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	<title>Santander &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>Santander &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<item>
		<title>6&#215;1: Em 2022, bancos queriam abrir agências aos sábados</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/6x1-em-2022-bancos-queriam-abrir-agencias-aos-sabados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Apr 2026 08:36:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Santander]]></category>
		<category><![CDATA[Convenção Coletiva de Trabalho (CCT)]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[escala 5 x 2]]></category>
		<category><![CDATA[escala 6 x 1]]></category>
		<category><![CDATA[Sábado]]></category>
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					<description><![CDATA[Em 2022, o Santander tentou abrir agências aos sábados para uma campanha de desendividamento, ignorando a Lei 4.178/1962 e a Convenção Coletiva de Trabalho (CCT), que garantem o descanso aos fins de semana desde a década de 60. Era 16 de janeiro de 2022 quando os bancários e bancárias do Santander, bem como o movimento [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-d927d48847ec33c8f238d7ecde649d63">Em 2022, o Santander tentou abrir agências aos sábados para uma campanha de desendividamento, ignorando a Lei 4.178/1962 e a Convenção Coletiva de Trabalho (CCT), que garantem o descanso aos fins de semana desde a década de 60.</h4>



<p>Era 16 de janeiro de 2022 quando os bancários e bancárias do Santander, bem como o movimento sindical, foram surpreendidos por um comercial de TV, veiculado durante o programa Fantástico, da Rede Globo, <a href="https://santosbancarios.com.br/artigo/santander-solta-comunicado-sobre-trabalho-sabado-domingo-e-feriado/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/artigo/santander-solta-comunicado-sobre-trabalho-sabado-domingo-e-feriado/">que informava que o banco espanhol abriria suas 3 mil agências no sábado</a>, 22 de janeiro, das 10h às 14h, por conta do lançamento da campanha “Desendivida Santander”.</p>



<p>Isso mesmo existindo a <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l4178.htm" data-type="link" data-id="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l4178.htm">Lei 4.178/1962</a>, que determina que estabelecimentos de crédito não funcionarão aos sábados, em expediente externo ou interno. Mesmo a Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT), alterada pela <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L7430.htm#art1" data-type="link" data-id="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L7430.htm#art1">Lei 7.430/1985</a>, determinando que a duração normal do trabalho dos empregados em bancos, casas bancárias e Caixa Econômica Federal é de 6 horas continuas nos dias úteis, com exceção dos <a href="https://santosbancarios.com.br/?s=santander+s%C3%A1bado" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/?s=santander+s%C3%A1bado">sábados</a>.</p>



<p>Mesmo com a Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) da categoria determinando, no parágrafo três da Cláusula 11, que a jornada normal de trabalho dos bancários é de 6 horas diárias para aqueles que não recebem a gratificação de função prevista, e para os que recebem, de 8 horas diárias, devendo ser cumprida em dias úteis, de segunda a sexta-feira.</p>



<p>O Santander sequer cogitou negociar a alteração da jornada de trabalho dos bancários com o movimento sindical (mesmo que já estivesse valendo, desde a Reforma Trabalhista de 2017, que o negociado vale sobre o legislado). Naquela ocasião, o banco se limitou a fazer uma ligação para a representação dos trabalhadores para informar sobre a decisão que já havia sido tomada, sem abrir possibilidades de negociações.</p>



<p>O banco informou ainda que teriam sido convocados para o trabalho no sábado os gerentes de negócios e serviços (GNS) de 8 horas, gerentes gerais e gerentes PJ (de clientes pessoas jurídicas), gerentes PF (de pessoas físicas) e Van Gogh. Não trabalhariam os caixas, gerentes de negócios e serviços com jornadas de 6 horas e demais cargos.</p>



<p>Ainda segundo o <a href="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/santander-noticias/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/santander-noticias/">Santander</a> na época, bancários que trabalhassem as 4 horas ao sábado compensariam uma hora e meia para cada hora trabalhada. E a compensação se daria na semana seguinte e não nos 6 meses praticados por meio da Política Interna de Compensação de Horas, que também não foi negociada com o movimento sindical. Não haveria pagamento de horas extras.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Reação dos Sindicatos</h4>



<p>Diante do anúncio, o movimento sindical agiu rapidamente. Diversos Sindicatos ingressaram com pedidos na Justiça do Trabalho, para impedir que o banco abrisse aos sábados, conseguindo liminares favoráveis aos trabalhadores. Além disso, os Sindicatos realizaram também protestos em frente as agências do Brasil todos que iriam funcionar, denunciando o descumprimento da legislação e o descaso do Santander.</p>



<p>Permitir que uma ou todas as agências do Santander funcionassem aos sábados, mesmo que para uma campanha específica, abriria um precedente enorme, que poderia ser seguido pelos demais bancos. Uma pequena ação do banco poderia colocar a perder um direito inegociável para toda a categoria, do descanso remunerado ao sábado.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Conquista de greve</h4>



<p>Foi somente em 1962 que os bancários conquistaram o fim do trabalho aos sábados. Era a quarta vez que a categoria se somava a outros trabalhadores em uma greve geral por avanços na legislação trabalhista e na jornada de trabalho. O presidente na época era João Goulart, com forte relação de respeito à classe trabalhadora, que soube se unir para fazer valer seus direitos.</p>



<p>Assim, em setembro daquele ano, além de um bom reajuste salarial, a categoria assegurou uma nova cláusula no seu acordo, extinguindo o trabalho aos sábados nas agências em todo o país. No final de 1962, o projeto de autoria do deputado e ex-presidente do Sindicato de São Paulo, Salvador Losacco, viraria lei extinguindo o trabalho aos sábados nos bancos, comprovando a importância da união entre a mobilização dos trabalhadores e a boa representação política.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Escala 6×1</h4>



<p>Mesmo com a legislação vigente nos dias de hoje, não são poucas as tentativas de alteração das leis para permitir a abertura dos bancos aos sábados. Com uma mudança assim, bancários e bancárias deixaram de usufruir da jornada de trabalho em escala 5×2 e passariam a trabalhar na escala 6×1. É por isso que o Sindicato dos Bancários de Santos e Região defende que o fim da escala 6×1 interessa a todos os trabalhadores.</p>



