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	<title>Santander fraude na transferência &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>Santander fraude na transferência &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Santander: outra vez Justiça vê fraude na transferência de bancário para empresa do grupo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 12:26:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Santander]]></category>
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					<description><![CDATA[Transferência de trabalhador do Santander para outra empresa teve objetivo de retirar direitos da categoria bancária. De acordo com a sentença, caracterizou fraude à legislação trabalhista A 12ª Vara do Trabalho da Zona Sul de São Paulo/SP decidiu que a transferência de um bancário do Santander para outra empresa do mesmo conglomerado teve como objetivo [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-0d4340e1a04dce5fa0f9a816c068fe10">Transferência de trabalhador do Santander para outra empresa teve objetivo de retirar direitos da categoria bancária. De acordo com a sentença, caracterizou fraude à legislação trabalhista</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">A 12ª Vara do Trabalho da Zona Sul de São Paulo/SP decidiu que a transferência de um bancário do Santander para outra empresa do mesmo conglomerado teve como objetivo impedir o pagamento dos direitos da categoria bancária. De acordo com a sentença, a situação se caracterizou como fraude à legislação trabalhista.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No julgamento, a magistrada Renata Prado de Oliveira reconheceu o vínculo empregatício do trabalhador diretamente com a instituição bancária durante todo o período contratual e declarou nula a transferência do contrato. Além disso, a decisão declarou a responsabilidade solidária entre as empresas.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Seguiu trabalhando para o banco após transferência</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com os autos, o empregado atuava na instituição bancária e foi transferido para outra empresa do grupo. Porém, continuou trabalhando exclusivamente para o banco, não havendo qualquer mudança nas atividades exercidas, na chefia e no local de trabalho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Prova testemunhal assegurou que não houve alteração nas funções do profissional após a transferência. Na decisão, a juíza ressaltou que “o conjunto probatório evidencia que o reclamante, durante todo o contrato de trabalho, sempre exerceu suas atividades em benefício do banco réu (2ª reclamada), não obstante tenha havido trocas de empresas dentro do mesmo grupo econômico”.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Justiça determina pagamento de direitos</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Diante do reconhecimento do vínculo empregatício com o banco, o julgador determinou o pagamento de horas extras ao trabalhador, além da sexta hora diária, levando em conta a jornada especial dos bancários, e da participação nos lucros e resultados prevista nas normas coletivas.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Movimento sindical na luta contra a fraude na contratação</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Escorado pela reforma trabalhista, que legalizou a terceirização irrestrita, desde o segundo semestre de 2021 o Santander vem transferindo trabalhadores para outras empresas pertencentes ao mesmo conglomerado, como STI, SX, Santander Corretora, F1RST, Prospera, e SX Tools. Cada uma vinculada a um sindicato diferente.</p>
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