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	<title>renda &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>renda &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Maioria dos trabalhadores não acredita que perderá o emprego no curto prazo, aponta estudo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jhuly Esteves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Apr 2026 12:44:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[fgv ibre]]></category>
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					<description><![CDATA[A percepção indicado pelo levantamento converge com dados do IBGE, que mostram um mercado de trabalho resiliente A maior parte dos trabalhadores brasileiros não acredita que perderá o emprego ou sua principal fonte de renda no curto prazo, segundo estudo do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV Ibre). Por outro lado, começa [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-85f9c431159dc790ff56130887ceb726">A percepção indicado pelo levantamento converge com dados do IBGE, que mostram um mercado de trabalho resiliente</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A maior parte dos trabalhadores brasileiros não acredita que perderá o emprego ou sua principal fonte de renda no curto prazo, segundo estudo do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV Ibre). Por outro lado, começa a ganhar força a percepção de risco, indicando uma mudança gradual no sentimento em relação ao mercado de trabalho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As informações constam na décima edição dos Indicadores de Qualidade do Trabalho da Sondagem de Mercado de Trabalho. Segundo os dados do trimestre encerrado em março de 2026, 56,5% dos respondentes consideram improvável ou muito improvável perder o emprego ou fonte de renda nos próximos seis meses.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="823" height="550" src="https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image-1.png" alt="" class="wp-image-67716" srcset="https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image-1.png 823w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image-1-300x200.png 300w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image-1-150x100.png 150w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image-1-768x513.png 768w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image-1-600x401.png 600w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image-1-20x13.png 20w" sizes="(max-width: 823px) 100vw, 823px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar do avanço da incerteza, a percepção de estabilidade segue como dominante. A parcela que considera improvável a perda de ocupação permanece como a mais expressiva e apresenta relativa estabilidade nos últimos meses.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por outro lado, 17,2% dos trabalhadores avaliam como provável ou muito provável a perda da principal fonte de renda, enquanto 26,3% afirmam não saber responder — um indicativo de incerteza ainda relevante no cenário atual.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A percepção mostrada pelo levantamento converge com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) que mostram um mercado de trabalho resiliente, apesar do aumento da taxa de desemprego no Brasil no trimestre encerrado em fevereiro de 2026, que alcançou 5,8%, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O avanço interrompe a trajetória recente de queda e foi impulsionado, principalmente, pela redução de vagas em setores com forte influência sazonal no início do ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao todo, 6,2 milhões de pessoas estavam desocupadas no período — um aumento de 600 mil em relação ao trimestre anterior.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Aumento da preocupação atinge maior nível</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Contudo, o levantamento do FGV Ibre mostra que houve um leve aumento na proporção de trabalhadores que enxergam risco de desemprego, atingindo o maior patamar desde o início da série, em junho de 2025.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como os dados ainda não contam com ajuste sazonal e a série histórica é recente, comparações ao longo do tempo devem ser interpretadas com cautela. Ainda assim, o movimento sugere uma inflexão no sentimento dos trabalhadores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o economista do FGV Ibre Rodolpho Tobler, os resultados refletem um mercado de trabalho que segue aquecido, mas já apresenta perda de fôlego.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo ele, embora mais da metade dos trabalhadores demonstre segurança em relação ao futuro próximo, o aumento da parcela que teme perder a ocupação acompanha sinais de desaceleração na evolução do mercado. O cenário macroeconômico desafiador e o aumento da incerteza também tendem a influenciar essa percepção nos próximos meses.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Qualidade do emprego</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Divulgados mensalmente desde julho de 2025, os Indicadores de Qualidade do Trabalho são baseados em médias móveis trimestrais e integram a Sondagem de Mercado de Trabalho, pesquisa nacional realizada com a população em idade ativa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A iniciativa busca complementar as estatísticas tradicionais ao incorporar a percepção dos trabalhadores sobre suas condições de trabalho. Entre os principais temas abordados estão satisfação no emprego, risco de perda de renda, proteção social, suficiência da renda, avaliação do mercado de trabalho e expectativas para os meses seguintes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como a coleta teve início recente, os relatórios ainda têm caráter predominantemente descritivo, sem base suficiente para análises de longo prazo.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Sobre o estudo</h4>