<p>Em 2019, deputado federal David Soares (União-SP) apresentou o Projeto de Lei 1.043/2019, que pretendia permitir o funcionamento de agências bancárias aos sábados e domingos, revogando a Lei 4.178/1962, que veda a abertura de agências aos finais de semana, e contrariando a CCT da categoria bancária (parágrafo terceiro da Cláusula 11). O PL só foi retirado de tramitação em novembro de 2024.</p>



<p>Naquele mesmo ano, ao relatar a Medida Provisória 881, do Governo Bolsonaro, o deputado federal Jerônimo Goergen (PP-RS) incluiu um artigo que autorizava o trabalho aos domingos e feriados, sem necessidade de permissão prévia do poder público, e revogava a mesma Lei 4.178/1962. A revogação da lei só foi retirada do texto da MP pelo Senado, após ampla mobilização dos Sindicatos.</p>



<p>Logo após a conversão da MP 881 em Lei 13.874/2019, o Governo Bolsonaro apresentou outra Medida Provisória que atacava o direito ao descanso aos sábados da categoria bancária. Em novembro de 2019, a MP 905 trazia em seu texto original a permissão de abertura dos bancos aos sábados e o aumento da jornada dos bancários de 6 para 8 horas, além de mudanças na PLR da categoria.</p>



<p>Posteriormente, o deputado federal Christino Áureo (PP-RJ) alterou o texto para permitir o trabalho nos bancos aos sábados, domingos e feriados em casos específicos, como atividades que envolvam automação bancária e outros. Com a tramitação da matéria da MP, o movimento sindical bancário se adiantou e assinou com a Fenaban um acordo aditivo garantindo sua neutralização. Por fim, a MP 905 caducou antes de ser votada no Senado.</p>



<p>Esse histórico nos mostra que todo direito só é conquistado com muita luta. E, mais que isso, ainda é preciso vigilância constante e muita mobilização para que ele seja mantido, ano após ano.</p>



<p>Com isso, dois pontos se sobressaem: em 2026, os bancários terão que renovar todas as mais de 170 cláusulas da sua CCT, o que significa que será preciso, mais uma vez, lutar para garantir, além da PLR, o direito de não trabalhar aos sábados, por exemplo. Por fim, 2026 é também ano de eleições, quando será definida a representação da classe trabalhadora no Congresso Nacional e no Executivo. E é válido destacar que serão estes eleitos que definirão, de forma direta, os rumos do trabalho e da vida de toda a população.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><a href="https://consultabancarios2026.votabem.com.br/" data-type="link" data-id="https://consultabancarios2026.votabem.com.br/">Responda a Consulta Nacional (Campanha Salarial) dos Bancários 2026</a></h4>
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			</item>
		<item>
		<title>Santander na Baixada Santista descumpre acordo ao expor bancários em rankings</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/santander-na-baixada-santista-descumpre-acordo-ao-expor-bancarios-em-rankings/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SEEB Santos e Região]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 15:08:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Santander]]></category>
		<category><![CDATA[Assédio]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Pressão]]></category>
		<category><![CDATA[Ranking]]></category>
		<category><![CDATA[Sobrecarga]]></category>
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					<description><![CDATA[Cláusula 39ª da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT), assinada também pelo Santander na Campanha Salarial 2024, é bem clara sobre a proibição de ranking Os regionais do banco Santander na Baixada Santista precisam, no mínimo, reler com atenção (e cumprir) a atual Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) da categoria bancária. Especialmente o artigo 39. A [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-d2ed4c8277132c5cecb15945072f8aa5">Cláusula 39ª da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT), assinada também pelo Santander na Campanha Salarial 2024, é bem clara sobre a proibição de ranking</h4>



<p>Os regionais do banco Santander na Baixada Santista precisam, no mínimo, reler com atenção (e cumprir) a atual Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) da categoria bancária. Especialmente o artigo 39. A diretoria do Sindicato dos Bancários de Santos e Região recebeu denúncias indicando que regionais da região estão produzindo e divulgando rankings individuais de vendas e resultados.</p>



<p>“De acordo com as informações que apuramos, essa questão dos rankings está sendo um problema generalizado na Baixada Santista. Bancários e bancárias estão sendo expostos com os números e valores de vendas realizadas, o que seguramente faz aumentar a sobrecarga, o assédio, e o adoecimento da categoria. Sem contar no explícito descumprimento da nossa CCT”, explicou a dirigente sindical e bancária do Santander, Vanessa Gonçalves.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Veja o que diz a cláusula 39</strong></h4>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="507" height="131" src="https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Cobranca-de-metas-por-ranking-clausula-39.jpg" alt="" class="wp-image-67678" srcset="https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Cobranca-de-metas-por-ranking-clausula-39.jpg 507w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Cobranca-de-metas-por-ranking-clausula-39-300x78.jpg 300w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Cobranca-de-metas-por-ranking-clausula-39-150x39.jpg 150w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Cobranca-de-metas-por-ranking-clausula-39-20x5.jpg 20w" sizes="(max-width: 507px) 100vw, 507px" /></figure>



<p>&nbsp;“O Sindicato monitora essa questão da exposição dos bancários e bancárias do Santander e está se articulando para tomar as medidas cabíveis. Nosso acordo coletivo é fruto de muita mobilização e luta da categoria bancária e tem que ser respeitado. Com pressão e assédio não há condições de trabalho e nós seguiremos defendendo os direitos da categoria por condições dignas de vida. Reforçamos também a importância de nos enviarem as denúncias”, afirmou Fabiano Couto, secretário de Comunicação do sindicato e bancário do Santander.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Denuncie</strong></h4>



<p>Se você, bancário e bancária da Baixada Santista, está sofrendo assédio, trabalha em más condições, ou é vítima de qualquer ato ilegal denuncie ao Sindicato, pelos canais abaixo:</p>



<p>e-mail:&nbsp;<a href="mailto:santosbancarios@uol.com.br">santosbancarios@uol.com.br</a></p>



<p>No site:&nbsp;<a href="https://santosbancarios.com.br/fale-conosco/">santosbancarios.com.br pelo Fale Conosco</a></p>



