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	<title>São Paulo &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>São Paulo &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Com Sabesp privatizada e calor extremo, Tarcísio pede que a população economize água em São Paulo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Dec 2025 08:39:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Calor extremo]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Privatizações]]></category>
		<category><![CDATA[Sabesp]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo]]></category>
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		<category><![CDATA[Tarcisio de Freitas]]></category>
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					<description><![CDATA[Reservatórios operam perto de 20% e consumo sobe até 60% com onda de calor; governo pede banhos rápidos e suspensão de usos não essenciais. O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, pediu que a população economize água diante da queda nos níveis dos reservatórios e da estiagem prolongada no Estado, em meio a uma [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-fe973286952beb028273dc34ebd7337f">Reservatórios operam perto de 20% e consumo sobe até 60% com onda de calor; governo pede banhos rápidos e suspensão de usos não essenciais.</h4>



<p>O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, pediu que a população economize água diante da queda nos níveis dos reservatórios e da estiagem prolongada no Estado, em meio a uma onda de calor que elevou drasticamente o consumo. Ele afirmou que o momento exige atenção e cooperação coletiva para evitar que a crise hídrica se agrave.</p>



<p>A informação foi <a href="https://www.estadao.com.br/sao-paulo/tarcisio-pede-para-populacao-economizar-agua-com-reservatorios-em-baixa-em-sao-paulo/" data-type="link" data-id="https://www.estadao.com.br/sao-paulo/tarcisio-pede-para-populacao-economizar-agua-com-reservatorios-em-baixa-em-sao-paulo/">publicada</a> pelo jornal Estado de S. Paulo, que relatou o apelo do governador e o alerta divulgado pelo governo paulista para “redução imediata do consumo de água” no Estado.</p>



<p>“Todos precisam fazer a sua parte. É importante que a população utilize com consciência”, disse Tarcísio, ao reforçar a necessidade de evitar desperdícios.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Calor extremo pressiona o sistema e eleva consumo</h4>



<p>O pedido ocorre em um cenário de temperaturas elevadas e chuvas abaixo da média, com impacto direto sobre os principais mananciais que abastecem a Região Metropolitana de São Paulo. Na quinta-feira, 25/12, quando a capital paulista registrou 35,9 ºC, o governo estadual divulgou um alerta pedindo medidas imediatas de economia.</p>



<p>Segundo o governo paulista, a onda de calor que atinge o Estado desde a semana anterior provocou um aumento de até 60% no consumo de água, sobrecarregando a rede e reduzindo a capacidade de recomposição dos reservatórios.</p>



<h4 class="wp-block-heading">“Redução imediata” e medidas emergenciais para evitar colapso</h4>



<p>No comunicado oficial, o governo recomendou que os moradores tomem banhos rápidos, evitem desperdícios e suspendam usos considerados não essenciais, como lavar carros, lavar calçadas ou encher piscinas.</p>



<p>“O uso da água deve ser priorizado para alimentação e higiene pessoal. A colaboração da população é fundamental para garantir a regularidade do abastecimento”, diz o texto divulgado.</p>



<p>A orientação surge no momento em que sistemas estratégicos do abastecimento operam em patamares críticos. O Sistema Cantareira, um dos principais responsáveis pelo abastecimento da Grande São Paulo, está com apenas 20% do seu volume operacional.</p>



<p>O governo informou ainda que o Sistema Integrado Metropolitano (SIM), que reúne sete mananciais e abastece a Região Metropolitana, opera com 26,42% da capacidade de armazenamento. Reservatórios fundamentais como o Alto Tietê e o próprio Cantareira seguem próximos do patamar de 20%, situação considerada preocupante em um período de forte calor.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Investimentos não resolvem crise no curto prazo, admite Tarcísio</h4>



<p>O governador afirmou que o Estado mantém obras e investimentos para reforçar a segurança hídrica, mas reconheceu que ações estruturais não são suficientes para enfrentar o problema imediatamente.</p>



<p>“Há obras em curso, ligação de bacias, mas isso não basta. O que pudermos economizar será importante”, afirmou.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Chuvas abaixo da média e pressão noturna reduzida</h4>



<p>Além do consumo crescente, o volume de chuvas continua abaixo do esperado. De acordo com os dados citados, o acumulado de novembro foi de 108,1 milímetros, enquanto a média histórica do período é de 150,6 mm.</p>