<p class="wp-block-paragraph">São consultadas pessoas de todos território nacional, em idade para trabalhar, e que respondem sobre seis diferentes temas:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Satisfação com trabalho;</li>



<li>Chance de perder emprego e/ou fonte de renda;</li>



<li>Proteção social;</li>



<li>Renda suficiente;</li>



<li>Percepção geral sobre o mercado de trabalho;</li>



<li>E expectativa para os próximos 6 meses do mercado de trabalho em geral.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Como a coleta de informações começou em 2025, ainda não é possível fazer comparações históricas e analisar o nível dos indicadores.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Banco Central aumenta taxa básica de juros para 14,25%, mas indica próximo aumento menor</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/banco-central-aumenta-taxa-basica-de-juros-para-1425-mas-indica-proximo-aumento-menor/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Mar 2025 07:12:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Aumento]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Central]]></category>
		<category><![CDATA[Comitê de Política Monetária (Copom)]]></category>
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		<category><![CDATA[renda]]></category>
		<category><![CDATA[Taxa Básica de Juros]]></category>
		<category><![CDATA[Taxa Selic (juros básicos da economia)]]></category>
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					<description><![CDATA[O aumento da Selic encarece o crédito, o que pode desacelerar o consumo e os investimentos, e até levar a um cenário de desemprego O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central decidiu, de maneira unânime, elevar a taxa básica de juros da economia de 13,25% para 14,25%. Trata-se da quinta alta seguida na [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-40281d3580b9c04aa81a1f4b819a6609">O aumento da Selic encarece o crédito, o que pode desacelerar o consumo e os investimentos, e até levar a um cenário de desemprego</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central decidiu, de maneira unânime, elevar a taxa básica de juros da economia de 13,25% para 14,25%. Trata-se da quinta alta seguida na Selic.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse é o maior patamar desde a crise do governo Dilma, em 2015 e 2016, quando a taxa também alcançou 14,25%. A ex-presidente sofreu impeachment em agosto de 2016.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No comunicado desta quarta (19/3), o comitê informa que a expectativa é uma nova alta para a próxima reunião, porém, em um nível menor do que este, de um ponto percentual. Caso o o aumento se confirme na próxima reunião, a Selic alcançará o maior patamar em quase 20 anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A decisão do Copom impacta tanto o mercado financeiro quanto a economia real. O aumento da Selic, com a premissa de combater a inflação, encarece o crédito, o que pode desacelerar o consumo e os investimentos, e até levar a um cenário de desemprego. Também impacta negativamente as contas públicas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A professora Carla Beni, economista da FGV, explicou que o aumento da taxa Selic para conter uma inflação de custos, como é o caso do Brasil, é uma medida ineficiente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Nós estamos comemorando há dois anos um PIB que cresce mais de 3%, uma retomada da massa salarial, uma melhora do emprego e da renda. Então, quando você contrai a economia, o que acontece? Esse grupo da população que foi inserido vai ser expurgado em grande medida”, disse Carla Beni.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para ela, o “remédio” receitado para a inflação brasileira não está adequado. “O que eu vejo do diagnóstico da inflação brasileira e desse remédio amargo trazido como consequência, que é a alta dos juros, é que já parte de um diagnóstico errado e que esse remédio vai acabar, na marra, baixando a inflação, mas enforcando um setor muito importante que é o setor urbano, diminuindo a renda das pessoas, podendo aumentar o desemprego”.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Veja a íntegra do comunicado do Copom sobre a taxa básica de juros</h4>



