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	<title>recorde desemprego &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>recorde desemprego &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Desemprego sobe para 14,7% e atinge recorde de 14,8 milhões de brasileiros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[recorde desemprego]]></category>
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					<description><![CDATA[O recorde no 1º trimestre de 2021, com 14,8 milhões de desempregados, é a maior taxa e o maior contingente de desocupados já registrado pela série histórica do IBGE, iniciada em 2012. Número de brasileiros subutilizados chegou a 33,2 milhões e também atingiu patamar recorde O desemprego no Brasil atingiu a taxa recorde de 14,7% [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O recorde no 1º trimestre de 2021, com 14,8 milhões de desempregados, é a maior taxa e o maior contingente de desocupados já registrado pela série histórica do IBGE, iniciada em 2012. Número de brasileiros subutilizados chegou a 33,2 milhões e também atingiu patamar recorde</p>
<p></p>
<p>O desemprego no Brasil atingiu a taxa recorde de 14,7% no 1º trimestre de 2021, segundo divulgou nesta quinta-feira (27) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O número de desempregados também bateu um novo recorde, chegando a 14,8, milhões de pessoas.</p>
<p> </p>
<p>&#8220;É a maior taxa e o maior contingente de desocupados de todos os trimestres da série histórica, iniciada em 2012&#8221;, informou o IBGE.</p>
<p> </p>
<p>O resultado representa uma alta de 6,3%, ou de mais 880 mil pessoas na fila por um emprego no país, na comparação com 4º trimestre de 2020. Em 1 ano, 1,956 milhão de pessoas entraram nas estatísticas do desemprego.</p>
<p> </p>
<p>Os dados fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad). No levantamento anterior, referente ao trimestre encerrado em fevereiro, a taxa de desemprego estava em 14,4%, atingindo 14,4 milhões de brasileiros – número recorde até então.</p>
<p> </p>
<p><strong>Falta trabalho para 33,2 milhões</strong></p>
<p>O contingente de pessoas subutilizadas no país chegou a 33,2 milhões e também atingiu o recorde da série.</p>
<p> </p>
<p><strong>Veja outros destaques da pesquisa:</strong></p>
<p><strong> </strong>·         Em três meses, mais 880 mil pessoas desocupadas começaram a buscar trabalho.</p>
<p> </p>
<p>·         População ocupada ficou estável, mas nível de ocupação reduziu e está abaixo de 50% desde o trimestre encerrado em maio de 2020.</p>
<p> </p>
<p>·         Ocupação de empregados do setor privado e público sem carteira caiu e somente a categoria dos trabalhadores por conta própria cresceu.</p>
<p> </p>
<p>·         Número de empregadores com CNPJ é o menor da série.</p>
<p> </p>
<p>·         Informalidade fica estável (39,6%), com 34 milhões de pessoas.</p>
<p> </p>
<p>·         Na comparação com o primeiro trimestre de 2020, sete grupos de atividade perderam pessoal ocupado, com crescimento somente na agricultura, pecuária, produção florestal.</p>
<p> </p>
<p>·         Massa de rendimento real fica em R$ 212,5 bilhões.</p>
<p> </p>
<p>Na véspera, o Ministério a Economia divulgou que a economia brasileira gerou 120.935 empregos com carteira assinada em abril, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). Esse foi o menor saldo positivo mensal registrado em 2021.</p>
<p> </p>
<p>Economistas avaliam que uma melhora mais consistente do mercado de trabalho só deverá ser observada no segundo semestre, mas ainda condicionada ao avanço da vacinação e uma recuperação mais firme do setor de serviços – o que mais emprega no país e o mais afetados pelas medidas de restrição para conter o avanço do coronavírus.</p>
<p>Crédito: Cesar Itiberê/Fotos Públicas<br />Fonte: g1.globo.com<br />Escrito por: Darlan Alvarenga e Daniel Silveira</p>
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