<p>Desde agosto, o governo paulista, em parceria com a Arsesp (Agência Reguladora de Serviços Públicos do Estado de São Paulo), determinou a redução da pressão noturna da água na região metropolitana, com o objetivo de preservar os mananciais e reduzir perdas.</p>



<p>Como medida preventiva, a Sabesp tem reforçado o abastecimento em determinadas áreas com apoio de caminhões-pipa, especialmente em regiões mais sensíveis à oscilação da rede.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Reclamações e interrupções: áreas altas são mais afetadas</h4>



<p>Nas redes sociais da Sabesp, moradores relatam falta de água e instabilidade no fornecimento. Em nota, a empresa disse que vem registrando aumento expressivo no consumo em dias muito quentes, o que provoca “oscilações pontuais” no abastecimento e exige ajustes operacionais constantes.</p>



<p>Segundo a companhia, as áreas mais altas da Região Metropolitana são as mais afetadas por causa da menor pressão na rede. Já as regiões mais baixas, de acordo com a Sabesp, seguem sendo abastecidas normalmente.</p>



<p>Em dias considerados “normais”, a empresa produz cerca de 66 mil litros de água por segundo. Nos últimos dias, porém, precisou elevar a produção para cerca de 72 mil litros por segundo, evidenciando a pressão sobre o sistema em meio ao calor extremo e aos reservatórios em nível crítico.</p>
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		<title>Com origem europeia, festas juninas misturam devoção, comidas e danças</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/com-origem-europeia-festas-juninas-misturam-devocao-comidas-e-dancas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 22 Jun 2025 07:35:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[amendoim]]></category>
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					<description><![CDATA[Saiba mais sobre as tradições da folia que celebra santos católicos As tradicionais festas juninas brasileiras nasceram na Europa católica e foram introduzidas no país pelos portugueses durante o período colonial, celebrando as solenidades católicas de Santo Antônio, São João Batista, São Pedro e São Paulo. Com fogueira, quermesse e quadrilha, as festas trazem afetividade, [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-45d0563104c4021036c3cb8ae358e30d">Saiba mais sobre as tradições da folia que celebra santos católicos</h4>



<p>As tradicionais festas juninas brasileiras nasceram na Europa católica e foram introduzidas no país pelos portugueses durante o período colonial, celebrando as solenidades católicas de Santo Antônio, São João Batista, São Pedro e São Paulo. Com fogueira, quermesse e quadrilha, as festas trazem afetividade, ensinamentos religiosos e narrativas que atravessam séculos de história popular.</p>



<p>Segundo a doutora em Teologia e professora da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR) Ana Beatriz Dias Pinto, no Brasil, mais do que datas litúrgicas, são experiências coletivas que misturam devoção, comida, dança e memória afetiva.</p>



<p>“Cada arraial, cada fogueira acesa e cada simpatia feita com fé expressam uma catequese viva, transmitida não por livros, mas por gestos, sabores e ritmos que fazem universo de sentidos para a religiosidade popular e dizem muito sobre nossa cultura”, diz.</p>



<p>A professora, explica que a tradição da fogueira vem de um acordo entre Isabel e Maria, primas grávidas. Elas combinaram que, quando João nascesse, Isabel acenderia uma fogueira para avisar Maria. &#8220;Assim surgiu o sinal, que se acende até hoje em cada quermesse do Brasil para celebrar o nascimento do único santo festejado no dia em que nasceu, e não no dia da morte&#8221;.</p>



<p>A fogueira de São João representa a luz da vida para os momentos de escuridão, a expectativa de exteriorizar e queimar pelo fogo tudo aquilo que tira a alegria da vida, explica professora. Há ainda o ato de pular a fogueira, que representa purificação, renascimento, desejo realizado.</p>



<p>&#8220;No Brasil, isso se popularizou ao ponto de virar a cantiga Pula a fogueira, ioiô. Esse gesto é arquétipo de purificação, de queimar energias e experiências negativas, reduzindo a cinzas o que não é bom para a vida&#8221;, .</p>



<p>Outro símbolo tradicional das festas juninas, o arraial é a recriação de uma aldeia temporária e sagrada, onde há sempre uma igreja, um padre, um casamento e padrinhos.</p>



<p>&#8220;É uma miniatura da própria organização social católica, mas numa versão colorida e brincante, homenageando o povo caipira, o povo que oferece aos centros urbanos o alimento&#8221;.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Quadrilha, pau de sebo e quermesse</h4>