<p class="wp-block-paragraph">“O ambiente externo permanece desafiador em função da conjuntura e da política econômica nos Estados Unidos, principalmente pela incerteza acerca de sua política comercial e de seus efeitos. Esse contexto tem gerado ainda mais dúvidas sobre os ritmos da desaceleração, da desinflação e, consequentemente, sobre a postura do Fed e acerca do ritmo de crescimento nos demais países. Os bancos centrais das principais economias permanecem determinados em promover a convergência das taxas de inflação para suas metas em um ambiente marcado por pressões nos mercados de trabalho. O Comitê avalia que o cenário externo segue exigindo cautela por parte de países emergentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em relação ao cenário doméstico, o conjunto dos indicadores de atividade econômica e do mercado de trabalho tem apresentado dinamismo, ainda que sinais sugiram uma incipiente moderação no crescimento. A inflação cheia e as medidas subjacentes mantiveram-se acima da meta para a inflação e novamente apresentaram elevação nas divulgações mais recentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As expectativas de inflação para 2025 e 2026 apuradas pela pesquisa Focus elevaram-se de forma relevante e situam-se em 5,7% e 4,5%, respectivamente. A projeção de inflação do Copom para o terceiro trimestre de 2026, atual horizonte relevante de política monetária, situa-se em 3,9% no cenário de referência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Persiste uma assimetria altista no balanço de riscos para os cenários prospectivos para a inflação. Entre os riscos de alta para o cenário inflacionário e as expectativas de inflação, destacam-se (i) uma desancoragem das expectativas de inflação por período mais prolongado; (ii) uma maior resiliência na inflação de serviços do que a projetada em função de um hiato do produto mais positivo; e (iii) uma conjunção de políticas econômicas externa e interna que tenham impacto inflacionário maior que o esperado, por exemplo, por meio de uma taxa de câmbio persistentemente mais depreciada. Entre os riscos de baixa, ressaltam-se (i) impactos sobre o cenário de inflação de uma eventual desaceleração da atividade econômica doméstica mais acentuada do que a projetada; e (ii) um cenário menos inflacionário para economias emergentes decorrente de choques sobre o comércio internacional e sobre as condições financeiras globais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Comitê segue acompanhando com atenção como os desenvolvimentos da política fiscal impactam a política monetária e os ativos financeiros. A percepção dos agentes econômicos sobre o regime fiscal e a sustentabilidade da dívida segue impactando, de forma relevante, os preços de ativos e as expectativas dos agentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O cenário mais recente é marcado por desancoragem adicional das expectativas de inflação, projeções de inflação elevadas, resiliência na atividade econômica e pressões no mercado de trabalho, o que exige uma política monetária mais contracionista.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Copom então decidiu elevar a taxa básica de juros em 1,00 ponto percentual, para 14,25% a.a., e entende que essa decisão é compatível com a estratégia de convergência da inflação para o redor da meta ao longo do horizonte relevante. Sem prejuízo de seu objetivo fundamental de assegurar a estabilidade de preços, essa decisão também implica suavização das flutuações do nível de atividade econômica e fomento do pleno emprego.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Diante da continuidade do cenário adverso para a convergência da inflação, da elevada incerteza e das defasagens inerentes ao ciclo de aperto monetário em curso, o Comitê antevê, em se confirmando o cenário esperado, um ajuste de menor magnitude na próxima reunião. Para além da próxima reunião, o Comitê reforça que a magnitude total do ciclo de aperto monetário será ditada pelo firme compromisso de convergência da inflação à meta e dependerá da evolução da dinâmica da inflação, em especial dos componentes mais sensíveis à atividade econômica e à política monetária, das projeções de inflação, das expectativas de inflação, do hiato do produto e do balanço de riscos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Votaram por essa decisão os seguintes membros do Comitê: Gabriel Muricca Galípolo (presidente), Ailton de Aquino Santos, Diogo Abry Guillen, Gilneu Francisco Astolfi Vivan, Izabela Moreira Correa, Nilton José Schneider David, Paulo Picchetti, Renato Dias de Brito Gomes e Rodrigo Alves Teixeira.”</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Reforma do IR apresentada pelo governo Lula amplia a renda de 90% dos contribuintes</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/reforma-do-ir-apresentada-pelo-governo-lula-amplia-a-renda-de-90-dos-contribuintes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Mar 2025 07:32:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[ampliação]]></category>
		<category><![CDATA[Congresso Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Projeto de lei prevê isenção para quem recebe até R$ 5 mil e impõe tributação mínima para altas rendas O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou nesta terça-feira (18/3) o projeto de lei que amplia a faixa de isenção do Imposto de Renda para quem recebe até R$ 5 mil mensais, a partir de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-6553d6affa415caa7f208d71be22d300">Projeto de lei prevê isenção para quem recebe até R$ 5 mil e impõe tributação mínima para altas rendas</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou nesta terça-feira (18/3) o <a href="https://santosbancarios.com.br/artigo/haddad-confirma-ampliacao-da-faixa-de-isencao-do-irpf-para-quem-ganha-ate-r-5-mil/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/artigo/haddad-confirma-ampliacao-da-faixa-de-isencao-do-irpf-para-quem-ganha-ate-r-5-mil/">projeto de lei que amplia a faixa de isenção do Imposto de Renda</a> para quem recebe até R$ 5 mil mensais, a partir de 2026. A proposta foi apresentada ao Congresso Nacional e representa a maior alteração na tabela do IR da história recente do Brasil, segundo destacou o ministro da Fazenda, Fernando Haddad.