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	<title>responsabilidade dos bancos &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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		<title>Volta ao trabalho presencial requer cuidados e responsabilidade com a vida</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[cuidado com a vida]]></category>
		<category><![CDATA[responsabilidade dos bancos]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Sindicatos estão cobrando um protocolo único, exames, vacinação, sem cobranças de metas e maior responsabilidade dos bancos</p>
<p></p>
<p>Para a categoria voltar às agências, o funcionário tem que passar por exames médicos antes do retorno. A Fenaban disse, na última negociação feita com o Comando Nacional, na sexta-feira (13), reconhecer que o momento requer prudência, mas não pratica isso. A situação mais grave é no Santander que anunciou o retorno de 80% de seu quadro de funcionários ao trabalho presencial. A Conferência defendeu ainda um protocolo único para todos os bancos, com os mesmos parâmetros, reivindicação levada à mesa de negociação.</p>
<p> </p>
<p><strong>Situação ainda é crítica</strong></p>
<p>Segundo sindicalistas, as medidas de prevenção precisam continuar nos bancos, em função da situação complicada da pandemia. Temos no país, uma média que beira 1 mil mortes diárias, a vacinação é lenta e desigual. Segundo especialistas da Fiocruz a lentidão na imunização faz com que tenha de haver pelo menos 80% de imunização completa na população e só temos 23%. E, mesmo com a vacina, que reduz a gravidade e o risco de morte, pode haver o adoecimento.</p>
<p> </p>
<p><strong>Imunização dos bancários</strong></p>
<p>Ainda o movimento sindical ressalta que é muito importante a vitória dos trabalhadores pela inclusão da categoria bancária no Plano Nacional de Imunização do Ministério da Saúde, garantido após muita pressão dos sindicatos, mas criticou o fato de que, em muitos estados e municípios, a vacinação sequer começou, como é o caso São Paulo.</p>
<p> </p>
<p><strong>Metas adoecem</strong></p>
<p> Mesmo diante da maior crise sanitária que o país e o mundo passam, as metas absurdas continuam a todo a vapor, o que gerou mais LER/Dorts com o home office improvisado, que foi necessário para proteger as vidas, mas o bancário trabalha, muitas vezes, em situação insalubre, com o notebook no colo, na mesa de refeições, o que elevou as doenças ocupacionais físicas e os problemas psíquicos na categoria, situação agravada pelos temores de ser demitido, do vírus e da morte.</p>
<p> </p>
<p><strong>Sequelas preocupam</strong></p>
<p> Outra preocupação apontada pelos dirigentes sindicais são as sequelas da Covid-19. Estudos comprovam que mesmo com sintomas leves, o vírus deixa sequelas, especialmente problemas neurológicos, cardíacos e de memória. Muitos bancários estão voltando às agências com sequelas, impactando na saúde e no desempenho da atividade profissional e a situação se agrava em função das metas, com ameaças de descomissionamento e demissões.</p>
<p>Crédito: Fabiano Couto<br />Fonte: SEEB do RJ com edição da Comunicação do SEEB de Santos e Região</p>
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