<p>De acordo com Ana Beatriz, a origem da quadrilha, uma dança de casais que se abrasileirou nos nossos arraiais, tem origem nas danças de salão francesas. Aos poucos se transformou em uma dança coreografada no Brasil.</p>



<p>O pau de sebo também faz parta da folia junina. &#8220;Enquanto alguns o veem simbolismo fálico, como pecado, algo do demônio, outros veem só como diversão. O fato é que pela cultura popular, o pau de sebo é tão somente uma brincadeira de festa junina. Em sua ponta, sempre há uma imagem de Santo Antônio ou um prêmio cobiçado. Quem consegue apanhar é o vencedor&#8221;.</p>



<p>O termo quermesse para denominar a festa da igreja vem do flamengo kerkmisse, palavra que nasceu da língua falada na região da Flandres (atualmente parte da Bélgica). A festa nasceu como evento beneficente e, com o tempo, incorporou forró, barracas de jogo, bingo e cachorro-quente aqui no Brasil.</p>



<p>&#8220;No fundo, continua sendo celebração comunitária, de agradecimento pelas colheitas e para celebrar que o povo quer missa, mas também quer festa, união, convivência e amizade. Valores presentes à formação social brasileira no campo e na cidade&#8221;, explica Ana Beatriz.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Comidas e bebidas</h4>



<p>As festas juninas no Brasil coincidem com a colheita de alguns alimentos, como o milho, amendoim, pinhão, uva. Desses produtos resultam pratos como a canjica, a pamonha, o bolo de milho, o curau, o pé-de-moleque, pinhão cozido ou assado. As bebidas, como o quentão e o vinho quente, que têm origem portuguesa, surgiram como função social de aquecer o corpo e a alma.</p>



<p>&#8220;Todos representam uma forma de Ação de Graças a um plantio bem-sucedido, em forma de gratidão disfarçada de quitute&#8221;, explica a professora de teologia.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Papel das festas</h4>



<p>Para Ana Beatriz, as festas juninas são ainda mais importantes no período atual, com a existência da comunicação digital e das redes sociais, como ritual coletivo, memória afetiva e expressão de uma espiritualidade popular legítima falando de pertencimento, alegria e esperança por meio das danças, das brincadeiras e da celebração da colheita dos alimentos típicos do inverno.</p>



<p>&#8220;As festas juninas são expressão simbólica do imaginário devocional e cultural brasileiro, com direito a muitas orações, simpatias e à consciência simbólica de que o ano chegou à sua metade, convidando cada um de nós a olhar para trás, agradecer, e reacender a fé para o que ainda está por vir&#8221;.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>IPVA 2025: veja datas, vencimento e como pagar</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/ipva-2025-veja-datas-vencimento-e-como-pagar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Jan 2025 10:16:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Calendário]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[IPVA 2025]]></category>
		<category><![CDATA[Licenciamento]]></category>
		<category><![CDATA[Pagamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Renavam]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo]]></category>
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					<description><![CDATA[Proprietários também podem antecipar o pagamento do licenciamento anual A partir da próxima semana, começa o calendário dos prazos para o pagamento do IPVA 2025 em São Paulo. As alíquotas em São Paulo permanecem as mesmas de 2024: 4% para carros de passeio; 2% para motocicletas e similares, caminhonetes cabine simples, micro-ônibus, ônibus e maquinário [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-33e255d99ea1bfef02e02aa9dceb7cf4">Proprietários também podem antecipar o pagamento do licenciamento anual</h4>



<p>A partir da próxima semana, começa o calendário dos prazos para o pagamento do IPVA 2025 em São Paulo.</p>



