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	<title>recessão &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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		<title>Juros altos do Banco Central impedem maior geração de empregos no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Apr 2023 14:52:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[BC e Selic]]></category>
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					<description><![CDATA[Brasil gerou mais de 240 mil vagas de empregos com carteira em fevereiro, mas ainda está longe do ideal por conta da taxa de juros imposta pelo Banco Central (BC), diz Ministro O Brasil gerou 241,78 mil empregos com carteira assinada em fevereiro deste ano, segundo o Ministério do Trabalho e Emprego. O resultado é [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="has-cyan-bluish-gray-color has-text-color wp-block-heading">Brasil gerou mais de 240 mil vagas de empregos com carteira em fevereiro, mas ainda está longe do ideal por conta da taxa de juros imposta pelo Banco Central (BC), diz Ministro</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">O Brasil gerou 241,78 mil empregos com carteira assinada em fevereiro deste ano, segundo o Ministério do Trabalho e Emprego. O resultado é uma queda de 31,6% na comparação com fevereiro do ano passado, quando foram criados 353,29 mil empregos formais. Trata-se também do pior resultado, para meses de fevereiro, desde 2020 &#8211; quando foram abertos 217,26 mil empregos formais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o ministro do Trabalho, Luiz Marinho, o grande problema da economia, atualmente, é o que ele classificou como uma “insanidade monetária” por parte do Banco Central (BC). O governo vem criticando a autarquia, que tem mantido o juro básico da economia em 13,75% ao ano para conter pressões inflacionárias. “Sacrifica a indústria, o comércio, a geração de empregos e a retomada da economia”, declarou o ministro.</p>
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		<title>Brasil despenca para 13º lugar entre as economias do mundo</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/brasil-despenca-para-13-lugar-entre-as-economias-do-mundo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[13ª posição]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil cai no ranking]]></category>
		<category><![CDATA[Ranking econômico mundial]]></category>
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					<description><![CDATA[Resultado da política recessiva ultraliberal de Paulo Guedes, que prestigia o rentismo parasita ao invés de empregos para fortalecer a economia e dos ataques de Bolsonaro as instituições, a democracia e a vacina, Brasil cai de 9º para 13º no ranking das potências econômicas mundiais O Brasil continua despencando no ranking mundial das economias com [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Resultado da política recessiva ultraliberal de Paulo Guedes, que prestigia o rentismo parasita ao invés de empregos para fortalecer a economia e dos ataques de Bolsonaro as instituições, a democracia e a vacina, Brasil cai de 9º para 13º no ranking das potências econômicas mundiais</p>
<p></p>
<p>O Brasil continua despencando no ranking mundial das economias com a tragédia política do governo Bolsonaro e o modelo econômico ultraliberal do ministro da Economia, Paulo Guedes que aprofundam ainda mais a crise.</p>
<p> </p>
<p>De acordo com levantamento da Austin Rating, com projeções do PIB (Produto Interno Bruto) de 2021, o país cairá para o 13º lugar no ranking das maiores potências econômicas, uma colocação abaixo de 2020, ano em que perdemos três posições em relação a 2019. Em 2015, o País estava na 9ª colocação.</p>
<p> </p>
<p><strong>Política recessiva</strong></p>
<p>A Austin levou em conta estimativas do Banco Central para chegar à riqueza acumulada do Brasil e do FMI (Fundo Monetário Internacional).</p>
<p> </p>
<p>Os números desastrosos da economia, que geram mais desemprego e miséria, mostram que a queda não é apenas causada pela pandemia da Covid-19, mas a situação é agravada pelos arroubos do presidente Bolsonaro contra a democracia e as instituições, a sua campanha pessoal nas redes sociais e em declarações à imprensa contra a vacina e a política recessiva e de arrocho salarial de Guedes. A renda média dos brasileiros caiu em um ano 11,4% e chegou a R$2.444 em janeiro, a menor em dez anos (desde 2012). Sem o poder de consumo das famílias, com elevação da inflação e dos juros, não há como a economia brasileira crescer.</p>
<p> </p>
<p>Conforme as projeções, o Brasil termina este ano com US$ 1,595 trilhão produzido entre bens e serviços, pouco acima do US$ 1,445 trilhão de 2020, mas abaixo do US$ 1,878 trilhão de 2019, antes da pandemia de Covid-19.</p>
<p> </p>
<p>Os números confirmam que este modelo econômico rentista que domina o país há décadas está esgotado e não apresenta saída para a recessão, tanto que a década de 2012 a 2022 deverá ser a pior da história do Brasil.</p>
<p>Crédito: Rovena Rosa/Agência Brasil<br />Fonte: SEEB do RJ<br />Escrito por: Carlos Vasconcellos com edição da Comunicação do SEEB de Santos e Região</p>
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