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	<title>rescisão do contrato &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>rescisão do contrato &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>TST reconhece horas extras a bancária por cursos fora do expediente</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/tst-reconhece-horas-extras-a-bancaria-por-cursos-fora-do-expediente/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Mar 2025 07:53:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bradesco]]></category>
		<category><![CDATA[7ª e 8ª horas]]></category>
		<category><![CDATA[bancária]]></category>
		<category><![CDATA[CLT (Consolidação das Leis do Trabalho)]]></category>
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		<category><![CDATA[período trabalhado]]></category>
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		<category><![CDATA[Súmula 451]]></category>
		<category><![CDATA[Tribunal Superior do Trabalho - TST]]></category>
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					<description><![CDATA[Decisão determinou pagamento de horas extras por cursos obrigatórios e valida direito à participação nos lucros e resultados O TST, por meio da 7ª turma, reconheceu o direito de bancária ao pagamento de horas extras pelo tempo gasto em cursos obrigatórios realizados fora do expediente, além de determinar a inclusão da participação nos lucros e [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-ec787fce27ec219526f61ccbf31e2d03">Decisão determinou pagamento de horas extras por cursos obrigatórios e valida direito à participação nos lucros e resultados</h4>



<p>O TST, por meio da 7ª turma, reconheceu o direito de bancária ao pagamento de horas extras pelo tempo gasto em cursos obrigatórios realizados fora do expediente, além de determinar a inclusão da participação nos lucros e resultados&nbsp;mesmo após a rescisão do contrato.</p>



<p>A decisão reformou entendimento anterior e garantiu a aplicação da Súmula 451 do TST, que estabelece que o empregado tem direito à PLR proporcional ao período trabalhado no exercício.</p>



<p>A trabalhadora, que atuava como gerente em um <a href="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/bradesco-noticias/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/bradesco-noticias/">banco</a>, ajuizou a ação para requerer o pagamento das 7ª e 8ª horas como extras, alegando que suas funções não configuravam cargo de confiança.</p>



<p>Além disso, ela pleiteava o reconhecimento do tempo dedicado a cursos online obrigatórios como horas extras, já que esses treinamentos ocorriam fora do horário de expediente.</p>



<p>Na sentença de primeiro grau, o pedido da bancária foi negado. O TRT-18 manteve a decisão, afirmando que a trabalhadora exercia cargo de confiança e, portanto, estava sujeita à jornada de oito horas diárias prevista no artigo 224, § 2º, da CLT.</p>



<p>Quanto aos cursos, o TRT-18 considerou que a participação não configurava tempo à disposição do empregador.</p>



<p>A trabalhadora recorreu ao TST, que reformou parcialmente a decisão para reconhecer o direito ao pagamento de horas extras pelos cursos e garantir a inclusão do PLR.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Obrigação fora do expediente</h4>



<p>O&nbsp;relator do recurso de revista da trabalhadora, ministro Cláudio Brandão, destacou que o tempo despendido pela trabalhadora nos cursos obrigatórios deveria ser considerado tempo à disposição do empregador.</p>



<p>O ministro citou precedentes do TST que classificam como horas extras qualquer período em que o empregado necessite se dedicar a treinamentos exigidos pelo banco e que ocorrem fora do horário de trabalho.</p>



<p>&#8220;Restou comprovado que até 2012 os cursos &#8216;Treinet&#8217; eram realizados fora da agência, por falta de tempo para o fazerem durante o expediente, bem como eram obrigatórios.&#8221;</p>



<p>Dessa forma, o relator concluiu que os cursos eram impostos pelo empregador e tinham fiscalização, caracterizando o período como tempo de trabalho efetivo nos termos do artigo 4º da <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/del5452.htm" data-type="link" data-id="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/del5452.htm">CLT</a>.</p>



<p>Além disso, o ministro ressaltou que a negociação coletiva não pode afastar direitos indisponíveis dos trabalhadores, como o pagamento proporcional da PLR, reafirmando a aplicação da Súmula 451 do TST.</p>



<p>Com a decisão do TST, o banco deverá pagar as horas extras referentes ao período em que a trabalhadora participou dos cursos obrigatórios fora do horário de expediente, com adicional de 50% e reflexos em férias, 13º salário e FGTS.</p>



<p>Também foi determinada a inclusão da participação nos lucros e resultados proporcional ao tempo trabalhado no período de apuração, incluindo a projeção do aviso-prévio.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Processo: <a href="https://consultaprocessual.tst.jus.br/consultaProcessual/resumoForm.do?consulta=1&amp;numeroInt=151771&amp;anoInt=2018&amp;qtdAcesso=106799865" data-type="link" data-id="https://consultaprocessual.tst.jus.br/consultaProcessual/resumoForm.do?consulta=1&amp;numeroInt=151771&amp;anoInt=2018&amp;qtdAcesso=106799865">TST-ARR-10604-29.2016.5.18.0003</a></h4>



<h4 class="wp-block-heading"><a href="https://www.migalhas.com.br/arquivos/2025/3/D64CA182B91961_horasextrascursoforaexpediente.pdf" data-type="link" data-id="https://www.migalhas.com.br/arquivos/2025/3/D64CA182B91961_horasextrascursoforaexpediente.pdf">Veja a decisão</a></h4>



<p></p>
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