualidade de sono tendiam a apresentar sintomas depressivos mais graves. Quanto maior o risco genético para queixas de sono, aumentava o risco genético para sintomas depressivos. Os genes que contribuíram para os escores poligênicos se sobrepuseram, indicando uma correlação genética forte entre essas condições”, destacou Mariana.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com Mariana, os resultados podem ser úteis para a saúde pública, pois, por meio deles, é possível estabelecer políticas que promovam a identificação precoce e o tratamento integrado podem ser mais eficazes na redução da carga dessas condições na sociedade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Acredito que as pesquisas podem levar a novos protocolos clínicos que abordem de forma integrada a saúde mental e a qualidade de sono, abrindo caminhos para a pesquisa científica e permitindo uma compreensão mais profunda das causas desses problemas de saúde. Além disso, usar dados genéticos para prever a predisposição permite identificar pessoas em risco antes mesmo que os sintomas se manifestem”, afirmou a pesquisadora.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a pesquisadora, a as doenças se manifestam geralmente por fatores genéticos, que não mudam desde a concepção, e ambientais aos quais as pessoas são expostas ao longo da vida. A pesquisa conseguiu calcular os riscos genéticos para prever os riscos maiores ou menores para o desenvolvimento de uma doença. “Para doenças comuns, não conseguimos atribuir um único gene. Não existe o gene da depressão, da insônia ou do câncer. O risco genético é determinado por diversas, muitas vezes milhares de variações genéticas. Apenas quando avaliamos o conjunto dessas variações genéticas podemos calcular o risco genético”, salientou Mariana.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a responsável pelo estudo, com uma amostra epidemiológica é possível identificar variações genéticas que podem ser usados como biomarcadores de risco e, entendendo as conexões genéticas, é possível desenvolver tratamentos que atacam as causas das doenças, não apenas os sintomas, reduzindo a chance de recaídas.</p>
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		<title>É importante o cadastro no SUS até o final de dezembro</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/e-importante-o-cadastro-no-sus-ate-o-final-de-dezembro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde Pública]]></category>
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					<description><![CDATA[Dirija-se a Secretaria Municipal de Saúde de seu Município ou em uma unidade de saúde mais próxima de sua residência, portando os seguintes documentos pessoais: RG, CPF e comprovante de residência É muito importante os brasileiros cadastrarem-se no SUS, até o final de dezembro de 2019, porque a verba para saúde pública será definida, entre [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Dirija-se a Secretaria Municipal de Saúde de seu Município ou em uma unidade de saúde mais próxima de sua residência, portando os seguintes documentos pessoais: RG, CPF  e comprovante de residência</p>
<p>É muito importante os brasileiros cadastrarem-se no SUS, até o final de dezembro de 2019, porque a verba para saúde pública será definida, entre outros índices, pelo número de cadastros. É bom salientar que a responsabilidade de cadastro é dos municípios e este não é o único critério para a destinação de verbas.</p>
<p>Contudo, este governo não tem credibilidade nas suas ações diante dos programas sociais e econômicas, nem aqui e nem mundial. “Seguro morreu de velho!”, a máxima se aplica literalmente. Já estão cortando os remédios gratuitos do Programa Farmácia Popular, que distribui gratuitamente alguns medicamentos à população.</p>
<p> </p>
<h4>Como fazer o cartão SUS</h4>
<p>Fazer o cartão SUS é grátis, fácil e rápido – e ainda agiliza marcações de consultas e exames, o acesso a medicamentos e o acompanhamento dos pacientes pelos profissionais de saúde. Munícipes de Santos devem procurar a UBS (Unidade Básica de Saúde) ou USF (Unidade de Saúde da Família) de referência do seu endereço &#8211; estas unidades funcionam a partir das 7 horas.</p>
<p> </p>
<p>É preciso levar RG, CPF e comprovante de residência. O Cartão SUS é um documento pessoal e intransferível, que identifica os usuários do Sistema Ùnico de Saúde e contém informações pessoais e dados sobre procedimentos clínicos que já foram realizados no paciente. A iniciativa agiliza o processo para beneficiar o atendimento do SUS.</p>
<p>Fonte: Comunicação do SEEB de Santos e Região<br />Escrito por: Gustavo Mesquita</p>
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