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	<title>santander covid &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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		<title>Covid-19 quase no pico e Santander afrouxa segurança</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Santander]]></category>
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					<description><![CDATA[Agora, no momento que a curva da doença está aumentando rumo ao pico, só quem comprovadamente estiver infectado ficará em quarentena e a agência não será fechada Santander diminui segurança contra transmissão da Covid-19 entre seus funcionários. O banco afrouxou o protocolo praticado no início da pandemia do novo coronavírus. Antes afastavam todos: o bancário [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Agora, no momento que a curva da doença está aumentando rumo ao pico, só quem comprovadamente estiver infectado ficará em quarentena e a agência não será fechada</p>
<p>Santander diminui segurança contra transmissão da Covid-19 entre seus funcionários. O banco afrouxou o protocolo praticado no início da pandemia do novo coronavírus. Antes afastavam todos: o bancário infectado para tratamento, os demais funcionários que tiveram contato com ele e fechava a agência para desinfecção.</p>
<p> <br />Agora, somente quem comprove que contraiu a doença será afastado. Os demais continuam no ambiente contaminado trabalhando, de acordo com Fabiano Couto, diretor do Sindicato dos Bancários de Santos e Região.</p>
<p> <br />“O banco vai contra a segurança dos empregados, seus familiares e clientes. Conforme a direção do Santander, apenas o bancário vítima da doença comprovada irá se afastar. Os demais colegas, do dia a dia, ficam para trabalhar na agência, que também não será mais fechada. Adotando medidas totalmente contrárias das autoridades sanitárias do mundo e nacionais, que indicam o isolamento e a quarentena de todos. Como exemplo: o adotado no navio, Costa Fascinosa, infectado no porto de Santos”, diz Fabiano Couto, diretor do Sindicato e funcionário do Santander.</p>
<p> <br />Mudar e afrouxar o protocolo sanitário de segurança não podia vir no pior momento, em plena alta da curva de mortes na região e no Brasil, no início de maio, quando podem faltar leitos e UTIs. O aumento da curva é exponencial e os especialistas dizem que será ainda maior de maio a junho!</p>
<h4> <br />Colapso hospitalar na Baixada</h4>
<p> <br />Conforme publicação do G1 Santos, de 29/4, a Baixada Santista já tem 62% dos leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) ocupados. Diante desse cenário, os prefeitos das noves cidades, que compõem a região, solicitaram apoio do Governo do Estado de São Paulo para envio de respiradores.<br /> </p>
<p>Na rede privada, a média de internação em Santos chega a 80% nos leitos de UTI, segundo apurou a Folha de São Paulo. Na Santa Casa de Santos, maior hospital da região, por exemplo, as internações unidades de terapia intensiva por convênios ou particulares alcançaram 95% da taxa de ocupação até a última sexta.</p>
<p> </p>
<p>Já na Casa de Saúde, outro grande hospital da cidade, 85% dos leitos de UTI estão ocupados, e os leitos de internação atingiram ocupação total, com 100% de doentes.</p>
<h4> <br />Contágio no litoral e interior cresce 4 vezes mais que capital</h4>
<p> <br />Segundo nota do G1 Globo, nesta terça (5/5), apesar da região metropolitana de São Paulo concentrar o maior número de casos no estado, o contágio cresce a um ritmo quatro vezes maior no litoral e no interior. Isso é o que aponta material divulgado pelo governo do estado, esta semana.<br /> </p>
<p>No mês de abril, o número de casos registrados da doença cresceu 770% na região metropolitana da capital, passando de 2.793 para 24.309 casos.</p>
<p> </p>
<p>Já no interior e no litoral, no mesmo período, a quantidade de casos confirmados disparou 3.302%, um salto de 129 para 4.389 casos.</p>
<p> </p>
<h4>Relações Sindicais abre canal de diálogo</h4>
<p> <br />Depois que o diretor do Sindicato dos Bancários de Santos e Região, Fabiano Couto, entrou em contato, ontem (04/5), pedindo explicações a superintendente de Relações Sindicais, Fabiana Ribeiro, a resposta veio hoje (terça-feira), por intermédio da médica do Santander responsável pela Baixada Santista.</p>
<p> <br />A médica e Fabiana explicam que o protocolo foi enfraquecido porque, na região de 500 funcionários, 100 tiveram sintomas e apenas 6 testaram positivo para o novo coronavírus. Estão em “home Office” 31 bancários e bancárias em grupo de risco (diabéticos, hipertensos, cardíacos, gestantes e idosos com mais de 60 anos).</p>
<p> <br />Por fim, foi aberto um canal de diálogo entre o Sindicato e a superintendente assessorada pela médica da instituição financeira. “Voltaremos a debater e avaliar a situação dos bancários e o avanço da pandemia em nossa região, sexta-feira (08/5)”, diz Fabiano.</p>
<h4> <br />A luta continua!</h4>
<p> <br />“O Sindicato continuará a insistir para que o banco tome atitudes assertivas, para estancar a proliferação do contágio. Esperar que o número de funcionários contaminados aumente para endurecer o protocolo é uma atitude reativa que pode custar a vida de bancários e clientes”, afirma Eneida Koury, presidente do Sindicato dos Bancários de Santos e Região.</p>
<p>Crédito: Diário do Litoral<br />Fonte: Comunicação do SEEB de Santos e Região</p>
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