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	<title>Reforma Tributária &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>Reforma Tributária &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Haddad confirma ampliação da faixa de isenção do IRPF para quem ganha até R$ 5 mil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Mar 2025 07:49:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[câmara dos deputados]]></category>
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					<description><![CDATA[A ideia é anunciar oficialmente a ampliação da faixa de isenção nesta terça-feira, após uma reunião com os presidentes da Câmara e do Senado O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou nesta segunda-feira (17/3) que a ampliação da faixa de isenção do Imposto de Renda das Pessoas Físicas (IRPF) para quem ganha até R$ 5mil [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-2">A ideia é anunciar oficialmente a ampliação da faixa de isenção nesta terça-feira, após uma reunião com os presidentes da Câmara e do Senado</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou nesta segunda-feira (17/3) que a ampliação da faixa de isenção do Imposto de Renda das Pessoas Físicas (IRPF) para quem ganha até R$ 5mil terá um impacto fiscal de aproximadamente R$ 27 bilhões em 2026. A medida beneficiará contribuintes que ganham mais de dois salários mínimos com o ajuste na faixa de isenção.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com Haddad, a previsão inicial da equipe econômica era de um custo de R$ 32 bilhões no próximo ano, mas um recálculo reduziu esse montante. O governo pretende elevar a isenção do IR ainda em 2025, passando dos atuais R$ 2.824 para R$ 3.036, valor equivalente a dois salários mínimos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Foi um recálculo porque este ano já vai ter uma pequena correção depois do orçamento, por conta do aumento do salário mínimo. Então, muda a base sobre a qual será aplicada a correção do limite de isenção&#8221;, explicou Haddad, segundo o g1.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O ministro destacou que os descontos no Imposto de Renda não serão alterados e que a ideia é anunciar oficialmente a ampliação da faixa de isenção nesta terça-feira (18/3), após uma reunião com os presidentes da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do Senado Federal, Davi Alcolumbre (União-AP). No entanto, ele não garantiu que o anúncio ocorrerá necessariamente nesta data.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Haddad também confirmou a manutenção da proposta do imposto mínimo, anunciada pelo governo no final de 2023, com algumas mudanças solicitadas pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Aquilo que foi anunciado permanece, com alterações encomendadas pelo presidente Lula, que pediu para não mexer nos descontos e considerar o CNPJ também. Então, foram dois ajustes que ficaram prontos há duas ou três semanas&#8221;, afirmou o ministro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para compensar a perda de arrecadação com a ampliação da isenção, a equipe econômica pretende tributar contribuintes com renda superior a R$ 50 mil por mês (R$ 600 mil por ano). A alíquota aumentará progressivamente, chegando a 10% para quem tem renda superior a R$ 1 milhão por ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda conforme a reportagem, o governo também estuda incluir na base tributável rendimentos que hoje não são taxados ou possuem tributação reduzida, como dividendos, juros sobre capital próprio e aluguéis. No entanto, essas mudanças ainda precisam ser aprovadas pelo Congresso Nacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro ponto em debate é a limitação das isenções na área da saúde no IR para contribuintes com renda mensal acima de R$ 20 mil. Essa proposta, no entanto, ainda precisa ser confirmada, já que Haddad reforçou que os descontos não serão alterados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Atualmente, segundo o governo, a alíquota efetiva de Imposto de Renda para o 1% mais rico da população é de 4,2%. Já os 0,01% mais ricos pagam apenas 1,75%, números que o governo pretende rever com a reforma tributária em andamento.</p>
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		<title>Lula defende fim de imposto sobre PLR de trabalhadores</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/lula-defende-fim-de-imposto-sobre-plr-de-trabalhadores/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Aug 2024 08:06:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Bônus]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[dividendos]]></category>
		<category><![CDATA[Imposto de Renda (IR)]]></category>
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		<category><![CDATA[LULA]]></category>
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		<category><![CDATA[PL 581/2019]]></category>
		<category><![CDATA[presidente Luiz Inácio Lula da Silva]]></category>
		<category><![CDATA[projeto de lei (PL)]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma Tributária]]></category>
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					<description><![CDATA[Presidente disse esperar momento certo para aprovar medida O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou na quinta-feira (15/8) que vai atuar para isentar trabalhadores do Imposto de Renda (IR) sobre os bônus pagos por Participação nos Lucros e Resultados (PLR) das empresas. A declaração foi dada durante discurso após visitar as instalações da fábrica [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-4">Presidente disse esperar momento certo para aprovar medida</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou na quinta-feira (15/8) que vai atuar para isentar trabalhadores do Imposto de Renda (IR) sobre os bônus pagos por Participação nos Lucros e Resultados (PLR) das empresas. A declaração foi dada durante discurso após visitar as instalações da fábrica da Renault, em São José dos Pinhais (PR), cidade da região metropolitana de Curitiba.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Eu só quero dizer para vocês que essa questão do PLR está na minha cabeça há muito tempo. Nós aprovamos uma reforma tributária, ela ainda não foi aprovada totalmente. E vocês podem ter certeza que, pela primeira vez na vida, esse país tem um presidente que tem compromisso de fazer que aquilo que é salário não pode ser tratado como renda&#8221;, disse o presidente, arrancando aplausos de centenas de operários que acompanharam a cerimônia de visita à montadora. A pauta é uma reivindicação antiga de sindicatos de trabalhadores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao defender a isenção, Lula comparou com o fato de que acionistas e sócios de empresas já terem esse tipo de benefício fiscal. &#8220;Um cidadão que ganha R$ 2 milhões de bônus não paga Imposto de Renda. E o pobre, o trabalhador, aquele que recebe contracheque no final do mês, que não tem como escapar porque vem descontado na folha de pagamento dele. Eu só estou esperando a oportunidade para que a gente possa dar o bote e aprovar o fim do Imposto de Renda no PLR para o povo brasileiro&#8221;, destacou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um projeto de lei (PL) que tramita atualmente na Câmara dos Deputados, o PL 581/2019, altera a Lei de Participação nos Lucros das Empresas para conferir aos empregados o mesmo tratamento fiscal dado a sócios e acionistas no momento da distribuição de lucros ou dividendos. O texto já foi aprovado no Senado e agora depende da aprovação dos deputados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda em seu discurso, Lula exaltou os investimentos do setor automotivo no país. &#8220;Aqui, na fábrica da Renault em São José dos Pinhais, no Paraná, desde sua instalação, já foram investidos mais de R$ 12 bilhões no país. Agora, no ciclo de 2023 a 2025, serão mais R$ 2 bilhões, com mais de 5 mil funcionários e funcionárias, sem falar dos 25 mil empregos indiretos em todo o estado.&#8221; A montadora francesa está presente no país, com sua fábrica no Paraná, há cerca de 25 anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na mesma linha, o presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Márcio Leite, celebrou o aquecimento do mercado de venda de automóveis, que atingiu 1,5 milhão de novos carros até este mês, marca que no ano passado só havia sido atingida em meados de setembro, segundo ele.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Geramos mais de 50 mil novos empregos no setor automotivo, número que não acontecia desde de 2012. Esse é o melhor momento na geração de empregos [no setor automotivo]&#8221;, afirmou.</p>
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			</item>
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		<title>Entenda nova versão do projeto que regulamenta reforma tributária</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/entenda-nova-versao-do-projeto-que-regulamenta-reforma-tributaria/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jul 2024 11:44:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Carnes e cesta básica]]></category>
		<category><![CDATA[Carro elétrico]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[imposto Seletivo]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma Tributária]]></category>
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					<description><![CDATA[Câmara incluiu carro elétrico e apostas no Imposto Seletivo Após mais de dois meses de discussões, o projeto de lei complementar de cerca de 600 páginas que regulamenta a reforma tributária sobre o consumo recebeu as primeiras mudanças na Câmara dos Deputados. A nova versão do texto não incluiu as carnes na lista de produtos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h3 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-6">Câmara incluiu carro elétrico e apostas no Imposto Seletivo</h3>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Após mais de dois meses de discussões, o projeto de lei complementar de cerca de 600 páginas que regulamenta a reforma tributária sobre o consumo recebeu as primeiras mudanças na Câmara dos Deputados. A nova versão do texto não incluiu as carnes na lista de produtos da cesta básica que terão isenção do futuro Imposto sobre Valor Adicionado (IVA).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os deputados incluíram carros elétricos e apostas no Imposto Seletivo, também conhecido como imposto do pecado. Os parlamentares também criaram a figura jurídica no nanoempreendedor e alteraram levemente a lista de medicamentos que terão alíquota zero e alíquota reduzida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As mudanças em relação ao texto original do governo,&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2024-04/cesta-basica-nacional-tera-15-alimentos-com-imposto-zerado" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>enviado no fim de abril</strong></a>, não são definitivas. O projeto pode receber emendas durante a tramitação em plenário. O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, disse que pretende votar o texto na próxima semana.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Diferentemente da proposta de emenda à Constituição (PEC) da reforma tributária, que exigia três quintos dos votos para ser aprovada (308 na Câmara e 49 no Senado), o projeto de lei complementar exige maioria absoluta. Isso equivale à metade mais um dos parlamentares (257 votos na Câmara e 41 no Senado). Diferentemente da PEC, a votação ocorre apenas em um turno, não em dois. O texto, no entanto, pode voltar à Câmara caso sofra mudanças no Senado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As mudanças foram inseridas por um grupo de trabalho criado no fim de maio composto pelos seguintes deputados: Claudio Cajado (PP-BA), Reginaldo Lopes (PT-MG), Hildo Rocha (MDB-MA), Joaquim Passarinho (PL-PA), Augusto Coutinho (Republicanos-PE), Moses Rodrigues (União-CE) e Luiz Gastão (PSD-CE). Arthur Lira criou o grupo para chegar a um relatório comum, dada a complexidade do texto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A aprovação e a eventual sanção do projeto pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva não significam que as regras tributárias mudarão instantaneamente. Haverá um prazo de transição que começa em 2026 e vai até 2033, quando os tributos atuais sobre o consumo serão substituídos pelo IVA e pelo Imposto Seletivo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entenda as principais mudanças inseridas pelo grupo de trabalho na Câmara</p>