<p>Whatsapp: (13) 99209.2964</p>



<p>Fone: (13) 3202.1670</p>



<p><strong>O sigilo é absoluto!</strong></p>



<p><a href="https://santosbancarios.com.br/sindicaliza-formulario/"><strong>Clique aqui, filie-se e defenda-se!</strong></a></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Sindicato pressiona Santander em São Vicente para solução de problema de climatização</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/sindicato-pressiona-santander-em-sao-vicente-para-solucao-de-problema-de-climatizacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SEEB Santos e Região]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Apr 2026 16:00:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Santander]]></category>
		<category><![CDATA[Climatização]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[São Vicente]]></category>
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					<description><![CDATA[Se a situação não for resolvida, agência será paralisada por falta de condições de trabalho A diretoria do Sindicato dos Bancários de Santos e Região voltou à agência 0135 do Santander, no Centro de São Vicente, na manhã desta segunda-feira, 13, para checar os encaminhamentos sobre o problema de climatização no local e cobrar uma [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-fddd8200282ddc336a6bd722d5d789a6">Se a situação não for resolvida, agência será paralisada por falta de condições de trabalho</h4>



<p>A diretoria do Sindicato dos Bancários de Santos e Região voltou à agência 0135 do Santander, no Centro de São Vicente, na manhã desta segunda-feira, 13, para checar os encaminhamentos sobre o problema de climatização no local e cobrar uma solução definitiva. Após denúncias, os dirigentes sindicais já tinham ido à unidade, no final da semana passada, <a href="https://santosbancarios.com.br/artigo/sindicato-fiscaliza-santander-sao-vicente-sem-climatizacao/">para defender as demandas dos bancários e bancárias</a>.</p>



<p>“Apuramos que a falta de climatização, no andar térreo da unidade, foi causada por um incêndio e constatamos aparelhos queimados na sala do sistema de refrigeração. Desde então, estamos em contato com a diretoria de Relações Sindicais do banco. Cobramos tanto medidas emergenciais quanto o conserto dos equipamentos. Por isso retornamos hoje (segunda, 13), para acompanhar de perto se o Santander está resolvendo o problema”, explicou Fabiano Couto, secretário de Comunicação do sindicato e bancário do Santander. Ele esteve na agência junto com os também dirigentes sindicais Estevam, Vanessa e Priscila.</p>



<p>&#8220;Além de voltar à unidade, conversamos hoje novamente com a assessoria de Relações Sindicais. Solicitamos mais ventiladores e equipamentos de climatização para o térreo, além de um prazo para finalização da manutenção. Iremos acompanhar diariamente a situação e, se o calor voltar, a agência será 100% fechada&#8221;, contou Fabiano.</p>



<p>Se você, bancário e bancária da Baixada Santista, está sofrendo assédio, trabalha em más condições, ou é vítima de qualquer ato ilegal denuncie ao Sindicato, pelos canais abaixo:</p>



<p>e-mail:&nbsp;<a href="mailto:santosbancarios@uol.com.br">santosbancarios@uol.com.br</a></p>



<p>No site:&nbsp;<a href="https://santosbancarios.com.br/fale-conosco/">santosbancarios.com.br pelo Fale Conosco</a></p>



<p>Whatsapp: (13) 99209.2964</p>



<p>Fone: (13) 3202.1670</p>



<p><strong>O sigilo é absoluto!</strong></p>



<p><a href="https://santosbancarios.com.br/sindicaliza-formulario/"><strong>Clique aqui, filie-se e defenda-se!</strong></a></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>MP multa Santander por práticas abusivas em crédito consignado</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/mp-multa-santander-por-praticas-abusivas-em-credito-consignado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Apr 2026 07:38:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Santander]]></category>
		<category><![CDATA[Descontos]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[empréstimo consignado]]></category>
		<category><![CDATA[MP - Ministério Público]]></category>
		<category><![CDATA[MPMG]]></category>
		<category><![CDATA[práticas abusivas]]></category>
		<category><![CDATA[Procon]]></category>
		<category><![CDATA[Reclamações]]></category>
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					<description><![CDATA[Segundo o órgão, em muitos casos, os consumidores relataram desconhecer a contratação dos serviços, descobrindo os débitos apenas após os descontos. O Ministério Público de Minas Gerais, por meio do Procon-MG, multou o banco Santander por práticas abusivas na oferta e contratação de empréstimos consignados e cartões de crédito consignados. A informação foi divulgada na [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-98335862eb988892597f12d06905f0c7">Segundo o órgão, em muitos casos, os consumidores relataram desconhecer a contratação dos serviços, descobrindo os débitos apenas após os descontos.</h4>



<p>O <a href="https://www.mpmg.mp.br/portal/" data-type="link" data-id="https://www.mpmg.mp.br/portal/">Ministério Público de Minas Gerais</a>, por meio do <a href="https://www.mpmg.mp.br/portal/menu/areas-de-atuacao/cidadania/consumidor/" data-type="link" data-id="https://www.mpmg.mp.br/portal/menu/areas-de-atuacao/cidadania/consumidor/">Procon-MG</a>, multou o banco Santander por práticas abusivas na oferta e contratação de empréstimos consignados e cartões de crédito consignados. A informação foi divulgada na tarde de quarta-feira (08/4).</p>



<p>Segundo o Ministério Público, o banco realizou depósitos de valores em contas de consumidores sem solicitação prévia, além de ter utilizado margem consignável sem autorização.</p>



<p>O MPMG ainda alega que a instituição omitiu informações essenciais sobre os contratos e induziu consumidores a erro quanto ao funcionamento das operações, especialmente na modalidade conhecida como telesaque.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Sobre o telesaque</h4>



<p>Sobre a modalidade citada, o órgão afirma que eram realizados depósitos em conta, mas que na verdade era uma espécie de crédito do cartão consignado, com juros, e que em algumas situações não tinham o devido consentimento do títular da conta.</p>



<p>O MPMG informou que o valor da multa aplicada ao banco foi de R$ 10.729.145,71.</p>



<p>O processo ainda evidencia que outras duas instituições financeiras participavam das práticas investigadas. São os bancos Olé Consignado S.A. e o Olé Bonsucesso Consignado S.A, empresas que tinham responsabilidade solidária com o Santander.</p>



<p>Vale ressaltar que as duas instituições foram incorporadas pelo Santander anos atrás.</p>



<p class="has-cyan-bluish-gray-background-color has-background"><em>&#8220;Essas práticas atingiram consumidores em diferentes regiões de Minas Gerais e foram identificadas a partir de reclamações registradas em Procons, plataformas digitais, Banco Central e outros órgãos de defesa do consumidor, evidenciando caráter reiterado e massificado das condutas.&#8221;</em> &#8211; <em><strong>Ministério Público de Minas Gerais</strong></em></p>



