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	<title>Reajustes 2023 &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>Reajustes 2023 &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Em 2023, 77% dos acordos coletivos tiveram reajustes salariais acima da inflação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Jan 2024 13:30:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[acordos coletivos]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Reajustes 2023]]></category>
		<category><![CDATA[Reajustes acima da inflação 2023]]></category>
		<category><![CDATA[Salários acima da inflação]]></category>
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					<description><![CDATA[Pisos negociados nos acordos coletivos ficam, em média, 25% acima do salário mínimo No ano passado, 77% dos acordos coletivos foram fechados com reajustes salariais acima do INPC, índice do IBGE utilizado como referência nas negociações. O balanço do&#160;Dieese, divulgado nesta quinta-feira (18), leva em conta um painel com 19.531 acordos. Outros 17,3% tiveram reajustes [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-e214e0fcc82a0e51d16d4313fbffab1b">Pisos negociados nos acordos coletivos ficam, em média, 25% acima do salário mínimo</h4>



<p></p>



<p>No ano passado, 77% dos acordos coletivos foram fechados com reajustes salariais acima do INPC, índice do IBGE utilizado como referência nas negociações. O balanço do&nbsp;<a href="https://www.dieese.org.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Dieese</a>, divulgado nesta quinta-feira (18), leva em conta um painel com 19.531 acordos. Outros 17,3% tiveram reajustes equivalentes à inflação, enquanto 5,7% ficaram abaixo do INPC acumulado na data-base.</p>



<p>O levantamento, parcial, ainda pode ter alterações. De acordo com o instituto, a variação real média no ano, até agora, corresponde a 1,11% acima do INPC-IBGE. Pelo último dado, o índice está acumulado em 3,71%.</p>



<p>Entre os setores econômicos, a indústria tem 82,2% de acordos com aumento real (acima da inflação). Em seguida, o setor de serviços aparece com 79%. Já o comércio tem ganho real em 56,4% dos casos. Indústria e comércio têm reajustes abaixo do INPC em aproximadamente 5% dos acordos e os serviços, em 6,7%.</p>



<p>Em relação aos tipos de instrumentos coletivos, aumentos reais continuam mais frequentes entre os acordos coletivos (78,9%) do que entre as convenções coletivas (72,7%), embora entre os primeiros também se verifique maior regularidade de resultados abaixo do INPC do que nas convenções (6% e 5,1%, respectivamente).</p>



<h4 class="wp-block-heading">Pisos salariais</h4>



<p>Já o valor médio dos pisos salariais foi de R$ 1.651,57 – o Dieese considera 19.551 pisos incluídos em acordos coletivos. Esse valor fica 25% acima do salário mínimo oficial (R$ 1.320 no ano passado). O maior piso médio é o dos serviços (R$ 1.689,35) e o menor, do setor rural (R$ 1.564,85).</p>



<p>No recorte geográfico, os maiores pisos salariais médios (soma de todos os dados, divididos pelo número de amostras consideradas) e medianos (posição dentro da amostragem) negociados de janeiro a dezembro de 2023 são os da região Sul (respectivamente, R$ 1.713,27 e R$ 1.657,72). O menor piso salarial médio foi observado no Norte (R$ 1.512,88); e o menor piso salarial mediano, no Nordeste (R$ 1.375,00).</p>
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		<title>CCTs representam 78% de reajustes acima da inflação e pisos 24% acima do mínimo</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/ccts-representam-78-de-reajustes-acima-da-inflacao-e-pisos-24-acima-do-minimo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Nov 2023 11:17:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Acima da Inflação]]></category>
		<category><![CDATA[CCTs]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Reajustes 2023]]></category>
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					<description><![CDATA[Resultados de quase 16 mil acordos mostram índices predominantemente acima do INPC. Apenas em outubro, mais de 80% tiveram ganho real A atualização de levantamento mensal do&#160;Dieese&#160;reforça a importância das negociações coletivas, coordenadas por entidades sindicais: de janeiro a outubro, 78,3% dos acordos ficaram acima da inflação (INPC-IBGE). Outros 16,4% foram equivalentes ao índice, enquanto [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-a9b1ec9334af257c1282b2051c88a284">Resultados de quase 16 mil acordos mostram índices predominantemente acima do INPC. Apenas em outubro, mais de 80% tiveram ganho real</h4>



<p></p>



<p>A atualização de levantamento mensal do&nbsp;Dieese&nbsp;reforça a importância das negociações coletivas, coordenadas por entidades sindicais: de janeiro a outubro, 78,3% dos acordos ficaram acima da inflação (INPC-IBGE). Outros 16,4% foram equivalentes ao índice, enquanto 5,4% ficaram abaixo. A variação média neste ano é de 1,13% acima do INPC, indicador usado como referências nas negociações salariais. Foram analisados até agora 15.822 reajustes, entre convenções e acordos.</p>



<p>Entre os setores, a indústria concentra mais ganhos reais: 83,1% dos acordos com reajuste superior à variação acumulada da inflação. Em seguida, vêm os serviços, com 80,3%. O comércio tem 57,9%.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Piso acima do mínimo</h4>



<p>A fixação de pisos salariais profissionais nos acordos também demonstra o peso das negociações diretas. Assim, em 2023, o valor médio de 15.864 pisos analisados foi de R$ 1.638,85. Esse valor fica 24,1% acima do salário mínimo oficial (R$ 1.320). O maior valor médio foi registrado nos serviços (R$ 1.676,01) e o menor, no setor rural (R$ 1.558,60).</p>



<p>Segundo o Dieese, apenas no mês de outubro 82,1% dos reajustes representaram&nbsp;ganhos reais&nbsp;(acima da inflação). Outros 4,5% igualaram o índice, enquanto 13,4% ficaram abaixo do INPC. A variação real média, que ficou menor do que em meses anteriores, foi de 0,75% acima da inflação.</p>



<p>Para as categorias com data-base em outubro, o reajuste necessário para igualar a inflação era de 4,51%. Agora, em novembro, o INPC nos 12 meses anteriores está acumulado em 4,14%. Até agosto do ano passado, o índice ficava em dois dígitos (de 10% para cima).</p>
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