<h4 class="wp-block-heading">Carnes e cesta básica</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar de o presidente Lula&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2024-07/precisamos-colocar-carne-na-cesta-basica-diz-lula-sobre-isencao" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>ter defendido a inclusão de carnes</strong></a>&nbsp;“populares” na cesta básica nacional, que terá isenção de IVA, o grupo de trabalho deixou esses alimentos fora da cesta. Dessa forma, as carnes de boi e de frango vão pagar 40% da alíquota cheia do IVA, como previsto no texto enviado pelo governo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Caso a alíquota cheia fique em 26,5%, as carnes pagariam 10,5% de imposto, assim como diversos alimentos e insumos agropecuários com alíquota reduzida. Segundo o grupo de trabalho, caso as carnes fossem incluídas na cesta básica, a alíquota do IVA poderia subir para até 27,1%, o que tornaria o Brasil o país com a maior alíquota desse tipo de imposto, superando a Hungria, que cobra 27%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em troca da não inclusão da carne da cesta básica, o substitutivo sugeriu que a carne e o frango entrem no&nbsp;<em>cashback</em>,&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2024-04/reforma-propoe-devolucao-de-50-em-luz-agua-e-gas-mais-pobres" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>sistema de devolução de imposto</strong></a>&nbsp;em dinheiro a famílias mais pobres. A reforma tributária prevê a criação desse mecanismo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também enviada no projeto de lei complementar, a regulamentação do&nbsp;<em>cashback</em>&nbsp;estabeleceu que a devolução de tributos beneficiará famílias com renda per capita de até meio salário mínimo e as inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico). Quem estiver em uma dessas duas categorias será automaticamente incluído no programa. Uma lei ordinária definirá o funcionamento do programa.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Imposto Seletivo</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Também apelidado de imposto do pecado, o Imposto Seletivo teve a lista de produtos ampliada pelo grupo de trabalho. O tributo, que substituirá parcialmente o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), passará a incidir sobre carros, incluindo os elétricos, e apostas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em troca, os parlamentares não incluíram a cobrança sobre caminhões, armas e munições. Durante a tramitação da PEC, o Imposto Seletivo sobre armamentos e munições foi retirado do Imposto Seletivo. Parlamentares e entidades da sociedade civil tentarão reincluir a tributação sobre os armamentos durante a tramitação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Agora, a lista de produtos com Imposto Seletivo é composta por:<br>•&nbsp;&nbsp;&nbsp; cigarros;<br>•&nbsp;&nbsp;&nbsp; bebidas alcoólicas;<br>•&nbsp;&nbsp;&nbsp; bebidas açucaradas;<br>•&nbsp;&nbsp;&nbsp; embarcações e aeronaves;<br>•&nbsp;&nbsp;&nbsp; extração de minério de ferro, de petróleo e de gás natural;<br>•&nbsp;&nbsp;&nbsp; apostas físicas e online;<br>•&nbsp;&nbsp;&nbsp; carros, incluindo os elétricos</p>



<h4 class="wp-block-heading">Nanoempreendedor</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Os deputados criaram a figura do nanoempreendedor, que não existe na legislação brasileira. A categoria é composta por empreendedores que faturam R$ 40,5 mil anualmente (R$ 3.375 mensais) que poderão escolher entre ficar no Simples Nacional, regime simplificado para micro e pequenas empresas cumulativo (com taxação em cascata), ou migrar para o IVA, que tem alíquota maior, mas não é cumulativo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pelo texto proposto, o nanoempreendedor que migrar para o IVA deixará de recolher para a Previdência Social. Atualmente, o empreendedor com o menor volume de receitas são os microempreendedores individuais (MEI), que faturam até R$ 81 mil anuais e contribuem para a Previdência. Dessa forma, o volume de receita para definir o nanoempreendedor equivale à metade do MEI.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Medicamentos e absorventes</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Os deputados retiraram o citrato de sildenafila, medicamento para impotência sexual popularmente conhecido como Viagra, da lista de medicamentos com alíquota zero. O princípio ativo passará a pagar 40% da alíquota cheia. A tadalafila, outro princípio ativo usado para tratar disfunções eréteis, continuará com o IVA reduzido, na mesma categoria do Viagra.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em contrapartida, os absorventes, que na versão original do projeto estavam na lista de alíquota reduzida de 40%, passarão para a alíquota zero.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A quantidade de <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2024-04/reforma-preve-isencao-para-vacinas-de-covid-dengue-e-febre-amarela" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>medicamentos e produtos para a saúde</strong></a> com alíquota reduzida e com isenção de IVA foi mantida. Como ocorreram troca de produtos entre as listas, a quantidade de substâncias isentas de tributos ficou em 383 e a quantidade de princípios ativos <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2024-05/confira-se-seu-medicamento-tera-isencao-ou-reducao-de-imposto" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>com alíquota reduzida permaneceu em 850</strong></a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Lula confirma isenção de Imposto de Renda para quem recebe até dois salários mínimos</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/lula-confirma-isencao-de-imposto-de-renda-para-quem-recebe-ate-dois-salarios-minimos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jan 2024 07:21:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Ajustes]]></category>
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		<category><![CDATA[Fernando Haddad]]></category>
		<category><![CDATA[governo Lula]]></category>
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		<category><![CDATA[Isenção até 2 salários]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Fazenda]]></category>
		<category><![CDATA[reajuste do salário mínimo]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma Tributária]]></category>
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					<description><![CDATA[Em maio do ano passado, o governo já havia ampliado a faixa de isenção do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) de R$ 1.903,98 para R$ 2.212 O presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou na última terça-feira (23) que o governo isentará aqueles que recebem até dois salários mínimos do pagamento do Imposto de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-8">Em maio do ano passado, o governo já havia ampliado a faixa de isenção do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) de R$ 1.903,98 para R$ 2.212</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou na última terça-feira (23) que o governo isentará aqueles que recebem até dois salários mínimos do pagamento do Imposto de Renda. A medida visa ajustar a tabela de isenção de acordo com o aumento do salário mínimo, que passou a ser de R$ 1.412 neste ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Com o reajuste do salário mínimo, as pessoas parecem que vão voltar a pagar o Imposto de Renda, mas não vão. Porque nós vamos fazer as mudanças agora para quem ganhe até dois salários mínimos não pague Imposto de Renda. Eu tenho um compromisso de chegar até o fim do meu mandato isentando todo mundo que ganhar até R$ 5 mil”, afirmou o presidente Lula.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Até 2023, as pessoas que recebiam até dois salários mínimos estavam isentas do Imposto de Renda. No entanto, com o aumento do piso salarial em 2024 e a não atualização da faixa de isenção, essas pessoas começaram a pagar o imposto neste ano. A iniciativa do governo visa corrigir essa distorção e garantir que a isenção seja mantida para os trabalhadores de menor renda.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em maio do ano passado, o governo já havia ampliado a faixa de isenção do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) de R$ 1.903,98 para R$ 2.212. No entanto, para isentar quem ganhava até dois salários mínimos à época, uma medida provisória incluiu desconto de R$ 528 na fonte. Com o recente aumento do salário mínimo para R$ 1.412, será necessário fazer um novo ajuste para manter a isenção para essa faixa de renda.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante a entrevista, o presidente Lula também anunciou a intenção de realizar “ajustes” para taxar os mais ricos na segunda parte da reforma tributária, com foco na renda, que o governo pretende encaminhar ao Congresso ainda este ano. Lula destacou a necessidade de equilíbrio nas mudanças tributárias: “Nesse país, quem vive de dividendos não paga imposto de renda e quem vive de salário paga”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou que a pasta terá até o final do mês para <a href="https://santosbancarios.com.br/artigo/haddad-afirma-que-governo-fara-nova-revisao-na-faixa-de-isencao-do-ir-em-2024/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/artigo/haddad-afirma-que-governo-fara-nova-revisao-na-faixa-de-isencao-do-ir-em-2024/">apresentar as contas dos impactos da nova revisão da faixa de isenção do Imposto de Renda</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Entenda a reforma tributária promulgada nesta quarta</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/entenda-a-reforma-tributaria-promulgada-nesta-quarta/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Dec 2023 13:05:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Entenda a Reforma Tributária]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma Tributária]]></category>
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					<description><![CDATA[Proposta prevê unificação de impostos e fundo de R$ 60 bilhões Depois de 30 anos de discussão, o Congresso Nacional deu um passo histórico e&#160;promulgou, nesta quarta-feira&#160;(20), a reforma tributária sobre o consumo. No próximo ano, os parlamentares se debruçarão sobre os projetos de lei complementar que regulamentarão vários pontos da emenda constitucional e iniciarão [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-10">Proposta prevê unificação de impostos e fundo de R$ 60 bilhões</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Depois de 30 anos de discussão, o Congresso Nacional deu um passo histórico e&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2023-12/congresso-promulga-emenda-constitucional-da-reforma-tributaria" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>promulgou, nesta quarta-feira</strong></a>&nbsp;(20), a reforma tributária sobre o consumo. No próximo ano, os parlamentares se debruçarão sobre os projetos de lei complementar que regulamentarão vários pontos da emenda constitucional e iniciarão a segunda etapa da reforma, que mudará a cobrança e o pagamento do Imposto de Renda.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A emenda constitucional simplificará e unificará os tributos sobre o consumo, mas as mudanças ocorrerão aos poucos. A nova tributação das mercadorias e dos serviços começará a entrar em vigor em 2026 e só terminará em 2033. A transição para a cobrança do imposto no destino (local de consumo) se iniciará em 2029, levará 50 anos e só será concluída em 2078.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A principal mudança será a extinção de quatro tributos, que serão fundidos no Imposto sobre Valor Agregado (IVA). Esse tributo seguirá o modelo dual, em que parte da administração ficará com a União e outra parte com os estados e municípios.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os tributos federais a serem extintos são&nbsp;o Programa de Integração Social (PIS) e a&nbsp;Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins). Eles serão substituídos pela Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), a ser arrecadada pela União. Inicialmente, o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) seria incorporado à CBS, mas foi mantido e incidirá apenas sobre mercadorias concorrentes às produzidas na Zona Franca de Manaus.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outros dois impostos a serem extintos são locais: o Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), administrado pelos estados; e o Imposto sobre Serviços (ISS), arrecadado pelos municípios. Eles serão substituídos pelo Imposto sobre Bens e Serviços (IBS).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em troca de mudanças que trarão o fim da guerra fiscal entre os estados, o governo criará um Fundo de Desenvolvimento Regional para financiar projetos de desenvolvimento em estados mais pobres. Inicialmente orçado em R$ 60 bilhões por ano a partir de 2043, o fundo foi um dos principais pontos de embates durante as discussões.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Diversos governadores pediram a ampliação do valor para R$ 75 bilhões anuais, mas a Câmara inicialmente fixou o montante em R$ 40 bilhões. Posteriormente, o Senado elevou o valor para R$ 60 bilhões por ano. Haverá ainda um novo fundo, também abastecido com recursos da União, para a Zona Franca de Manaus.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A proposta prevê alíquotas reduzidas para alguns setores da economia e abre margem para a criação de um sistema de cashback (devolução de parte do tributo pago), que será regulamentada por lei complementar. O texto também prevê mudanças na tributação sobre patrimônio, com cobrança de imposto sobre meios de transporte de luxo e heranças.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entenda as mudanças da reforma tributária:</p>