<p>As alíquotas em São Paulo permanecem as mesmas de 2024: 4% para carros de passeio; 2% para motocicletas e similares, caminhonetes cabine simples, micro-ônibus, ônibus e maquinário pesado; além de 1,5% para caminhões. A alíquota para os veículos de locadoras foi mantida em 1%.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Calendário IPVA 2025</h4>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Placa final 1:</strong> 13/01(cota única com desconto de 3% ou 1ª parcela), 13/02 (cota única sem desconto ou 2ª parcela), 13/3, 13/4 e 13/5 (demais parcelas).</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Placa final 2:</strong> 14/01(cota única com desconto de 3% ou 1ª parcela), 14/02 (cota única sem desconto ou 2ª parcela), 14/03, 14/04 e 14/05 (demais parcelas).</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Placa final 3:</strong> 15/01(cota única com desconto de 3% ou 1ª parcela), 15/02 (cota única sem desconto ou 2ª parcela), 15/03, 15/04 e 15/05 (demais parcelas).</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Placa final 4:</strong> 16/01(cota única com desconto de 3% ou 1ª parcela), 16/02 (cota única sem desconto ou 2ª parcela), 16/03, 16/04 e 16/05 (demais parcelas).</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Placa final 5:</strong> 17/01(cota única com desconto de 3% ou 1ª parcela), 17/02 (cota única sem desconto ou 2ª parcela), 17/03, 17/04 e 17/05 (demais parcelas).</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Placa final 6:</strong> 20/01(cota única com desconto de 3% ou 1ª parcela), 20/02 (cota única sem desconto ou 2ª parcela), 20/03, 20/04 e 20/05 (demais parcelas).</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Placa final 7:</strong> 21/01(cota única com desconto de 3% ou 1ª parcela), 21/02 (cota única sem desconto ou 2ª parcela), 21/03, 21/04 e 21/05 (demais parcelas).</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Placa final 8:</strong> 22/01(cota única com desconto de 3% ou 1ª parcela), 22/02 (cota única sem desconto ou 2ª parcela), 22/03, 22/04 e 22/05 (demais parcelas).</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Placa final 9:</strong> 23/01(cota única com desconto de 3% ou 1ª parcela), 23/02 (cota única sem desconto ou 2ª parcela), 23/03, 23/04 e 23/05 (demais parcelas).</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Placa final 0:</strong> 24/01(cota única com desconto de 3% ou 1ª parcela), 24/02 (cota única sem desconto ou 2ª parcela), 24/03, 24/04 e 24/05 (demais parcelas).</li>
</ul>



<h4 class="wp-block-heading">Como pagar o IPVA 2025</h4>



<p>O pagamento pode ser feito em uma agência bancária credenciada, com o número do <a href="https://www.gov.br/pt-br/servicos/consultar-dados-de-veiculo-na-base-renavam" data-type="link" data-id="https://www.gov.br/pt-br/servicos/consultar-dados-de-veiculo-na-base-renavam">Renavam</a>. A guia pode ser paga nos terminais de autoatendimento, pela internet, via débito agendado ou por meio de outros canais oferecidos pelo banco.</p>



<p>Para pagar por Pix, o interessado deve acessar a página do IPVA no portal da Sefaz do seu estado, informar os dados do veículo e gerar um QR code. Também dá para fazer o pagamento em casas lotéricas e com cartão de crédito.</p>



<p>Os proprietários também podem antecipar o pagamento do licenciamento anual, quitando todos os débitos que recaiam sobre o veículo, incluindo o IPVA, a taxa de licenciamento e multas.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Lula sanciona lei que altera tabela do Imposto de Renda</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/lula-sanciona-lei-que-altera-tabela-do-imposto-de-renda/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 May 2024 06:28:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[1º de Maio]]></category>
		<category><![CDATA[Campanha Eleitoral]]></category>
		<category><![CDATA[Desoneração da Folha de pagamento]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[presidente Lula]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[Tabela do Imposto de renda]]></category>
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					<description><![CDATA[“Não haverá desoneração para favorecer os mais ricos”, diz presidente Na última quarta-feira (1º de maio), durante ato com trabalhadores na zona leste de São Paulo, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou o Projeto de Lei nº 81/2024 que corrige a tabela do Imposto de Renda, aumentando a isenção para quem recebe até [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-6e996d6596bb80d92d8fdee449d1f523">“Não haverá desoneração para favorecer os mais ricos”, diz presidente</h4>



<p>Na última quarta-feira (1º de maio), durante ato com trabalhadores na zona leste de São Paulo, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou o Projeto de Lei nº 81/2024 que corrige a tabela do Imposto de Renda, aumentando a isenção para quem recebe até dois salários mínimos por mês. Ele reafirmou a promessa de, até o fim do seu mandato em 2026, aprovar a isenção do pagamento do imposto de renda para quem ganha até R$ 5 mil mensais.</p>



<p>“Esse país vai tratar com muito respeito 203 milhões de homens e mulheres que moram nesse país. A economia brasileira já voltou a crescer, o salário já voltou a crescer, o imposto de renda eu prometi para vocês que até o final do meu mandato, até R$ 5 mil as pessoas não pagarão imposto de renda. E estou dizendo para vocês a palavra continua em pé”, disse Lula, destacando a articulação dos seus ministros com o Congresso Nacional na aprovação de medidas de interesse do governo.</p>