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A iniciativa busca aliviar o peso tributário sobre a classe trabalhadora e promover maior justiça fiscal. &#8220;É a primeira reforma significativa da renda no país, porque mexe numa ferida social de longa data&#8221;, afirmou Haddad. Atualmente, a faixa de isenção está em R$ 2.824, e o novo projeto praticamente dobra esse valor. Com a mudança, cerca de 90% dos contribuintes terão isenção total ou parcial do imposto.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Justiça social e tributação dos mais ricos</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A proposta do governo também prevê um mecanismo para compensar a perda de arrecadação. Em vez de aumentar impostos sobre a classe média, a medida estabelece uma tributação mínima de até 10% para quem ganha mais de R$ 600 mil por ano. Segundo Haddad, a ideia é corrigir distorções que permitem que pessoas de altíssima renda paguem proporcionalmente menos imposto que trabalhadores comuns.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;O que o presidente Lula está pedindo ao Congresso, com esse projeto, é que seja considerada a neutralidade fiscal e a justiça social&#8221;, explicou o ministro. Ele destacou que o impacto será limitado a cerca de 141 mil pessoas, ou 0,13% dos contribuintes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou que a Casa terá &#8220;sensibilidade&#8221; para tratar do projeto com prioridade. &#8220;Justiça é uma coisa simples de falar, mas difícil de fazer. Muitas vezes, aqueles que têm que promover a justiça têm interesses antagônicos aos de quem precisa ser beneficiado&#8221;, afirmou Lula.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Impacto econômico e mais dinheiro no bolso</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A mudança na tabela do Imposto de Renda terá efeitos diretos no poder de compra da população. Segundo estimativas do governo, 10 milhões de brasileiros deixarão de pagar IR em 2026, somando-se aos 10 milhões já beneficiados pelas isenções implementadas desde 2023. No total, 20 milhões de trabalhadores serão isentos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, a reforma proporcionará redução do imposto para quem ganha entre R$ 5 mil e R$ 7 mil. Veja alguns exemplos de economia anual para diferentes faixas salariais:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>R$ 5.000:</strong> isenção total, economia de R$ 4.356,89</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>R$ 5.500:</strong> redução de 75%, economia de R$ 3.367,68</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>R$ 6.000:</strong> redução de 50%, economia de R$ 2.350,79</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>R$ 6.500:</strong> redução de 25%, economia de R$ 1.333,90</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">A expectativa do governo é que, com menos imposto sobre os rendimentos menores, haja mais dinheiro circulando na economia, impulsionando o consumo e o crescimento econômico.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Compensação e impacto na arrecadação</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A ampliação da isenção deve resultar em uma redução da arrecadação de R$ 25,84 bilhões em 2026. Para compensar essa perda, o governo propõe duas medidas principais:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Tributação mínima de até 10% sobre quem ganha mais de R$ 600 mil por ano</strong>, com expectativa de arrecadação de R$ 25,22 bilhões</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Tributação de 10% sobre remessas de dividendos ao exterior</strong>, gerando receita adicional de R$ 8,9 bilhões</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Haddad explicou que essa correção é necessária para equilibrar a tributação no país. &#8220;Atualmente, pessoas de altíssima renda pagam uma alíquota efetiva de apenas 2,54%. Com a nova medida, esse percentual sobe para 9%, ainda abaixo do que paga um professor do ensino médio&#8221;, comparou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O governo reforçou que a proposta não cria novos impostos, apenas garante que os mais ricos contribuam de forma justa. &#8220;Esse projeto é neutro, ou seja, não amplia em um centavo a carga tributária brasileira&#8221;, afirmou Lula.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Estados e municípios não perderão arrecadação</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O governo garantiu que estados e municípios não serão prejudicados pela isenção ampliada. A redução da arrecadação do IR será compensada pelo aumento do consumo, que impulsionará a arrecadação de impostos como ICMS e ISS.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, a reforma tributária aprovada em 2023 já estabelece que os tributos serão cobrados no local onde os produtos e serviços são consumidos. Isso beneficiará estados e municípios que hoje arrecadam menos e reduzirá desigualdades regionais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para Lula, a aprovação da proposta será um marco. &#8220;Esse projeto fará história quando chegar aprovado para eu sancionar. Porque a gente vai poder avisar o povo que o ano de 2026 será glorioso, porque o Senado e a Câmara reconheceram que é preciso beneficiar as pessoas que ganham menos&#8221;, afirmou o presidente.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Se Liga <a href="https://santosbancarios.com.br/artigo/sindicato-lanca-curso-de-formacao-para-exame-cea-com-vantagens-para-associados/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/artigo/sindicato-lanca-curso-de-formacao-para-exame-cea-com-vantagens-para-associados/">Sindicato lança curso de formação para exame CEA com vantagens para associados</a></h4>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Saque-aniversário do FGTS: saiba quem tem direito e confira prazos</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/saque-aniversario-do-fgts-saiba-quem-tem-direito-e-confira-prazos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Mar 2025 07:09:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Caixa]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
