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	<title>restituição de valores &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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		<title>Auxílio-doença pago junto com aposentadoria não pode ser devolvido</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jul 2024 07:58:49 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[INSS deve restituir descontos que promoveu na aposentadoria da autora na tentativa de compensar auxílio-doença Benefícios previdenciários têm natureza alimentar, ou seja, são voltados à subsistência, e o pagamento de suas parcelas por longo período gera no segurado o sentimento de que sempre poderá contar com esse dinheiro. Assim, não é justo exigir a restituição [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-4edbd364dc7348f6d862f5446bdd755b">INSS deve restituir descontos que promoveu na aposentadoria da autora na tentativa de compensar auxílio-doença</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Benefícios previdenciários têm natureza alimentar, ou seja, são voltados à subsistência, e o pagamento de suas parcelas por longo período gera no segurado o sentimento de que sempre poderá contar com esse dinheiro. Assim, não é justo exigir a restituição de valores já consumidos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com esse entendimento, o juiz Wesley Schneider Collyer, da 1ª Vara Federal de Cascavel (PR), decidiu que parcelas de auxílio-doença pagas a uma mulher não podem ser devolvidas e ainda condenou o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) a restituir valores descontados da aposentadoria por invalidez recebida pela autora.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A mulher recebeu auxílio-doença e aposentadoria por invalidez ao mesmo tempo por certo período. Isso porque a data de início da aposentadoria por invalidez retroagiu e atingiu o período em que o auxílio-doença vinha sendo pago.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Devido ao “pagamento em duplicidade”, o INSS promoveu descontos na aposentadoria da autora, para compensar os valores recebidos no auxílio-doença.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Sem má-fé</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A mulher, então, acionou a Justiça e alegou que não agiu com má-fé, nem induziu o INSS a erro. Ela pediu a devolução dos valores descontados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O juiz Wesley Schneider Collyer concordou que “não houve ardil, nem má-fé” da autora, mas apenas a concessão da aposentadoria com data retroativa, que ocasionou o pagamento conjunto do benefício com o auxílio-doença por certo tempo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Devido à “evidente boa-fé” da autora, somada ao “caráter alimentar do benefício recebido”, o julgador considerou que os valores “pagos em excesso” não poderiam ser devolvidos.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><a href="https://www.conjur.com.br/wp-content/uploads/2024/07/sentenca-sem-devolucao-auxilio-doenca-pago-junto-a-aposentadoria-por-invalidez-restituicao-descontos.pdf" data-type="link" data-id="https://www.conjur.com.br/wp-content/uploads/2024/07/sentenca-sem-devolucao-auxilio-doenca-pago-junto-a-aposentadoria-por-invalidez-restituicao-descontos.pdf">Clique aqui para ler a decisão</a></h4>



<h4 class="wp-block-heading">Processo: 5002966-90.2024.4.04.7005</h4>
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