<p>“Foi assim que nós fizemos, pela primeira vez no momento de democracia, a reforma tributária em que a gente vai despenalizar a pessoa de classe média que paga muito e fazer com que o muito rico pague um pouco do Imposto de Renda nesse país porque só o pobre é que paga. Nessa proposta de Imposto de Renda todo o alimento da cesta básica será desonerado e não terá Imposto de Renda sobre comida do povo trabalhador desse país”, acrescentou.</p>



<p>Ainda durante o ato, Lula assinou o decreto de promulgação da Convenção e Recomendação sobre o Trabalho Decente para as Trabalhadoras e os Trabalhadores Domésticos</p>



<h4 class="wp-block-heading">Desoneração</h4>



<p>O presidente também aproveitou o discurso para criticar a manutenção da desoneração da folha de pagamento para 17 setores da economia. Lula disse que “não haverá desoneração para favorecer os mais ricos”.</p>



<p>No fim do ano passado, o Congresso Nacional aprovou o projeto de lei da desoneração que prorroga, até 2027, a troca da contribuição previdenciária – correspondente a 20% da folha de pagamento – por uma alíquota entre 1% e 4,5% sobre a receita bruta de empresas de 17 setores da economia. O projeto também cortou de 20% para 8% a alíquota das contribuições ao INSS por parte dos municípios com até 156 mil habitantes.</p>



<p>“A gente faz desoneração quando o povo pobre ganha, quando o trabalhador ganha, mas fazer desoneração sem que eles sequer se comprometam a gerar um emprego, sem que eles sequer se comprometam a dar garantia para quem está trabalhando. Eu quero dizer que no nosso país não haverá desoneração para favorecer os mais ricos e, sim, para favorecer aqueles que trabalham e que vivem de salário”, disse Lula.</p>



<p>O presidente Lula vetou o projeto de lei da desoneração, mas o Congresso derrubou o veto ainda em dezembro do ano passado, mantendo o benefício às empresas. Para Lula, a medida não garante a geração de empregos e não pode haver desoneração da folha de pagamento de empresas sem contrapartida aos trabalhadores.</p>



<p>A desoneração da folha de pagamento tem impacto de cerca de R$ 9 bilhões por ano à Previdência Social. A ajuda aos pequenos municípios fará o governo deixar de arrecadar R$ 10 bilhões por ano. O governo recorreu ao Supremo Tribunal Federal e a ação tem o placar de 5 a 0 na Corte para suspender a desoneração. Para o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, é preciso encontrar um caminho para evitar prejuízos à Previdência Social. “A receita da Previdência é sagrada para pagar os aposentados. Não dá para brincar com essa coisa”, disse Haddad, nessa semana.</p>



<p>O ato em São Paulo foi realizado no estacionamento da Neo Química Arena (estádio do Corinthians), na zona leste da capital paulista. Pela primeira vez, a celebração deixou de ser realizada na região central da cidade, no conhecido Vale do Anhangabaú.</p>



<p>Durante seu discurso, Lula comentou sobre o esvaziamento do evento e cobrou o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Márcio Macêdo, responsável pela articulação do governo com os movimentos sociais.</p>



<p>“Não pense que vai ficar assim. Vocês sabem que ontem eu conversei com ele sobre esse ato e eu disse para ele, ‘Márcio, o ato está mal convocado, nós não fizemos o esforço necessário para levar a quantidade de gente que era preciso levar’. Mas, de qualquer forma, eu estou acostumado a falar com mil, com 1 milhão, mas também, se for necessário, eu falo apenas com uma senhora maravilhosa que está ali na minha frente”, disse Lula.</p>



<p>Pelo sexto ano seguido, os atos políticos do Dia do Trabalhador em todo o país são organizados, de forma unificada, pelas centrais sindicais CUT, Força Sindical, UGT, CTB, NCST, CSB e <a href="https://intersindicalcentral.com.br/" data-type="link" data-id="https://intersindicalcentral.com.br/">Intersindical Central da Classe Trabalhadora</a>. Shows e apresentações culturais também fazem parte da programação.</p>