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		<category><![CDATA[Saque FGTS]]></category>
		<category><![CDATA[Saque-aniversário do FGTS]]></category>
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					<description><![CDATA[Cerca de 12,1 milhões de trabalhadores poderão ter acesso ao saque-aniversário do FGTS em março; veja como consultar saldo Aos trabalhadores que aderiram ao saque-aniversário do FGTS — que permite o saque anual de parte do saldo do FGTS no seu mês de aniversário — e foram demitidos sem justa causa no período entre 1° [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-3fb14d77250189bb41edf08100521562">Cerca de 12,1 milhões de trabalhadores poderão ter acesso ao saque-aniversário do FGTS em março; veja como consultar saldo</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Aos trabalhadores que aderiram ao saque-aniversário do FGTS — que permite o saque anual de parte do saldo do FGTS no seu mês de aniversário — e foram demitidos sem justa causa no período entre 1° de janeiro de 2020 e 28 de fevereiro de 2025, será possível fazer a retirada do valor disponível a partir do dia 6 de março.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A consulta do saldo disponível pode ser feita através do aplicativo do FGTS para smartphones, no site da Caixa ou presencialmente, em uma agência física do banco.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cerca de 12,1 milhões de trabalhadores poderão ter acesso ao saque do FGTS, que terá um limite de até R$ 3 mil este mês — com o restante a ser liberado a partir do dia 17 de junho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Não podem acessar o saque nesta rodada aqueles trabalhadores que aderem ao saque-aniversário e foram demitidos sem justa causa a partir do dia 1° de março deste ano — a esses, fica disponível para recebimento apenas a multa rescisória, de 40%, paga pela empresa.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Como realizar o saque</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O saque pode ser feito tanto via depósito automático, feito na conta cadastrada no aplicativo do FGTS, como presencialmente, em lotéricas ou caixas eletrônicos em agências da Caixa, com o uso do cartão bancário ou mediante apresentação de documento e carteira de trabalho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Caso os valores não sejam sacados agora, permanecerão disponíveis para retirada até dezembro de 2025; e, caso não sejam sacados até o final deste ano, retornam à conta do FGTS para saque futuro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se o trabalhador desejar sair da modalidade de saque-aniversário e voltar a ter direito ao saldo integral da rescisão paga pelo FGTS, é preciso solicitar a saída e esperar um prazo total de dois anos até que o saldo integral seja restaurado para casos de demissões futuras.</p>
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		<item>
		<title>Com taxa de desemprego mais baixa em 10 anos, trabalho com carteira assinada bate recorde</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/com-taxa-de-desemprego-mais-baixa-em-10-anos-trabalho-com-carteira-assinada-bate-recorde/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 May 2024 07:29:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Carteira Assinada]]></category>
		<category><![CDATA[Crescimento]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[empregos]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística)]]></category>
		<category><![CDATA[MERCADO DE TRABALHO]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD Contínua)]]></category>
		<category><![CDATA[renda]]></category>
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					<description><![CDATA[Segundo o IBGE, o desemprego recuou para 7,5% no trimestre encerrado em abril, atingindo a menor taxa desde 2014. Em paralelo, o volume de trabalhadores formais foi de quase 38,2 milhões, o maior nível dos últimos 12 anos A taxa de desemprego no trimestre encerrado em abril ficou em 7,5%, o menor nível desde 2014. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-9a7532e5abf48a45f3ed51d767f65e06">Segundo o IBGE, o desemprego recuou para 7,5% no trimestre encerrado em abril, atingindo a menor taxa desde 2014. Em paralelo, o volume de trabalhadores formais foi de quase 38,2 milhões, o maior nível dos últimos 12 anos</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A taxa de desemprego no trimestre encerrado em abril ficou em 7,5%, o menor nível desde 2014. O índice é considerado estável em relação ao trimestre anterior, em janeiro de 2024, que registrou 7,6% e 1 ponto percentual abaixo do apurado no mesmo período de 2023, de 8,5%. Os dados fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad Contínua), divulgada nesta quarta-feira (29) pelo IBGE.