<h4 class="wp-block-heading">Principais afetados</h4>



<p>O Procon-MG ressalta que os principais afetados foram idosos e pensionistas do INSS, pessoas consideradas mais vulneráveis pelo órgão.</p>



<p>Em algumas situações, os consumidores só descobriram sobre a prática após descontos em seus benefícios previdenciários.</p>



<p>A reportagem entrou em contato com o banco Santander, mas até o momento não obteve retorno.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Sindicato fiscaliza <a href="https://santosbancarios.com.br/artigo/sindicato-fiscaliza-santander-sao-vicente-sem-climatizacao/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/artigo/sindicato-fiscaliza-santander-sao-vicente-sem-climatizacao/">Santander São Vicente sem climatização!</a></h4>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Santander confirma pagamento da PLR em 27 de fevereiro</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/santander-confirma-pagamento-da-plr-em-27-de-fevereiro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SEEB Santos e Região]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Feb 2026 18:34:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Santander]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Participação dos Lucros e Resultados]]></category>
		<category><![CDATA[PLR]]></category>
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					<description><![CDATA[Bancários também receberão PPRS, PPE, folha salarial de fevereiro no mesmo dia O Banco Santander confirmou que realizará o pagamento da 2ª parcela da Participação nos Lucros e Resultados (PLR) no dia 27 de fevereiro, juntamente com a folha salarial do mês, a remuneração semestral (PPE) e os valores referentes ao segundo semestre. Além da [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-0b71b5d81823141bd5ed713a2144ebce"><strong>Bancários também receberão PPRS, PPE, folha salarial de fevereiro no mesmo dia</strong></h4>



<p>O Banco Santander confirmou que realizará o pagamento da 2ª parcela da Participação nos Lucros e Resultados (PLR) no dia 27 de fevereiro, juntamente com a folha salarial do mês, a remuneração semestral (PPE) e os valores referentes ao segundo semestre.</p>



<p>Além da 2ª parcela da PLR, os empregados do Santander também receberão o Programa Próprio de Resultados Santander (PPRS), incluindo a parcela adicional, cujo valor foi reajustado para o pagamento deste ano para R$ 3880,84.</p>



<p>Neste ano, o crédito do dia 27 reunirá três importantes pagamentos: a PLR, a PPRS e o PPE, além da folha de fevereiro, garantindo um reforço significativo na remuneração dos trabalhadores elegíveis.</p>



<p>A PPRS é uma conquista histórica do movimento sindical, garantida no Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) do Santander, vigente no período de 2024 a 2026 (até 31 de agosto de 2026), reforçando o compromisso com a distribuição dos resultados e a valorização dos empregados.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Luta do Sindicato + Mobilização da Categoria = PLR</h4>



<p>A PLR não é &#8216;presente do banco&#8217;, mas é resultado de muita luta e mobilização dos bancários. Os trabalhadores reivindicavam uma parcela dos lucros. O debate começou nos anos 1990 e a conquista veio na Convenção Coletiva de Trabalho de 1995. </p>



<p>Na campanha salarial deste ano, para renovação dos acordos coletivos da categoria bancária, são fundamentais a&nbsp;unidade e mobilização das bancárias e bancários&nbsp;para garantir a conquista e manutenção de direitos, incluindo a continuidade do pagamento da PLR em 2026 e anos seguintes.</p>



<p>Fortaleça essas lutas&nbsp;<a href="https://santosbancarios.com.br/sindicalize-se" target="_blank" rel="noreferrer noopener">se sindicalizando</a>&nbsp;e incentivando os colegas de banco a se&nbsp;<a href="https://santosbancarios.com.br/sindicalize-se" target="_blank" rel="noreferrer noopener">associar ao Sindicato</a>.</p>
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			</item>
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		<title>Santander: Lucro sobe 6%, vai a R$ 4 bilhões no quarto trimestre de 2025</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/santander-lucro-sobe-6-vai-a-r-4-bilhoes-no-quarto-trimestre-de-2025/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Feb 2026 10:13:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Santander]]></category>
		<category><![CDATA[4T25]]></category>
		<category><![CDATA[Alta]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Lucros]]></category>
		<category><![CDATA[retorno sobre o patrimônio (ROE)]]></category>
		<category><![CDATA[SANB11]]></category>
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					<description><![CDATA[A cifra ficou acima do esperado pelo mercado financeiro. O Santander deu o pontapé inicial dos resultados dos bancões com lucro líquido gerencial de R$ 4,1 bilhões no quarto trimestre de 2025, alta de 6% em relação ao mesmo período do ano passado, mostra documento enviado ao mercado nesta quarta-feira (4/2). A cifra ficou dentro [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-b11e8ca5fa3c68165a028e686505f931">A cifra ficou acima do esperado pelo mercado financeiro.</h4>



<p>O <a href="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/santander-noticias/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/santander-noticias/">Santander</a> deu o pontapé inicial dos resultados dos bancões com lucro líquido gerencial de R$ 4,1 bilhões no quarto trimestre de 2025, alta de 6% em relação ao mesmo período do ano passado, mostra documento enviado ao mercado nesta quarta-feira (4/2).</p>



<p>A cifra ficou dentro do esperado pelo consenso reunido pela Bloomberg, que aguardava lucro de R$ 4 bilhões.</p>



<p>No acumulado do ano, o lucro líquido foi de R$ 15,6 bilhões, alta de 12,6% no período.</p>



<p>Já o retorno sobre o patrimônio (ROE, na sigla em inglês), número olhado de perto por analistas, terminou o período em 17,6%, alta de 0,1 ponto percentual relação ao mesmo período do ano passado e estável em relação ao trimestre passado.</p>



<p>Na última terça, o resultado do Santander Espanha já dava um gostinho do que poderia vir, reportando 579 milhões de euros na unidade brasileira.</p>