<p>“Sob o tema Por um Brasil mais Justo, o 1º de Maio 2024 será um dia de celebração e reflexão para levar a toda a população brasileira a luta do movimento sindical em defesa da classe trabalhadora”, informou a CUT. Entre as pautas das entidades estão emprego decente, correção da tabela de Imposto de Renda, juros mais baixos, valorização do serviço e dos servidores públicos, igualdade salarial e aposentadoria digna.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Estado de São Paulo tem 17 chacinas com 69 mortes em 2015</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/estado-de-sao-paulo-tem-17-chacinas-com-69-mortes-em-2015/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SEEB Santos e Região]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Chacina]]></category>
		<category><![CDATA[Homicídio]]></category>
		<category><![CDATA[policiais]]></category>
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					<description><![CDATA[O n&#250;mero de chacinas no estado de S&#227;o Paulo aumentou de 2014 para 2015. O estado registrou 17 casos em 2015, que resultaram na morte de 69 pessoas, contra 15 no ano anerior, que vitimaram 64 pessoas. Os dados s&#227;o da Ouvidoria da Pol&#237;cia de S&#227;o Paulo. Para o ouvidor da Pol&#237;cia de S&#227;o Paulo, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p></p>
<p><span style="line-height:1.6em">O n&uacute;mero de chacinas no estado de S&atilde;o Paulo aumentou de 2014 para 2015. O estado registrou 17 casos em 2015, que resultaram na morte de 69 pessoas, contra 15 no ano anerior, que vitimaram 64 pessoas. Os dados s&atilde;o da Ouvidoria da Pol&iacute;cia de S&atilde;o Paulo.</span></p>
<p>Para o ouvidor da Pol&iacute;cia de S&atilde;o Paulo, Julio Cesar Fernandes Neves, um dos fatores que pode ter influenciado a eleva&ccedil;&atilde;o no n&uacute;mero de chacinas s&atilde;o os casos em que pessoas tentam fazer justi&ccedil;a com as pr&oacute;prias m&atilde;os.</p>
<p>A chacina de Osasco e Barueri, em agosto, deixou 19 mortos, segundo n&uacute;meros oficiais. Na noite dos ataques, foram 18 mortos. Uma menina de 15 anos, que foi atingida em um desses ataques, morreu em 27 de agosto, ap&oacute;s ficar internada em estado grave no Hospital Regional de Osasco, com um ferimento abdominal. Entre as hip&oacute;teses para os crimes, a pol&iacute;cia investigou a vingan&ccedil;a pela morte do policial militar Ademilson Pereira de Oliveira, em 7 de agosto, em Osasco e o revide &agrave; morte de um guarda-civil, no dia 12 de agosto, em Barueri.</p>
<p>Quatro meses ap&oacute;s os crimes, o processo ainda n&atilde;o chegou &agrave; Justi&ccedil;a. De acordo com a Secretaria de Seguran&ccedil;a P&uacute;blica de SP (SSP-SP), o Departamento de Homic&iacute;dios e Prote&ccedil;&atilde;o &agrave; Pessoa (DHPP) relatou o inqu&eacute;rito ao Minist&eacute;rio P&uacute;blico estadual (MP-SP) e sete pessoas foram indiciadas. Seis s&atilde;o policiais militares e um &eacute; guarda civil metropolitano. Do Minist&eacute;rio P&uacute;blico, o inqu&eacute;rito segue para o Tribunal de Justi&ccedil;a (TJ-SP). A Secretariade Seguran&ccedil;a disse ainda que outro homem foi preso, acusado de amea&ccedil;ar testemunhas do caso.</p>
<p>A defensora p&uacute;blica de Osasco, Ma&iacute;ra Coraci Diniz, que acompanha o caso e atua na defesa de duas fam&iacute;lias, informou que o inqu&eacute;rito est&aacute; com o Gaeco, o Grupo de Atua&ccedil;&atilde;o Especial de Combate ao Crime Organizado do pr&oacute;prio Minist&eacute;rio P&uacute;blico. &ldquo;Ainda n&atilde;o h&aacute; um processo judicial formalizado. H&aacute; um inqu&eacute;rito por enquanto&rdquo;, disse. O grupo &eacute; respons&aacute;vel por analisar o processo e oferecer a den&uacute;ncia criminal &agrave; Justi&ccedil;a, se for o caso.</p>
