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	<title>Recorde de rendimentos 2024 &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>Recorde de rendimentos 2024 &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Rendimento médio dos brasileiros chega a R$ 3.057, recorde desde 2012</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 May 2025 10:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Dados de 2024 constam da Pnad Contínua, divulgada pelo IBGE O&#160;rendimento médio real dos brasileiros chegou a R$ 3.057 em 2024, o maior valor registrado desde 2012. Esses rendimentos vêm do trabalho, de programas sociais, aposentadoria, pensões ou outras fontes, como aluguéis, aplicações financeiras e bolsas de estudo. O valor superou o recorde registrado até [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-38b2bf57a4ce76f83c64956fe6899b35">Dados de 2024 constam da Pnad Contínua, divulgada pelo IBGE</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">O&nbsp;<strong>rendimento médio real dos brasileiros chegou a R$ 3.057 em 2024, o maior valor registrado desde 2012</strong>. Esses rendimentos vêm do trabalho, de programas sociais, aposentadoria, pensões ou outras fontes, como aluguéis, aplicações financeiras e bolsas de estudo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O valor superou o recorde registrado até então, quando a média dos rendimentos dos brasileiros era R$ 2.974.&nbsp;<strong>Além disso, representa um aumento de 2,9% em relação a 2023, quando o rendimento médio da população foi R$ 2.971 e um aumento de 3,3% em relação aos R$ 2.948 registrados em 2019, antes da pandemia.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), divulgada nesta quinta-feira (8), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A pesquisa investiga, regularmente, informações sobre os rendimentos provenientes de todos os trabalhos e de outras fontes das pessoas residentes no Brasil.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Além de aumentar o rendimento médio real, ou seja, descontada a inflação do período, o&nbsp;<strong>Brasil também aumentou a parcela da população que possui algum rendimento</strong>.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a Pnad, do total de pessoas residentes no Brasil em 2024, 66,1% (equivalente a 143,4 milhões) tinham alguma renda. Em 2023, esse percentual era 64,9%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o analista do IBGE, Gustavo Fontes, o aumento do rendimento médio no Brasil foi puxado principalmente pelo trabalho.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Apesar de programas sociais do governo importantes terem também contribuído para esse crescimento, o rendimento do trabalho em 2024 foi bastante importante no crescimento do rendimento de todas as fontes.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">A pesquisa traz também o rendimento mensal real domiciliar per capita, ou seja, o rendimento dividido por todas as pessoas da residência, incluindo os que não possuem nenhum rendimento.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse valor também foi, em 2024, o maior da série histórica (R$ 2.020), e significa aumento de 4,7% em relação a 2023.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Em relação a 2012, ano inicial da série histórica, quando esse rendimento era R$ 1.696, a elevação foi de 19,1%.</strong>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os rendimentos provenientes do trabalho representam 74,9% do total do rendimento domiciliar e, as demais fontes de renda, 25,1%.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Fontes de rendimento</h4>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="613" src="https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/05/trabalhador-Rafa-Neddermeyer-agencia-Brasil-1024x613.webp" alt="" class="wp-image-61388" srcset="https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/05/trabalhador-Rafa-Neddermeyer-agencia-Brasil-1024x613.webp 1024w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/05/trabalhador-Rafa-Neddermeyer-agencia-Brasil-300x179.webp 300w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/05/trabalhador-Rafa-Neddermeyer-agencia-Brasil-150x90.webp 150w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/05/trabalhador-Rafa-Neddermeyer-agencia-Brasil-768x459.webp 768w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/05/trabalhador-Rafa-Neddermeyer-agencia-Brasil-1100x658.webp 1100w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/05/trabalhador-Rafa-Neddermeyer-agencia-Brasil-600x359.webp 600w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/05/trabalhador-Rafa-Neddermeyer-agencia-Brasil-20x12.webp 20w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/05/trabalhador-Rafa-Neddermeyer-agencia-Brasil.webp 1170w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<h6 class="wp-block-heading">Rafa Neddermeyer/Agência Brasil</h6>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2024, aumentou tanto o valor do rendimento recebido pelo trabalho, quanto o número de pessoas trabalhando.&nbsp;<strong>Segundo a Pnad, 47% da população de 14 anos ou mais tinham algum rendimento frequente por trabalho</strong>.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Essa porcentagem equivale a 101,9 milhões de pessoas e é a maior da série histórica</strong>. Em 2024, cresceu 1 ponto percentual em relação a 2023, quando 46% possuíam rendimentos por trabalho.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O valor médio recebido pelo trabalho também bateu o recorde da série histórica, chegando a uma média de R$ 3.225.&nbsp;</strong>O recorde anterior foi registrado em 2020, com uma média de R$ 3.160.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além do rendimento por trabalho a pesquisa mostra que:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>13,5% da população tem rendimento de aposentadoria e pensão, com uma média de R$ 2.520;</li>