<h4 class="wp-block-heading">Extinção e criação de tributos</h4>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Criação do Imposto sobre Valor Adicionado (IVA) dual, composto por dois tributos:</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">• &nbsp; Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS): unificará o Programa de Integração Social (PIS) e a Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins);</p>



<p class="wp-block-paragraph">• &nbsp; Imposto sobre Bens e Serviços (IBS): unificará o Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) e o Imposto sobre Serviços (ISS);</p>



<p class="wp-block-paragraph">•&nbsp; &nbsp;Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) inicialmente seria extinto, mas continuará a existir, incidindo sobre produtos concorrentes dos&nbsp;produzidos na Zona Franca de Manaus;</p>



<p class="wp-block-paragraph">• &nbsp; No modelo dual, a União define a alíquota da CBS; e os estados e municípios, do IBS. Em relação aos tributos locais, a diferença será que os governos estaduais e as prefeituras terão de concordar com uma alíquota única, em vez de cada ente público reduzir tributos para estimular a guerra fiscal;</p>



<p class="wp-block-paragraph">• &nbsp; Não cumulatividade plena: a CBS e o IBS não incidirão em cascata em nenhuma fase da cadeia produtiva. Hoje, o modelo brasileiro é de cumulatividade parcial. Alguns setores da economia continuam pagando em cascata. Outros pagam por valor adicionado em cada etapa da cadeia (pagam sobre o valor acrescentado sobre o preço anterior), mas contam com isenções ao longo das etapas que resultam em maior tributação ao fim da cadeia;</p>



<p class="wp-block-paragraph">• &nbsp; Cobrança no destino: mercadoria e serviço serão tributados no local do consumo, em vez da origem, como ocorre atualmente. Mudança acaba com guerra fiscal;</p>



<p class="wp-block-paragraph">• &nbsp; Desoneração de exportações e investimentos.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Imposto Seletivo</h4>



<p class="wp-block-paragraph">• &nbsp; Cobrança sobre produtos que gerem danos à saúde ou ao meio ambiente;</p>



<p class="wp-block-paragraph">• &nbsp; Alíquotas definidas por lei;</p>



<p class="wp-block-paragraph">• &nbsp; 60% da receita vai para estados e municípios;</p>



<p class="wp-block-paragraph">• &nbsp; Princípio da anualidade: cobrança só poderá começar no ano seguinte à sanção da lei;</p>



<p class="wp-block-paragraph">• &nbsp; Imposto regulatório: não tem objetivo de arrecadar, mas regular mercado e punir condutas prejudiciais;</p>



<p class="wp-block-paragraph">• &nbsp; Produtos:</p>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp; &nbsp; &nbsp; — &nbsp; &nbsp; bebidas alcoólicas e cigarros;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp; &nbsp; &nbsp; — &nbsp; &nbsp; possibilidade de cobrança sobre combustíveis, agrotóxicos, defensivos agrícolas e alimentos processados e ricos em açúcar;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp; &nbsp; &nbsp; — &nbsp; &nbsp; alíquota de 1% sobre extração de recursos naturais não renováveis, como minério e petróleo;</p>



<p class="wp-block-paragraph">• &nbsp; &nbsp;Exclusão da incidência sobre:</p>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp; &nbsp; &nbsp; — &nbsp; &nbsp; telecomunicações;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp; &nbsp; &nbsp; — &nbsp; &nbsp; energia;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp; &nbsp; &nbsp; — &nbsp; &nbsp; produtos concorrentes com os produzidos na Zona Franca de Manaus;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp; &nbsp; &nbsp; — &nbsp; &nbsp; armas e munições;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp; &nbsp; &nbsp; — &nbsp; &nbsp; insumos agrícolas que se beneficiem de alíquota reduzida para 40% da alíquota-padrão, exceto no caso de agrotóxicos e defensivos.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Transição</h4>



<p class="wp-block-paragraph">• &nbsp; 2026: início da cobrança da CBS e do IBS em 2026, com alíquota de teste de 0,9% para a CBS e 0,1% para o IBS;</p>



<p class="wp-block-paragraph">• &nbsp; 2027: extinção do PIS/Cofins e elevação da CBS para alíquota de referência (a ser definida posteriormente pelo Ministério da Fazenda);</p>



<p class="wp-block-paragraph">• &nbsp; 2027: redução a zero da alíquota de IPI, exceto para itens produzidos na Zona Franca de Manaus;</p>



<p class="wp-block-paragraph">• &nbsp; 2029 a 2032: extinção gradual do ICMS e do ISS na seguinte proporção;</p>



<p class="wp-block-paragraph">– 90% das alíquotas atuais em 2029;</p>



<p class="wp-block-paragraph">– 80% em 2030;</p>



<p class="wp-block-paragraph">– 70% em 2031;</p>



<p class="wp-block-paragraph">– 60% em 2032.</p>



<p class="wp-block-paragraph">• &nbsp; 2033: vigência integral do novo sistema e extinção dos tributos e da legislação antigos;</p>



<p class="wp-block-paragraph">• &nbsp; 2029 a 2078: mudança gradual em 50 anos da cobrança na origem (local de produção) para o destino (local de consumo).</p>



<h4 class="wp-block-heading">Alíquotas</h4>



<p class="wp-block-paragraph">• &nbsp; Alíquota única padrão: estimada em 27,5%, mas poderá ser menor caso governo reduza sonegação, valerá como regra geral;</p>