<p>Antes do balanço, analistas esperavam resultados bons para a filial do banco espanhol, que sobe 6% no ano, depois de disparar 40% em 2025, embalada pelo bom momento do Ibovespa.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Contradições <a href="https://santosbancarios.com.br/artigo/santander-raciona-pao-para-bancarios-e-exclui-outros-funcionarios/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/artigo/santander-raciona-pao-para-bancarios-e-exclui-outros-funcionarios/">Santander raciona pão para bancários e exclui outros funcionários</a></h4>
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		<title>Santander raciona pão para bancários e exclui outros funcionários</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/santander-raciona-pao-para-bancarios-e-exclui-outros-funcionarios/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SEEB Santos e Região]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Feb 2026 19:39:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Santander]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Pão]]></category>
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					<description><![CDATA[Circular do banco, para os gestores das agências, estabelece que a ‘verba de café da manhã’ é para apenas 1 pão por dia para cada bancário, excluindo outros profissionais que trabalham nas unidades Além de demitir, reduzir postos de trabalho e fechar agências para garantir seus lucros, agora, segundo denúncias, o Santander está racionando pão [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-614fc29f36abef4c696c1ca057d81757">Circular do banco, para os gestores das agências, estabelece que a ‘verba de café da manhã’ é para apenas 1 pão por dia para cada bancário, excluindo outros profissionais que trabalham nas unidades</h4>



<p>Além de demitir, reduzir postos de trabalho e fechar agências para garantir seus lucros, agora, segundo denúncias, o Santander está racionando pão e excluindo trabalhadores do café da manhã na agência. Conforme apurado pela diretoria do Sindicato dos Bancários de Santos e Região, os gestores receberam uma circular com as novas regras.</p>



<p>“O documento estipula que a verba do café da manhã é para ter 1 média por dia para cada bancário. Sendo que as outras pessoas que trabalham na agência, vigilantes, equipe de limpeza e terceirizados, não têm direito de comer um pão. Mas o trabalho delas também contribui para os lucros bilionários do Santander. É um absurdo”, afirma Fabiano Couto, dirigente sindical do Sindicato dos Bancários de Santos e Região e funcionário do Santander.</p>



<p>O dirigente sindical lembra que, além de absurda, a medida é contraditória em relação a outras posturas do banco, onde há gastos que poderiam ser evitados. “Desde o início do ano, o Sindicato está cobrando e tomando medidas por uma solução definitiva para o problema de abastecimento de água na <a href="https://santosbancarios.com.br/artigo/santander-boqueirao-pg-contrata-10-carros-pipa-e-nao-compra-uma-bomba-dagua/">agência Boqueirão, em Praia Grande</a>. O banco já gastou dinheiro com mais de 10 caminhões-pipa, mas não compra uma bomba d´água para normalizar de vez a situação da unidade. Por um lado, gasta dinheiro com soluções paliativas, sem resolver o problema, e por outro quer economizar restringindo comida!”</p>



<p>“Sobre a questão específica da bomba d’água, estamos em contato com a superintendência de Relações Sindicais do Santander e, se for preciso, iremos paralisar toda a agência por tempo indeterminado”, diz Fabiano. Ele reforça a importância dos bancários e bancárias, da Baixada Santista, <a href="https://santosbancarios.com.br/fale-conosco/">denunciarem ao Sindicato</a> os problemas que acontecem nas agências da região. “Tanto questões estruturais, de falta de condições de trabalho até qualquer tipo de assédio”. </p>



<p></p>



<h4 class="wp-block-heading has-text-align-center"><a href="https://santosbancarios.com.br/sindicaliza-formulario/">Fortaleça sua luta por direitos. Sindicalize-se</a>  </h4>
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		<item>
		<title>O golpe no Santander</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/o-golpe-no-santander/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Nov 2025 07:17:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Santander]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[desvio]]></category>
		<category><![CDATA[ex-funcionários]]></category>
		<category><![CDATA[golpe]]></category>
		<category><![CDATA[investigações]]></category>
		<category><![CDATA[Lavagem de Dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[Operação Carbono Oculto]]></category>
		<category><![CDATA[Operação Swap Oculto]]></category>
		<category><![CDATA[roubo]]></category>
		<category><![CDATA[Sistema Financeiro]]></category>
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					<description><![CDATA[Criminosos contaram com ajuda de ex-funcionários para roubar 11 milhões de reais de duas contas no banco. Em um esquema semelhante ao maior roubo ao sistema financeiro do país, criminosos roubaram mais de 11 milhões de reais das contas de duas empresas no banco Santander, a HS Prevent e a Thomriss Embalagens Plásticas. A Polícia [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-a2f1a7929f48adea6dc39c01385d1ebb">Criminosos contaram com ajuda de ex-funcionários para roubar 11 milhões de reais de duas contas no banco.</h4>



<p>Em um esquema semelhante ao maior roubo ao sistema financeiro do país, criminosos roubaram mais de 11 milhões de reais das contas de duas empresas no banco <a href="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/santander-noticias/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/santander-noticias/">Santander</a>, a HS Prevent e a Thomriss Embalagens Plásticas. A Polícia Civil de São Paulo deflagrou, na ultima semana de outubro, a Operação Swap Oculto, que cumpriu vinte mandados de busca e apreensão contra ex-funcionários do banco, laranjas e hackers.</p>



<p>As investigações, que começaram no setor de compliance do Santander, apuram a relação de ao menos quatro ex-funcionários com a quadrilha. Eles foram alvos da operação e a polícia tenta determinar se foram cooptados pelos criminosos ou se faziam parte do grupo.</p>



<p>De acordo com a investigação, os criminosos — com o auxílio de funcionários do banco — trocaram os dispositivos autorizados para movimentações financeiras. Em seguida, fizeram diversas transações via Pix em um curto intervalo de tempo, transferindo os valores desviados para contas abertas no nome das próprias empresas na fintech 3R Bank, também investigada.</p>



<p>Segundo as autoridades, a 3R Bank operava na modalidade de “Pix indireto” – ou seja, não era conectada diretamente ao Banco Central, atuava por meio de uma instituição intermediária, a CorpxBank. O dinheiro roubado foi transformado em criptomoedas.</p>



<p>O modelo do roubo no Santander foi o mesmo usado no maior roubo ao sistema financeiro já registrado no país, por meio de invasão da C&amp;M Software, em julho, que causou prejuízo superior a 800 milhões de reais. O uso de “insiders”, funcionários, se repetiu no Santander. No caso da C&amp;M, o operador de TI João Nazareno Roque forneceu o acesso inicial aos hackers.</p>



<p>Outra coincidência está no método de dissimulação e pulverização dos valores roubados. Em ambos os casos, o dinheiro foi inicialmente transferido para fintechs menores para escapar do rastreio imediato. Depois, os valores seguiram para “contas-bolsão”, contas de fintechs hospedadas em bancos de maior porte. Por fim, os valores foram convertidos em criptomoedas e dispersos em várias carteiras digitais.</p>