<li>9,2%, de programas sociais do governo; recebendo, em média, R$ 771;</li>



<li>2,2%, de pensão alimentícia, doação e mesada; com uma média de R$ 836;</li>



<li>1,8%, de aluguel e arrendamento, com média de R$ 2.159; e,</li>



<li>1,6%, possuem outros rendimentos, de R$ 2.135, em média.&nbsp; &nbsp;</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Embora corresponda a menor fatia dos rendimentos, em 2024, a categoria outros rendimentos foi a que apresentou o maior aumento em relação a 2023, de 12%.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A categoria engloba, por exemplo, seguro-desemprego e seguro defeso, rentabilidade de aplicações financeiras, bolsas de estudos, direitos autorais e exploração de patentes.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Recorde</h4>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Todos esses rendimentos, juntos, somaram uma massa de rendimento médio mensal real domiciliar per capita de R$ 438,3 bilhões em 2024,</strong>&nbsp;em todo o país.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Este é o maior valor desde 2012. O aumento foi de 5,4% em relação a 2023 (R$ 415,7 bilhões). Em relação a 2019, último ano antes da pandemia, a alta foi de 15% (R$ 381,1 bilhões).</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Fontes reforça que grande parte desse aumento se deve ao trabalho. Para se ter ideia, da massa total de R$ 438,3 bilhões mensais, R$ 328,6 bilhões são referentes aos rendimentos de todos os trabalhos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“No primeiro ano da pandemia, a gente tinha tido uma queda da massa de rendimento importante, porque houve uma queda importante da população ocupada. Em 2021, a população ocupada começa a se recuperar, mas há uma queda importante do rendimento médio do trabalho”, explica.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Em 2024, esses dois fatores, tanto o aumento do rendimento médio do trabalho, quanto da população ocupada com rendimento levaram ao crescimento da massa de rendimento, atingindo o maior valor da série histórica”.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Rendimentos nas regiões</h4>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a Pnad, a&nbsp;<strong>Região Sudeste apresentou a maior massa de rendimento do Brasil, com R$ 217,4 bilhões, o que corresponde a quase metade (49,6%) da massa total.&nbsp;</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Já as regiões Sul, com R$ 77,3 bilhões, e Nordeste, com R$ 76,9 bilhões, respondem juntas por um pouco mais de um terço da massa do país.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">As regiões Centro-Oeste, com R$ 40 bilhões, e Norte, com R$ 26,7 bilhões, as menos populosas, são responsáveis pelo equivalente a 9,1% e 6,1% do total do país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre 2023 e 2024, todas as regiões apresentaram aumento na massa de rendimento domiciliar per capita. De acordo com a pesquisa, as regiões Nordeste e Sul, se destacaram, com aumentos respectivos de 11,1% e 11,9%.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nas outras regiões, o crescimento no ano variou de 2,3%, no Sudeste, e 3,1%, no Norte.</p>
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