<p class="wp-block-paragraph">• &nbsp; Alíquota reduzida para 40% da alíquota-padrão aos seguintes grupos, com cadeia produtiva curta e que seriam prejudicados pelo IVA não cumulativo:</p>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; – &nbsp; &nbsp;Dispositivos médicos;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; – &nbsp; &nbsp;Dispositivos de acessibilidade para pessoas com deficiência;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; – &nbsp; &nbsp;Medicamentos e produtos de cuidados básicos à saúde menstrual (alíquota de IBS);</p>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; – &nbsp; &nbsp;Serviços de saúde;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; – &nbsp; &nbsp;Serviços de educação;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; – &nbsp; &nbsp;Produtos agropecuários fora da cesta básica, pesqueiros, florestais e extrativistas vegetais in natura;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; – &nbsp; &nbsp;Insumos agropecuários, alimentos destinados ao consumo humano e produtos de higiene pessoal;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; – &nbsp; &nbsp;Produtos e insumos da aquicultura</p>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; – &nbsp; &nbsp;Produções artísticas, culturais, jornalísticas e audiovisuais nacionais</p>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; – &nbsp; &nbsp;Atividades desportivas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; – &nbsp; &nbsp;Bens e serviços relacionados à segurança e à soberania nacional, à segurança da informação e à segurança cibernética;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; – &nbsp; &nbsp;Comunicação institucional</p>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; – &nbsp; &nbsp;Produtos de limpeza consumidos por famílias de baixa renda</p>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; – &nbsp; &nbsp;Setor de eventos</p>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; – &nbsp; &nbsp;Nutrição enteral ou parenteral (que previnem ou tratam complicações da desnutrição)</p>



<p class="wp-block-paragraph">• &nbsp; &nbsp;Profissionais liberais com atividades regulamentadas pagarão 70% da alíquota-padrão do IVA</p>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp; &nbsp; &nbsp; — &nbsp; Na prática, medida beneficia apenas empresas, escritórios e clínicas que faturem mais de R$ 4,8 milhões por ano. Isso porque a maior parte dos profissionais autônomos, que ganham abaixo desse valor, está incluída no Simples Nacional</p>



<p class="wp-block-paragraph">• &nbsp; Alíquota zero</p>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; – &nbsp; &nbsp;Cesta básica nacional com possibilidade de regionalização, a ser definida por lei complementar. Atualmente, cada estado tem sua composição.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; – &nbsp; &nbsp;Medicamentos para tratamento de doenças graves;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; – &nbsp; &nbsp;Serviços de educação de ensino superior: Prouni;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; – &nbsp; &nbsp;Pessoas físicas que desempenhem atividades agropecuárias, pesqueiras, florestais e extrativistas vegetais in natura;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; – &nbsp; &nbsp;No caso de produtor rural pessoa física, isenção de IBS e CBS vale para quem tem receita anual de até R$ 2 milhões. O produtor que recebe menos que esse valor por ano poderá repassar crédito presumido (tipo de compensação tributária) aos compradores de seus produtos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp; &nbsp; &nbsp; — &nbsp; Serviços prestados por Instituição Científica, Tecnológica e de Inovação (ICT) sem fins lucrativos</p>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp; &nbsp; &nbsp; — &nbsp; Compra de automóveis por taxistas e pessoas com deficiência e autismo</p>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp; &nbsp; &nbsp; — &nbsp; Compra de medicamentos e dispositivos médicos pela Administração Pública e por entidades de assistência social sem fins lucrativos</p>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp; &nbsp; &nbsp; — &nbsp; Reabilitação urbana de zonas históricas e de áreas críticas de recuperação e reconversão urbanística</p>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; – &nbsp; &nbsp;Compras governamentais: isenção, caso seja admitida a manutenção de créditos tributários de operações anteriores; repasse integral da arrecadação do IBS e da CBS recolhida</p>



<p class="wp-block-paragraph">• &nbsp; Ampliação da imunidade tributária para igrejas: de “templos de qualquer culto”, a medida agora abrangerá “entidades religiosas, templos de qualquer culto, incluindo suas organizações assistenciais e beneficentes”;</p>



<p class="wp-block-paragraph">• &nbsp; Se modificações na tributação do consumo aumentarem arrecadação geral, dispositivo no texto prevê a redução das alíquotas do IBS e da CBS ao ente público contratante (União, Estado ou município).</p>



<h4 class="wp-block-heading">Livros</h4>



<p class="wp-block-paragraph">• &nbsp; Livros continuarão com imunidade tributária.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Regimes tributários favorecidos</h4>



<p class="wp-block-paragraph">• &nbsp; Zona Franca de Manaus</p>



<p class="wp-block-paragraph">• &nbsp; Simples Nacional, regime especial para micro e pequenas empresas.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Regimes tributários específicos</h4>



<p class="wp-block-paragraph">• &nbsp; Combustíveis e lubrificantes: cobrança monofásica (em uma única etapa da cadeia), alíquotas uniformes e possibilidade de concessão de crédito para contribuinte;</p>



<p class="wp-block-paragraph">• &nbsp; Serviços financeiros, seguros, operações com bens imóveis, cooperativas, planos de assistência à saúde e apostas: alíquotas específicas, tratamento diferenciado nas regras de creditamento (aproveitamento de créditos tributários) e na base de cálculo; e tributação com base na receita ou no faturamento (em vez do valor adicionado na cadeia);</p>



<p class="wp-block-paragraph">• &nbsp; Serviços de hotelaria, parques de diversão e parques temáticos, restaurantes, agências de viagem, missões diplomáticas</p>



<p class="wp-block-paragraph">• &nbsp; Serviços de transporte coletivo de passageiros rodoviário, ferroviário e hidroviário, de caráter urbano, semiurbano, metropolitano, intermunicipal e interestadual;</p>



<p class="wp-block-paragraph">• &nbsp; Sociedades Anônimas de Futebol, que terão recolhimento unificado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">• &nbsp; Na segunda votação, Câmara retirou os seguintes setores dos regimes específicos: saneamento básico, concessão rodoviária, transporte aéreo, microgeração e minigeração de energia, telecomunicações, bens e serviços “que promovam a economia circular”</p>



<h4 class="wp-block-heading">Montadoras de veículos</h4>



<p class="wp-block-paragraph">• &nbsp; prorrogação até 2032 de benefícios para fabricação de baterias e de veículos por montadoras instaladas no Norte, Nordeste e Centro-Oeste;</p>



<p class="wp-block-paragraph">• &nbsp; estados do Sul e do Sudeste discordavam da prorrogação, mas a Câmara manteve incentivos reincluído pelo Senado na reforma tributária</p>



<h4 class="wp-block-heading">Revisão periódica</h4>



<p class="wp-block-paragraph">• &nbsp; &nbsp;A cada cinco anos, exceções serão revisadas, com custo-benefício avaliado</p>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp; &nbsp; &nbsp; — &nbsp; &nbsp;setores beneficiados deverão seguir metas de desempenho econômicas, sociais e ambientais;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp; &nbsp; &nbsp; — &nbsp; &nbsp; dependendo da revisão, lei determinará regime de transição para a alíquota padrão.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Trava para carga tributária</h4>



<p class="wp-block-paragraph">• &nbsp; &nbsp;Teto para manter constante a carga tributária sobre o consumo;</p>



<p class="wp-block-paragraph">• &nbsp; &nbsp;Atualmente, esse teto corresponderia a 12,5% do PIB;</p>



<p class="wp-block-paragraph">• &nbsp; &nbsp;A cada 5 anos, seria aplicada uma fórmula que considera a média da receita dos tributos sobre consumo e serviços entre 2012 e 2021;</p>



<p class="wp-block-paragraph">• &nbsp; &nbsp;Fórmula será calculada com base na relação entre a receita média e o Produto Interno Bruto (PIB, bens e serviços produzidos no país);</p>



<p class="wp-block-paragraph">• &nbsp; &nbsp;Caso o limite seja superado, a alíquota de referência terá de cair;</p>



<p class="wp-block-paragraph">• &nbsp; &nbsp;Redução seria calculada pelo Tribunal de Contas da União, baseado em dados dos entes federativos e do futuro Comitê Gestor do IBS.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Cashback</h4>



<p class="wp-block-paragraph">• &nbsp; Ideia inicial era incluir na PEC mecanismo de devolução a famílias de baixa renda, semelhante ao existente em alguns estados, mas sistema será definido em lei complementar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">• &nbsp; Retirada de dispositivo que diz cashback buscaria redução da desigualdade de raça e gênero. Foi mantido apenas objetivo de reduzir de desigualdades de renda.</p>



<p class="wp-block-paragraph">• &nbsp; &nbsp;Devolução obrigatória de parte dos tributos da conta de luz e do botijão de gás para famílias de baixa renda;</p>



