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	<title>ricos são atingidos pela inflação &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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		<title>Alta nos combustíveis pressiona mais inflação na classe média, diz Ipea</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
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		<category><![CDATA[alta dos combustíveis]]></category>
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					<description><![CDATA[Em fevereiro, houve aumento na despesa das famílias com o grupo transportes, turbinado pela alta de 7,1% nos preços dos combustíveis A alta no preço dos combustíveis afetou mais as famílias mais ricas em fevereiro, mas a inflação acumulada em 12 meses ainda é muito mais elevada entre os mais pobres, informou o Instituto de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em fevereiro, houve aumento na despesa das famílias com o grupo transportes, turbinado pela alta de 7,1% nos preços dos combustíveis</p>
<p></p>
<p>A alta no preço dos combustíveis afetou mais as famílias mais ricas em fevereiro, mas a inflação acumulada em 12 meses ainda é muito mais elevada entre os mais pobres, informou o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).</p>
<p> </p>
<p>Entre os brasileiros considerados de renda muito baixa, a inflação acelerou de 0,21% em janeiro para 0,67% em fevereiro. Na faixa de renda mais elevada, a inflação percebida saiu de 0,29% em janeiro para 0,98% em fevereiro. Os dados são do Indicador Ipea de Inflação por Faixa de Renda.</p>
<p> </p>
<p>O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), apurado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e usado pelo Ipea para fazer o cálculo da inflação por faixa de renda, encerrou o mês de fevereiro com avanço de 0,86%, ante uma elevação de 0,25% em janeiro.</p>
<p> </p>
<p>No mês de fevereiro, o aumento na despesa das famílias com o grupo transportes, turbinado pela alta de 7,1% nos preços dos combustíveis, deu a maior contribuição inflacionária em todos os segmentos de renda.</p>
<p> </p>
<p>“No caso das famílias de renda mais baixa, além dos combustíveis, os reajustes de 0,33% do ônibus urbano e de 0,56% do trem explicam a pressão exercida por esse grupo. Em contrapartida, para as famílias de renda mais alta, a queda de 3,0% nos preços das passagens aéreas ajudou a atenuar o aumento dos combustíveis”, ressaltou a técnica do Ipea Maria Andréia Parente Lameiras, na Carta de Conjuntura que trata do indicador, divulgada nesta terça-feira, 16.</p>
<p> </p>
<p>O Ipea acrescenta que a inflação percebida pelos mais pobres foi pressionada também em fevereiro pelos gastos maiores com habitação, devido aos aumentos de 0,66% nos aluguéis, de 1,0% na taxa de água e esgoto e de 3,0% no botijão de gás. Por outro lado, as famílias de renda mais alta perceberam uma pressão maior do grupo educação, em consequência do reajuste de 3,1% nas mensalidades escolares.</p>
<p> </p>
<p>O resultado acumulado em 12 meses pelo IPCA foi de 5,20% em fevereiro. No entanto, a inflação percebida pelos mais pobres foi de 6,75% no período, quase o dobro da sentida pelos mais ricos, de 3,43%. Embora os preços dos alimentos tenham subido menos em fevereiro, o aumento acumulado em 12 meses ainda impacta a inflação dos mais pobres, explicando boa parte dessa distância para o resultado dos mais ricos.</p>
<p> </p>
<p>O indicador do Ipea separa por seis faixas de renda familiar as variações de preços medidas pelo IPCA. Os grupos vão desde uma renda familiar de até R$ 1.650,50 por mês, no caso da faixa com renda muito baixa, até uma renda mensal familiar acima de R$ 16.509,66, no caso da renda mais alta.</p>
<p>Crédito: Fernanda Carvalho/1fotos Públicas<br />Fonte: Infomoney com Agência Estado</p>
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