<p>No caso da C&amp;M, os promotores conseguiram recuperar o equivalente a 12 milhões de reais em criptomoedas. Já no Santander, a polícia recuperou o equivalente a cerca de 1 milhão de reais.</p>



<p>De acordo com fontes ligadas às duas investigações, esse método de desvio e lavagem digital representa uma nova estratégia entre criminosos especializados em fraudes cibernéticas. Fintechs que atuam à margem da regulação facilitam a dispersão rápida do dinheiro, tornando o rastreamento mais difícil.</p>



<p>A prática também foi observada em operações anteriores contra a lavagem de dinheiro do PCC, como a Operação Carbono Oculto, que revelou uma rede de fintechs utilizadas exclusivamente para movimentações ilícitas.</p>



<p>Em nota, o Santander informou que identificou a fraude e comunicou a polícia. Disse que colabora com as investigações desde o início e que “possui sistemas eficazes de prevenção a fraudes para identificar e coibir eventuais desvios de conduta”.</p>



<p>A CorpxBank afirma que forneceu todos os documentos “cruciais” para as investigações. Disse que uma rigorosa apuração interna resultou no aprimoramento das políticas de segurança. Clique <a href="https://media.obastidor.com.br/wp-content/uploads/2025/10/01131559/nota-corpx.pdf" data-type="link" data-id="https://media.obastidor.com.br/wp-content/uploads/2025/10/01131559/nota-corpx.pdf">aqui</a> para ler a íntegra da nota.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Se Liga <a href="https://santosbancarios.com.br/artigo/santander-financiou-empreendimentos-de-moradia-popular-para-investidores-em-bairros-nobres/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/artigo/santander-financiou-empreendimentos-de-moradia-popular-para-investidores-em-bairros-nobres/">Santander financiou empreendimentos de moradia popular para investidores em bairros nobres</a></h4>
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			</item>
		<item>
		<title>Santander financiou empreendimentos de moradia popular para investidores em bairros nobres</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/santander-financiou-empreendimentos-de-moradia-popular-para-investidores-em-bairros-nobres/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Oct 2025 07:00:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Santander]]></category>
		<category><![CDATA[Câmara Municipal de São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[CPI]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[habitação]]></category>
		<category><![CDATA[moradia popular]]></category>
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					<description><![CDATA[CPI apura se houve fraudes ou irregularidades na produção e comercialização de habitações sociais. Dos 16 empreendimentos destinados a programas de habitação social com unidades financiadas pelo banco Santander na cidade de São Paulo, nove estão localizados em bairros nobres da capital e parte deles foi adquirida por investidores com objetivo de locação. Desde janeiro [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-dba1b1beb78399a6edc1f3e3ccdd0e39">CPI apura se houve fraudes ou irregularidades na produção e comercialização de habitações sociais.</h4>



<p>Dos 16 empreendimentos destinados a programas de habitação social com unidades financiadas pelo banco <a href="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/santander-noticias/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/santander-noticias/">Santander</a> na cidade de São Paulo, nove estão localizados em bairros nobres da capital e parte deles foi adquirida por investidores com objetivo de locação.</p>



<p>Desde janeiro de 2021, a subsidiária do grupo financeiro espanhol no Brasil adquiriu 5.337 unidades classificadas como Habitações de Interesse Social (HIS) e Habitações de Mercado Popular (HMP). A informação foi dada por Elisangela Perussi Martins, que trabalha na área de Negócios Imobiliários no banco Santander, na terça-feira (28/10), durante a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Câmara Municipal de São Paulo, que investiga possíveis fraudes nos programas de habitação da capital.</p>



<p>Dos nove empreendimentos em bairros considerados nobres, três estão em Pinheiros; dois, na Vila Mariana; Perdizes, Vila Nova Conceição, Vila Clementino e Itaim Bibi têm um cada. Os outros sete empreendimentos estão localizados no Ipiranga (dois), na Vila Saúde (dois), na Vila Cordeiro (um), no Planalto Paulista (um) e no Belenzinho (um).</p>



<p>Das 5.337 unidades dos 16 empreendimentos, 3.165 estão classificadas como HIS e HMP. Desse total, 122 foram financiadas pelo banco. As outras 3.043 podem ter sido financiadas por outros bancos ou compradas à vista. Atualmente, a taxa de juros cobrada pelo Santander nos financiamentos de unidades HIS ou HMP é de cerca de 11,99% ao ano, o que não difere das taxas de financiamento para outros tipos de imóveis.</p>



<p>O banco também financiou outras 396 unidades HIS ou HMP oriundas de empreendimentos financiados por outros bancos. Portanto, o Santander tem em sua carteira 518 unidades para moradia social financiadas. Desse total, 140 (27%) foram compradas por investidores com o objetivo de locação.</p>



<p>O vereador Nabil Bonduki (PT), vice-presidente da CPI, acredita ser improvável a compra à vista, uma vez que os beneficiários atendidos pela política habitacional não podem ter uma renda mensal maior do que dez salários mínimos para o HMP no máximo.</p>



<p>Na semana passada, a CPI da HIS ouviu a diretora de crédito do Itaú, Priscilla Dias Ciolli, que informou que a maioria dos financiamentos de imóveis na cidade de São Paulo classificados como HIS e HMP feitos pelo banco Itaú foram para investidores com objetivo de locação. Entre 2021 e 2025, de 1.833 unidades foram financiadas para pessoas físicas. Dessas 1.105 foram comprados por investidores e apenas 728, para compradores com objetivo de moradia, o que representa 60,2% do total financiado pelo banco para esse tipo de moradia.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Desvio de finalidade</h4>



<p>O financiamento de empreendimentos imobiliários na região central da cidade é parte do objetivo da política habitacional de HIS e HMP. As categorias foram criadas pela Prefeitura de São Paulo para atender a população de baixa renda e trazê-la mais perto de onde estão empregos e serviços. Ao construir e comercializar esse tipo de habitação, as construtoras e incorporadoras têm acesso a uma série de incentivos, entre eles, renúncia fiscal.</p>