<p class="wp-block-paragraph">• &nbsp; &nbsp;Ressarcimento ocorreria no momento da cobrança, entrando como desconto na conta de luz;</p>



<p class="wp-block-paragraph">• &nbsp; &nbsp;Detalhes a serem regulamentados por lei complementar.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Fundo Nacional de Desenvolvimento Regional (FDR)</h4>



<p class="wp-block-paragraph">• &nbsp; Criado para reduzir desigualdades regionais e sociais;</p>



<p class="wp-block-paragraph">• &nbsp; Aportes feitos pela União;</p>



<p class="wp-block-paragraph">• &nbsp; Aplicação dos recursos: estudos, projetos e obras de infraestrutura; fomento a atividades com elevado potencial de geração de emprego e renda, com possibilidade de concessão de subvenções; ações para o desenvolvimento científico e tecnológico e à inovação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">• &nbsp; &nbsp;Fundo começaria com aportes de R$ 8 bilhões em 2029 até chegar a R$ 40 bilhões no início de 2034;</p>



<p class="wp-block-paragraph">• &nbsp; &nbsp;Em 2034, aportes subiriam R$ 2 bilhões por ano até atingir R$ 60 bilhões em 2043.</p>



<p class="wp-block-paragraph">• &nbsp; &nbsp;Divisão dos recursos:</p>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp; &nbsp; &nbsp; — &nbsp; &nbsp; 70% pelos critérios do Fundo de Participação dos Estados (FPE);</p>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp; &nbsp; &nbsp; — &nbsp; &nbsp; 30% para estados mais populosos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fundo de Desenvolvimento Sustentável dos Estados da Amazônia Ocidental</p>



<p class="wp-block-paragraph">• &nbsp; &nbsp;Destinado a estados do Norte com áreas de livre-comércio;</p>



<p class="wp-block-paragraph">• &nbsp; &nbsp;Inicialmente restrito ao Amazonas, para beneficiar Zona Franca de Manaus, foi ampliado para Acre, Rondônia, Roraima e Amapá durante votação no Senado.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Fundo de Compensação de Benefícios Fiscais</h4>



<p class="wp-block-paragraph">• &nbsp; Fundo com recursos da União garantirá benefícios fiscais já concedidos pelos estados até 2032;</p>



<p class="wp-block-paragraph">• &nbsp; Em 2028, fundo chegaria ao ponto máximo, com R$ 32 bilhões. Posteriormente, recursos caem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">• &nbsp; &nbsp;Seguro-receita para compensação da perda de arrecadação dos entes federativos com o fim de incentivos fiscais corresponderá a 5% do IBS;</p>



<p class="wp-block-paragraph">• &nbsp; &nbsp;Critérios de repartição:</p>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp; &nbsp; &nbsp; — &nbsp; &nbsp; estados e municípios com maior perda relativa (em termos percentuais) de arrecadação;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp; &nbsp; &nbsp; — &nbsp; &nbsp; receita per capita (por habitante) do fundo não pode exceder três vezes a média nacional, no caso dos estados, e três vezes a média dos municípios de todo o país, no caso das prefeituras.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Desoneração da folha</h4>



<p class="wp-block-paragraph">• &nbsp; Caso uma eventual criação de mais empregos, com a desoneração da folha a alguns setores da economia, resulte em maior arrecadação, esse aumento deve ser usado para reduzir a tributação do consumo de bens e serviços.</p>



<p class="wp-block-paragraph">• &nbsp; Nessa hipótese, demais setores não incluídos na desoneração poderão também ser beneficiados.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Bancos</h4>



<p class="wp-block-paragraph">• &nbsp; Manutenção da carga tributária das operações financeiras em geral;</p>



<p class="wp-block-paragraph">• &nbsp; Manutenção da carga tributária específica das operações do FGTS e dos demais fundos garantidores, como Fundo de Arrendamento Residencial (FAR), Fundo Garantidor de Habitação Popular (FGHab), vinculados ao Minha Casa, Minha Vida, e Fundo de Desenvolvimento Social (FDS)</p>



<h4 class="wp-block-heading">Auditores fiscais</h4>



<p class="wp-block-paragraph">• &nbsp; estados e municípios poderão aprovar leis para igualar a remuneração dos auditores fiscais locais aos salários dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), atualmente em R$ 41 mil;</p>



<p class="wp-block-paragraph">• &nbsp; relator na Câmara tinha retirado dispositivo a pedido de governadores, mas Plenário da Casa reinstituiu a autorização.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Desvinculação de receitas</h4>



<p class="wp-block-paragraph">• &nbsp; Prorrogação de 31 de dezembro de 2023 para 31 de dezembro de 2032, da desvinculação de 30% de receitas dos impostos, taxas e multas já instituídos por estados e municípios ou que vierem a ser criados até essa data, e de outras receitas correntes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">• &nbsp; Mudança permite que até 30% da receita do IBS não sejam vinculados por lei, com exceção de algumas finalidades, como gastos mínimos em saúde e educação ou Fundeb.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Fundos estaduais para infraestrutura</h4>



<p class="wp-block-paragraph">• &nbsp; Fundos estaduais formados por contribuições locais sobre produtos primários e semielaborados poderão continuar a existir até 2032, desde que estejam&nbsp;em vigor em 30 de abril de 2023;</p>



<p class="wp-block-paragraph">• &nbsp; Permissão vale apenas para estados com fundos em funcionamento em 30 de abril de 2023;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp; &nbsp; &nbsp; — &nbsp; &nbsp; Com a regra, apenas Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Pará poderão manter contribuição;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp; &nbsp; &nbsp; — &nbsp; &nbsp; Contribuição só poderá ser cobrada até 2032, para evitar nova guerra fiscal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">• &nbsp; Dinheiro deverá ser usado para obras de infraestrutura e habitação;</p>



<p class="wp-block-paragraph">• &nbsp; Medida incluída a pedido do governador de Goiás, Ronaldo Caiado, e de outros governadores com fundos semelhantes, vinculados à concessão de benefícios fiscais do ICMS.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Transferências constitucionais</h4>



<p class="wp-block-paragraph">• &nbsp; Critérios de repartição do IBS serão definidos por lei complementar. Câmara retirou média da arrecadação do ICMS entre 2024 e 2028;</p>



<p class="wp-block-paragraph">• &nbsp; Transferências constitucionais dos tributos extintos futuramente pela reforma (IPI e ICMS) continuam com os mesmos índices;</p>



<p class="wp-block-paragraph">• &nbsp; Da arrecadação do IBS que caberá aos estados, 25% continuam a ser repartidos entre os municípios de seu território, mas com percentuais diferentes:</p>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; – &nbsp; &nbsp;85% do montante, no mínimo, proporcionalmente à população;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; – &nbsp; &nbsp;10% desse montante com base em indicadores de melhoria nos resultados de aprendizagem e aumento da equidade segundo lei estadual;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; – &nbsp; &nbsp;5% em montantes iguais para todos os municípios do estado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">• &nbsp; Índices de 85%, 10% e 5% também valerão para arrecadação do Imposto Seletivo em função da exportação de produtos industrializados, que contam com isenção;</p>



<p class="wp-block-paragraph">• &nbsp; Reserva de 18% da arrecadação da CBS para seguro-desemprego e abono salarial.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Comitê Gestor</h4>



<p class="wp-block-paragraph">• &nbsp; &nbsp;Encarregado de gerir a cobrança e a arrecadação do IBS, Conselho Federativo foi rebatizado de Comitê Gestor;</p>



<p class="wp-block-paragraph">• &nbsp; &nbsp;Órgão passará a ter caráter exclusivamente técnico, assegurando divisão correta dos recursos, sem capacidade de propor regulações ao Legislativo;</p>



<p class="wp-block-paragraph">• &nbsp; &nbsp;Congresso poderá convocar o presidente do Comitê Gestor e pedir informações, como ocorre com os ministros;</p>



<p class="wp-block-paragraph">• &nbsp; &nbsp;Representação do órgão será feita por integrantes das carreiras da Administração Tributária e das Procuradorias dos estados, do Distrito Federal e municípios;</p>



<p class="wp-block-paragraph">• &nbsp; &nbsp;Emenda sobre representantes do órgão acatada a pedido dos Fiscos para impedir criação de carreiras e cargos dentro do Comitê Gestor;</p>



<p class="wp-block-paragraph">• &nbsp; &nbsp;Senado havia incluído sabatina para presidente do Comitê Gestor, mas Câmara retirou exigência.</p>



<h4 class="wp-block-heading">IPVA</h4>



<p class="wp-block-paragraph">• &nbsp; Inclusão de cobrança de Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) para veículos aquáticos e aéreos, como jatos, helicópteros, iates e&nbsp;<em>jet skis</em>;</p>



<p class="wp-block-paragraph">• &nbsp; Possibilidade de o imposto ser progressivo conforme o impacto ambiental do veículo. Quem polui mais, paga&nbsp;mais;</p>



<p class="wp-block-paragraph">• &nbsp; Possibilidade de que carros elétricos paguem alíquotas menores;</p>