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Pnad apura todas as formas de ocupação a partir de 14 anos de idade, seja emprego com ou sem carteira assinada, temporário e por conta própria, por exemplo. O total de pessoas desocupadas, ou seja, que não trabalhava e estava à procura de alguma ocupação no trimestre, ficou em 8,2 milhões, sem variação significativa em relação ao trimestre móvel encerrado em janeiro de 2024. O número, porém, é 9,7% menor que o apontado no mesmo período de 2023. Isso representa menos 882 mil desocupados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já o total de trabalhadores ocupados chegou a 100,8 milhões. O dado é considerado estável em relação ao trimestre terminado em janeiro. Mas em relação a 12 meses atrás, houve acréscimo de 2,8%, o que representa mais 2,8 milhões de pessoas com trabalho.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Tendências positivas</h4>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a coordenadora de Pesquisas Domiciliares do IBGE, Adriana Beringuy, o cenário do emprego no país vem apresentando resultados positivos. “É um mercado de trabalho que segue com redução na taxa de desocupação e expansão no número de trabalhadores”, afirma.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A coordenadora cita dois elementos sazonais no trimestre encerrado em abril que explicam a estabilidade na desocupação em 2024: a redução do desemprego no comércio e a volta da contratação de trabalhadores do setor público nas áreas de saúde e educação, notadamente no ensino fundamental. “Já na comparação com o ano passado, o cenário é de manutenção de ganhos da população ocupada, trabalho com carteira assinada e rendimento do trabalhador”, completa.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Redução do desemprego e aumento da carteira assinada</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Diante da queda no desemprego, o número de trabalhadores com carteira assinada chegou a 38,188 milhões, um recorde da série histórica da pesquisa, iniciada em 2012. O contingente de trabalhadores sem carteira também foi o maior, chegando a 13,5 milhões.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com isso, a taxa de informalidade ficou em 38,7% da população ocupada. O que significa 39 milhões de trabalhadores informais, patamar próximo ao do trimestre móvel encerrado em abril de 2023 (38,9%). “A informalidade é muito significativa na composição da nossa população ocupada, mas, nos últimos trimestres, tem ficado relativamente estável”.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Rendimento</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O rendimento médio do trabalhador ficou em R$ 3.151, alta de 4,7% em 12 meses. Os dados do IBGE revelam ainda que a massa de rendimentos, que é a soma das remunerações de todos os trabalhadores do país, chegou a R$ 313,1 bilhões. Outro recorde da série histórica e 7,9% acima do mesmo período de 2023. O resultado também é considerado positivo, uma vez que esse dinheiro serve para dinamizar a economia.</p>
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		<item>
		<title>Renda média dos brasileiros cresceu 3,1% de 2022 para 2023</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/renda-media-dos-brasileiros-cresceu-31-de-2022-para-2023/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SEEB Santos e Região]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Mar 2024 16:41:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[renda]]></category>
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					<description><![CDATA[Valor passou de R$ 2.985 para R$ 3.100 em dezembro dos anos comparados, revela IPEA. Estudo publicado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) aponta um crescimento de 3,1% na renda habitual média do trabalhador brasileiro em 2023 frente a 2022. A pesquisa, divulgada na sexta-feira (8), tem como base os resultados da&#160;Pesquisa Nacional por [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-99eaa08b2cd2735f69f17fb636260bf4">Valor passou de R$ 2.985 para R$ 3.100 em dezembro dos anos comparados, revela IPEA.</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Estudo publicado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (<a href="http://www.ipeadata.gov.br/Default.aspx">Ipea</a>) aponta um crescimento de 3,1% na renda habitual média do trabalhador brasileiro em 2023 frente a 2022. A pesquisa, divulgada na sexta-feira (8), tem como base os resultados da&nbsp;<a href="https://www.ibge.gov.br/estatisticas/sociais/trabalho/9171-pesquisa-nacional-por-amostra-de-domicilios-continua-mensal.html">Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad Contínua)</a>, do IBGE.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As estimativas mostram que o rendimento habitual médio real em dezembro de 2023 (R$ 3.100) foi 0,7% maior que o observado no mês anterior (R$ 3.078) e 3,9% superior ao valor de dezembro de 2022 (R$ 2.985). Em janeiro de 2024, a estimativa mensal avançou para R$ 3.118.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o Ipea, no segundo trimestre de 2023, a renda média ficou acima da observada no mesmo trimestre de 2019 pela primeira vez desde a pandemia (0,6%). Já no quarto trimestre de 2023, superou o mesmo trimestre de 2019 em 2,1%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O rendimento habitual refere-se à remuneração recebida por empregados, empregadores e trabalhadores por conta própria, mensalmente, sem acréscimos extraordinários ou descontos esporádicos, ou seja, sem parcelas que não tenham caráter contínuo”, informou o instituto.