<p>Ao possibilitar a compra por investidores, há um desvio de finalidade na legislação, que vem sendo apontado na CPI. “Se a empresa não tinha condição de garantir o atendimento para essa faixa de renda, ela não poderia ter feito o empreendimento e aprovado como HIS”, afirma Nabil Bonduki. “Fato disso é que uma boa parte dessas moradias estão sendo compradas por investidores. A nova legislação permite que essa moradia seja alugada, mas teria que ser para uma família que está dentro dessa faixa de renda, o que não ocorre nessas regiões, nem vai gerar um lucro significativo”, explicou.</p>



<p>O vereador destaca que não há problema em construir em áreas nobres e centrais. O problema está em usar os incentivos e direcionar as unidades habitacionais para grupos diferentes do público alvo da política pública.</p>



<p>“Os incentivos que foram dados para produção de habitação de interesse social e habitação de mercado popular foram feitas objetivando baratear o custo da unidade habitacional em áreas bem localizadas e seria bastante desejável que fossem comercializadas unidades para essa faixa de renda, tanto que elas foram aprovadas dessa maneira”.</p>



<p>De acordo com a legislação municipal, para imóveis até R$ 266 mil, classificado como HIS 1, o comprador deve ter renda mensal familiar de até três salários mínimos; para habitações R$ 369 mil, dentro do HIS 2, renda mensal familiar de três a seis salários mínimos; e para imóveis até R$ 518 mil, na categoria de HMP, renda mensal familiar de seis a dez salários mínimos.</p>



<h4 class="wp-block-heading">O que diz a legislação?</h4>



<p>Diferente dos compradores que adquirem imóveis HIS ou HMP para fins de moradia, os investidores não precisam se enquadrar nos critérios de renda como aqueles que compram para fins de moradia.</p>



<p>“Quando tem esse caso [locação], a exigência da norma é com relação à declaração de que o imóvel será destinado para locação. Não é a exigência de certidão sobre enquadramento de renda, porque os investidores não precisam se enquadrar na renda. Uma outra exigência que o Itaú faz também é de que no momento da averbação da matrícula conste na matrícula que a destinação é para locação”, disse Maira Blini de Carvalho, a advogada que acompanhou a diretora de crédito do Itaú, Priscilla Dias Ciolli, no dia 21 de outubro.</p>



<p>Além disso, não há um dispositivo legal para limitar a quantidade de imóveis adquiridos por uma única pessoa. Atualmente, não há uma norma que determine a compra de somente uma unidade. Entre 2021 e 2025, dos 1.105 investidores que financiaram seus imóveis junto ao Itaú, 60 deles compraram mais de uma unidade e sete, mais de duas unidades.</p>



<p>Apesar das regras estabelecidas pela legislação, a comercialização ocorre à revelia do poder público, que não tem instrumentos para fiscalizar a venda. No decreto 64.244, de maio de 2025, que regulamenta as regras para imóveis de HIS e HMP, há a previsão de uma ferramenta de fiscalização por meio de uma plataforma, onde todos os contratos de locação deverão ser cadastrados. O programa, no entanto, ainda está em fase de testes.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Vitacon na mira</h4>



<p>Os vereadores também decidiram pelo adiamento da votação de um requerimento de informações à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), responsável por fiscalizar e normatizar o mercado de valores mobiliários no Brasil, sobre o fundo de investimentos imobiliários da Housi, que pertence à construtora e incorporadora Vitacon. A empresa atua como uma ponte entre quem tem um imóvel Vitacon para alugar e quem quer alugar um apartamento.</p>



<p>Bonduki, autor do requerimento, aponta para a suspeita de conflito de interesses entre as duas empresas que pertencem ao mesmo bloco empresarial.</p>



<p>Ambas são presididas por Alexandre Frankel, que compareceu à CPI no dia 21 de outubro, mas pediu o reagendamento de seu depoimento por motivos pessoais. Ele seria o primeiro representante entre construtoras e incorporadoras a depor ao colegiado. A Vitacon já foi notificada pela Prefeitura para prestar esclarecimentos sobre pelo menos dois empreendimentos, nos bairros Vila Olímpia e Itaim Bibi, na zona sul.</p>



<p>Em determinado momento, o vereador Isac Félix (PL) elevou a voz contra Silva Ferraro da Bancada Feminista (Psol) depois que a vereadora cobrou urgência na convocação de Alexandre Frankel “para que não se pense” que os parlamentares estão sendo “levianos”. Na sequência, Félix afirmou que se sentiu ofendido com a fala da psolista e ergueu o tom de voz.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Ação contra a Prefeitura</h4>



<p>A CPI foi instaurada após o Ministério Público de São Paulo (MPSP) constatar a existência de habitações destinadas a pessoas que não se encaixavam nos critérios estabelecidos pela política habitacional.</p>



<p>O órgão ajuizou uma ação civil pública contra a prefeitura e informou que as investigações apontam para a “omissão” da gestão de Ricardo Nunes (MDB) “no dever de fiscalizar sua própria política, que prevê a concessão de incentivos públicos para empresas que pretendem construir moradias”. De acordo com o MP, há “inúmeras fraudes com alienação e locação daquelas unidades habitacionais para quem não se enquadra nas respectivas faixas de renda em prejuízo do público-alvo”.</p>



<p>Entre dezembro de 2024 e janeiro de 2025, a promotoria recebeu dos Cartórios de Registro de Imóveis de São Paulo mais de 560 notificações de possíveis alienações fraudulentas de unidades HIS e HMP.</p>



<p></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Santander: a fábrica da vigilância e da pressão psicopolítica</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/santander-a-fabrica-da-vigilancia-e-da-pressao-psicopolitica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Oct 2025 09:06:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Santander]]></category>
		<category><![CDATA[assédio estrutural]]></category>
		<category><![CDATA[assédio moral coletivo]]></category>
		<category><![CDATA[Cobrança por Metas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Pressão psicológica]]></category>
		<category><![CDATA[pressão psicopolítica]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://santosbancarios.com.br/?p=64517</guid>

					<description><![CDATA[O banco transfere para o trabalhador a responsabilidade pela satisfação do cliente, mesmo quando as causas da insatisfação são decisões estratégicas da direção (juros, tarifas, políticas de crédito). Isso gera culpabilização, ansiedade e sensação de impotência entre os empregados. Por trás do discurso de meritocracia e reconhecimento, o Santander mantém uma estrutura sofisticada de vigilância [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading">O banco transfere para o trabalhador a responsabilidade pela satisfação do cliente, mesmo quando as causas da insatisfação são decisões estratégicas da direção (juros, tarifas, políticas de crédito). Isso gera culpabilização, ansiedade e sensação de impotência entre os empregados.</h4>