<p class="wp-block-paragraph">• &nbsp; Lista de exceções para IPVA, incluída durante negociações:</p>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; – &nbsp; &nbsp;Aeronaves agrícolas e de operador certificado para prestar serviços aéreos a terceiros;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; – &nbsp; &nbsp;Embarcações de pessoa jurídica com outorga de serviços de transporte aquaviário;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; – &nbsp; &nbsp;Embarcações de pessoa física ou jurídica que pratique pesca industrial, artesanal, científica ou de subsistência;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; – &nbsp; &nbsp;Plataformas que se locomovam na água sem reboques (como navio-sonda ou navio-plataforma);</p>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; – &nbsp; &nbsp;Tratores e máquinas agrícolas.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Herança e doação</h4>



<p class="wp-block-paragraph">• &nbsp; Progressividade do Imposto de Transmissão Causa Mortis e Doação (ITCMD);</p>



<p class="wp-block-paragraph">• &nbsp; Alíquota subirá conforme o valor da transmissão; transferência a competência do imposto sobre bens móveis, títulos e créditos ao Estado onde tiver domicílio;</p>



<p class="wp-block-paragraph">• &nbsp; Cobrança sobre heranças no exterior</p>



<p class="wp-block-paragraph">• &nbsp; Isenção de ITCMD sobre transmissões para entidades sem fins lucrativos com finalidade de relevância pública e social, inclusive as organizações assistenciais e beneficentes de entidades religiosas e institutos científicos e tecnológicos</p>



<h4 class="wp-block-heading">IPTU</h4>



<p class="wp-block-paragraph">• &nbsp; Possibilidade de prefeituras atualizarem base de cálculo do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) por decreto;</p>



<p class="wp-block-paragraph">• &nbsp; Decreto obedecerá a critérios gerais previstos em lei municipal;</p>



<p class="wp-block-paragraph">• &nbsp; Medida atende a pedido das prefeituras.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Iluminação pública</h4>



<p class="wp-block-paragraph">• &nbsp; Contribuição para custear iluminação pública, de competência municipal, poderá ser usada para expansão e melhoria do serviço, finalidades não previstas hoje pela Constituição.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Segunda etapa da reforma</h4>



<p class="wp-block-paragraph">•   Prazo de até 180 dias após promulgação da reforma sobre o consumo para o envio da segunda etapa da reforma tributária, que trata da reforma dos tributos sobre a renda. Tema pode ser reformulado por projeto de lei.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Brasil tem condições de ter um 2024 &#8216;muito bom&#8217;, diz Trabuco, do Bradesco</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/brasil-tem-condicoes-de-ter-um-2024-muito-bom-diz-trabuco-do-bradesco/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Dec 2023 08:39:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bradesco]]></category>
		<category><![CDATA[Congresso Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[governo Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Impactos Positivos]]></category>
		<category><![CDATA[Luiz Carlos Trabuco Cappi]]></category>
		<category><![CDATA[Marcelo Noronha]]></category>
		<category><![CDATA[otimismo]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma Tributária]]></category>
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					<description><![CDATA[Segundo o presidente do conselho de administração do banco, aprovação da reforma tributária foi um ganho de gestão, que deve ter impacto ao longo dos anos, especialmente na indústria O presidente do conselho de administração do Bradesco, Luiz Carlos Trabuco Cappi, afirmou que, embora alguns prognósticos ainda possam estar &#8220;em construção&#8221;, o Brasil tem condições [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-12">Segundo o presidente do conselho de administração do banco, aprovação da reforma tributária foi um ganho de gestão, que deve ter impacto ao longo dos anos, especialmente na indústria</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O presidente do conselho de administração do <a href="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/bradesco-noticias/">Bradesco</a>, Luiz Carlos Trabuco Cappi, afirmou que, embora alguns prognósticos ainda possam estar &#8220;em construção&#8221;, o Brasil tem condições de ter um ano de 2024 &#8220;muito bom&#8221;. Em almoço de fim de ano com a imprensa, a gestão do banco se mostrou otimista com o próximo ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ele também comentou que a aprovação da reforma tributária foi um ganho de gestão, que deve ter impactos ao longo dos próximos anos, especialmente na indústria. Quando questionado sobre a possibilidade de uma reforma administrativa, ele disse que a proposta deve estar sempre no gerúndio, ou seja, nunca está terminada, está ‘sempre evoluindo’.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Marcelo Noronha</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O CEO do Bradesco, Marcelo Noronha, afirmou que a inflação no próximo ano deve estar mais tranquila. Ele lembrou que as projeções de PIB muitas vezes erraram nos últimos anos, com estimativas bem inferiores ao que de fato ocorreu, como foi em 2023. &#8220;A massa salarial está crescendo, o que beneficia as pessoas físicas, e a alavancagem das empresas também deve diminuir.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sobre as perspectivas para a política fiscal, Noronha afirmou que essa é sempre uma questão importante, &#8220;mas não é variável que hoje esteja preocupando&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sobre a relação do governo Lula (PT) com o Congresso, Trabuco comentou que não vê um conflito. &#8220;Acho que há grande disposição ao diálogo, uma agenda comum de Brasil vai se impondo&#8221;.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Cesta básica, combustível, serviços: o que muda com reforma tributária</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/cesta-basica-combustivel-servicos-o-que-muda-com-reforma-tributaria/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Dec 2023 07:00:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Cesta Básica]]></category>
		<category><![CDATA[Combustível]]></category>
		<category><![CDATA[consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Impactos]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma Tributária]]></category>
		<category><![CDATA[Remédios]]></category>
		<category><![CDATA[serviços]]></category>
		<category><![CDATA[veículos]]></category>
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					<description><![CDATA[Impactos do novo sistema variam conforme setor da economia Aprovada na sexta-feira (15/12) após 30 anos de discussão, a reforma tributária simplificará a tributação sobre o consumo e provocará mudança na vida dos brasileiros na hora de comprar produtos e serviços. Cesta básica, remédios, combustíveis, serviços de internet em streaming, os produtos são diversos. Com [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-15">Impactos do novo sistema variam conforme setor da economia</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Aprovada na sexta-feira (15/12) após 30 anos de discussão, a reforma tributária simplificará a tributação sobre o consumo e provocará mudança na vida dos brasileiros na hora de comprar produtos e serviços.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cesta básica, remédios, combustíveis, serviços de internet em streaming, os produtos são diversos. Com uma longa lista de exceções e de alíquotas especiais, o novo sistema tributário terá impactos variados conforme o setor da economia. Paralelamente, pela primeira vez na história, haverá medidas que garantam a progressividade na tributação de alguns tipos de patrimônio, como veículos, e na transmissão de heranças.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao longo do próximo ano, o Congresso terá de votar leis complementares para regulamentar a reforma tributária. Segundo o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, os projetos serão enviados nas primeiras semanas de 2024.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também no próximo ano, o governo poderá dar início à reforma do Imposto de Renda, com mudanças como a taxação de dividendos (parcela de lucros das empresas distribuídos aos acionistas). Nesse caso, porém, as mudanças ocorrerão por meio de projeto de lei, com quórum menor de votação.</p>



<h4 class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-16">Confira como a reforma tributária mudará o dia a dia do consumidor:</h4>



