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	<title>R$ 20 milhões &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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		<title>Itaú terá de pagar R$ 20 milhões por dano moral coletivo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fernando Diegues]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Itaú]]></category>
		<category><![CDATA[cobrança ilegal]]></category>
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<p>A cobran&ccedil;a de tarifa por devolu&ccedil;&atilde;o de cheque &eacute; ilegal e n&atilde;o pode ser justificada a pretexto de &quot;descumprimento contratual&quot;. Por essa raz&atilde;o, a 3&ordf; Vara Federal do Rio de Janeiro condenou o Ita&uacute;-Unibanco a restituir em dobro os consumidores pelos valores que foram obrigados a pagar. A tarifa foi cobrada de correntistas do banco que tiveram cheques devolvidos por falta de fundos no per&iacute;odo de 30 de abril de 2008 a 21 de maio de 2009. A decis&atilde;o vale para todo o Brasil.</p>
<p>A decis&atilde;o foi proferida em uma A&ccedil;&atilde;o Civil P&uacute;blica movida pela Procuradoria Regional da Rep&uacute;blica no RJ. O &oacute;rg&atilde;o identificou que o banco descumpriu uma norma do Conselho Monet&aacute;rio Nacional que veda &agrave;s institui&ccedil;&otilde;es financeiras de cobrar tarifa nos casos de devolu&ccedil;&atilde;o de cheques. O Ita&uacute;, por&eacute;m, cobrou a tarifa sob a alega&ccedil;&atilde;o de que se tratava de multa por descumprimento contratual.</p>
<p>Ainda segundo a a&ccedil;&atilde;o movida pela procuradoria da Rep&uacute;blica, os valores foram cobrados ilegalmente devem ser devolvidos em dobro, conforme estabelece o C&oacute;digo de Defesa do Consumidor, com a devida corre&ccedil;&atilde;o monet&aacute;ria, assim como com os juros compensat&oacute;rios de 0,5% ao m&ecirc;s desde a data de cada pagamento indevido, acrescidos de juros morat&oacute;rios de 1% ao m&ecirc;s a partir de agosto de 2011.</p>
<p>Segundo a senten&ccedil;a, o Ita&uacute;-Unibanco deve ainda pagar indeniza&ccedil;&atilde;o por dano moral coletivo no valor de R$ 20 milh&otilde;es devido &agrave; cobran&ccedil;a ilegal da tarifa, que rendeu ao banco mais de R$ 64 milh&otilde;es. Na avalia&ccedil;&atilde;o da Justi&ccedil;a Federal, a institui&ccedil;&atilde;o financeira teria agido de m&aacute;-f&eacute; ao &quot;tentar, de forma simulada, cobrar as tarifas banc&aacute;rias em forma de &#39;multa contratual&#39;, agravada pelo fato de reconhecer, em seu s&iacute;tio na internet, que tais valores seriam tarifa, para &#39;remunerar o banco pelos procedimentos operacionais&#39;&quot;. (Com informa&ccedil;&otilde;es da assessoria de imprensa do MPF-RJ).</p>
<p>Fonte: Brasil 247</p>
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