<p>Por trás do discurso de meritocracia e reconhecimento, o <a href="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/santander-noticias/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/santander-noticias/">Santander</a> mantém uma estrutura sofisticada de vigilância digital, pressão por resultados e manipulação psicopolítica ³. Programas como “Mais Certo” ¹, “Modelo Certo” ² (antigo Índice Certo), “StarmeUp” e “Santander Star” formam um sistema integrado de controle e dominação sobre os bancários, onde cada clique, cada venda e até cada comportamento são medidos, avaliados e comparados.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Metas que controlam – “Mais Certo” e “Modelo Certo”</h4>



<p>O “Mais Certo” define metas semestrais por segmento e cargo — de gerentes a especialistas. Já o “Modelo Certo” traduz esse controle em metas diárias, complementadas por “aceleradores” que prometem bônus maiores para quem superar 120%, 150% ou 200% da meta.</p>



<p>As metas são atreladas ao NPS da agência. Se não atinge, o trabalhador perde. O NPS (Net Promoter Score) foi criado como um indicador de satisfação de clientes, medindo a probabilidade de recomendação do banco. No Santander, porém, o NPS deixou de ser um instrumento de diagnóstico da qualidade de atendimento e passou a ser um mecanismo de controle de desempenho e punição de trabalhadores.</p>



<p>Na prática, o trabalhador começa o mês com um placar digital, onde vê sua pontuação em tempo real — e sabe que o gestor também acompanha cada movimento. O sistema transforma o desempenho em ranking: quem está “no verde” é exaltado, quem está “no vermelho” é cobrado, exposto e ameaçado. O controle é contínuo, minuto a minuto.</p>



<h4 class="wp-block-heading">A vigilância permanente</h4>



<p>Os programas registram e exibem todas as operações no sistema. Relatórios diários circulam entre chefias e superintendências. Há rankings por agência, por região, por pessoa. O gestor sabe exatamente quem vendeu, quem não vendeu e quem está prestes a “ficar para trás”.</p>



<p>Essa vigilância não termina com o expediente. Mensagens por WhatsApp, ligações fora do horário e cobranças em feriados ou férias se tornaram rotina. Bancários relatam receber pressão até durante períodos de licença. A “gestão de pessoas” se transformou em gestão pelo medo.</p>



<h4 class="wp-block-heading">A rotina da pressão</h4>



<p>Todo dia começa com uma reunião de cobrança: o ranking na tela, os “verdes” elogiados, os “vermelhos” constrangidos.</p>



<p>Durante o expediente, a meta dita o ritmo: clientes abordados não como pessoas, mas como alvos comerciais.</p>



<p>No intervalo, o gestor cobra por mensagens — “quantos seguros já fechou hoje?”.</p>



<p>À noite, mais relatórios, mais comparações, mais controle.</p>



<p><strong>O trabalhador nunca se desconecta:</strong> vive sob vigilância total, entre o medo de punição e a promessa de reconhecimento.</p>



<h4 class="wp-block-heading">O medo como método</h4>



<p>Quem não entrega resultado sucessivamente é transferido, isolado ou demitido. O medo se internaliza. O bancário passa a se cobrar antes que o chefe cobre, monitorando a si mesmo, adaptando seu comportamento ao que o sistema espera.</p>



<p><strong>Esse é o núcleo do controle psicopolítico:</strong> transformar o medo em motivação, o constrangimento em “cultura de performance”.</p>



<h4 class="wp-block-heading">A manipulação do reconhecimento</h4>



<p>Para disfarçar a pressão e o sofrimento, o banco adota programas de “valorização simbólica”. O StarmeUp é o exemplo mais claro: uma plataforma digital onde colegas trocam “estrelas virtuais” por comportamentos alinhados aos valores corporativos.</p>



<p>A ideia é “reconhecer o bom desempenho”, mas o efeito é outro: gamificação do comportamento. Cada estrela é um registro visível, comparável, mensurável. Os trabalhadores competem por aprovação, buscando reproduzir atitudes que agradam à direção. É o controle pelo afeto, a domesticação disfarçada de elogio.</p>



<p>O Santander Star, por sua vez, é a versão institucional dessa lógica. Premia, em eventos e convenções, os “melhores” em categorias como resultado, inovação ou atendimento. Mas, enquanto alguns poucos sobem ao palco, a maioria permanece invisível sob a mesma carga de pressão.<br>O programa serve como vitrine — para a direção, é uma peça de propaganda; para os trabalhadores, um lembrete de que só há espaço para quem suporta o ritmo desumano.</p>



<h4 class="wp-block-heading">A cultura do assédio estrutural</h4>



<p>O sistema de metas e reconhecimento do Santander constitui uma máquina de pressão contínua e vigilância total.</p>



<p>Os mecanismos de bonificação, ranking, gamificação e prêmios transformam cada trabalhador em competidor, cada colega em fiscal, cada elogio em instrumento de controle.</p>



<p>A cultura corporativa, vendida como “engajamento”, funciona, na verdade, como assédio moral sistematizado: o medo e a vaidade substituem o diálogo e a solidariedade.</p>



<p><strong>O resultado é devastador:</strong> adoecimento psíquico, jornadas estendidas, culpa permanente e perda de sentido no trabalho.</p>



<p>Sob o rótulo da “meritocracia”, o banco constrói uma engrenagem de dominação digital que vigia, pressiona e molda subjetividades — uma gestão psicopolítica do sofrimento.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>O “Mais Certo” é o programa de Metas Semestrais de Especialistas e Gestores Comerciais.</li>
</ul>



<p>Ele integra o sistema de Remuneração Variável (bônus por performance) do banco e substituiu versões anteriores de programas como o “Reconhecer” e o “Renda Certa”.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>“Modelo Certo é um sistema de controle e cobrança de resultados que combina métricas de produtividade, satisfação do cliente (NPS), rentabilidade e comportamento comercial.</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>A pressão psicopolítica refere-se às técnicas de poder, especialmente no contexto do neoliberalismo, que atuam sobre a psique, as emoções e o comportamento dos indivíduos para moldá-los de acordo com os interesses do sistema político e econômico. A coerção é sutil e ocorre de forma interna, levando à auto exploração e à pressão constante por desempenho e otimização.</li>
</ul>
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