<h4 class="wp-block-heading">Cesta básica</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Um dos itens que mais gerou polêmica na reforma foi a tributação da cesta básica. O Senado havia criado duas listas de produtos. A primeira com a cesta básica nacional, destinada ao enfrentamento da fome. Essa cesta terá alíquota zero e poderá ter os itens regionalizados por lei complementar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os senadores haviam criado uma segunda lista, chamada de cesta básica estendida, com alíquota reduzida para 40% da alíquota-padrão e mecanismo de cashback (devolução parcial de tributos) a famílias de baixa renda. O relator da reforma na Câmara, deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), no entanto, retirou essa lista, sob o argumento de que boa parte dos alimentos é beneficiada pela alíquota reduzida para insumos agropecuários.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O impacto final sobre os preços, no entanto, ainda é desconhecido. No fim de junho, a Associação Brasileira de Supermercados (Abras) apresentou um relatório segundo o qual a cesta básica poderia subir 59,83% em média com a redação anterior da reforma tributária, que reduzia pela metade a alíquota do Imposto sobre Valor Adicionado (IVA) dual.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O estudo, no entanto, foi contestado por economistas, parlamentares e membros do próprio governo. Na época, o secretário extraordinário da Reforma Tributária do Ministério da Fazenda, Bernard Appy, disse que o novo sistema baratearia a cesta básica. O relator da reforma na Câmara, deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), apresentou um estudo do Banco Mundial, segundo o qual a carga tributária sobre a cesta básica cairia 1,7%, em média, com a alíquota de IVA dual reduzida em 50%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A disparidade nas estimativas ocorre porque atualmente muitos produtos da cesta básica são tributados em cascata, com os tributos incidindo sobre o preço na etapa anterior da cadeia, antes de chegarem aos supermercados. A isenção atual de tributos federais sobre os produtos da cesta barateia os produtos por um lado, mas por outro lado impede o aproveitamento de créditos tributários, devoluções de tributos pagos nas etapas anteriores da cadeia produtiva.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No sistema de IVA dual, a devolução dos créditos tributários, segundo o governo, compensaria a cobrança de impostos. A alíquota do IVA dual só será definida após a reforma tributária. O relatório da Abras usou uma alíquota de IVA de 12,5%, pouco menos da metade da provável alíquota cheia de 27,5% estimada por economistas, para justificar um eventual encarecimento da cesta básica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O novo redutor de 60% e a futura alíquota zero deverão baratear os produtos da cesta básica, mas o cálculo sobre o impacto final só poderá ser feito quando a reforma tributária entrar em vigor. Itens mais industrializados, com cadeia produtiva mais longa, deverão ter redução maior de preços. Alimentos in natura ou pouco processados deverão ter leve redução ou até leve aumento porque terão poucos créditos tributários.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Remédios</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O texto aprovado prevê a alíquota reduzida em 60% para medicamentos e produtos de cuidados básicos à saúde menstrual. O Senado incluiu na lista de alíquota reduzida produtos de nutrição enteral e parenteral, que previnem ou tratam complicações da desnutrição.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo especialistas, a reforma não deverá trazer grandes impactos sobre o preço dos medicamentos. Isso ocorre por dois motivos. Primeiramente, os medicamentos genéricos estão submetidos a uma legislação específica. Além disso, a Lei 10.047, de 2000, estabelece um regime tributário especial a medicamentos listados pelo Ministério da Saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Senado também incluiu na isenção de IVA a compra de medicamentos e dispositivos médicos pela administração pública e por entidades de assistência social sem fins lucrativos. A Câmara dos Deputados tinha zerado a alíquota para medicamentos usados para o tratamento de doenças graves, como câncer.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Combustíveis</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A reforma tributária estabelece um regime de tratamento diferenciado para combustíveis e lubrificantes. O IVA dual, com alíquota única em todo o território nacional e variando conforme o tipo de produto, será cobrado apenas uma vez na cadeia produtiva, no refino ou na importação. A mudança segue uma reforma proposta em 1992.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante a tramitação no Senado, no entanto, foi incluída a possibilidade de cobrança do Imposto Seletivo, tributo sobre produtos que gerem danos à saúde e ao meio ambiente, sobre combustíveis e petróleo (para a extração de petróleo e de minérios, haveria alíquota de 1%). Durante a votação na Câmara nesta sexta-feira, o PSOL tentou elevar essa alíquota, mas os deputados derrubaram o destaque.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE), o imposto seletivo deve gerar R$ 9 bilhões em arrecadação, considerando apenas a exploração de petróleo, sem os demais minérios.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP), o regime diferenciado levará a uma forte alta do preço final aos consumidores. Especialistas, no entanto, afirmam que o impacto é incerto porque muitos pontos do regime diferenciado para os combustíveis serão definidos por lei complementar e a reforma prevê a possibilidade de concessão de créditos tributários. Além disso, o impacto só será conhecido após a definição da alíquota cheia do IVA dual.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Veículos</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A cobrança de Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) passará a incidir sobre veículos aquáticos e aéreos, como jatos, helicópteros, iates e jet ski. A reforma também estabelece que o imposto passará a ser progressivo conforme o impacto ambiental do veículo. Veículos movidos a combustíveis fósseis pagam mais. Veículos movidos a etanol, biodiesel e biogás e os carros elétricos pagarão menos IPVA.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Senado acatou uma emenda da senadora Mara Gabrilli (PSD-SP) e incluiu a compra de automóveis por taxistas e pessoas com deficiência e autismo entre os itens com alíquota zero. O benefício existe atualmente e seria extinto com a reforma tributária.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em julho, durante a primeira votação na Câmara, os deputados criaram uma lista de exceção para evitar a cobrança sobre veículos usados para a agricultura e para serviços. A relação abrange os seguintes tipos de veículos: aeronaves agrícolas e certificadas para prestar serviços aéreos a terceiros; embarcações de pessoa jurídica com outorga de serviços de transporte aquaviário; embarcações de pessoa física ou jurídica que pratique pesca industrial, artesanal, científica ou de subsistência; plataformas que se locomovam na água sem reboques (como navio-sonda ou navio-plataforma); e tratores e máquinas agrícolas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No Senado, a prorrogação, até 2032, de um incentivo para montadoras das regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste elevou as tensões. Na primeira votação, em julho, a Câmara havia derrubado a prorrogação desse incentivo. Na primeira versão do relatório no Senado, o incentivo foi prorrogado apenas para a produção de carros elétricos, mas a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa estendeu o benefício a montadoras de veículos movidos a biodiesel e a veículos híbridos movidos a biodiesel e a gasolina.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso gerou mal-estar entre os governadores do Sul e do Sudeste, que alegaram desigualdade de condições com as montadoras instaladas nas duas regiões. Na sexta-feira, o relator Aguinaldo Ribeiro concordou em manter o benefício no texto-base, mas destacar esse ponto. Diferentemente da primeira votação na Câmara, onde o incentivo obteve 307 votos, um a menos que os 308 necessários, os deputados mantiveram o benefício por 341 votos a favor, 153 contra e quatro abstenções.</p>
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			</item>
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		<title>Texto da Reforma do IR passará por articulação política</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/texto-da-reforma-do-ir-passara-por-articulacao-politica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Nov 2023 14:08:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma do IR]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma Tributária]]></category>
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					<description><![CDATA[A intenção do Congresso é aprovar a Reforma tributária ainda em 2023, para que a reforma tributária do Imposto de Renda seja enviado até abril de 2024 para os congressistas O texto da reforma do Imposto de Renda já está “avançado” no Ministério da Fazenda, segundo o Secretário Extraordinário da Reforma Tributária,&#160;Bernard Appy. Depois da [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-18">A intenção do Congresso é aprovar a Reforma tributária ainda em 2023, para que a reforma tributária do Imposto de Renda seja enviado até abril de 2024 para os congressistas</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">O texto da reforma do Imposto de Renda já está “avançado” no Ministério da Fazenda, segundo o Secretário Extraordinário da Reforma Tributária,&nbsp;<a href="https://congressoemfoco.uol.com.br/tag/bernard-appy/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Bernard Appy</a>. Depois da finalização da proposta, o governo Lula (PT) também irá analisar a viabilidade política de cada medida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Uma coisa é a parte técnica, depois tem toda a articulação política interna do governo”, disse Appy ao ser questionado sobre uma data para enviar o texto ao Congresso. Deu a declaração logo depois da&nbsp;<a href="https://congressoemfoco.uol.com.br/area/congresso-nacional/senado-aprova-reforma-tributaria-em-dois-turnos-e-pec-retorna-para-camara/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aprovação da reforma tributária do consumo no Senado</a>, quarta-feira (8/11).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o relatório do senador Eduardo Braga (MDB-AM) para a Proposta de Emenda à Constituição atual, o governo Lula (PT) terá 90 dias para enviar a reforma tributária da renda e a reforma tributária da folha de pagamento. A reforma do IR é colocada como central para se aproximar de um cenário de justiça tributária, na qual os pobres pagam realmente menos impostos do que os ricos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assim, a reforma tributária sobre o consumo e os serviços precisa ser aprovada e promulgada para que a de renda passe a ser discutida. A expectativa dos presidentes do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), é de <a href="https://congressoemfoco.uol.com.br/area/congresso-nacional/apesar-do-curto-tempo-pacheco-ainda-quer-finalizar-reforma-tributaria-em-2023/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">promulgar a atual reforma ainda em 2023</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com isso, a reforma tributária do Imposto de Renda pode ser enviado até abril para os congressistas. Nesta sexta-feira (10), em&nbsp;<a href="https://www.youtube.com/watch?v=675vK1R2fB0&amp;t=0s" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><em>live</em></a>&nbsp;da revista Veja, o secretário do Ministério da Fazenda afirmou que o governo pode enviar a reforma “até antes” para o Congresso Nacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao mesmo tempo, o governo também já está trabalhando nas leis complementares da reforma tributária de consumo. Inicialmente, Braga&nbsp;<a href="https://congressoemfoco.uol.com.br/area/congresso-nacional/governo-tera-cerca-de-8-meses-para-enviar-leis-complementares-da-tributaria/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">havia indicado quase oito meses para o governo enviar os projetos de lei</a>. Mas depois alterou o texto para 180 dias, ou seja, seis meses.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Tanto as leis complementares como a reforma da folha de salários devem demandar muita articulação política da parte do governo, assim como foi com a de comércio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As leis complementares irão definir as partes mais importantes da reforma atual, como o funcionamento do&nbsp;<em>cashback</em>, os percentuais das alíquotas gerais e reduzidas e os itens específicos que terão isenção, por exemplo. O lobby dos setores econômicos sob a questão deve retomar com força.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro ponto que normalmente atrai a atenção dos congressistas é a folha de pagamento. O&nbsp;<a href="https://congressoemfoco.uol.com.br/area/congresso-nacional/senado-aprova-desoneracao-da-folha-e-governo-ja-estuda-veto/#:~:text=O%20Senado%20aprovou%20nesta%20quarta,ao%20menos%20R%24%2018%20bilh%C3%B5es." target="_blank" rel="noreferrer noopener">Congresso aprovou em outubro a desoneração da folha até 2027</a>&nbsp;para 17 setores da economia. O texto teve amplo apoio na Câmara e no Senado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No entanto, o governo não apoia a medida. O impacto fiscal é de ao menos R$ 18 bilhões. Lula estuda vetar partes da lei. O prazo para sanção ou vetos é até 23 de novembro.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Trabalhadores são fundamentais para que haja reforma tributária justa</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/trabalhadores-sao-fundamentais-para-que-haja-reforma-tributaria-justa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Sep 2023 14:44:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma Tributária]]></category>
		<category><![CDATA[Taxar super-ricos]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalhadores na reforma tributária]]></category>
		<category><![CDATA[Tributação justa]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://santosbancarios.com.br/?p=50185</guid>