<p>Tamb&eacute;m h&aacute; uma investiga&ccedil;&atilde;o em curso na Corregedoria da PM, que est&aacute; em fase de instru&ccedil;&atilde;o. Ap&oacute;s consulta para comprovar a acusa&ccedil;&atilde;o, o caso deve seguir para a Justi&ccedil;a Militar.</p>
<p>Quando o caso chegar &agrave; Justi&ccedil;a comum e &agrave; Justi&ccedil;a Militar, deve haver um entendimento sobre quem vai julgar o processo. &ldquo;&Eacute; uma discuss&atilde;o jur&iacute;dica sobre compet&ecirc;ncia, porque o tribunal militar julga crimes militares, a&iacute; eles v&atilde;o ver se &eacute; um crime militar ou um crime comum, apesar de ter sido praticado por militares&rdquo;, explicou a assessoria da Secretaria de Seguran&ccedil;a.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Autoria desconhecida</strong></p>
<p>Al&eacute;m das chacinas, ocorreram no estado mais 123 casos de homic&iacute;dio com autoria desconhecida, que deixaram 144 pessoas mortas. Essa classifica&ccedil;&atilde;o inclui os assassinatos que vitimam uma ou duas pessoas. Em todo o ano de 2014, ocorreram 183 crimes de autoria desconhecida com 200 mortes.</p>
<p>O ouvidor Julio Cesar Fernandes Neves explicou que os assassinatos enquadrados em &ldquo;autoria desconhecida&rdquo; podem ser casos de chacinas de determinada regi&atilde;o, como os assassinatos ocorridos em Osasco e Barueri, no dia 13 de agosto, por exemplo, em que houve ataques em diversos pontos pr&oacute;ximos, mas registrados em boletins de ocorr&ecirc;ncia diferentes.</p>
<p>&ldquo;Em Osasco falaram em 19 [assassinatos] na chacina. Mas tivemos mortes por autoria desconhecida de cinco pessoas, entre a morte de Ademilson Pereira de Oliveira [policial militar, morto em 7 de agosto] e a chacina propriamente dita [que pode ter ocorrido como vingan&ccedil;a pela morte do policial], que eles n&atilde;o contabilizaram por ser autoria desconhecida, mas o modus operandi &eacute; o mesmo: tiro no rosto, no t&oacute;rax, na cabe&ccedil;a&rdquo;, disse o ouvidor.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Pavilh&atilde;o 9</strong></p>
<p>Em 18 de abril, outra chacina deixou oito mortos na sede da torcida organizada do Corinthians Pavilh&atilde;o 9. Por volta das 23h, tr&ecirc;s pessoas armadas entraram na sede da torcida organizada do Corinthians. Doze torcedores ainda estavam no local quando os criminosos chegaram. Quatro conseguiram fugir, mas os demais foram obrigados a se ajoelhar e depois se deitar no ch&atilde;o. Todos foram executados. Sete morreram no local. A oitava v&iacute;tima chegou a ser socorrida, mas morreu no hospital.</p>
<p>A defensora p&uacute;blica Daniela Skromov explicou que a investiga&ccedil;&atilde;o da chacina na Pavilh&atilde;o 9 foi dividida em duas parte: &ldquo;Uma virou processo judicial contra o Rodney [Dias dos Santos, um ex-policial militar] e contra o Walter [Pereira da Silva Junior, um policial militar], com den&uacute;ncia. Quando o promotor [do MP-SP] apresenta a den&uacute;ncia, as investiga&ccedil;&otilde;es param com rela&ccedil;&atilde;o a esses autores&rdquo;. Ela acrescentou que a segunda parte da investiga&ccedil;&atilde;o segue para identifica&ccedil;&atilde;o do terceiro autor e eventuais outros autores.</p>
<p>Rodney e Wagner s&atilde;o acusados da chacina. O processo est&aacute; em fase de audi&ecirc;ncia de instru&ccedil;&atilde;o, j&aacute; na Justi&ccedil;a, quando testemunhas de acusa&ccedil;&atilde;o e de defesa s&atilde;o ouvidas. Como s&atilde;o muitas testemunhas, as audi&ecirc;ncias foram desmembradas. Ap&oacute;s essas audi&ecirc;ncias, ocorre o julgamento, ainda sem previs&atilde;o de data. &ldquo;O julgamento n&atilde;o tem previs&atilde;o e pode ter tr&ecirc;s resultados: a pron&uacute;ncia, que &eacute; a decis&atilde;o que manda [o caso] a j&uacute;ri popular; a impron&uacute;ncia, que n&atilde;o leva a juri e engaveta o caso por falta de provas; ou a absolvi&ccedil;&atilde;o sum&aacute;ria&rdquo;, explicou a defensora.</p>
