<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Santo Antônio &#8211; SEEB Santos e Região</title>
	<atom:link href="https://santosbancarios.com.br/artigo/tag/santo-antonio/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://santosbancarios.com.br</link>
	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
	<lastBuildDate>Sun, 22 Jun 2025 07:35:59 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.0</generator>

<image>
	<url>https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2022/12/favicon-1.png</url>
	<title>Santo Antônio &#8211; SEEB Santos e Região</title>
	<link>https://santosbancarios.com.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Com origem europeia, festas juninas misturam devoção, comidas e danças</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/com-origem-europeia-festas-juninas-misturam-devocao-comidas-e-dancas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 22 Jun 2025 07:35:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[amendoim]]></category>
		<category><![CDATA[bolo de milho]]></category>
		<category><![CDATA[curau]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Festa Junina]]></category>
		<category><![CDATA[milho]]></category>
		<category><![CDATA[pau de sebo]]></category>
		<category><![CDATA[pé-de-moleque]]></category>
		<category><![CDATA[pinhão]]></category>
		<category><![CDATA[Quadrilha]]></category>
		<category><![CDATA[quentão]]></category>
		<category><![CDATA[Quermesse]]></category>
		<category><![CDATA[Santo Antônio]]></category>
		<category><![CDATA[Santos Católicos]]></category>
		<category><![CDATA[São João Batista]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[São Pedro]]></category>
		<category><![CDATA[vinho quente]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://santosbancarios.com.br/?p=62214</guid>

					<description><![CDATA[Saiba mais sobre as tradições da folia que celebra santos católicos As tradicionais festas juninas brasileiras nasceram na Europa católica e foram introduzidas no país pelos portugueses durante o período colonial, celebrando as solenidades católicas de Santo Antônio, São João Batista, São Pedro e São Paulo. Com fogueira, quermesse e quadrilha, as festas trazem afetividade, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-45d0563104c4021036c3cb8ae358e30d">Saiba mais sobre as tradições da folia que celebra santos católicos</h4>



<p class="wp-block-paragraph">As tradicionais festas juninas brasileiras nasceram na Europa católica e foram introduzidas no país pelos portugueses durante o período colonial, celebrando as solenidades católicas de Santo Antônio, São João Batista, São Pedro e São Paulo. Com fogueira, quermesse e quadrilha, as festas trazem afetividade, ensinamentos religiosos e narrativas que atravessam séculos de história popular.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a doutora em Teologia e professora da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR) Ana Beatriz Dias Pinto, no Brasil, mais do que datas litúrgicas, são experiências coletivas que misturam devoção, comida, dança e memória afetiva.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Cada arraial, cada fogueira acesa e cada simpatia feita com fé expressam uma catequese viva, transmitida não por livros, mas por gestos, sabores e ritmos que fazem universo de sentidos para a religiosidade popular e dizem muito sobre nossa cultura”, diz.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A professora, explica que a tradição da fogueira vem de um acordo entre Isabel e Maria, primas grávidas. Elas combinaram que, quando João nascesse, Isabel acenderia uma fogueira para avisar Maria. &#8220;Assim surgiu o sinal, que se acende até hoje em cada quermesse do Brasil para celebrar o nascimento do único santo festejado no dia em que nasceu, e não no dia da morte&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A fogueira de São João representa a luz da vida para os momentos de escuridão, a expectativa de exteriorizar e queimar pelo fogo tudo aquilo que tira a alegria da vida, explica professora. Há ainda o ato de pular a fogueira, que representa purificação, renascimento, desejo realizado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;No Brasil, isso se popularizou ao ponto de virar a cantiga Pula a fogueira, ioiô. Esse gesto é arquétipo de purificação, de queimar energias e experiências negativas, reduzindo a cinzas o que não é bom para a vida&#8221;, .</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro símbolo tradicional das festas juninas, o arraial é a recriação de uma aldeia temporária e sagrada, onde há sempre uma igreja, um padre, um casamento e padrinhos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;É uma miniatura da própria organização social católica, mas numa versão colorida e brincante, homenageando o povo caipira, o povo que oferece aos centros urbanos o alimento&#8221;.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Quadrilha, pau de sebo e quermesse</h4>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com Ana Beatriz, a origem da quadrilha, uma dança de casais que se abrasileirou nos nossos arraiais, tem origem nas danças de salão francesas. Aos poucos se transformou em uma dança coreografada no Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O pau de sebo também faz parta da folia junina. &#8220;Enquanto alguns o veem simbolismo fálico, como pecado, algo do demônio, outros veem só como diversão. O fato é que pela cultura popular, o pau de sebo é tão somente uma brincadeira de festa junina. Em sua ponta, sempre há uma imagem de Santo Antônio ou um prêmio cobiçado. Quem consegue apanhar é o vencedor&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O termo quermesse para denominar a festa da igreja vem do flamengo kerkmisse, palavra que nasceu da língua falada na região da Flandres (atualmente parte da Bélgica). A festa nasceu como evento beneficente e, com o tempo, incorporou forró, barracas de jogo, bingo e cachorro-quente aqui no Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;No fundo, continua sendo celebração comunitária, de agradecimento pelas colheitas e para celebrar que o povo quer missa, mas também quer festa, união, convivência e amizade. Valores presentes à formação social brasileira no campo e na cidade&#8221;, explica Ana Beatriz.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Comidas e bebidas</h4>



<p class="wp-block-paragraph">As festas juninas no Brasil coincidem com a colheita de alguns alimentos, como o milho, amendoim, pinhão, uva. Desses produtos resultam pratos como a canjica, a pamonha, o bolo de milho, o curau, o pé-de-moleque, pinhão cozido ou assado. As bebidas, como o quentão e o vinho quente, que têm origem portuguesa, surgiram como função social de aquecer o corpo e a alma.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Todos representam uma forma de Ação de Graças a um plantio bem-sucedido, em forma de gratidão disfarçada de quitute&#8221;, explica a professora de teologia.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Papel das festas</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Para Ana Beatriz, as festas juninas são ainda mais importantes no período atual, com a existência da comunicação digital e das redes sociais, como ritual coletivo, memória afetiva e expressão de uma espiritualidade popular legítima falando de pertencimento, alegria e esperança por meio das danças, das brincadeiras e da celebração da colheita dos alimentos típicos do inverno.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;As festas juninas são expressão simbólica do imaginário devocional e cultural brasileiro, com direito a muitas orações, simpatias e à consciência simbólica de que o ano chegou à sua metade, convidando cada um de nós a olhar para trás, agradecer, e reacender a fé para o que ainda está por vir&#8221;.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