					<description><![CDATA[Organizadores do Seminário Reforma Tributária para um Brasil socialmente justo foram unanimes ao destacar a necessidade de o movimento sindical entrar no debate sobre o tema Na abertura do Seminário “Reforma Tributária para um Brasil socialmente justo: desenvolvimento, políticas sociais, emprego decente e distribuição de renda”, que acontece nesta quinta-feira (28), em São Paulo, os [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color">Organizadores do Seminário Reforma Tributária para um Brasil socialmente justo foram unanimes ao destacar a necessidade de o movimento sindical entrar no debate sobre o tema</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Na abertura do Seminário “Reforma Tributária para um Brasil socialmente justo: desenvolvimento, políticas sociais, emprego decente e distribuição de renda”, que acontece nesta quinta-feira (28), em São Paulo, os organizadores do evento deixaram claro a necessidade de o debate sobre a reforma tributária ser apropriado pela classe trabalhadora, para que haja uma reforma justa.<br><br><br>Para o presidente do Instituto de Justiça Fiscal (IJF), Dão Real Pereira dos Santos, “o sistema tributário ainda não foi apropriado pelo mundo do trabalho e, por isso, andou no sentido oposto do que propõe nossa Constituição Federal e apenas beneficia a elite financeira”.<br><br>A presidenta do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), Maria Aparecida Faria, ressaltou que “é importante que a sociedade brasileira se insira neste debate para que uma reforma tributária justa possa acontecer”.<br><br>Para a economista Marilane Teixeira, do Centro de Estudos Sindicais e de Economia do Trabalho da Unicamp, o movimento sindical negligencia certos temas, por acreditar que seja um debate para economistas. “É impressionante a resistência que o debate sobre a reforma tributária encontrou para se tornar um tema importante ao movimento sindical, movimento que é fundamental para conseguirmos avançar no sentido de aprovarmos uma reforma tributária justa”, disse. “Não há como aprová-la se não fizermos o necessário debate com a sociedade.”<br><br>“Esperamos que este seminário contribua com a ampliação do debate sobre o tema, mas somente conseguiremos avançar para uma reforma tributária justa com a participação dos trabalhadores”, completou o presidente do Sindicato Nacional dos Auditores-Fiscais da Receita Federal do Brasil (Sindifisco), Isac Moreno Falcão dos Santos.<br><br>Ao final da abertura, em vídeo, o vencedor do Prêmio Nobel de Economia Joseph Eugene Stiglitz, disse que a reforma tributária é importante para que o governo tenha condições de arrecadar o necessário para promover o crescimento econômico mais rápido, criar empregos e garantir que esses empregos sejam produtivos, o que pode levar à salários mais altos e um melhor padrão de vida.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Presidente do BC defende tributação de super-ricos e empresas offshore</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/presidente-do-bc-defende-tributacao-de-super-ricos-e-empresas-offshore/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Sep 2023 11:59:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Campos neto e super-ricos]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma Tributária]]></category>
		<category><![CDATA[Taxar super-ricos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://santosbancarios.com.br/?p=50178</guid>

					<description><![CDATA[Haddad quer elevar arrecadação reduzindo privilégios de fundos exclusivos e de empresas no exterior O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, afirmou nesta quarta-feira (27) ser favorável à tributação de fundos de investimentos de super-ricos e de rendimentos obtidos por meio de empresas offshore, no exterior.&#160;As medidas já foram propostas pelo governo ao Congresso [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color">Haddad quer elevar arrecadação reduzindo privilégios de fundos exclusivos e de empresas no exterior</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, afirmou nesta quarta-feira (27) ser favorável à tributação de fundos de investimentos de super-ricos e de rendimentos obtidos por meio de empresas offshore, no exterior.&nbsp;<a href="https://www.brasildefato.com.br/2023/09/27/antes-de-encontrar-lula-presidente-do-bc-reconhece-que-selic-e-alta" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>As medidas já foram propostas pelo governo ao Congresso Nacional para elevar a arrecadação da União</strong></a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Campos Neto foi questionado sobre elas em audiência realizada pela Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados. <a href="https://www.brasildefato.com.br/2023/09/27/antes-de-encontrar-lula-presidente-do-bc-reconhece-que-selic-e-alta" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Ele foi convidado pela comissão para falar sobre a taxa básica de juros da economia nacional, a Selic, </strong></a>mas acabou sendo perguntado sobre outros assuntos relacionados à economia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Sou a favor do aumento da arrecadação sobre os super-ricos, da arrecadação sobre fundos exclusivos, da arrecadação sobre offshores”, disse ele. “Aliás, no governo anterior [de Jair Bolsonaro, do PL] já havia um projeto em tramitação para taxação de offshore. Eu achava que a taxação deveria ser mais alta. De 6% para 10%.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">O presidente do BC, inclusive, foi questionado por deputados governistas se ele tem empresas offshore, investimentos em fundos exclusivos ou atrelados à Selic –taxa sobre a qual ele tem poder de decisão. Campos Neto confirmou ter três empresas offshores em seu nome, mas garantiu seguir à risca regras para evitar conflitos de interesse com sua função. Sobre recursos em fundos exclusivos ou atrelados à Selic, ele não respondeu.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Campos Neto afirmou que arrecadação extra com as mudanças na tributação poderia reduzir o déficit fiscal da União já no ano que vem e contribuir para uma redução da Selic. Com a Selic mais baixa, investimentos e financiamentos ficam mais baratos e a economia tende a crescer mais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O deputado federal Guilherme Boulos (PSOL-SP) afirmou que a redução de juros por si só também poderia reduzir o déficit. Citando o próprio Campos Neto,&nbsp;<a href="https://www.brasildefato.com.br/2023/09/20/copom-reduz-selic-para-12-75-e-divida-publica-cai-cerca-de-r-22-bilhoes" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Boulos lembrou que, a cada 1 ponto percentual de aumento da taxa, o gasto do país com juros da dívida aumenta R$ 44 bilhões</strong></a>.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Projetos do governo</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O&nbsp;<a href="https://www.brasildefato.com.br/2023/09/27/antes-de-encontrar-lula-presidente-do-bc-reconhece-que-selic-e-alta" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) assinou no final de agosto uma Medida Provisória (MP) para mudar a cobrança de impostos de fundos de investimentos exclusivos</strong></a>, usados por super-ricos para poupar dinheiro. A MP iguala a tributação desses fundos ao de outros fundos de investimento oferecidos por bancos e corretoras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por meio dela, entre 15% e 20% do rendimento dos fundos exclusivos será cobrado na forma de imposto duas vezes ao ano. A cobrança segue o sistema &#8220;come-cotas&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Antes dela, a cobrança sobre os rendimentos só ocorria em caso de resgate.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A previsão do governo é de arrecadar R$ 24 bilhões entre 2023 e 2026.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.brasildefato.com.br/2023/09/27/antes-de-encontrar-lula-presidente-do-bc-reconhece-que-selic-e-alta" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Lula também encaminhou ao Congresso um projeto de lei para cobrança dos rendimentos de brasileiros pagos por empresas offshore</strong></a>, localizadas em paraísos fiscais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A tributação desses rendimentos estava prevista na MP que concedeu aumento extra ao salário mínimo nacional. Esse trecho da MP, porém, não foi votado e perdeu a validade. O governo, então, enviou um projeto com regime de urgência sobre o mesmo assunto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o governo, mais de R$ 1 trilhão investidos fora do país pertencem a brasileiros. A cobrança de impostos sobre o rendimento desse valor pode gerar R$ 7,05 bilhões em 2024, R$ 6,75 bilhões em 2025 e R$ 7,13 bilhões para 2026 à União. A cobrança de impostos varia de 0% a 22,5% dependendo da renda no exterior.</p>
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