<p>A Secretaria de Seguran&ccedil;a P&uacute;blica disse, em nota, que o DHPP j&aacute; relatou o inqu&eacute;rito dos crimes da Pavilh&atilde;o 9 ao Minist&eacute;rio P&uacute;blico, indiciando duas pessoas. As duas j&aacute; estiveram presas, mas uma delas, o policial militar Walter, obteve liberdade. &ldquo;H&aacute; suspeita de participa&ccedil;&atilde;o de uma terceira pessoa, ainda n&atilde;o identificada, cuja atua&ccedil;&atilde;o &eacute; investigada em outro inqu&eacute;rito policial&rdquo;, confirmou a secretaria.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Federaliza&ccedil;&atilde;o das investiga&ccedil;&otilde;es</strong></p>
<p>Familiares de v&iacute;timas e movimentos sociais e de direitos humanos, preocupados com a demora na investiga&ccedil;&atilde;o e, muitas vezes, com a falta de puni&ccedil;&atilde;o aos respons&aacute;veis pelas chacinas, buscam uma solu&ccedil;&atilde;o para os processos, principalmente aqueles que envolvem policiais militares. Para eles, uma alternativa seria convocar a Pol&iacute;cia Federal para auxiliar nas investiga&ccedil;&otilde;es desse tipo de crime no estado de S&atilde;o Paulo.</p>
<p>O relator da Comiss&atilde;o de Viol&ecirc;ncia e Letalidade do Conselho Estadual de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana (Condepe), Luiz Carlos dos Santos, afirmou que h&aacute; uma lentid&atilde;o na apura&ccedil;&atilde;o de chacinas. Ele acredita que a federaliza&ccedil;&atilde;o de alguns casos, passando as investiga&ccedil;&otilde;es do &acirc;mbito estadual para o federal, poderia acelerar os processos.</p>
<p>&ldquo;O aparelho do estado n&atilde;o &eacute; competente para investigar uma quest&atilde;o de chacinas que envolvem policias militares do estado. Como voc&ecirc; vai pedir para a Corregedoria da Pol&iacute;cia Militar investigar a corpora&ccedil;&atilde;o dela? [O estado] n&atilde;o tem vontade de punir e mostrar em p&uacute;blico quem s&atilde;o os que comandam as chacinas&rdquo;, diz Luiz Carlos. Al&eacute;m disso, ele aponta que, quando h&aacute; envolvimento de policiais, o estado faz um julgamento precoce das v&iacute;timas. &ldquo;Muitos porque tem passagem [pela pol&iacute;cia], muitos porque estavam em local que era periferia, mas isso n&atilde;o justifica uma quest&atilde;o de chacina&rdquo;, exemplificou.</p>
<p>Questionada sobre a capacidade de investigar a pol&iacute;cia, a Secretaria de Seguran&ccedil;a disse que tem compet&ecirc;ncia e estrutura para investigar o que chamou de &ldquo;desvios de conduta praticados por policiais&rdquo;, seja por meio de inqu&eacute;ritos policiais ou pelas corregedorias.</p>
<p>Em encontro ocorrido h&aacute; duas semanas, com a presen&ccedil;a do Conselho Nacional de Direitos Humanos (CNDH), entidades da sociedade civil, familiares de v&iacute;timas de viol&ecirc;ncia e representantes dos poderes estadual e municipal, o Condepe informou que est&aacute; finalizando um relat&oacute;rio sobre mais de 20 chacinas ocorridas no estado e que encaminhar&aacute; ao CNDH.</p>
<p>&ldquo;O conselho, dentre as comiss&otilde;es permanentes, tem uma que &eacute; Direitos Humanos e Seguran&ccedil;a P&uacute;blica em que n&oacute;s analisamos essas ocorr&ecirc;ncias criminosas que s&atilde;o as chacinas e tamb&eacute;m grupos de exterm&iacute;nio e atuamos na cobran&ccedil;a de pol&iacute;ticas p&uacute;blicas e de responsabiliza&ccedil;&atilde;o nos estados&rdquo;, explicou a vice-presidente do conselho, Ivana Farina.</p>
<p>&ldquo;O conselho &eacute; um &oacute;rg&atilde;o que tem como investigar essas viola&ccedil;&otilde;es, que tem como tratar disso de forma preventiva e tamb&eacute;m tem a possibilidade de aplicar san&ccedil;&otilde;es aos agentes violadores&rdquo;, disse ela.</p>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
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