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Perfil</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Os maiores aumentos na renda em comparação ao quarto trimestre de 2022 foram registrados nas regiões Norte (4,1%) e Nordeste (4%), entre os trabalhadores de 40 a 59 anos (4,1%), com ensino médio completo (3,2%).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apenas os trabalhadores que têm no máximo o ensino fundamental completo apresentaram queda na renda. O crescimento foi menor para os que vivem no Sul e Centro-Oeste, os maiores de 60 anos, homens e chefes de família.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda de acordo com o estudo, os rendimentos habituais recebidos pelas mulheres registraram crescimento interanual maior que os dos homens ao longo de todos os trimestres de 2023 – revertendo o desempenho de anos anteriores. No quarto trimestre, o aumento entre as mulheres foi de 4,2%, contra 2,5% de alta na renda média habitual dos homens.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Setores</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Empregados do setor privado sem carteira apresentaram um maior crescimento interanual da renda no quarto trimestre de 2023 (6,9%). Depois de alguns trimestres com forte elevação nos rendimentos, os trabalhadores autônomos obtiveram um aumento de 0,3% em relação ao mesmo trimestre de 2022. Já os trabalhadores do setor público e os empregados com carteira assinada registraram altas de 3,9% e 2,1%, respectivamente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No recorte por setor, no quarto trimestre de 2023, houve queda da renda no transporte (-1,7%) e na construção (-3,8%), em relação ao mesmo período de 2022. Já os trabalhadores da indústria (5,7%), do comércio (5,9%) e da administração pública (4,6%) obtiveram as maiores altas no último trimestre do ano passado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Outro ponto positivo foi a recuperação da renda na agricultura (0,9%), após uma forte queda de 4,6% no trimestre anterior”, destacou o Ipea.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com informações da&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2024-03/renda-habitual-media-dos-brasileiros-cresceu-31-de-2022-para-2023#">Agência Brasil</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Cai o número de pessoas que procuram emprego há mais de dois anos</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/cai-o-numero-de-pessoas-que-procuram-emprego-ha-mais-de-dois-anos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Aug 2023 08:28:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Carteira de Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Desemprego]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Emprego]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[negros]]></category>
		<category><![CDATA[renda]]></category>
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					<description><![CDATA[Taxa de desemprego continua mais alta para mulheres e negros Além da queda na taxa média de desemprego, divulgada em 28 de julho, o país tem redução no número de pessoas que procuram emprego há dois anos ou mais. Segundo o IBGE, no segundo trimestre havia 2,04 milhões de pessoas nessa situação, 31,7% a menos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color">Taxa de desemprego continua mais alta para mulheres e negros</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Além da queda na taxa média de desemprego, divulgada em 28 de julho, o país tem redução no número de pessoas que procuram emprego há dois anos ou mais. Segundo o IBGE, no segundo trimestre havia 2,04 milhões de pessoas nessa situação, 31,7% a menos em relação a igual período de 2022 (eram 2,985 milhões). Já na comparação com 2012, primeiro ano da série histórica, o total cresceu 34,2%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A maior quantidade de pessoas (4,050 milhões) procura trabalho de um mês a menos de um ano. Outras 1,605 milhão, há menos de um mês. E 952 mil, de um ano a menos de dois.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Taxa de desemprego cai</h4>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo om a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, a taxa de desemprego (8%) diminuiu em quatro das cinco regiões – ficou estável no Sul, onde se registra o menor índice (4,7%). O maior é do Nordeste (11,3%). Também caiu em oito das 27 unidades da federação, mantendo-se estável nas demais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre as UFs, as maiores taxas foram apuradas em Pernambuco (14,2%), Bahia (13,4%) e Amapá (12,4%). As menores, em Rondônia (2,4%), Mato Grosso (3%) e Santa Catarina (3,5%).</p>



<h4 class="wp-block-heading">Mais alto para negros e mulheres</h4>



