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	<title>riqueza no mundo &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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		<title>Mais de 266 mil brasileiros declararam fortuna superior a US$ 1 milhão/2021</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[desigualdade no brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[A desigualdade no Brasil é estarrecedora, o 1% mais rico entre os brasileiros possui 49,3% da riqueza total do país de 230 milhões de pessoas O Brasil tinha mais de 266 mil milionários em dólar no ano passado, de acordo com o Global Wealth Report 2022, relatório do Credit Suisse sobre a riqueza global. A [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A desigualdade no Brasil é estarrecedora, o 1% mais rico entre os brasileiros possui 49,3% da riqueza total do país de 230 milhões de pessoas</p>
<p></p>
<p>O Brasil tinha mais de 266 mil milionários em dólar no ano passado, de acordo com o Global Wealth Report 2022, relatório do Credit Suisse sobre a riqueza global. A projeção do estudo é que em 2026, o País tenha 572 mil indivíduos com mais de US$ 1 milhão. A alta de mais de 100% também será vista na China, Índia e Hong Kong.</p>
<p> </p>
<p>No mundo todo haverá mais de 87,5 milhões de pessoas milionárias em 2026, 40% a mais do que os 62,5 milhões registrados em 2021. &#8220;Países de renda média crescerão mais rápido que países desenvolvidos e vão diminuir a distância com o mundo desenvolvido&#8221;, aponta Anthony Shorrocks, economista e autor do relatório.</p>
<p> </p>
<p>O estudo mostra que a riqueza global agregada totalizou US$ 463,6 trilhões em 2021, um aumento de 9,8% se corrigido pelo valor atual do dólar. Sem a correção pelo câmbio, o crescimento foi de 12,7%, a maior taxa anual já registrada.</p>
<p> </p>
<p>A América do Norte respondeu por pouco mais da metade do aumento global, enquanto a China somou cerca de um quarto. Já África, Europa, Índia e América Latina juntas representaram apenas 11,1% do crescimento da riqueza global. &#8220;Esse valor baixo reflete a desvalorização generalizada (das moedas locais) em relação ao dólar americano nessas regiões&#8221;, afirma o relatório do Credit.</p>
<p> </p>
<p>De acordo com Nannette Hechler-Fayd&#8217;herbe, diretora global de economia e pesquisa do Credit Suisse, a reversão dos ganhos excepcionais de riqueza de 2021 é provável em 2022 e 2023, já que vários países enfrentam um crescimento mais lento ou mesmo uma recessão. Mas apesar dessa perspectiva de arrefecimento, as projeções são de crescimento da riqueza global nos próximos anos.</p>
<p> </p>
<p>A previsão é que a riqueza por adulto ultrapasse os US$ 100 mil em 2024. Em 2021, o número ficou em US$ 87,5 mil.</p>
<p> </p>
<p><strong>Desigualdade</strong></p>
<p>A desigualdade de riqueza é alta em toda a América Latina, mas o Brasil destoa com índices ainda maiores, aponta o estudo. O Coeficiente de Gini do país foi de 89,2 em 2021, acima dos 84,5 em 2000 e um dos mais altos do mundo. O 1% mais rico entre os brasileiros possui 49,3% da riqueza total do país.</p>
<p> </p>
<p>Em comparação com outros países da região, o Chile teve 79,4 pontos no Coeficiente de Gini em 2021 e o México, 80,4. Já a participação do 1% mais rico da população ficou em 30,2% em cada um desses dois países, em 2021.</p>
<p>Fonte: Correio Braziliense</p>
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