<p class="wp-block-paragraph">No recorte por gênero, o desemprego segue mais elevado para mulheres (taxa de 9,6%) do que para homens (6,9%). E também continua mais alto para pretos (10%) e pardos (9,3%) do que para brancos (6,3%).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, a taxa de desemprego é maior para pessoas com ensino médio incompleto (13,6%). “Para as pessoas com nível superior incompleto, a taxa foi de 8,3%, mais que o dobro da verificada para o nível superior completo (3,8%)”, informa o IBGE.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Desalento e renda</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O número de desalentados (pessoas que desistiram de procurar trabalho) foi estimado em 3,7 milhões no segundo trimestre. Desse total, 2,3 milhões estavam na região Nordeste. Um quarto dos ocupados (25,5%) trabalhavam por conta própria, mas esse número sobe para 37,8% em Rondônia e cai para 19,9% no Distrito Federal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assim, conforme a Pnad, a taxa de informalidade corresponde a 39,2% da população ocupada. Mas fica bem acima da média no Pará (58,7%), Maranhão (57,0%) e Amazonas (56,8%). E abaixo em Santa Catarina (26,6%), Distrito Federal (31,2%) e São Paulo (31,6%).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Estimado em R$ 2.921, o rendimento médio cresceu em relação ao segundo trimestre do ano passado. Isso aconteceu em todas as regiões. Varia de R$ 1.986 (Nordeste) a R$ 3.396 (Centro-Oeste). Vai a R$ 3.299 no Sudeste, a R$ 3.182 no Sul e R$ 2.316 no Norte.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Reforma trabalhista vai piorar economia e a vida das pessoas</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/reforma-trabalhista-vai-piorar-economia-e-a-vida-das-pessoas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SEEB Santos e Região]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[deforma]]></category>
		<category><![CDATA[renda]]></category>
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					<description><![CDATA[Professor da Unicamp afirma que desmonte da legislação também não vai criar novas vagas de trabalho, mas apenas precarizar os empregos existentes Para o professor José Dari Krein, do Instituto de Economia da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), as alterações que o Senado aprovou na terça, 11, na legislação, via reforma trabalhista, representam um &#8220;desmonte dos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Professor da Unicamp afirma que desmonte da legislação também não vai criar novas vagas de trabalho, mas apenas precarizar os empregos existentes</p>
<p>Para o professor José Dari Krein, do Instituto de Economia da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), as alterações que o Senado aprovou na terça, 11, na legislação, via reforma trabalhista, representam um &#8220;desmonte dos direitos historicamente adquiridos&#8221;, piora a condição de vida das pessoas e afeta, inclusive, o crescimento da economia, comprometendo o futuro da Nação.</p>
<p> </p>
<p>Segundo Dari Krein, que também é pesquisador do Centro de Estudos Sindicais e Economia do Trabalho (Cesit) do instituto, o argumento de que as alterações devem ajudar na criação de novos empregos é uma &#8220;falácia&#8221;. &#8220;O máximo que pode acontecer é precarizar os empregos existentes&#8221;, afirma o professor, em entrevista à Rádio Brasil Atual nesta quarta-feira 12.</p>
<p> </p>
<p>O mesmo Cesit (Centro de Estudos Sindicais e de Economia da Unicamp) já havia se colocado contra a reforma e lançou dossiê apontando que ela não traz um único ponto que beneficie o trabalhador.</p>
<p> </p>
<p>Ele cita o economista britânico John Maynard Keynes (1883-1946) para dizer que &#8220;os problemas do mercado de trabalho estão fora do mercado de trabalho&#8221;, e dependem do conjunto geral da economia. &#8220;Depende muito mais da dinâmica econômica, de políticas públicas que estimulem a ocupação, o crédito, o consumo e a criação de infraestrutura física e social. É isso que gera emprego, e não criando uma lei de retirada de direitos&#8221;, diz o pesquisador.</p>
<p> </p>
<p>&#8220;Salário não é só despesa, salário é renda. É a partir dele que as pessoas têm acesso ao consumo. É fundamental para ativar a economia. Estamos exatamente no caminho contrário. Estamos retirando renda das pessoas, especialmente dos mais pobres&#8221;, ressalta o pesquisador do Cesit. </p>
<p> </p>
<p>Ele afirma que o mercado financeiro se aproveita da atual crise política e econômica para fazer passar uma agenda que não contaria com o apoio das urnas, que é tocada por um governo ilegítimo e impopular e por um Congresso questionado. Sobre a decisão dos senadores de aprovarem o projeto sem qualquer alteração, o professor afirma que o Senado &#8220;se apequenou&#8221;. </p>
<p> </p>
<p>&#8220;As experiências e estudos internacionais mostram que não existe relação entre flexibilização e a criação de postos de trabalho&#8221;, afirma Krein, baseado em pesquisa realizada pela Organização Internacional do Trabalho (OIT), em 63 países, demonstrando que os países que criaram mais empregos foram os que ampliaram a legislação de proteção aos trabalhadores, e não o contrário.</p>
<p> </p>
<p>Ele cita o exemplo de Inglaterra e Espanha, que adotam modelos precários de contrato de trabalho – na Espanha, após reforma de dimensões comparáveis à brasileira – sem, com isso, registrarem avanços no combate ao desemprego. Por outro lado, Portugal, que valorizou o salário mínimo e ampliou a proteção trabalhista – governado por um arranjo de esquerda – &#8220;criou mais empregos e melhorou a economia com mais intensidade&#8221;. </p>
<p> </p>
<p>O professor lembra, ainda, que a experiência brasileira também vai na mesma direção, já que, entre 2004 e 2014, quando o emprego crescia, a maior parte dos contratos firmados no período era por tempo indeterminado – o modelo tradicional –, e não as formas mais precárias que também existiam à época e, agora, foram agravadas.</p>
<p>Fonte: Seeb SP</p>
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